, A ARTE DE NEWTON AVELINO: 01/01/15

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    1 de jan de 2015

    FONTE DE ENERGIA E GERAÇÃO DE EMPREGO

                         
                                              Fonte da imagem: bonegocio
                                           
                       





                            FABRICAÇÃO DE QUEIJO À MODA ANTIGA

       







       O nordeste brasileiro sempre foi uma região rica, mesmo com todas as dificuldades por conseqüência das secas, que nessa região sempre assola e castiga tudo e todos que nela vive. Vamos falar aqui em uma iguaria que sempre foi sinônimo de sertão e de pecuária nordestina, que é o queijo tipo coalho.
       




        Era nas cozinhas das casas de fazendas do sertão nordestino que se produziam os derivados do leite, principalmente nas casas dos vaqueiros, tais como: Queijo coalho, e o queijo de Manteiga. O objetivo de tudo isso era pra que essa iguaria tivesse o objetivo de consumo familiar, já que é um alimento muito nutritivo. Depois de muitos anos, podemos dizer que é secular a fabricação dessa iguaria no nordeste brasileiro.  Ainda hoje existem fazendas que produzem o queijo ainda a moda antiga, com a velha prensa de madeira, mesmo com toda a tecnologia que existe hoje.
       




        Podemos observar que nos mais longínquos rincões nordestinos em algum lugar você pode observar essa prática com o meio mais primitivo e que faz parte de uma cultura de um povo que procura melhorar a cada dia em tudo que faz. Geralmente a falta de condições financeiras ainda leva o homem nordestino do sertão a usar antigos métodos de fabricação queijeira. Hoje a fabricação do queijo tanto é feita pelo pequeno agricultor, com muita simplicidade, como também pelos grandes produtores, ou até mesmo quem nem trabalha com leite, e que tem acesso a maquinários com grande tecnologia.
       




         Geralmente hoje tem muita gente que trabalha no sistema de cooperativa e que é mais um suporte para o agricultor que fabrica o seu queijo que pode assim barateia-lo. A higienização do produto é muito importante para que ele tenha boa aceitação comercial, e para a própria saúde humana, isso não resta dúvidas. Antigamente já no começo do século passado, era tudo bem primitivo, bem artesanal mesmo, já hoje podemos ver o pessoal que trabalha nesse seguimento, ter suporte técnico, e aprendendo a fazer o queijo, usando assim todas as etapas de um processo de produção.
       




         O sertanejo ocupava todo o espaço da cozinha de sua casa para a fabricação do queijo e ao mesmo tempo servia de queijaria, que também ficava tudo junto aos grandes fogões feitos de alvenaria e junto às trempes, sem organização e sem higienização nenhuma, hoje ele já tem outro aprendizado e está mais bem preparado, com outros conceitos e com mais acesso a outras tecnologias. Isso é a cultura do sertão, isso é a cultura Nordestina.


    TIRADORES DE COCO DO NORDESTE

                        
                                                                     Fonte da imagem: touristicroutes
                                




                      PALMEIRAS GIGANTES E ANÃS

       




       Os tiradores de cocos do litoral do nordeste brasileiro fazem parte da cultura nordestina. É muito comum você ver esses profissionais ganharem a vida perigosamente subindo em altos coqueiros que é da família das palmeiras, sendo única espécie no gênero de cocos. Há uma grande controvérsia em se tratando da sua origem.
       




        Uns dizem que essa palmeira, ela é da região asiática, outros falam que elas vêm da Nova Zelândia, e outros falam que elas têm origem dos rincões da América do sul. Sendo assim, vemos que a sua origem não tem uma base exata de onde eles surgiram.
        




         Os coqueiros se dividem em duas espécies: Os gigantes e os coqueiros anões. As primeiras mudas foram trazidas para o Brasil na época da colonização que data do ano de 1553, vindas da ilha de Cabo Verde, plantadas inicialmente no litoral baiano, sendo espalhada por todo o nordeste e por todo o Brasil.
        




        A diferença entre essas duas variedades de coqueiros é que o chamado coco da Bahia, e que é a espécie de coqueiros gigantescos. Nessa outra espécie de palmeira, a extração é feita quando o coco está seco. Já na extração do coco anão, a sua extração é feita quando o coco ainda está verde, porque é para o consumo da sua água.
        




        Embora seja pra eles uma profissão como outra qualquer, os tiradores de coco do nordeste sempre que estão em atividades eles correm um risco tremendo, pois sem qualquer equipamento de segurança, arriscam a sua vida subindo em coqueiros de até 30 m de altura.
        




         Nessa arriscada atividade, eles portam apenas um facão rabo de galo, muito utilizado no corte de cana de açúcar e uma vasilha plástica para colocar óleo diesel, que é a principal arma contra eventuais animais peçonhentos que habitam nas copas dos coqueiros. Com roupa adequada, para melhor mobilidade, ganham a vida numa exaustiva jornada de até 10 horas de trabalho. Os Tiradores de cocos do nordeste brasileiros, são uma página da cultura e da história dessa região tão bela e tão rica do Brasil.

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