, A ARTE DE NEWTON AVELINO: 03/19/16

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    19 de mar de 2016

    OURO BRANCO

    Fonte da imagem: jaldesmar


     

      


                                
                              

                                                 

                                   O SAL NOSSO DE CADA DIA




            O sal é um produto muito importante para a mesa dos seres humanos e até para uso animal, sem falar que ele é um dos produtos fundamentais para a economia do estado produtor. Vemos também que o Nordeste Brasileiro é uma dessas regiões do Brasil que mais produz o sal nosso de cada dia. Ele é muito importante para o homem, mas também tem que ser consumido “moderadamente”. O sal de cozinha ou sal comum, é um mineral formado principalmente por cloreto de sódio(NaCl). Ele foi até o início do século XX, muito importante como conservante alimentar, e também era usado como forma de pagamento no Império Romano. 





          A exploração desse tipo minério é realizada em salinas das aéreas costeiras e de mananciais de água salgada que atravessam depósitos de sal no subsolo. Os depósitos no subsolo passam a ser explorados através de minas, com esse tipo de exploração as salinas de manancial foram deixando de ter muita importância, isso no século XX. Pois bem, a região Nordeste do Brasil tem atraído grandes investimentos para esse setor econômico. A atividade nas industrias salineiras da região está em ascensão, isso acontece em decorrência de melhorias ocorridas nas indústrias nativas e da chegada de algumas outras indústrias vindo de outras partes do Brasil. 





          O litoral do Rio Grande do Norte, é aonde é produzido quase todo o sal do Brasil. É fundamental para a economia desse estado, a extração desse produto, pois ele desempenha importante papel na economia local. O principal polo salineiro do Rio Grande do Norte é a costa branca, o Terminal Salineiro de Areia Branca, o porto ilha, esse é responsável por escoar a produção de sal do polo salineiro. Ele fica a 14 milhas náuticas da cidade de Areia Branca, ele foi construído para estocagem e distribuição desse sal produzido nessa região. 





          Além disso, o cais de atracação das barcaças, com o respectivo deck, tem 94 metros. O sal dos brasileiros sai do litoral norte do Rio Grande do Norte, o maio produtor de sal do Brasil. Esse produto gera entre 20 a 25 mil empregos. As cidades de Mossoró, Areia Branca e Macau elas juntas produzem grandes quantidades de sal, e geram essa grande quantidade de empregos. O Nordeste brasileiro tem essa cultura de extrair o sal nosso de cada dia. Essa é uma das atividades mais forte na economia dessas cidades. Todos os dias, saem mais de 250 carretas carregadas de sal para serem distribuídos em outras cidades do Brasil. 





          São produzidas muitas toneladas desse produtos por ano, e chega abeirar os 600 milhões de reais ano. Como a gente ver, o estado do Rio Grande do Norte é um estado muito forte em se tratando de economia. Aqui se produz de tudo um pouco, precisa só de incentivo para a economia deslanchar. A cidade de Mossoró no Rio Grande do Norte, tanto agrega a produção quanto o processamento desse produto.  





           As indústrias salineiras junto as cidades, com grandes espelhos d’água, em área de várzeas, antes alagadas apenas de forma temporária pelas mares, e no sentido contrário ao vento, isso possibilita ter a proteção natural da ação dos ventos, e também consequentemente a poeira intensa nos períodos de estiagens. No passado as pessoas sofriam com a ação da natureza, na maioria das vezes por períodos prolongados. Podemos dizer que o sal ainda é uma fonte de geração de emprego e renda junto com o petróleo, para a cidade de Mossoró. Então sendo assim vejo o meu nordeste cada vez mais forte na produtividade desse país.

        






    MUDANDO A PAISAGEM

    MUDANDO A PAISAGEM | Fonte da imagem: peixegordonews
    Fonte da imagem: peixegordonews





    PARQUE EÓLICO NO NORDESTINO





          
             O Brasil em menos de 10 anos passou de um país que não investia em energia limpa, para se tronar o 10º maior produtor do mundo. A região protagonista desse grande salto de evolução em energia limpa, é a região nordeste do Brasil. Em 2006, a geração desse tipo de energia gerada a partir do vento, era muito pequena. Desde 2002 com o lançamento de incentivos à fonte de energia renováveis por parte do governo federal, isso começou ganhar mais força nessa área. 





          Já em 2009, esse foi o ano que começou aparecer leilões para fornecimentos desse tipo de energia no sertão e no litoral do nordeste brasileiro. O nordeste brasileiro responde por 75% da energia eólica do Brasil. A região do Nordeste é muito boa porque a velocidade do vento é bem superior e necessária para geração de energia. O vento dessa região é unidirecional e estável, sem rajadas. Isso significa que a energia é produzida o tempo todo. Esse tipo de vento que vem do atlântico, chega no Brasil e mais três outros países: Venezuela, Etiópia e a Somália. 





          O estado do Ceará é um dos maiores produtores de energia eólica do Brasil, ele só perde para o estado do Rio Grande do Norte. Os geradores eólicos podem ser utilizados até mesmo com baterias, em locais onde não há rede de transmissão. Esses moinhos de vento, mudaram bastante a paisagem do litoral e do sertão nordestino, como também a vida das pessoas que moram nessas áreas, pois eles geram emprego e renda para essa população que está mais próxima deles. 





          A gente sabe que a energia gerada através dos ventos é muito antiga. O vento já era empregado para mover barcos à vela de pano, isso já em 3.50 a.C. Em terra, os primeiros moinhos de vento, talvez tenham aparecidos na Pérsia por volta de 700 d. C. Suas pás giravam no sentido horizontal e eram conectadas diretamente a pedras de moenda que trituravam grãos. Eles também usavam a força dos ventos para irrigar terras áridas e drenar as terras alagadas. Sendo assim, vemos que a energia limpa e renovável é aproveitada desde antes de Cristo. 





          Aqui no Brasil só agora com incentivos do governo federal foi possível esses investimentos na área de energia renovável. O certo é que a paisagem do litoral do Nordeste Brasileiro vem mudando a cada dia. Diga-se de passagem que essa é que é a energia de se usar. Precisamos investir mais nas placas solares para captação de energia através do sol, também energia renovável. Como ver, o Nordeste do Brasil é um celeiro em muitas coisas até em energia renovável. Esses moinhos altos e imponentes na paisagem da caatinga, é de mudar os conceitos dessa terra, pois aqui se produz e muito, é só ter investimentos a médio, e longo prazo, pois gera emprego e renda para todos daqui e ainda embeleza a paisagem. Nordeste do Brasil uma terra de gente forte.

    CIDADES À BEIRA DO CAMINHO






    ESTRADAS NORDESTINAS





         O sertão nordestino é muito lindo de se ver, pois suas transformações naturais que a lei da vida impõe para esse bioma, é uma coisa extraordinária. A sua vegetação é rasteira, média e alta, formada basicamente por plantas xerófilas, ou seja, adaptadas às condições de aridez desse tipo de terreno encontrado no semiárido nordestino. 




        Os pesquisadores já registraram mais de mil espécies de vegetais na caatinga. De acordo com alguns deles, pode haver o dobro desta quantidade. As principal característica desse tipo de vegetação, é que grande parte das espécies, perdem folhas durante a estação seca. Esse é um recurso para diminuir a perda de água durante o período seco. Então vemos que dentro desse bioma, as coisas acontecem de acordo com as estiagens ou os períodos chuvosos, isso faz com que a natureza mostre o seu show. 





         No sertão nordestino, costumamos ver pessoas que são acostumadas a conviverem com esse tipo de solo, de clima e de lugar. Essas pessoas, algumas, são nascidas e criadas nesses lugares mais secos da região do nordeste brasileiro, outras chegam nessas regiões e vão ficando, porque terminam gostando. Não é fácil realmente viver isolados de grandes centros urbanos, mais acontece que algumas dessas pessoas preferem cidades menores. 





          Pois bem, antigamente nos anos de 1970 as principais estradas que cortavam o sertão brasileiro, eram carroçável, hoje as coisas mudaram, e mudaram muito, algumas dessas estradas, já são asfaltadas e bem sinalizadas, isso dependendo de estado para estado, as vezes encontramos algumas estradas em péssimo estado de conservação, mas tem estados nordestinos, que mantem as suas estradas como um tapete. 





           Então aqueles povoados que ficavam as margens dessas estradas, com a continuação do tempo, do progresso e da boa infraestrutura dessas estradas, a tendência foram esses povoados crescerem e virarem pequenas cidades do interior nordestino. 





          Hoje quando passamos por algum desses lugares, vemos que o nordeste cresceu, e junto com ele o movimento comercial dessas cidades. As pessoas que ali moram, se adaptaram a novos tempos, souberam crescer junto com a nova realidade dos novos tempos. 





            Algumas dessas cidades vive só em função do comércio ou de agricultura de subsistência, possa ser que uma ou outra venha gerar emprego e renda de alguma outra forma, mas basicamente é de agricultura, pecuária e comércio, que essas pequenas cidades do sertão nordestino, vivem. 





        As paisagens desses locais quando a ver, é de muita emoção, pois vemos que, à beira da estrada, ali está crescendo mais uma cidade, e junto com ela, o seu povo. Isso é bem cultural do povo nordestino, formar pequenas cidades a beiras de estradas, pois se torna bem mais fácil o escoamento da produção agrícola deles e a população tem acesso mais fácil a outras cidades. 






          Sendo assim, vemos que as cidades pequenas do interior do sertão nordestino, também contribuem para o progresso desse país. Muita gente não sabe, mas em algumas pequenas cidades do sertão, existem muitas pequena fábricas têxteis, com fabricação de calças jeans, camisetas, e até bonés, isso gera emprego e renda para a população local.  Isso é a força da mão de obra das pessoas do sertão nordestino. Pequenas cidades a beira das estradas do sertão brasileiro, isso é uma marca nordestina.











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