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20 de mai de 2013

O COCO DE RODA






UMA FORMA DE EXPRESSÃO CULTURAL

      

       O coco é uma dança típica da região do norte e do nordeste principalmente das regiões litorânea. Alguns pesquisadores dizem que essa dança saiu da zona da mata para o litoral. nasceu nos engenhos. O coco tem uma coreografia, eles fazem filas e roda entre ele enquanto eles sapateiam, dão umbigadas e com os pares ele batem palmas entre eles. 


      

       O mestre puxa o coco, ele é conhecido como o mestre cantador. Essas danças não precisam de vestuário próprio. Essas danças tem influências afro indígenas. Os componentes desse folclore podem na coreografia dançar sem calçados. 


     

      Os instrumentos usados para esse folguedo são os de percussão. Atualmente o coco sofreu alterações como a umbigada que em alguns lugares já não existe mais, eles sapateiam forte o chão, e rodopeia entre eles. 


     

       O coco é realmente uma dança atraente e que enfeitiça todos que a ver. Esse folguedo é realmente encontrado principalmente no período junino. O coco mais conhecidos são coco de amarração, coco de embolada, balamento,  epadode. Há cada ano o coco vai se consolidando cada vez mais como grande folguedo da cultura popular do nordeste. 


     

       Como o maranhão e o piauí  brigam para ter o reconhecimento de quem criou o folguedo do boi bumbá, tem três estados nordestinos brigando pelo reconhecimento do coco são ele: Pernambuco, paraíba e alagoas. Com todas essas polêmicas o folguedo é apresentado em quase todo o nordeste.







AS LAVADEIRAS NORDESTINAS








UMA FORMA DE CULTURA

      


    Era bem fácil identificar as mulheres lavadeiras no sertão nordestino, pois algumas, ou na maioria das vezes na totalidade, pegavam suas trouxas de roupas colocavam na cabeça e desciam para o rio, açude ou mesmo para algum barreiro que tivesse mais próximo das suas casas que ficam na caatinga (tipo de vegetação do semi árido nordestino.)   



 
        Na paisagem sertaneja era comum ver essas mulheres em seu oficio do dia a dia, acompanhadas dos filhos pequenos que também ajudavam a mãe, carregando feixe de galhos secos. Antigamente também existia a lavadeira urbana, que trabalhavam na cidade em casas de patroas, e que cobravam por peça de roupa, já lavada e engomada a base de ferro a carvão. 


       

     Tudo isso fazia  parte da cultura popular do nordeste, hoje ainda vemos, não tão forte, as cenas das lavadeiras do sertão em seu habitat natural lavando as suas trouxas de roupa em pedras ao longo de algum rio ou riacho ou até mesmo barreiros quando eles ainda tem um pouco de água, tudo isso acompanhado de uma cantoria, e quando terminavam, deixavam as roupas estendidas nas pedras do leito do rio ou aonde estivesse lavando. 


         

      A cena fazia parte do cotidiano sertanejo. Enquanto as lavadeiras lavavam as roupas, seus filhos brincavam dentro do rio. Hoje com a modernidade isso vem diminuindo, mas com certeza essa imagem ficará pra sempre no instinto cultural do nordeste.





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