. ARTE E CULTURA POPULARA ARTE DE NEWTON AVELINO: Outubro 2014

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    29 de out de 2014

    ESTRADAS DO SERTÃO NORDESTINO

                         
                                       Fonte da imagem: terrasnordestinas
                                                      



                                            PAISAGENS SERTANEJAS
               




           Passei a olhar o meu nordeste de outro ângulo para saber se era verdade o que diziam de tão ruim dele, mas vi que a região a onde eu nasci e moro, não era nada do que falavam. Vi que a minha região, é uma região bela, de pessoas lindas, de fibra e muito hospitaleiras, vi também que somos um celeiro potencial em todos os aspectos, no que se refere à cultura, tal como: Nas artes, na culinária, no turismo, na sétima arte, na poesia, na música e dança. Somos alto-suficiente em energia limpa e renovável, somos exportadores de alguns produtos, e que só me orgulha muito, em ser dessa terra abençoada por Deus.
         
         




            Indo um pouco além da minha imaginação da minha infância e de uma autocrítica, vejo nas estradas dos sertões, as maravilhas de um povo que antes de tudo, é um forte e trabalhador. As paisagens sertanejas do sertão nordestino é um colírio para os olhos, tanto dos nativos como também dos viajantes ou turistas.
         
          




           Nessa terra, já nasceu muitos artistas, nessa terra já viveu muitos menestréis, nessa terra, já lutaram muitos homens valentes, nessa terra já teve palcos de batalhas e nessa terra a sabedoria do sertanejo dominou para perpetuar a criação e o criador.
        
           




             Nos caminhos do meu sertão, vejo a aroeira, vejo o meu mandacaru, vejo o juazeiro, vejo à macambira, e vejo o xiquexique, vejo também o vaqueiro, vejo seu moço, as plantas secas no tempo da estiagem, e vejo o verde nos tempos da invernada, vejo o gado do rico e do pobre, vejo também a asa branca voando pelas paisagens do meu sertão, vejo o sanhaçu, e também vejo o anum, vejo os marrecos nos canários das paisagens desse sertão, eu vejo o cantador o agricultor e as lavadeiras, vejo o meeiro e o vaqueiro trabalhando nesse sertão de meu Deus, por fim vejo muita gente boa sorrindo a toa e distribuindo alegria por onde passa.
       
           




             Essas são as paisagens do meu sertão. Sertão que tanto eu amo de paixão, sertão da minha terra, sertão da nossa terra. Vindo ao nordeste seu moço, procure conhecer o sertão, o sertão da nossa gente, o sertão de homem forte e inteligente, sertão de homem bom e hospitaleiro, sertão seu moço, de homem brasileiro.

    ÁRVORE IMPONENTE: O JUAZEIRO

                          
                                           Fonte da imagem: linemarienobrasil
                                                        




                                        ÁRVORE FRONDOSA DO SERTÃO
      





         O juazeiro é uma árvore sombrosa e oponente no sertão nordestino e no cerrado. Ele é uma das árvores nordestinas, que sempre está verdinha e fazendo muita sombra, tanto para os animais, como para as pessoas.
       





         O mesmo serve também de abrigo para animais, nesse sertão seco de meu Deus. Essa árvore é da família Rhamnaceae. Ele é típico da região da caatinga, e pode atingir de 5 a 10 metros de altura. A largura do seu tronco chega até 50 cm de diâmetro.
       






          Suas folhas têm camada de cera, e suas flores são amareladas, os seus frutos são comestíveis e muito saborosos, eles são arredondados e amarelados.  Essa planta pode viver até 100 anos. Essa planta tem outros benefícios, não só em sua sombra e seus frutos, mas têm os benefícios medicinais, como as cascas do seu caule que é muito usada em garrafadas e chás.
       






           Suas folhas são muito usadas em cozimento, para lavar cabelos, e que também serve para combater caspas e piolhos. Também tem um pó que é obtido da entrecasca da árvore para ser utilizado como pasta de dente.
       






             A indústria vem incluindo as propriedades medicinais do juazeiro, em diversos produtos de higiene e estética. Na verdade mesmo, esse símbolo da caatinga, é cantado em versos e prosas por vários artistas sertanejos, com Luiz Gonzaga, o rei do baião, por Dominguinhos e outros.
       






            Por aí você como essa planta é admirada e respeitada pelos nordestinos. O juazeiro é uma planta, que as suas raízes sempre vão buscar água no subsolo, por isso é que essa planta sempre é verdinha, tanto faz está na seca como inverno.
       






            Ela é uma planta muito oponente no sertão e no serrado. A paisagem do sertão do nordeste brasileiro, só é bonita, com a presença dessa linda planta. Já cantava o rei do baião, Luiz Lula Gonzaga, “Juazeiro, Juazeiro, me responda, por favor, Juazeiro, velho amigo, onde anda o meu amor. Ai, juazeiro ela nunca mais voltou, diz juazeiro onde anda meu amor.”
       






           Então essa planta desperta até os poetas, não sou eu quem vai dizer que ela não é símbolo do nordeste, Ela é sim, símbolo nordestino, assim como o chapéu de couro, o mandacaru e outros tantos. O juazeiro é nosso, o juazeiro é do nordeste, planta forte e oponente.

    10 de out de 2014

    CURTINDO COURO NO SERTÃO

                                             Fonte da imagem: jataovaqueiro
                                       



                                   ESPICHANDO O COURO
       





          O sertanejo que vive e mora no semiárido nordestino, vive e se mantem do seu trabalho e de tudo aquilo que ele produz nesse pedaço de chão do nordeste brasileiro. Uma das atividades que eles gostam mais de fazer é o manejo com o seu pequeno ou grande rebanho bovino.
       





           O sertanejo também está investido muito no seu rebanho caprino. Pois bem, como todos sabem, o nordeste é muito forte na criação de gado de corte e de leite.  Porém nas secas que se sucedem praticamente uma atrás da outra, essa atividade vem caindo drasticamente, e com isso praticamente o sertanejo deixa de produzir o couro que ele tira dos seus animais, tais como: bovinos, caprinos e ovinos. 
       






          No sertão, de tudo que se planta ou se cria, dá um pouco, é só chover. Mas as estiagens vem castigando não só uma cadeia alimentar, mas também tudo que depende dela, como as pessoas que vivem ou não nesse local. Primeiro porque se não produzir não come e nem vende, e as pessoas da cidade, queira ou não, dependem sim, de todos que produzem.
       





           Bem, então a indústria do couro funciona assim: O agricultor tira o couro das suas reses, coloca para secá-lo, ou curti-lo ao sol e ao vento, com a forma mais artesanal possível, que é espichando em varas talvez de catingueira ou outra madeira qualquer típica do bioma. Depois de seco, o couro fica bem duro mesmo, ele o enrola e leva para vende-lo na cidade mais próxima.
       





            Tem alguns comerciantes da cidade, que vivem de negociar só couro e mel, as vezes castanhas etc. Então depois o couro é vendido, e vai ser beneficiado, e por aí vai. Na verdade, o couro já foi uma das mais promissoras fontes de trabalho no interior do sertão, hoje nem tanto.
       






           Essa é uma das matérias primas mais importante para o calçado brasileiro e outros utensílios da indústria nacional do couro, mas como eu já expliquei, o nordeste brasileiro sofre bastante com as estiagens e portanto sem água fica difícil tem um manejo dentro da pecuária, para que se possa ter um couro de boa qualidade para se trabalhar. 
       






            Nessa linha de raciocínio, vemos que a indústria do couro no sertão, já ficou comprometida já faz muito tempo. Hoje a indústria do couro no sertão, é bem reduzida, mas sabemos que o couro faz parte e sempre fará parte da cultura do nordeste brasileiro.
       






            A onde estiver um vaqueiro, um criador de gado ou de caprinos ou mesmo ovinos, lá estará um homem vestido com couro. As roupas de couro como gibão, perneira, botas, chapéu, calça e outros acessórios, estarão sempre em evidência no sertão, porque lá sempre estará um artesão fazendo esses acessórios para o vaqueiro nordestino.

    PORTAL DO SOL, FÉRIAS NO NORDESTE.

          
                                              Fonte da imagem: procurandoviagem
                                                       




                                        DESLUMBRANTE
       





         João Pessoa é uma cidade lindíssima do nordeste brasileiro. Capital da paraíba, mas conhecida como “Portal do Sol”, tudo isso é porque neste município, estar localizada o ponto mais oriental das américas, que é conhecido como “Ponta do Seixas”, a onde o sol nasce primeiro nas américas.
       





           Essa cidade também já recebeu o título de segunda capital mais verde do mundo, ela perdeu somente para a cidade de Paris, a capital francesa. Na verdade, essa é uma das cidades que eu conheço e faço questão de elogiá-la, porque sei de todas as suas qualidades.
       



          Ela é uma cidade agradabilíssima de se morar. Tem uma das melhores qualidades de vida da região nordeste. Bem, a capital paraibana tem lindas praias e um sol maravilhoso. Vamos aqui falar de uma dessas belas praias, a praia de Camboinha.
       




            Ela fica a cerca de uns 18 km do centro da cidade de João Pessoa, no município de Cabedelo. Ela tem mais ou menos 1, 80m de profundidade quando atingir a maré baixa, e se forma uma imensa piscina natural de águas muito transparentes e mornas, tudo isso graças a generosidade de DEUS e a presença de um cinturão de arrecifes ali existente.
       




            No veraneio, essa praia é muito frequentada tanto por turistas quanto pelos nativos. Nessa época de veraneio, os preços de tudo se triplica. Distante 250m da praia de Camboinha que fica em Cabedelo, localiza-se a ilha de areias vermelha, e que é um dos locais mais visitados da Paraíba.
       




            Essa ilha é formada nas marés baixas e que forma também, um comércio na extensão de 500m. Essa é uma ótima pedida, você pode curtir um belo dia de sol, admirando um lugar realmente lindo, maravilhoso. Com a maré baixa e com suas águas transparente e um sol maravilhoso, esse é o dia convidativo para que você conheça as piscinas naturais e também para dá um delicioso mergulho.
        





            Na ilha você vai encontrar barracas que vão poder te servir na parte de bebidas e tira-gostos. Para visitar a ilha você vai de catamarã em águas calmas e mornas. Indo a João Pessoa não deixe de conhecer a praia de Camboinha. Para que o seu passeio seja mais seguro, procure um guia turístico. Esse é o nordeste, esse é o caribe brasileiro.

    4 de out de 2014

    CORES VIVAS DO SERTÃO BRASILEIRO

                             
                                                       Fonte da imagem: diaadiapicos
                                                                      



                                             A ALEGRIA DE NEGOCIAR
      





          As feiras livres tem a cara do nordeste brasileiro. Elas foram criadas no sertão, para os pequenos e médios produtores venderem as suas as suas safras. Elas sempre fizeram parte da cultura do nordestino. As feiras livres devido a tanto sucesso, se espalharam por todas as partes do território brasileiro.
       




           Nas grandes cidades elas causam contratempos devido a movimentação dos materiais a serem instalados como barracas e as mercadorias. Apesar dos tempos modernos a onde as feras perderam muito espaços para supermercados e shoppings, as feiras nas cidades grandes elas não conseguiram desaparecer não, pois tem muita gente ainda, que gostam de comprar frutas frescas e outros alimentos em feiras livres.
       





           Realmente é um hábito de todo brasileiro frequentar uma feira livre. Elas já existem no Brasil desde o tempo do Brasil colônia, por aí você tira a sua conclusão de como isso é cultural. Elas geram emprego e renda para várias classes sociais. Sejam aquelas pessoas que moram ou não, no interior. As feiras já existiam desde os Romanos e Gregos, aí já é outra história.
       





           Elas começaram mesmo por aqui, foi desde o Brasil colonial, e se espalharam pelos sertões. No Brasil colônia, as pessoas costumavam se reunirem em algum ponto dos vilarejos para venderem seus produtos ou fazerem o sistema de trocas de mercadorias, isso era bem comum naquela época.
       





           Depois os vilarejos viraram cidadezinhas e as feiras foram crescendo no sertão nordestino, já que esse era o único meio de escoar a produção dos pequenos e médios produtores, então o poder público interveio com um propósito de adequar as feiras e padronizá-las e para isso resolveu cobrar impostos.
       





           O bom é que essas feiras no sertão do nordeste brasileiro, elas se tornam ponto de encontro de pessoas, umas comprando, outras vendendo. Lá, as pessoas podem encontrar desde eletroeletrônico até as pequenas miudezas.
       Elas hoje são divididas em setores, como os de frutas, os cereais, os de carnes e peixes, os de animais, e as barracas de comidas típicas, como: buchadas, sarapatel, panelada, galinha caipira e por aí vai. Também tem o setor de "troca a troca", é certo que a feira é um shopping a céu aberto e sem luxo nenhum. Digamos que esse é o shopping do sertanejo do "caboclo" da roça.
       





            As feiras livres do nordeste brasileiro, elas são um colorido só. Tem sanfoneiro, tem violeiro, zabumbeiro, triangueiro, tocador de pífano e tem o forrozeiro pé de serra. As tradições do nordeste você quer ver elas, é só ir em uma feira livre do sertão nordestino, tudo lá parece mais uma poesia.
       





            De cordel a espingarda de soca, de chocalho a pavio de candeeiro, de sandália de sola ao tecido de chita, e por aí vai. Quem conhece uma feira livre no sertão do meu nordeste, vai saber também o prazer que dá,em ser sertanejo.

    ARTEFADO HISTÓRICO E ARTESANAL DO SERTÃO

                       
                                                                                        Fonte da imagem: olhareshistoricos

                                                                                                                      





                                                UM   OLHAR RETRÔ
       





          O pilão feito de madeira e que serve de utensílio no interior do sertão nordestino, é uma das marcas registradas da cultura nordestina. Esse artefato tem origem e influência europeia e também africana, assim como toda a cultura nordestina tem .
       





          Não seria diferente com alguns utensílios usados pelos nordestinos e que fazem parte da sua cultura. O pilão de madeira, desde da época do Brasil colônia ele já era usado pelos sertanejos e pelos agricultores para pilar ou pisar alguns alimentos da culinária regional tais como o café, a carne seca o milho e outros.
       





          Esse artefato é confeccionado através de troncos de madeiras duras como a peroba preta o limoeiro, também a maçaranduba e outras. Geralmente esses pilões são colocados perto da porta da cozinha da casa de fazendas ou mesmo próximo a porta de casas de sítios.
       





          Esse artefato tem uma influência enorme na troca de alimentos entre europeus, africanos e indígenas. Vi alguns artefatos desses, tanto na minha infância, lá na fazenda do meu avô, e também na minha adolescência já morando no estado do Piauí.
       





          Em algumas roças (sítios) que eu passei, vi algumas cenas muito peculiar do sertanejo pisando o milho no pilão, para dar comida as galinhas e para os pássaros. O milho pisado que é dado aos animais é chamado de Xerém. Para o consumo humano, eu via muito, eles pilarem o café e até mesmo a carne seca para fazerem paçoca.
       





          Diariamente essa cena se repetia porque isso faz parte da cultura do sertanejo. Esse é mais um utensílio da cultura do nordeste que pode ter certeza ele está muito longe de se aposentar, e mesmo que aposentem, esse artefato continuará na história da cultura do nordeste.
       Os pilões podem ser pequenos médios e grandes, cada um com a sua função de utilidade doméstica, porém o quem vai definir a compra de cada um deles, é a necessidade do comprador para utilizá-lo. Tem muita gente que prefere o pilão como suvenir de decoração ou amuleto. Esses artefatos mudam muito de estética de acordo com a criação do artesã com à peça.
       





          A beleza desse utensílio doméstico foi modificada com a continuação dos anos. Os pilões rústicos são os mais usados no manejos das comidas típicas no sertão do nordeste, eles são próprios para tais fins. Ele, há muito tempo já faz parte do artesanato nordestino.
       





          Eles devem ter surgido lá nas terras da mãe áfrica e trazido para o Brasil nos tempos do Brasil império. Bem, esse artefato é muito útil ainda na cozinha do nordeste e de todo o Brasil. A sua utilidade é a mesma, mais o seu uso já não é tão grande como era antes, mesmo assim eles ainda fazem sucesso.

    1 de out de 2014

    CULTURA DO COURO

                                            
                                                                Fonte da imagem: historiaestudoamador

                                                              MODO DE FAZER ARTE COM COURO
       O nordeste é uma região do Brasil que tem muita identidade com o rebanho bovino, com os vaqueiros, com o couro e com tudo que essa matéria prima chamada "couro" nos proporciona. Não é nenhuma novidade que o cangaço deixou uma influência muito grande na cultura do nordeste.
       Eu percebo nas ruas de uma sociedade moderna a onde vivemos que o modo das pessoas se vestirem, na forma de comportamento, como na música, na forma de se vestir e na forma de lutar e de se calçar. Pois bem, ainda até hoje no nordeste o "xaxado" é dançado com alparcatas de sola, e do mesmo jeito que os cangaceiros dançavam na época do cangaço.
       O bando de lampião mesmo com toda aquela truculência que eles tinham, eles gostavam de festas, de dançar e de lutar. E tudo isso influenciou o povo sertanejo e nordestino. Depois do fim desse período chamado "cangaço" foi que sobrou para nós nordestinos, essa influência de musicalidade como o "xaxado" criado pelo cangaço.
       Quando eu falo de luta, eu quero me referir as dificuldades que o povo nordestino enfrenta tanto no sertão quanto em outro lugar, o povo nordestino tem a coragem de enfrentar as adversidades, superá-las e vencê-las. Nós temos isso que a nossa marca. Do mesmo jeito o cangaço tinha quando eles estavam em dentro da caatinga em pleno sertão do nordeste.
       Mas eu quero falar mesmo em um acessório que eles deixaram e que nós copiamos como tantas outras coisas que foi a "ALPARCATAS". Elas já existiam desde os tempos de cangaço, e podem ser facilmente encontrada em registro na história que aconteceu nos anos de 1920 a 1930.
       Hoje as alparcatas viraram Chinela de Sola, ou sandália de couro todas ou quase todas, são artesanais. As alparcatas fizeram por muito tempo a história do povo sertanejo, e ainda estão penduradas ou expostas nas milhares de bancas de madeiras em uma infinidades de feiras livres espalhadas pelo sertão e pelo nordeste do Brasil.

    INSTRUMENTO ARTESANAL

                              
                                               Fonte da imagem: umaovelhanoquintal
                                                                      



                                            UMA OBRA DO SERTÃO
      



         Esse artefato que tem um som muito conhecido em toda a região do nordeste brasileiro e conhecido como "chocalho", ele é feito de metal tendo dentro dele um badalo parecido como uma campainha e que é colocado no pescoço do gado e dos carneiros, de bodes e dos burros mulos.
       



         Esse tipo de artefato foi feito para que os animais sejam localizados através do som que ele transmite. Com essa tradição no sertão, ela já vem de muitos e muitos anos atrás. Eu me lembro que na época de criança ainda me lembro desses sons que esses chocalhos faziam no pescoço do gado da fazenda.
       



         Geralmente eles são colocados em vacas e rezes que são fujonas como falam os homens do campo. O processo desse artefato é totalmente artesanal, depois que eles estão prontos colocam eles no forno na alta temperatura para que eles ganhem cor e o som diferenciados entre eles.
        


         O que é mais interessante é que todos eles são feitos igualmente, mas o som de cada um deles é diferente, é essa desigualdade de sonoridade do chocalho que faz com que os vaqueiros distingue uma reis da outra ou uma vaca da outra.
        



         Podemos chamar esses artista que fabricam esses objetos tão interessantes e tão úteis no sertão do nordeste brasileiro de artesãos. Não é fácil produzir umas peças como essas, precisa realmente de talento para que eles saiam perfeitos e destorcendo de um para o outro o diferenciado som.
        



          Existe uma grande diversidade de chocalhos, e uma enormidade de variedades de modelos, no tamanho e utilização a que se destinam. Apesar da procura dos chocalhos depende essencialmente das necessidades dos criadores de gado, de ovelhas e de cavalos.
       



          Cada vez a gente ver crescer a demanda desses artefato para fins decorativos. A região do Nordeste do Brasil além de fabricar artesanalmente esses objetos, ele ainda exporta para o resto do Brasil. O chocalho é realmente a cara do nordeste Brasileiro.
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