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5 de jun de 2014

SECAS NO SERTÃO BRASILEIRO

                    
                                                   Fonte da imagem: radiopoty
                                                 






                                   SECAS E SERTÕES
  








          Todo mundo sabe que o sertão do Nordeste Brasileiro, é uma região semiárida, e que sempre os sertanejos que lá habitam, tem sérias dificuldades. Tanto no que se refere ao manejo com os animais que eles criam, quanto com o manejo com as suas terras. Como o seu roçado, ou o seu sítio até mesmo as grandes, pequenas e médias fazendas.
    




       
       Isso é uma opinião pessoal, que esse grande problema tem soluções, mas não cabe a eu vir ao caso aqui. Bem, eu deixo para os gestores públicos. Bom, o certo é que essa região não é de agora que vem sofrendo com a Seca e talvez isso continue por muito tempo.
    





         Para se ter uma ideia, essa belíssima região do Nordeste Brasileiro já era assolada pelas secas desde 1583, quando Fernão Cardim, um Jesuíta Português já registrava a estiagem. Essas secas já eram constatadas lá pelas bandas da Bahia. A estiagem reduzia a produção dos engenhos de açúcar e forçava a muitos índios se abrigarem no litoral. Em 1729, foi registrado na história, que em alguns engenhos do Nordeste, alguns escravos morreram de fome.
    





       Já há muito anos depois, esse fenômeno das secas ganhou notoriedade com o grande flagelo que aconteceu nessa região que foi dos anos de 1877 a 1879. Esse período assolou o semiárido brasileiro com uma estiagem e fez muitas baixas entre a população residente no semiárido sertanejo. Isso foi de tal proporção que até hoje está na história.
   





        Essa situação fez o homem nordestino migrar para o estado do Amazonas em busca do eldorado da Borracha. Bem isso é outro assunto. O problema é que nesses anos todos, os sertanejos continuam a padecer com secas a traz de secas.
   





       Como leigo que eu sou no assunto, isso é uma opinião pessoal, as construções dos açudes poderiam ser feitos em forma de dominó, ou seja, fazia-se um açude atrás do outro dependendo da distância. Com tanto que a água do seu sangradouro não se perdesse e entrasse no próximo açude feito a 30 ou a 50 km de distância de um para o outro.
    





       Eles vão achar loucura, mas para quem está transpondo o rio São Francisco pelo sertão brasileiro, essa ideia até que não é uma ideia mirabolante. Já em 1918, só a partir de Epitácio Pessoa grande paraibano, as secas passaram a ser encaradas com maior atenção.
   





      Mesmo com grandes ideias como perfuração de poços artesianos e construção de muitos açudes, as secas continuam até hoje. Sem muitas perspectivas de soluções para o período de estiagem no sertão, o Nordestino vai levando.


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