. ARTE E CULTURA POPULARA ARTE DE NEWTON AVELINO: 09/21/15

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    Confira a arte do artista potiguar Newton Avelino, na sua galeria permanente. Adquira já uma obra!

    21 de set de 2015

    BODEGAS

                                          Fonte da imagem: melquilima
                        
                               


                               COMÉRCIO RETRÔ DO SERTÃO
      
       




           Uma das mais bonitas histórias dentre tantas que fazem parte da cultura popular do nordeste brasileiro, é a história das antigas bodegas ou mercearias.  Elas no século passado, movimentavam o comércio de todo o nordeste brasileiro, do sertão ao litoral. Elas começavam na verdade pelo litoral entravam na zona da mata passando pelo agreste e chegando ao sertão.

       


          Tinham como função principal a de abastecer as pequenas vilas, distritos, pequenas cidades e até as maiores. Tudo nelas era bem simples e as pessoas ainda costumavam a confiarem umas nas outras. Na verdade você tinha um crédito que era debitado na sua cadernetinha ou mesmo no caderno.

       


           Final do mês o freguês pagava. É isso, tudo funcionava mais ou menos assim, é o que conta a história recente sobre essas belas mercearias. Hoje a gente ver que a história sobre as bodegas ou mercearias ainda continua. Alguns pequenos, médios e grandes estabelecimentos no ramo gourmet em todo o Nordeste brasileiro, usam como cenário nas suas instalações internas e as vezes até externa, algumas coisas que caracteriza esses estabelecimentos como antigas mercearias ou bodegas.

       


           Na verdade tudo isso nos remete a um clima “RETRÔ”, e mantém a história da cultura, viva. Hoje já não vemos tantas “Bodegas” assim, pois o progresso veio para as pequena, médias e grandes cidades, e com isso a tendência foi, esse tipo de comércio aos poucos. Mas a cultura continua, porque ainda tem empreendedores que resgatam à história e por terem ideias inovadoras eles empregam em seus atuais comércios, resgatando assim um clima “RETRÔ”.

       


           As “bodegas” no sertão nordestino, elas ainda tem uma parcela pequena de movimento nas pequenas cidade dos mais longínquos lugares. Dependendo do tamanho das cidades e da quantidade de habitantes a gente ver que isso ainda faz parte da cultura daquelas pessoas que moram no sertão. Então por mais que o progresso chegue até nós, ainda vai existir algo dentro da gente que procura de alguma forma ou de outra, resgatar a história que faz parte da nossa sociedade.

    MONUMENTO DOS REIS

                    
                                      Fonte da imagem: paraibacvb
                                         








                                              FARRA DE BODEGA
      









    Não a nada mais justo do que esta homenagem que foi feita desde 2003 para dois dos maiores ícones da música popular brasileira, um é considera o “Rei do Baião” e o outro podemos dizer que é o “rei do ritmo”.

       Os dois artistas fizeram muito pelo Nordeste brasileiro com seus talentos, eles cantaram em verso e prosa essa terra maravilhosa. Foram na verdade duas personalidades que puderam mostrar ao mundo as vertentes do forró e de alguns outros ritmos que enriqueceram a nossa música, a nossa cultura.

       Um é pernambucano o outro é paraibano, mas que na realidade as suas canções eram feitas em formas de versos, mostrando as coisas do nosso nordeste. O monumento de Luiz Gonzaga e de Jackson do Pandeiro estar as margens do açude velho em Campina Grande e se tornou um dos cartões postais mais visitados da cidade paraibana.

       As esculturas em bronze, foram feitas pelo artista Joás Pereira Passos, e estão lá desde 2003. Digamos que este monumento representa uma cena cotidiana de dois artistas em uma bodega num momento de descontração. Essas esculturas tem recebido muitas visitas, mas durante as festas juninas em Campina Grande, essa visitação dobra em termos de quantidade de turistas.

       As esculturas foram feitas em bronze e em tamanho real. Esse conjunto de escultura é batizado como “farra de bodega”. Na verdade, essa foi uma das grandes ideias que os responsáveis pelo local tiveram, ela beneficia as pessoas que lá visitam, pois vão encontrar um local que mostra toda cultura nordestina. Para o artista que divulga a sua obra e é pago por ela. E para o município que ganha mais um espaço cultural e que vira cartão postal da cidade. Resumindo, foi bom para todos.




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