. ARTE E CULTURA POPULARA ARTE DE NEWTON AVELINO: Julho 2014

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    Confira a arte do artista potiguar Newton Avelino, na sua galeria permanente. Adquira já uma obra!

    26 de jul de 2014

    CULINÁRIA NORDESTINA

                                   
                                                                   Fonte da imagem: maranhão24horas  Fonte da imagem: avitrinedosabor

                                  

                                      



                                      COISAS DO BRASIL


       
       




         A gastronomia nordestina como todos já sabem, ela tem uma inorme influência dos portugueses, indígenas e dos africanos. No nordeste, essas influências foram bastante forte para à culinária sertaneja, como na culinária do litoral. Isso contribuiu e muito para enriquecer muito mais o sabor dela.
      
        

        No sertão, a gente encontra a predominância das carnes vermelhas no prato do sertanejo. O que é naturalmente normal já que a criação de caprinos e bovinos torna a mesa sertaneja feita de um outro cardápio, que leva as carnes vermelhas e os cereais como feijão e arroz e mais o toque do tempero que são as verduras.
      
        

        Tudo isso leva em conta os espaços físicos que tem no sertão para se criar e se plantar. Já no litoral a cozinha nordestina usa mais os pescados e os mariscos, como é de se esperar. No maranhão, o arroz de cuxá é um prato típico e saboroso da culinária maranhense, tem uma mistura de sabores que leva a influência dos indígenas, portugueses e africanos.
      
      

         O seu preparo tem os sabores dos temperos brasileiros e leva: gergelim, camarão seco, farinha seca e a pimenta de cheiro. Também tem as hortaliças, e para manter a tradição, a dobradinha é concluída com peixe frito. Já a culinária do litoral nordestino, você pode encontrar vários cardápios a base de crustáceos e peixes, tais como uma caranguejada, ou uma suculenta lagosta ou um camarão no alho e óleo, mas vamos falar de um prato típico da culinária alagoana, o sururu.
      
       

         Esse molusco de grande abundância no litoral alagoano é feito a base de leite de coco e que leva alguns temperos tais como: tomate, cheiro verde, azeite doce, alho e pimentão, para que ele fique com um toque refinado de uma grande cozinha como é a cozinha nordestina com seus temperos e sabores.
      
        

         Não é atoa que a cozinha nordestina é uma das mais apreciadas do Brasil, porque ela tem um toque refinado dos temperos que dão o sabor e o toque especial à ela. Tanto no sertão quanto no litoral, os pratos e as iguarias dessa região, mostra para o público que provam dela, que esse sabor picante, aromático e saboroso só existe por essas bandas de cá. Essa cozinha nordestina é única.




    TRADIÇÃO CULTURAL

                              



                             BRINQUEDOS E BRINCADEIRAS
       




          O nordeste é muito forte em se tratando de cultura, principalmente no que se refere cultivar seus costumes e as suas tradições. Algumas dessas tradições a gente já não ver tão facilmente como em outras épocas, tais como as brincadeiras de pega-pega ou o esconde-esconde, ou ainda bola de gude... e por aí vai.
       


          Mas também algumas brincadeiras ainda existem como soltar pipa, soltar pião, caçar de estilingue, brincar de bandeirinha e outras coisas mais. Bem, cada jogos, brinquedos ou brincadeiras que fazem parte do nosso folclore tinha uma função muito importante para a meninada do nosso nordeste.
       


         Geralmente os meninos, quando chegava a época de cada brincadeira, brinquedos ou jogos, era uma febre, todo menino corria para participar ativamente. Soltar pipa por exemplo, essa era uma prática que os garotos gostavam de fazer, eles sempre disputavam com outros meninos quem fazia a pipa mais colorida e a mais bonita, tentavam derrubar a pipa um do outro como forma de disputa.
       


        Já tinha alguns meninos que gostavam mesmo era de usar os estilingue para a prática de caça. O estilingue eram conhecido no sertão como baladeira. A baladeira é era feita de um galho de madeira em forma de bifurcação com ligas de borracha que a criançada usava para caçar passarinho.
      


         Também à noite as crianças gostavam de brincar de pega-pega, que nada mais é que uma criança tentando tocar a outra, e a criança que era tocada passa a fazer o mesmo com outra criança. Também tinha as crianças que quando chegava a época de jogar pinhão, elas se deliciavam naquele frisson de arremessar o pião e pegá-lo na palma da mão ou fazer coisas como performance com aquele objeto de madeira e linha zero em qualquer outro quanto, só para mostrar que era hábil com o objeto de brinquedo, e que um outro menino não conseguia fazer, isso era uma forma de disputa entre eles.
       


          As meninas gostavam de brincar com bonecas de pano, produto muito confeccionado nas feiras livres do sertão nordestino. As bonecas eram usadas nas brincadeiras como personagens imaginários entre elas. Tudo isso eram brincadeiras, brinquedos e jogos que as crianças do nordeste praticavam umas com as outras. Hoje a gente viajando no tempo ver que era realmente brincadeiras de crianças a onde a nossa infância não era esquecida. Tudo isso faz parte de uma cultura que é muito forte e rica.

    25 de jul de 2014

    UM BRASIL TROPICAL

      
                                                       Fonte da imgagem: casal20
      
                                
                           

                           PARAÍBA, BELEZA E TURISMO
       



          O estado paraibano é um estado que tem uma gente hospitaleira, generosa e muito bonita, assim como todos os outros estado da região nordeste. Isso é uma marca do nordestino. As pessoas de lá vivem realmente em um estado que preserva as suas tradições, os seus costumes e toda a sua cultura. Além de tudo isso a gente ver que as praias paraibanas são de encher os olhos. 
       



            Na Paraíba tem algumas praias do litoral sul que podemos chama-las de praias virgens pouco visitadas ainda pelos turistas. Conde e Pitimbu são dois muncípio que são exemplo disso que eu estou falando. A praia de coqueirinhos é uma linda praia do litoral sul que apesar do nome ser diminutivo, ninguém tem a dimensão exata das belezas que essa praias tem, como por exemplo, ela tem um vasto coqueiral e as suas falésias coloridas.
       



            Antes de você chegar a tambaba você tem uma parada obrigatória na praia de tabatinga, onde essa praia nos apresenta um cenário com enormes falésias, águas calmas e mornas, protegidas por recifes e areias finas. Você vai encontrar outra bela praia que é a praia de carapibus e algumas lagoas. O incrível do litoral paraibano, é que as praias ficam próximas a João Pessoa, capital da Paraíba. O município de Pitimbu também tem lindas praias e um potencial turístico muito promissor.
       



            As suas praias tem uma preservação ambiental que as torna quase primitivas. Hoje isso já começou mudar um pouco já que o município de Pitimbu está próximo do Recife, são pelo menos uns 85 Km que a separa de Recife. O acesso ao município e as suas praias é bom. Você para chegar a essas praias paradisíacas, é só pegar a PB 008 e a BR 101. A paisagem é belíssima e a viagem é tranquila e muito agradável.
       



              O turismo entre a praia de Acaú em Pitimbu que fica na Paraíba até Carne de Vaca, que fica em Pernambuco, aumentou muito o turismo nessa região. Algumas praias de Pitimbu são bem frequentadas como a praia bela, farol azul, praias do coqueiros e algumas falésias. São uns 29 Km de lindas praias lagos, recifes e corais, falésias e recifes, que fazem desse lugar um lugar muito especial e lindo, e que fica no litoral nordestino.
       



            Por muito tempo Pitimbu foi conhecido por Porto dos Franceses, isso foi devido a época da extração e comercialização do Pau Brasil abundantes na região, e os nativos trocavam madeira por comida com os franceses. Bem, histórias a parte, você querendo vir conhecer a Paraíba e as suas lindas praias do litoral sul, procure um guia turístico ou então um nativo da região, para que você não tenha problemas.

    21 de jul de 2014

    CRENÇA NORDESTINA


                                       
                                                                            Fonte da imagem: opovocomanoticia
                                    
                               


                                       
                                         

                                                   PROFETA DAS CHUVAS

      



         O sertanejo do nordeste brasileiro tem as suas histórias, o seus costumes, as suas crenças e tem também um folclore muito forte. O poeta já dizia que ele é um forte. Em geral o sertanejo é um homem simples, temente a Deus e muito inteligente. Sabemos que no sertão do nordeste brasileiro a seca sempre predomina, e faz muitos estragos na área do semiárido.

       



          As famílias sofrem muito, e tentam conviver com essa adversidade que sempre assolou o sertão nordeste do Brasil. Alguns sertanejos são chamados de “profetas das chuvas”, isso tnato faz ser homem como mulher. Eles elaboram o tempo baseando-se nas mudanças climáticas da nossa atmosfera. Os “profetas da chuva” também podem se basearem em alguns rituais reliogiosos, através de sonhos e outros métodos.

       



         Essas previsões sempre são anunciadas muito antes do inverno, e mesmo durante as estações chuvosas eles podem falar sobre o inverno. No sertão do nordeste, o sertanejo tem a crença de que se chuver no dia de São José, o inverno será bom ou muito bom. Essas práticas no sertão é muito comum e curriqueira pelo o homem do campo, isso atravessa gerações e vem do meio familiar mesmo.

       



           Tem "profeta" que sempre leva em conta a florada do juazeiro, árvore símbolo do sertão nordestino, outros olham para o céu à noite para ver a posição do cruzeiro do sul na sua constelação, para que eles possam dizer alugma coisa sobre algum fenômeno metereológico, outros preferem esperar a lua cheia, para poderem se certificar de alguma coisa sobre as suas previsões.

       



            Pelo que se ver, o sertanejo tem as suas crenças e os seus constumes, e para que isso perpetue, eles praticam e passam para os mais jovens. Hoje em dia eles se organizam entre eles para poderem falar sobre os fenômenos metereológicos nessa região seca do Brasil, e poderem dizer se vai ou não ter uma invernada boa no sertão nordestino.

       



          Isso é a crença desse homens do sertão, ninguém pode desacreditar no que eles falam. Eu sou de uma geração mais nova que acredito que quem manda chuva realmente é Deus nosso senhor, mais sei também que as crenças dos sertanejos, fazem parte da cultura do nosso nordeste brasileiro. E sei também que os sertanejos acreditam que quem manda chuva é Deus nosso senhor.

    16 de jul de 2014

    VAQUEIRO NORDESTINO

                       

                                                 


                                  
                                   A PEGA DO BOI 

              




    A cultura popular do nordeste é uma das mais lindas que já ouvimos falar, e muito rica, se tratando do seu conteúdo histórico e social. Vamos falar hoje da “a pega do Boi”. Prática que é comum no sertão nordestino desde o século passado. Antigamente os fazendeiros criavam o gado solto na caatinga. Ao fim da estação, os fazendeiros mandavam recolher o gado, e as rezes desgarradas que fugiam.
       



          Os fazendeiros mandavam os vaqueiros pegar elas e encaretarem, para poder trazer elas de volta para a fazenda. Os vaqueiros tinham que encaretar elas porque além delas serem ariscas, elas eram fujonas. A partir daí a cada temporada ou fim da estação, os fazendeiros organizavam o que eles chamavam de “a pega do boi”. “A pega do boi” acontecia também porque esse gado precisava ser marcado a ferro, castrado e conduzido para áreas onde existia melhores pastos e água.  
       



           Essa tarefa era difícil porque os animais viviam em áreas de mato fechado, e cheio de espinhos e galhos secos, já que esse bioma se chama caatinga.  A vida desses personagens do campo no sertão nordestino não é nada fácil. O vaqueiro ainda hoje mantém as suas tradições e bravura herdada desde os tempos da civilização do couro, onde impulsionou economicamente e socialmente a região nordeste, ao ponto do trabalho dos vaqueiros indo atrás dos rebanhos nessas terras de ninguém, ser formador de cidades, base de alimentação e motivadora de rituais, festas e mitos.
       



          Eles também na sua labuta, usam uma vestimenta de couro chamada de gibão, e que é passada de pai para filhos e mantém a tradição até os dias de hoje. O sertão do nordeste tem as suas histórias e os seus costumes que passam de geração a geração, isso mantém a tradição de um povo bravo e feliz, que mostra a sua história de bravura e de riqueza cultural.



    13 de jul de 2014

    PIABA

                        
                                             Fonte da imagem: folhape

                                


                                         PRATO REGIONAL

       


        Uma iguaria muito gostosa do sertão nordestino é a “piaba”. Esse minúsculo peixe é cardápio certo na mesa do sertanejo. Principalmente na época de estiagem em que o sertanejo que mora nos confins do semiárido nordestino, tem dificuldades em adquiri o seu alimento. Eles são aqueles mais necessitados e que não tem muita opção de uma boa alimentação. Esse peixinho com certeza faz parte da cultura nordestina.

      

        Ela pode ser consumida com o acompanhamento de outras comidas regional. O certo é que as pessoas que moram no semiárido, sentem dificuldades em conseguir o seu próprio sustento como, por exemplo, o seu próprio alimento. Na seca as pessoas que moram no semiárido são as que passam por mais privacidade, pois no sertão quando não chove, o negócio fica difícil, porque a redução de mantimentos é drástica.

       

           O sertanejo procura se virar como pode, ele realmente começa a se virar como pode mesmo. Na seca geralmente a sua mistura quase não existe ele tem que comer o que produziu a um ou dois anos atrás, e às vezes nem isso, pois o que ele plantou não vingou, e aí ele vai comendo. Xerém de milho, o feijão de corda, o arroz ou a fubá de milho até mesmo quando ele caça pode ter a mistura de uma caça. Mas quando chove no sertão as coisas mudam.

       

        Logo vem à fartura junto ao verde e a alegria do sertanejo. Eu vou falar aqui de uma tradição que sempre existiu no sertão, isso tanto faz ser inverno ou não, que é a pesca da piaba. A piaba é um peixe minúsculo que quando os rios estão cheios no sertão, elas fazem parte do cardápio sertanejo. Esses peixinhos são geralmente encontrados em açudes do nordeste brasileiro.

      

         Elas são saborosas com qualquer mistura.  Pode ser consumida com quaisquer produtos  da região, como a batata doce, a macaxeira, o inhame, a farofa d'água, com o arroz, feijão ou qualquer outra coisa. Para se comer esse saboroso peixe é preciso primeiro salgá-las e depois colocá-las para secar ao sol, e de vez em quando virá-las de um lado para o outro. Depois que estiverem secas, retira-se do sol, as sacodem para sair o excesso de sal. Depois passam elas na farinha e coloca-se em uma frigideira com óleo ou azeite em fogo brando para que elas assem e fique crocante.

       

         Elas podem ser consumidas até com verduras e um pouco de limão. Esse peixe é pescado ou pego em armadilhas com isca de farinha. Como diz o sertanejo, elas são essenciais no cardápio do homem do sertão, tanto na época do inverno como também na seca, porque é uma forma de complemento alimentar deles. Eu sempre gostei de pescar muito esses peixinhos, eles são deliciosos quando fritos.

       

          Eu gostava mesmo de pescá-los com caniços de bambu, porque para pegá-los em armadilhas não tinha muita graça. O bom da pescaria é você pescar o peixe. A "Piaba" não fica atrás de nenhum outro peixe do seu tamanho, porque o seu sabor é único. Tem pescador que gosta de pescá-las com malhas como: redes e tarrafas da malha fininha. Pescar "piaba" no sertão além de ser um prazer, também pode ser por necessidade. Esse peixe é a cara do sertanejo.


    9 de jul de 2014

    AS MAIS BELAS PRAIAS DO BRASIL


                                  
                                                                                                                           Fonte da imagem: blogostoso
                               


                        BELEZA EXUBERANTE DO BRASIL

       



         A cidade de Galinhos no estado do Rio Grande do Norte é uma daquelas cidades do interior nordestino que ainda é preservada. Tanto pelas pessoas que moram lá, quanto pelas dificuldades de acesso ao local. Galinhos têm a sua beleza exuberante dada por Deus, e mostra que por lá, as pessoas são agraciadas tanto pela sua beleza quanto pela tranquilidade que esse lugar a onde eles moram, passam para elas. Pra começar, é um lugar de difícil acesso.

       



         Para as pessoas entrarem e saírem da cidade, tem que ser de embarcação. As pessoas para chegarem lá, tem  que ser por barco a partir de Pratagil, uma praia em uma travessia de uns 20 minutos. Um lugar que é um verdadeiro Paraíso na costa norte desse estado lindo.

       



         Essa cidade encontra-se na península de Galinhos na região centro norte e que fica às margens do Oceano Atlântico. Ela está rodeada por dunas, manguezais, salinas, praias e um rio. O acesso a essa maravilha de lugar é feito pela BR-406 e pela RN-402. A sua população fica entre 2.000 a 3.000 habitantes. 



       




         O nome da cidade foi sugerido pelos nativos em referência ao peixe “galo” existente nas praias desse município. Em 1960 o distrito de Galinhos, pertencia ao município de São Bento do Norte. Sem dúvida, Galinhos é um dos mais lindos lugares do Rio Grande do Norte. Para quem gosta de tranquilidade e de um lugar exuberante pela própria natureza, esse é o lugar ideal. Em Galinhos, além dos bugges, só as charretes.





       



        Carros não entram na cidade. Lá funciona desse jeito mesmo, tudo a  base de charretes, dentro da cidade e pela orla até Galos, que é uma vila vizinha. Você pode também fazer uma visita ao farol de Galinhos, conhecer as salinas naturais ou esticar em uma viagem de barco até a cidade de Guamaré.



        



        A magia dessa cidade está na simplicidade, no sossego, e nas suas piscinas naturais de águas quentes na ponta do farol. Esse é um local perfeito para apreciar  o por do sol. É só alugar uma bela mula para chegar a esse local, diga-se de passagem, é um belo lugar para mergulhar. Ah, a mula, é porque é o meio de transporte mais usado nesse maravilhoso lugar.


        



         Em galinhos, você pode encontrar uma infraestrutura de acordo com o local. Você pode encontrar um cardápio que se destaca na culinária nordestina tais como o camarão no alho e óleo, iscas de bagre ao molho de leite de coco, coentro e tomate e cebola, tainha frita etc. Galinhos fica a uns 160 Km da capital do estado do Rio Grande do Norte, NATAL.


         


         Se você vier a Natal – RN, procure conhecer a cidade de Galinhos –RN, esse é um lugar exuberante de pessoas simples e prestativas. Procure sempre um nativo ou um guia turístico para te mostrar o lugar. Só assim a sua viagem não terá surpresas desagradáveis.




    CULINÁRIA BAIANA

                                  

                                                                                                       Fonte da imagem: wazariblog




                              SABOR PICANTE DA BAHIA



      



           A culinária nordestina é um dos grandes atrativo que a região mostra para o mundo. Ela é bem apimentada, e muito saborosa. O segredo de toda a sua preparação são os temperos que são usados. A cozinha nordestina tem uma influência enorme que vem de vários lugares, principalmente dos europeus, dos indígenas e dos escravos.



       




         Vários elementos foram introduzidos nos século XVI e XVII, tais como o azeite de dendê, o cuscuz a feijoada e por aí vai. Vamos destacar a culinária de um estado do nordeste que tem como atrativo, fora as suas praias e o seu povo belíssimo, a sua culinária bem quente. Ou seja, bem apimentada. Os pratos típicos do estado da Bahia são eles: O caruru, o acarajé, o vatapá, mas também tem o xinxim de galinha, o abará, e outros.


       



          Pois bem, esses pratos deliciosos da cozinha nordestina são preparados com alguns temperos que mostram o sabor delicioso da cozinha baiana. O caruru é feito com quiabo cortado e pequenos pedaços, misturado com cebola, gengibre e azeite de dendê.

       



           Coloca-se no fogo acrescentando camarões seco castanha e amendoim moídos, isso na hora que começa a fervura. Deixa-se atingir o ponto e aí já está pronto para ser servido. Já o acarajé coloca-se o feijão fradinho de molho em água fria, durante uma hora. Depois se lava com água até soltar a casca.

            



            Logo feito isso, mói feijão sem casca num moinho especial, o resultado é formar uma massa branca e espessa, à qual se acrescenta cebola, alho e o sal, que antes foram passados no liquidificador. Coloca-se um tacho de azeite de dendê no fogo, e quando este começar a fervura vai se colocando pequenas porções de massa retiradas com a colher.

      



          Depois de frito, o acarajé fica com uma cor avermelhada e por dentro a cor fica branca. Esse bolinho é servido com camarões seco e muita pimenta a gosto. Já o vatapá, a porção de farinha de mandioca ou de pão, é colocado durante algum tempo de molho em água. Peneira-se ou bate-se no liquidificador a massa de pão ou de farinha, misturada com água até obter-se a massa bem fina. 

       



           Acrescentando a cebola ralada, um pouco de alho, camarão seco, gengibre, castanha de caju, amendoim e leite. Leva-se ao fogo baixo, mexendo até ficar no ponto. É servido com arroz e molho de pimenta. Já o xinxim de galinha, é feito com pequenos pedaços de galinha, que são lavados e bem limpos com limão.

       



           É temperado com coentro, cebola, tomate e um pouquinho de pimenta e alho. Deixa-se o tempero durante uma hora. Retira-se depois a galinha do tempero, e refoga-se em azeite de dendê. Colocado o tempero e cozinha-se até a galinha ficar no ponto.

       



           Esse prato é servido com arroz e farofa. Sendo assim, mostramos que a culinária nordestina além de ser diversificada ela é muito saborosa e muito apimentada. Toda essa cultura nordestina tem a influência da cultura europeia, indígena e da cultura africana, sendo adaptada por nós nordestinos.   Foram os nossos temperos deram esse sabor brasileiríssimo a elas

    4 de jul de 2014

    REDES DO BRASIL

    Fonte da imagem: br.distanciacidades

                          


                          O COLORIDO DO SERTÃO NORDESTINO

        


           As redes do sertão do nordeste, além de serem um utensílio que fazem parte da cultura sertaneja e nordestina, esse artefato é uma herança que nós herdamos da cultura indígena. Foram os índios da América do Sul que inventaram esse utensílio.

           


           As redes indígenas eram feitas de cipós. O nome rede foi dada pelo escrivão da frota de Pedro Álvares Cabral, o Pero Vaz de Caminha. Bem, as mulheres dos colonos portugueses foram quem adaptaram as redes, feitas de cipós pelos índios tupiniquins, para redes de tecidos.

       


           Pelo que nós observamos é que as redes realmente tem a sua origem no Brasil introduzida na cultura nordestina através da cultura indígena. Interessante é que essa cultura é forte na cultura popular do nordeste, passando de pai para filho o costume de dormir em redes.

      


           Se observamos, a população do sertão nordestino gosta mesmo de armar as redes. Isso pode ser no alpendre das casas de suas propriedades como nas casas da cidade. O certo é que esse costume vem desde a época do Brasil império até os dias de hoje, a gente ver que essa cultura a cada dia fica mais forte e mais rica.

       


           Não é a toa que o maior produtor de redes de dormir do Brasil, é o estado da Paraíba, sendo a cidade de São Bento, no sertão paraibano. Isso leva a nos mostrar que a rede de dormir é um produto bem sertanejo, e bem nordestino. Nas mais longínqua regiões do sertão, os sertanejos tem a mania de fazerem as suas casas com alpendre e depois colocarem tornos nas colunas.

       


          Tornos são aqueles armadores feitos de madeiras e que eles espalham esses artefatos por toda a casa. Geralmente no nordeste os amigos, ou mesmo a família  vem passar os finais de semana na casa de parentes, e para facilitar e ter espaço para todo mundo dormir, eles tem o costume de colocarem os tornos(armadores de madeira), em suas casas.

       


          Sertanejo  que é sertanejo, mesmo que tenha uma cama, ele sempre tem uma rede para tirar o seu cochilo nas horas de folga. Elas se tornaram utensílio de artesanato, sendo vistas em várias cores, modelos e tecidos diferentes uns dos outros.

       


          O nordeste exporta redes de dormir para todo o Brasil e para fora dele. A rede de dormir é quase uma instituição nordestina, não vejo o nordeste sem uma boa rede para descansar um pouco. Elas fazem o colorido das paisagens do sertão ao litoral, mostrando o quanto o sertão é forte na sua produção.


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