. ARTE E CULTURA POPULARA ARTE DE NEWTON AVELINO: Dezembro 2015

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    31 de dez de 2015

    MACAUBA




                                         




                            

                    PLANTA NATIVA DO BRASIL

          
          

          Se tem uma palmeira que é muito conhecida no sertão nordestino, essa palmeira é a “macaúba”. O seu nome cientifico é (Acrocomia aculeata) ela é uma palmeira da família Arecaceae, que pode ser encontrada em quase todo o Brasil, e chega a medir até 25 metros de altura. 


         

          Essa árvore é muito espinhosa e produz flores e frutos em cachos. Também é uma planta nativa do Brasil, por isso em alguns outros estados, ela tem nomes diferentes tais como: macaiba, coco-baboso, bocaiúva, coco-de-espinho e outros. Você pode extrair diversos ativos dessa palmeira, tais como: Óleo de polpa, Óleo nobre de amêndoa, Farelo de polpa, Carvão e Farelo de Amêndoa. Seu fruto é saboroso e aromatizante. 


         

         Essa planta é encontrada no sertão nordestino, tem uma potencialidade que nem dá pra se imaginar. Ela serve para fazer cosméticos, serve também para alimentação humana e animal, serve também para produzir energia, e serve para fazer o carvão mineral. Gosto muito de degustar a polpa dessa frutinha quando estou no sertão piauiense, pois lá tem em abundância. O estado do Maranhão existe muito delas. O seu sabor é maravilhoso. 


         

          Estudos revelam que a macaúba é uma boa aposta para alavancar a produção do biodiesel no Brasil. Atualmente a produção do biodiesel é feita através da soja e do dendê, mas foi comprovado também, que apesar do potencial menor para a produção do óleo feito através da macaúba, ela ganha pelo volume. 


         

          Ou seja, A soja rende mil litros de óleo por hectare, e a macaúba rende cinco mil litros de óleo por hectare. O que vemos aqui, é que os investimento com a plantação e o manejo dessa palmeira, deveria ser bem maior, pois seria uma economia enorme no custo benefício. 


       

         Dependendo de região para região, ela serve como matéria prima para a confecções de cestos, balaios e chapéus, ou seja, ajuda muito o artesanato feito pelas pessoas que moram nessas regiões a onde existe essa planta. 


         

         Também é usado para moirões e na construção de casas. Na verdade a fruta se espalha pelo bioma nordestino e mata a fome tanto de humanos como de animais. Ela faz patê de todo ecossistema, pois seus frutos servem para alimentar araras, capivaras, antas, cotias e outros pássaros. As flores dessa árvore, atraem abelhas que por sua vez produzem o mel, é mesmo um ciclo de um belo ecossistema que enriquece o nosso bioma. Essa palmeira começa a produzir entre 3 a 5 anos de idade. 


       

        A pesquisa da macaúba, já facilita a produção de cosméticos, sabonete, margarina, sabão e outros. O importante disso tudo é que ela é um símbolo da cultura nordestina, e faz muito a diferença dentro do bioma do sertão. A macaúba dá frutos saborosos e bem aromáticos que sacia a fome do sertanejo embrenhado dentro das sub regiões nordestinas.





    30 de dez de 2015

    MANDACARU



                       Fonte da imagem: geoview 




    CONHECIDO COMO CARDEIRO


        

          A seca no sertão nordestino chega ser avassaladora, do ponto de vista econômico, social e até mesmo do ponto de vista cultural, pois ela chega a modificar os hábitos e costumes das pessoas. 


       Chega a ser desumano e triste o que a gente ver nos períodos longos de estiagens dentro do bioma nordestino e nas suas sub regiões. Todos sofrem com esse fenômeno climático. 


        Pois bem, mas como existe um velho ditado, “antes de tudo o nordestino é um forte”, com muita fé em Deus, trabalho e boas ideias, ele vai vencendo as suas adversidades, mesmo que seja pagando um preço alto, como a falta de estrutura desses locais que ficam em lugares mais inóspitos possíveis, e outras coisas mais que acontecem em sua vida. 



        O sertanejo é teimoso e só deixa o seu rincão no último pau de arara, como diz o poeta na nossa música regional. Nos anos de secas no sertão nordestino, as plantas nativas do bioma, tais como o mandacaru, a macambira, a jurema e outras, são a base de sustentação dos pequenos rebanhos. 


       Algumas dessas plantas, tem as suas porcentagens em proteínas. Quando a planta é in natura ela tem um potencial maior em umidade, quando ela é triturada, a umidade em fibra, baixa, ficam com porcentagem de 3 a 4 por cento. 


      Os agricultores em anos de secas, usam muito o mandacaru, pois ele é uma planta que é nativa do Brasil, disseminada no semiárido nordestino. Ele pertence à família das cactáceas, gênero cactos ou cacto e o nome cientifico da espécie é Cereus Jamacaru, conhecida também pelo nome de “cardeiro”. 


       Essa planta cresce normalmente no bioma nordestino, através de uma cadeia natural da natureza, ou seja, os pássaros comem a suas cimentes e ao evacuar, eles expelem naturalmente as semente junto com suas fezes no solo da caatinga do sertão nordestino, é aí, a onde a germinação dessas plantas e de outras, começam a nascer para dá um novo ciclo a vida. Coisa de DEUS. Eles chegam a uma altura de 5 a 6 metros. 


       Por ter espinhos no lugar de folhas, eles não fazem sombra e nem dá encosto para pessoas ou animais. Alguns agricultores utilizam máquinas forrageiras para trituração da planta, cada dia mais, esta planta está sumindo da região nordestina. 


        É bom que os responsáveis façam o manejo dessas plantas porque daqui alguns anos elas podem desaparecerem do bioma. Tudo sem controle acaba. O seu fruto tem uma cor violeta forte, um formato elipsoide, alcança 15 cm de diâmetro e 12 de comprimento. 


         Tem uma polpa branca com sementes pretas minúsculas, e que servem de alimento para diversas aves típicas da caatinga. Na hora de corta-lo, o agricultor tem que ter cuidado, pois depende muito o seu crescimento da maneira que ele é cortado, para servi ao gado. 


       O mandacaru suporta até 3 anos de seca, e é rico em vitaminas, e tem outras propriedades para dar ao gado na época de secas prolongadas. Na maioria das vezes, os agricultores são obrigados a queimar os espinhos da planta para depois corta-la ou tritura-la para poder alimentar o gado.











    29 de dez de 2015

    PESCARIA DE ARRASTO

                                   
        

                                                       
                                   
                                   PESCARIA ARTESANAL 



           
          É muito comum no nordeste brasileiro, você se deparar com alguma cena diária de pessoas junto com pescadores puxando a rede de arrasto a beira de praias. 


      São redes artesanais que servem para pegar principalmente tainhas. Geralmente o resultado dessas pescarias, ou seja, é dividido entre as pessoas que ali estavam pescando. 


          Vemos também que as vezes o mar não está pra peixe. Tem lances que você dá, que nem sempre é o resultado esperado. Pouco peixe e muita frustração, mas enfim, a brincadeira de estar ajudando uns aos outros, é o que vale. 


         Os pescadores artesanais, são pessoas simples que vivem quase exclusivamente da pesca, de onde tiram o seu sustento e o sustendo de suas famílias. Depois de cada pescaria dessas, eles tiram um pouco de peixes para a sua alimentação, e então negociam o que sobra para cada pescador. 


       A tainha é um peixe que integra uma família muito conhecida como mugilideo. Ela está presente em todo o planeta, a maioria pode ser inserida no gênero Mugil, mas outros gêneros também se enquadram nessa categoria. 


        Ela só é capturada através de malha, ou seja, de redes de arrasto ou de tarrafas feitas com fio nylon ou não. Apesar de ser um peixe muito fácil e muito simples de pegar, esse peixe também é muito saboroso e barato. 


      Mesmo nesse tipo de pescaria, temos que ter um planejamento para o peixe não sumir. Nesse caso aqui, nem tanto, mais considerando que a tainha quando é capturada em grande escala, ou seja, acima de uma tonelada, vemos que tem que existir um controle para que os peixes se reproduzam, e aí os pescadores tenham mais épocas de pescarem tainhas, pois só com o controle, é que as espécies vão se reproduzir. 


        No caso das pescarias artesanais nas praias nordestinas, vemos que cada pescaria diminuir muito o número de peixes, pois mal dá para a partilha dos pescadores que estão ali dependendo daquele alimento para sustentar suas famílias. 


        A pescaria artesanal, talvez sejam a que prejudica menos o meio ambiente, pois os peixes são para o sustento dessas pessoas, um alimento essencial e essas pescarias são de subsistência. 


       E como eu amo degustar uma tainha, vejo que esses peixes e esses maravilhosos pescares que se arriscam para conseguir o alimento do dia a dia através do mar, vejo que essa tradição sempre possa ser preservada, pois a tradição ao lado da conservação do meio ambiente, é uma mistura ideal para que tenhamos um mundo melhor. 


       Sendo assim, eu confesso que gosto de degustar uma tainha junto com cuscuz, arroz de leite e outros pratos maravilhosos da cozinha nordestina. Que essas pescarias artesanais sempre estejam presente no dia a dia desses pescadores que fazem a cultura do nordeste do Brasil.



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    VENDEDOR DE MILHO

    bahiasemmascara

                                                           
                                                             
                               
                                   A “MÃO” DE MILHO 


       

         O nordeste é mesmo surpreendente, tanto no cultural, como no econômico e social. Em pleno século XXI ainda vemos que tem algumas coisas que são preservadas e que são praticadas como na época do Brasil colônia. 


          Uma delas é praticada em feiras livres, ou em centros urbanos. Sabemos que a colheita do milho é no mês de junho e, consequentemente, o comércio informal dessa safra começa a movimentar emprego e renda para famílias de baixa renda.



          Vamos falar do vendedor de milho, principalmente na época junina. Na região nordeste, é muito comum em cada esquina você vê-lo vendendo o seu produto para as pessoas que queiram fazer pamonha, milho assado, milho cozido, canjica e outras comidas derivadas. 


         Sabemos também, que depende muito das chuvas ou não, para o preço do milho ser um preço razoável para o consumidor, mesmo nessa época onde o consumo aumenta. 


          Dessa forma, é sempre bom as pessoas pechincharem, pois elas podem ter um bom desconto na hora da compra. Ele é negociado de várias formas, uma delas é a “mão de milho”, a outra é por unidade. 


          A “mão” de milho contém 52 espigas e são negociadas com preços menores ou maiores, depende muito do horário da feira e de vendedor para vendedor, havendo uma variação entre 20, 25 e pode chegar até 35 reais. 


         Sendo assim, todos os dias, toneladas de espigas são comercializadas no local. O que garante a matéria prima para as donas de casa que nunca abrem mão dos pratos típicos e fazendo com que dessa forma o lucro dos comerciantes esteja garantido, desde que saibam negociar.






    28 de dez de 2015

    TATU BOLA

     
    Fonte da imagem: novo

                                                         
                                    

                                 ANIMAL DA CAATINGA


          

           Se tem um animal da caatinga do nordeste brasileiro que é muito caçado e pior, “indiscriminadamente”, esse animalzinho é o nosso tatu bola. Tanto pela falta de conscientização do homem do campo, como pelos caçadores de plantão, esse é o nosso tatu bola, do gênero Tolypeutes, Tolypeutes tricinctus e Tolypeutes matacus. 


          

            Ele também é conhecido em algumas outras regiões do Brasil, sem falar na Argentina, Paraguai e Bolívia. Em alguns estados da região nordeste, tem a caça ilegal, depois são vendido a beira das estradas desse sertão de meu Deus


         

         Foi comprovado que o manejo e consumo do animal, além de crime ambiental, pode trazer sérias consequências de doenças para quem consome a carne desse animal. 


         

          O IBAMA alerta a população para que não consuma carne de tatu, pois esse em pesquisas recentes, traz um fungo que provoca micose pulmonar, e foi comprovado em pesquisa nos USA que o animal é depósito de micróbio transmissor da hanseníase. 


        

         O tatu bola, é uma espécie de tatu que não escava buraco, ele se protege do agressor com a sua couraça ou seja, o seu casco fica em forma de bola. Ele aproveita tocas feitas por outros animais, para se esconder. 


       

        Geralmente os tatus caçam à noite. Seu alimento preferido são os cupins e as formigas, além de cascas de raízes. Ele tem um comprimento de 39cm e chega a pesar até 1,5 Kg. As fêmeas chegam a ter dois filhotes por ninhada. 


       

       Esse animalzinho é muito conhecido no nordestino sertão , mas sempre está sendo perseguido pela natureza de destruição do homem. Sempre vemos a caça indiscriminadamente sem chance de procriação desses animais. 


         

        Isso é consequência dessas pessoas, de não terem acompanhamentos de informações sobre a preservação do bioma em que eles vivem, e das espécies que lá estão. Seria necessário uma capacitação de conscientização para ensinar essas pessoas a aprenderem a conservar o meio ambiente aonde eles vivem. 


          

         Pois essas pessoas, são pessoas que não tem opinião formada sobre preservação ambiental ou de qualquer outro gênero. Já há muitos anos que essa espécie de animal nativo do bioma nordestino, vem sendo ameaçado. 


           

           Estamos no século XXI, sabemos que as coisas mudaram e as pessoas não precisam mais fazerem esse tipo de coisa, como fazem até hoje. É triste mas é uma realidade, podemos dizer que é cultural mesmo, algumas coisas. Se preservassem poderiam ter o período de calça liberado. Mas isso hoje é ilegal, é fiscalizado pelo IBAMA. 


          

            Hoje, depois de tudo que foi comprovado sobre o tatu, talvez as pessoas tomem consciência e deixe o animalzinho em paz. O estado do Piauí já registou mais de 100 casos de micose pulmonar, transmitida por um fungo que reside no solo. 


         

         Esse fungo fica depositado no tatu, animal silvestre muito conhecido, consumido e comercializado nessa região. Também tem a questão dos poços artesianos, que é outra fonte que pode ser uma das formas de transmissão desse fungo. 




          Então por via das dúvidas, é bom as pessoas tomarem mais cuidado e deixarem o tatu de lado começar a comer outro tipo de carne. No caso dos poços as pessoas tem que usarem luvas.







                                                                                                     

    26 de dez de 2015

    GOIABADA CASCÃO


    Fonte da imagem: ralphbraz




    MANJAR DO SERTÃO


        

         Nas feiras livres do sertão do nordeste brasileiro, vemos de tudo um pouco, vemos uma sulanca só. Costumamos chamar essas feiras, de shopping do sertão, pois elas sempre foram locais de compra e venda, de troca-troca de mercadorias e de boa comida regional para se provar. 


        Tudo que existe ali, tem um significado, tanto no que se refere a parte cultura como a parte social. As feiras nordestina, são locais de escoamento dos produtos feito pela mão de obra qualificada dessas regiões. 


        Vamos falar de uma iguaria feita nos tachos das fazendas ou dos sítios do sertão. Também existem algumas fábricas de fundo de quintal, que também produz essa iguaria. Vamos falar do famoso doce de goiaba, que chamamos carinhosamente de “goiabada cascão”. 


        Geralmente quando passamos entre uma banca e outra, nos deparamos com elas expostas em cima das bancas. Feitas em fardos grandes, elas são enroladas em um tipo de filme plástico para não pousar moscas e outros insetos. 


        Alguns feirantes fazem isso para preservar a qualidade e a higiene dos alimentos, mas em outros casos vemos que falta um pouco de higiene. Bom, esse tipo de doce, é uma tradição da região, e vemos que o sertanejo aprecia muito essa iguaria. 


       O mais importante, são as pessoas manerarem na degustação desse manjar, pois como todos sabem, isso não é uma refeição, é apenas uma sobremesa. E outra, evita que as pessoas fiquem com diabetes. Essa iguaria é feita em grandes porções ou pequenas porções, dependendo da quantidade que queiram fazer, muda a quantidade de ingredientes. 


        Mas vamos lá, ela é feita com um quilo de goiabas vermelhas, uma xícara e meia de chá de açúcar refinado e água. Depois lave as goiabas e descasque as mesmas, depois reserve as cascas. Corte as goiabas mantendo as sementes, depois ponham dentro do liquidificador com duzentas miligramas de água. Bata elas por um minuto. 


        Despeje em uma peneira de malha que não seja fina. Passe com uma colher e reserve em uma tigela. Coloque em uma panela, o açúcar com cem miligramas de água. Cozinhe e não pare de mexer, até o açúcar dissolver e começar a ferver. 


        Deixe no fogo por quatro minutos. Junte a polpa de goiaba e a metade das cascas que foram reservadas. Continue a cozinhar, sem parar de mexer, isso por trinta minutos até soltar do fundo da panela. 


        Agora é só retirar do fogo. Forre com papel filme o recipiente em que você quer formar a goiabada. Pode ser em um recipiente em forma quadrada ou em uma tigela ou em outro recipiente qualquer. Despeje a goiabada e aperte bem, antão embrulhe o papel filme. 


         Agora é só deixar descansar por duas horas. Então está pronta a goiaba cascão. Elas são famosas desde os tempos dos nossos avós, nossos antepassados. Ela é uma iguaria que faz parte da nossa cultura e que expandiu para todos os cantos. Coma doce com moderação, pois ele é bom, mais em excesso, ele pode ser um vilão.










    PASSEIOS DE JEGUE

            
                                                    Fonte da imagem: weban
         
                                             
           


     COMERCIANTES DE PRAIA


        

       As praias nordestinas são lindas, disso ninguém tem a menor dúvida, elas também servem como área de lazer para todos. Os nativos e os turistas, sempre são abençoados pelas belezas naturais desse local. 


        Além deles terem como atrativo o cartão postal lindo que Deus deixou para nós, eles ainda tem uma boa infraestrutura em algumas praias que se situam mais próximo as grandes cidades, ou seja, as praias urbanas. Já nas praias mais longe da civilização, elas tem pequena infraestrutura. 


         O bom é quando as pessoas forem para essas praias mais distantes dos centros urbanos, é que elas levem suas comidas e bebidas, pois só assim, elas não ficaram aborrecidos nos passeios que fizerem. O mais importante disso tudo é que elas usufrua da beleza do local, e que tenham um passeio diferente. 


      Em algumas praias, você vai ter como base, a infraestrutura do local tais como pousadas, hotéis, mercadinhos etc. Tem algumas delas, que você pode andar de lancha, caiaque, kitesurf e até praticar outros esportes aquáticos. Você também pode andar a cavalo, andar de jegue ou quadriciclos. 


        O que importa é que não vai faltar emoção para você, nessas praias. Além do mais, você pode aproveitar em algumas delas, o período noturno, como por exemplo, frequentar as festas do local. 


        Na alta estação, essas praias do nordeste fervem de tanto agito, entre camelôs e todos os tipos de vendedores ambulantes, banhistas, e outros personagens que você ainda não tenha visto. Você também vai se adaptando ao clima do local e ao movimento de cada local onde você ficar. 


          O colorido que esses locais tem, é de encher os olhos de qualquer um, a começar pelo azul do mar passando pelos coqueirais e pelas barraquinhas que encontramos, e também pelos ambulantes que lá estão para lhe servir. 


      Todo mundo sabe que o brasileiro é um posso de fertilidade e de grandes ideias, e nessa vida você tem mesmo é que inventar e fazer o novo, isso se você quiser fazer sucesso. 


         É melhor você se capacitar e investir no seu talento, do que permanecer no comodismo de um emprego que não te leva a lugar nenhum. Este país é um país de empreendedores. Então quando a gente sai por aí olhando o movimento dessas pessoas que dão esse colorido especial a orla, a gente ver de tudo, entre os ambulante. 


        Do vendedor de queijo assado na brasa, ao vendedor de camarão torrado, também vemos do vendedor de coco ao vendedor de camarão torrado, vemos também do vendedor de óculos e chapéus, ao vendedor de drinques a base de frutas regionais. Também vemos que as pessoas enfeitam os seus animais para carregar turistas, e por aí vai. 


       A criatividade dessas pessoas, merecem todo nosso respeito e admiração, pois cada um deles procuram vender os seus produtos acompanhados de algum tipo de marketing, isso é muito bom. Alguns já se tornaram figuras que fazem parte da nossa cultura regional. 


         Então não se surpreenda se você vi coisas desse tipo na praia, pois aqui no nordeste, todo nordestino tem a mente fértil, ele gosta de criar, de inventar e de mostrar alguma coisa nova. Venha conhecer as praias do nordeste brasileiro.




































                                               
                                                                       

    24 de dez de 2015

    FEIRA DE PIUM

    CULTURA POPULAR





    FRUTAS TÍPICAS DA REGIÃO


     


          Vejo com muita satisfação, que a feira de pium no município de Parnamirim, e que fica no caminho das praias do litoral sul do RN, é uma fonte de emprego e renda para algumas famílias que ali residem. Essa feira, ela é muito importante no aspecto econômico e social daquela área. Sempre que passo por lá, vejo um colorido todo especial das mercadorias que ali estão expostas a venda. Ela é uma espécie de frutaria a céu aberto, pois as frutas dão esse colorido especial ao lugar que estão sendo comercializadas. 


          

          Do abacate ao abacaxi, da melancia ao coco, do caju, manga e melão, da banana, seriguela, uva e tantas outras frutas que só vendo de perto é que dá pra ver o quanto as barracas ficam decoradas com esse coloridos das frutas. Da água de coco ao caldo de cana, batata, macaxeira e outros, tudo isso está bem pertinho de quem passa por esse lugar. 


          

         Já é tradição, as pessoas que vão no caminho das praias do litoral sul, tanto para veranear como para só passar o final de semana, pararem e comprarem nesse lugar. Essa feirinha já existe há mais de 30 anos nesse local. 


         

        O mais engraçado, é que esse local se tornou ponto obrigatórios para aqueles que gostam de consumir produtos naturais e que gostam de ter em suas casas, frutas fresquinhas. O importante também na rotina de todos que ali frequentam e compram, é a qualidade e a variedades dos produtos ali expostos. As frutas que estão expostas na feirinha, são típicas do nordeste, elas são colocadas a vendas tanto na época da alta estação quanto durante o ano todo. 


          

         Com um bom estacionamento para os clientes, isso se torna mais um atrativo para os que chegam em busca de frutas selecionadas e de qualidade. Com barracas padronizadas e uma higiene boa, essa feira se torna uma das mais bem limpas e organizadas. Ela é uma feirinha de frutas que tem como objetivo, vender o seu produto principal, que são as frutas, mas que também você pode até encontrar outras coisa que se refira a alimento como bolo com caldo de cana e outros. 


         

          Vindo a Natal, conheça a feirinha de pium. É só pegar a rota do sol, no sentido praias do litoral sul. Não tem erro, quando chegar em Pium, você passará ao lado da feira, é só dá uma paradinha, e se deliciar com frutas de boa qualidade e com bastante variedades.

    VALE DOS DINOSSAUROS

    http://www.aartedenewtonavelino.com
    Fonte da imagem: viagemdeferias




    NORDESTE PRÉ HISTÓRICO


           

          Quando se fala de sertão nordestino, algumas pessoas pensam que dentro do bioma do sertão, só existe destruição e seca, doce ilusão, também existem locais para turismo ecológico, existem parques municipais e nacionais, e existe uma gama de outras coisas para serem apreciadas. Hoje vamos falar do Vale dos Dinossauros, no sertão da Paraíba. Ele fica no município de Souza, e foi descoberto pelo fazendeiro Anísio Fausto Silva, já no século XlX. 


          

          De lá para cada, as pegadas dos dinossauros começaram a serem estudadas cientificamente, isso a partir do século XX, pelo engenheiro Luciano Jaques de Moraes. Essas pegadas estão situadas no leito do Rio do Peixe, há mais de 130 milhões de anos, sendo que elas chegam a medir meio metro, e forma uma fileira de 60 pegadas. 


           

        Essas marcas, fazem parte do cotidiano da cidade de Souza. Essa área está estimada em mais de 700 km². Nesse parque está registradas pegadas de mais de 80 espécies em aproximadamente 20 níveis estratigráficos. A partir desse caso, a Região do Nordeste brasileiro é reconhecida e valorizada pela paleontologia do continente americano, caracterizando assim, essa região como um grande centro de pesquisa. 




           Ele foi transformado em Unidade de Conservação de Proteção Integral no ano de 2002. O Vale dos Dinossauros, tem 40 hectares resultantes da desapropriação do sítio Passagem das Pedras, em 1992. Fora desse espaço, ainda são reconhecidos mais de 20 sítios paleontológicos, em quatro municípios da região, com pegadas e árvores fossilizadas. Nesse local, a história conta que existiu dinossauros carnívoro que era o Noasauridae, e tinha também o dinossauro herbívoro que era o dinossauro Mantelli. 


          

          Eles viveram na terra há mais de 110 milhões de anos. Todo esse marketing usado com o movimento do turismo no parque dos Dinossauros, é influenciado na cidade de Souza, pois essa cidade tem rua, praça, boate com nome de dinossauro, e também desenhado em algumas fachadas da cidade. Souza é uma cidade do sertão paraibano que tem uma população estimulada em setenta e poucos mil habitantes. 


           

          E todo esse clima de Dinossauro gera dividendos para a cidade. Para chegar ao Parque dos Dinossauro saindo de Natal é só pegar a BR 304 chegando em Açu – RN, pega a RN 226. Então como a gente ver, o sertão pode te surpreender bastante, não subestime essa região linda e rica do Brasil. O bioma que existe aqui é o único no mundo.





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