, A ARTE DE NEWTON AVELINO: 07/16/14

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    16 de jul de 2014

    VAQUEIRO NORDESTINO

                       

                                                 


                                  
                                   A PEGA DO BOI 

              




    A cultura popular do nordeste é uma das mais lindas que já ouvimos falar, e muito rica, se tratando do seu conteúdo histórico e social. Vamos falar hoje da “a pega do Boi”. Prática que é comum no sertão nordestino desde o século passado. Antigamente os fazendeiros criavam o gado solto na caatinga. Ao fim da estação, os fazendeiros mandavam recolher o gado, e as rezes desgarradas que fugiam.
       



          Os fazendeiros mandavam os vaqueiros pegar elas e encaretarem, para poder trazer elas de volta para a fazenda. Os vaqueiros tinham que encaretar elas porque além delas serem ariscas, elas eram fujonas. A partir daí a cada temporada ou fim da estação, os fazendeiros organizavam o que eles chamavam de “a pega do boi”. “A pega do boi” acontecia também porque esse gado precisava ser marcado a ferro, castrado e conduzido para áreas onde existia melhores pastos e água.  
       



           Essa tarefa era difícil porque os animais viviam em áreas de mato fechado, e cheio de espinhos e galhos secos, já que esse bioma se chama caatinga.  A vida desses personagens do campo no sertão nordestino não é nada fácil. O vaqueiro ainda hoje mantém as suas tradições e bravura herdada desde os tempos da civilização do couro, onde impulsionou economicamente e socialmente a região nordeste, ao ponto do trabalho dos vaqueiros indo atrás dos rebanhos nessas terras de ninguém, ser formador de cidades, base de alimentação e motivadora de rituais, festas e mitos.
       



          Eles também na sua labuta, usam uma vestimenta de couro chamada de gibão, e que é passada de pai para filhos e mantém a tradição até os dias de hoje. O sertão do nordeste tem as suas histórias e os seus costumes que passam de geração a geração, isso mantém a tradição de um povo bravo e feliz, que mostra a sua história de bravura e de riqueza cultural.



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