. ARTE E CULTURA POPULARA ARTE DE NEWTON AVELINO: 06/14/16

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    14 de jun de 2016

    NA ROTA DO CANGAÇO

    A GROTA DO ANGICO | FONTE DA IMAGEM: BA. QUEBARATO










    A GROTA DO ANGICO







          O nordeste sempre foi e sempre será um livro aberto da cultura popular brasileira. Pois aqui já passaram muitos que, de uma forma ou outra, deixaram sua contribuição para enriquecer a história popular do nordeste, tais como: Virgulino Lampião e Antônio Conselheiro. Foram duas figuras que fazem parte da cultura popular do nordeste brasileiro assim como também tivemos a revolta do Juazeiro, que foi uma espécie de guerra santa, foi um levante popular que teve como um dos heróis o Padre Cícero Romão Batista. Então, se olharmos para o nordeste do Brasil, temos muitas histórias para contar.






          Mas, hoje vamos falar da região do cangaço, uma rota muito frequentada pelos cangaceiros do nordeste brasileiro. O cangaço foi um movimento que ocorreu no nordeste do Brasil em meados do século XIX e foi até o século XX e aconteceu por questões sociais e fundiárias onde alguns grupos se organizaram e começaram a assaltar fazendas, sequestravam coronéis que eram grandes fazendeiros e também saqueavam armazéns nos interiores e comboios. Esses sertanejos eram quase como nômades, viviam percorrendo a cavalo o sertão do nordeste e também cometiam muita violência. A palavra cangaço possa ser que tenha vindo da canga, uma peça fabricada em madeira que é colocada em pescoço de bois para transportar alguma coisa.







       Voltando então aos cangaceiros, eles viviam se escondendo da justiça e o que mais os cangaceiros sabiam fazer era resolver as coisas na brutalidade, era dente por dente olho por olho e quem tentasse desafiar algum daqueles homens, era um homem morto, pois eles vivam como destemidos. A história comprova, que o cangaço permaneceu por muitos anos porque os próprios latifundiários desejavam que isso acontecesse, pois esse era uma alternativa para cobrança de dívida e uma possibilidade para formar os exércitos de mercenários em caso de disputas por terras entre famílias.






          
           Haviam muitos grupos famosos, mas o que ficou mesmo para a história recente foi o bando de Lampião. Que, com o seu bando, não demorava muito por onde ele passava, e pela história contada em prosas e versos, ainda tinha o topete de mandar seus capangas avisar ao coronel, ou aos grandes fazendeiros que ele estava chegando, só isso, e depois que percorria muitos lugares do sertão do nordeste brasileiro, sempre voltava para a sua terra natal: o estado de Sergipe. Ele sempre se escondia em um lugar chamado “a grota”, que está localizada num vale às margens de um riacho temporário, é um abrigo encravado numa formação rochosa. Esse local destaca-se por ser onde o próprio Lampião, Maria Bonita (sua mulher) e o seu bando foram mortos. 






        
              Conta a história, que ele foi traído por uma amigo dele que era um grande fazendeiro. Então esse local tem uma trilha de aproximadamente 680 metros, saindo do Sítio Duas Irmãs. A trilha está bem conservada. Se tornou ponto turístico, e é administrado pelo Xingó Parque Hotel. Essa trilha foi idealizada pelo turismólogo Jairo Oliveira, e pode ser complementada com uma visita a cidade histórica de Piranhas em Alagoas. O local aonde fica a “Grota de Angicos, já no município de Poço Redondo em Sergipe, esse é o ponto exato aonde Virgulino o Lampião, Maria Bonita e o seu bando foram mortos. Procurem conhecer esse maravilhoso local que fica na trilha do São Francisco.

       

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