, A ARTE DE NEWTON AVELINO: 10/04/14

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    4 de out de 2014

    CORES VIVAS DO SERTÃO BRASILEIRO

                             
                                                       Fonte da imagem: diaadiapicos
                                                                      



                                             A ALEGRIA DE NEGOCIAR
      





          As feiras livres tem a cara do nordeste brasileiro. Elas foram criadas no sertão, para os pequenos e médios produtores venderem as suas as suas safras. Elas sempre fizeram parte da cultura do nordestino. As feiras livres devido a tanto sucesso, se espalharam por todas as partes do território brasileiro.
       




           Nas grandes cidades elas causam contratempos devido a movimentação dos materiais a serem instalados como barracas e as mercadorias. Apesar dos tempos modernos a onde as feras perderam muito espaços para supermercados e shoppings, as feiras nas cidades grandes elas não conseguiram desaparecerem não, pois tem muita gente ainda, que gostam de comprar frutas frescas e outros alimentos em feiras livres.
       





           Realmente é um hábito de todo brasileiro frequentar uma feira livre. Elas já existem no Brasil desde o tempo do Brasil colônia, por aí você tira a sua conclusão de como isso é cultural. Elas geram emprego e renda para várias classes sociais. Sejam aquelas pessoas que moram ou não, no interior. As feiras já existiam desde os Romanos e Gregos, aí já é outra história.
       





           Elas começaram mesmo por aqui, foi desde o Brasil colonial, e se espalharam pelos sertões. No Brasil colônia, as pessoas costumavam se reunirem em algum ponto dos vilarejos para venderem seus produtos ou fazerem o sistema de trocas de mercadorias, isso era bem comum naquela época.
       





           Depois os vilarejos viraram cidadezinhas e as feiras foram crescendo no sertão nordestino, já que esse era o único meio de escoar a produção dos pequenos e médios produtores, então o poder público interveio com um propósito de adequar as feiras e padronizá-las e para isso resolveu cobrar impostos.
       





           O bom é que essas feiras no sertão do nordeste brasileiro, elas se tornam ponto de encontro de pessoas, umas comprando, outras vendendo. Lá, as pessoas podem encontrar desde eletroeletrônico até as pequenas miudezas.
       Elas hoje são divididas em setores, como os de frutas, os cereais, os de carnes e peixes, os de animais, e as barracas de comidas típicas, como: buchadas, sarapatel, panelada, galinha caipira e por aí vai. Também tem o setor de "troca a troca", é certo que a feira é um shopping a céu aberto e sem luxo nenhum. Digamos que esse é o shopping do sertanejo do "caboclo" da roça.
       





            As feiras livres do nordeste brasileiro, elas são um colorido só. Tem sanfoneiro, tem violeiro, zabumbeiro, triangueiro, tocador de pífano e tem o forrozeiro pé de serra. As tradições do nordeste você quer ver elas, é só ir em uma feira livre do sertão nordestino, tudo lá parece mais uma poesia.
       





            De cordel a espingarda de soca, de chocalho a pavio de candeeiro, de sandália de sola ao tecido de chita, e por aí vai. Quem conhece uma feira livre no sertão do meu nordeste, vai saber também o prazer que dá,em ser sertanejo.

    ARTEFADO HISTÓRICO E ARTESANAL DO SERTÃO

                       
                                                                                        Fonte da imagem: olhareshistoricos

                                                                                                                      UM   OLHAR RETRÔ
        O pilão feito de madeira e que serve de utensílio no interior do sertão nordestino, é uma das marcas registradas da cultura nordestina. Esse artefato tem origem e influência europeia e também africana, assim como toda a cultura nordestina tem .
       Não seria diferente com alguns utensílios usados pelos nordestinos e que fazem parte da sua cultura. O pilão de madeira, desde da época do Brasil colônia ele já era usado pelos sertanejos e pelos agricultores para pilar ou pisar alguns alimentos da culinária regional tais como o café, a carne seca o milho e outros.
       Esse artefato é confeccionado através de troncos de madeiras duras como a peroba preta o limoeiro, também a maçaranduba e outras. Geralmente esses pilões são colocados perto da porta da cozinha da casa de fazendas ou mesmo próximo a porta de casas de sítios.
       Esse artefato tem uma influência enorme na troca de alimentos entre europeus, africanos e indígenas. Vi alguns artefatos desses, tanto na minha infância, lá na fazenda do meu avô, e também na minha adolescência já morando no estado do Piauí.
       Em algumas roças (sítios) que eu passei, vi algumas cenas muito peculiar do sertanejo pisando o milho no pilão, para dar comida as galinhas e para os pássaros. O milho pisado que é dado aos animais é chamado de Xerém. Para o consumo humano, eu via muito, eles pilarem o café e até mesmo a carne seca para fazerem paçoca.
       Diariamente essa cena se repetia porque isso faz parte da cultura do sertanejo. Esse é mais um utensílio da cultura do nordeste que pode ter certeza ele está muito longe de se aposentar, e mesmo que aposentem, esse artefato continuará na história da cultura do nordeste.
       Os pilões podem ser pequenos médios e grandes, cada um com a sua função de utilidade doméstica, porém o quem vai definir a compra de cada um deles, é a necessidade do comprador para utilizá-lo. Tem muita gente que prefere o pilão como suvenir de decoração ou amuleto. Esses artefatos mudam muito de estética de acordo com a criação do artesã com à peça.
       A beleza desse utensílio doméstico foi modificada com a continuação dos anos. Os pilões rústicos são os mais usados no manejos das comidas típicas no sertão do nordeste, eles são próprios para tais fins. Ele, há muito tempo já faz parte do artesanato nordestino.
       Eles devem ter surgido lá nas terras da mãe áfrica e trazido para o Brasil nos tempos do Brasil império. Bem, esse artefato é muito útil ainda na cozinha do nordeste e de todo o Brasil. A sua utilidade é a mesma, mais o seu uso já não é tão grande como era antes, mesmo assim eles ainda fazem sucesso.
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