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16 de ago de 2015

A CAPITAL DA VAQUEJADA


                                                  ESPORTE NORDESTINO

   Se existe um esporte que o nordestino gosta de participar é a vaquejada, tanto brincando como assistindo. Esse movimento faz parte da cultura da região. A prática da vaquejada foi influência pela pega de bois que existia na época, ela surgiu no sertão nordestino entre os séculos XVll e XVlll e na história mais recente do século passado. 

   Acontecia que naquela época os fazendeiros chamados coronéis, criavam seu gado solto na caatinga ou mesmo em locais mais abertos chamados de capoeiras, acontece que em determinado tempo algumas rezes fujonas saiam por dentro da caatinga e se embrenhavam para longe dos locais determinados por esses fazendeiros. 

   Diante dessa situação, o que os fazendeiros podiam fazer, eram determinar a os seus vaqueiros para irem à caça dessas vacas fujonas que se embrenhavam dentro da caatinga.  Foi daí que os vaqueiros inventaram a atua vaquejada. A cidade de Surubim, hoje é considerada a capital da vaquejada, ela fica localizada na mesorregião do Agreste Setentrional e microrregião do Alto Capibaribe em Pernambuco, distante do Recife 124 quilômetros. 

   Ela tem uma vegetação típica de caatinga, (xiquexique e mandacaru) um clima que fica aproximadamente em 24, 7°. A capital da Vaquejada por ter a mais antiga e tradicional festa de vaquejada, o município realiza na terceira semana do mês de setembro, a Festa do Gado, que é uma comemoração típica da região que tem forró e a sua principal atração que é a vaquejada. 

   Essa festa reúne pelo menos umas 50.000 pessoas. Vem gente de todas as partes da região e até de outras, é um evento que já há muito tempo faz parte da cidade e que gera emprego e renda para o lugar. Este evento acontece no mês de setembro, e já está na 78ª edição. Como chegar a cidade de Surubim indo pela BR 101 e depois BR 408



VENDEDOR DE COCO




                                                FIGURA EMBLEMÁTICA 

   Se existe uma figura típica da cultura nordestina, essa figura é o vendedor de cocos de praia. Eles estão espalhados por toda orla nordestina e brasileira, ele tem uma importância fundamental na economia familiar do nordeste brasileiro, podemos dizer que essa atividade gera emprego e renda para as famílias de baixa renda dessa região. Os vendedores podem ser encontrados em praças, feiras e nas praias.  

    A água de coco é um produto nutritivo, ela também serve para hidratar as pessoas na alta estação. Como coqueiro tem em abundância no litoral do nordeste brasileiro, a água de coco se torna um produto de exportação para outros estados da nação. Geralmente o produto é carregado em caminhões para ser vendido nos quiosques de praias, e também é repassado para ambulantes que usam suas carrocinhas à beira mar para poder vender aos banhistas. 

   A produção de coco geralmente no Nordeste é realizada por pequenos e médios produtores. Essa figura emblemática da cultura nordestina tem que ser mais valorizada, pois a maioria dos banhistas depende deles para tomarem à água de coco refrescante à beira mar. O consumo de água de coco verde tem crescido bastante, tanto no comércio informal como em empresas estabelecidas. 

   O manuseio do fruto exige o conhecimento adequado de prática higiênico-sanitária a fim de evitar a contaminação do alimento. Pois, a gente ver as pessoas mais exigentes no que se refere ao manuseio e, portanto os vendedores estão tomando os cuidados devidos quando oferecem o produto aos clientes. Na realidade, a água de coco é um produto de todas as épocas e consumi-la faz um bem danado.






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