, A ARTE DE NEWTON AVELINO: 04/02/16 04/02/16 - A ARTE DE NEWTON AVELINO

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2 de abr de 2016

MACULELÊ

SANTO AMARO DA PURIFICAÇÃO : Fonte da imagem: secriartecidadania
Fonte da imagem: secriartecidadania








SANTO AMARO DA PURIFICAÇÃO






      No nordeste brasileiro existem uma enormidade de variações de danças folclóricas dentre muitas, tem uma que me chama muito atenção que é o maculelê. Essa dança tem origem afro-brasileira. É uma dança, com jogo de bastões remanescente dos antigos índios cucumbis. A “dança de porretes” a sua origem é afro-indígena, pois foi pelos negros da África vindo para o Brasil e aí foi misturada com alguma coisa da cultura dos índios que aqui já viviam. 





      O maculelê em sua origem era uma arte marcial armada, atualmente é uma forma de dança que tem uma coreografia de uma luta tribal, usando como arma, dois bastões, que chamamos de grimas ou esgrimas, com os quais os brincantes desferem e aparam golpes no ritmo da música. Num grau maior de dificuldade e ousadia, pode-se dançar com facões em lugar de bastões. Essa dança tem um bailado muito sensual e que seu reduto no nordeste é na Bahia precisamente na cidade de Santo Amaro. 





       Essa dança parece muito com outras danças brasileiras como: capoeira, o frevo e o Moçambique. Existe muitas lendas sobre essa dança, uma delas é que Maculelê era um negro fugido que tinha doença de pele. Ele foi acolhido por uma tribo indígena e cuidado pelos mesmo, mas ainda assim, não podia realizar todas as atividades com o grupo, por não ser um índio. Certa vez Maculelê foi deixado sozinho na aldeia, quando todas a tribo saiu para caçar. Então apareceu uma tribo rival para dominar a tribo aonde ele vivia, então Maculelê lutou sozinho contra o grupo rival, venceu a disputa e se tornou herói da tribo, desde então os outros guerreiros passaram a respeita-lo como herói. 





      Hoje essa dança se mantêm preservada graças à sua incorporação por grupos de capoeiras, que incluíram a dança nas suas apresentações, em batizados e festas populares. As indumentárias dos brincante são saias de sisal, sem camisa, e com pinturas pelo corpo. Existem outros grupos que preferem usar outro tipo de indumentária tais como: abadás usuais e outros e outras indumentárias que não seja as de sisais. Isso deixa o grupo descaracterizado culturalmente mais pobre. 





     Dentre alguns folguedos da Bahia, precisamente de Santo Amaro da Purificação, esse é o que contagia mais. Alguns pesquisadores acreditam que esse ato popular teria florescido ou aparecido lá pelo século XVlll nos canaviais dessa cidade baiana, e que passou a integrar o calendário das comemorações locais. Então como a gente ver, a nossa cultura linda e rica, sempre tem um contra ponto quando se pesquisa a sua história, isso é algo muito importante. 





     Devemos salientar também, que ela está sendo preservada na região baiana, uma dança com coreografias sensuais e que mostra também, os guerreiros atacando e contra atacando em um bailado muito bonito que só enriquece o nosso folclore a nossa cultura a nossa história. Que as pessoas pesquisem mais e que introduzam sempre, as cantigas, as músicas, as danças nordestina dentro do nosso folclore para que ele seja cada vez mais rico.

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ABARÁ

COMIDA TÍPICA DA BAHIA | Fonte da imagem: tudoreceitas
Fonte da imagem: tudoreceitas




COMIDA TÍPICA DA BAHIA






       A cozinha brasileira é uma das mais ricas do mundo, pois os temperos os aromas e os sabores são inconfundível. Vamos falar aqui da cozinha nordestina, ela tem um toque todo especial tanto pelo manejo dos ingredientes como por toda uma gama de segredos e de temperos, que só faz essa cozinha ser uma das mais apreciadas do mundo. 





      Sabemos que no Brasil colônia, teve muitas variedades de plantas e de ervas aromáticas, que foram introduzidas na nossa cozinha, porém fomos nos adaptando aos nossos gostos e sabores, também fomos introduzindo outras plantas brasileiras e ervas aromáticas do nosso próprias país. 





    O melhor disso tudo é que, a nossa cozinha tendo essa influência europeia como tivemos, e juntando as adaptações que colocamos nela, ficou tipicamente nordestina. É claro que ela teve sabores, aromas e os temperos picantes fazendo parte de seus costumes. O mais legal disso tudo é que, com o passar dos tempos, as formas e os costumes foram ficando mais atuais e renovando a cada dia, mas sem deixar o tradicional. 





    O nordeste é a maior região do Brasil, tendo ela 9 estados. Cada estado da região nordeste tem uma imensidade de variedades de vertentes na área gourmet, diferencia alguns pratos de região para região, mas que também tem um cardápio regional que a onde existe aquele prato, em outra região nordestina também tem. 





      Um exemplo: Dificilmente você vai encontrar arroz com pequi em Recife, pode até encontrar, isso se houver uma cozinha da região do meio norte que é entre o estado do Maranhão e o estado do Piauí. Porém você pode encontrar Acarajé ou abará que são da Bahia, em qualquer outra região nordestina, sendo que, esses pratos são do estado da Bahia. 





     O nordeste brasileiro tem uma enorme diversidade na sua área gourmet. Eu vou destacar hoje aqui, um prato da cozinha baiana, que é uma cozinha muito rica e quente, desde da época do Brasil império, por aí você tira como a Bahia, essa terra maravilhosa, tem tradição na cozinha nordestina. 





      Vamos falar aqui do “abará”. Modo de preparo: Tenha 600 g de feijão tipo fradinho, 250 g de amendoim ou castanha de caju, 1 cebola, 2 dentes de alho 2 colheres azeite de dendê, sal a gosto, um pouco de gengibre, 250 g de camarão seco, 5 a 6 folhas de bananeira cortada em pedaços de 20 x 25 cm. 





     Preparando: Passe o feijão tipo fradinho pelo processador ou até mesmo no liquidificador ou moinho, até ficar bem quebrado, coloque ele de molho em uma recipiente com água, e que fique pelo menos de um dia para o outro, retire as cascas que se soltaram, e passe em água corrente, depois escorra essa água. 





        Cozinhe a folha de bananeira no vapor por pelo menos 5 minutos, até ela ficar murcha, depois bata o feijão, a cebola, o camarão e o gengibre no liquidificador ou processador, tanto faz, faça isso até a massa ficar homogênea, depois junte o azeite e misture bem. Separe as folhas de bananeira em pedaços de centímetros, coloque na chama rapidamente e embrulhe porções da massa. Depois de embrulhados os abarás, leve ao fogo para cozinhar no vapor do cuscuzeiro, e depois é só se servir com molho de pimenta.













 










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