, A ARTE DE NEWTON AVELINO: 07/05/16 07/05/16 - A ARTE DE NEWTON AVELINO

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5 de jul de 2016

TORRE OCTOGONAL

ORIENTANDO OS NAVEGANTES | Fonte da imagem: baixaki










ORIENTANDO OS NAVEGANTES








      Os faróis luminosos que orientam os navegantes, são importantíssimos na história da navegação, tanto nacional como também internacional, pois são eles que orientam embarcações em alto mar, para que elas não saiam da sua rota. Por uma peculiaridade tanto cultural como também física, os nossos faróis se tornam belos, e alguns fazem parte da história náutica dentro do nosso território. Eles são de todos os estilos e alcances náuticos e são também um ícone nas paisagens de praias tanto paradisíacas como praias urbanas, esses faróis vão estar sempre por lá. 





      Os faróis da região litorânea do nordeste brasileiro, são impressionantes pela beleza de cada um deles, também pelo lugar que cada um se encontra. Alguns pelos níveis de algumas marés, foram construídos mais próximo do mar, outros nem tanto. Vamos falar aqui de uma dessas belezuras que está oponente dentro do mar da paraíba, precisamente no mar de cabedelo. O farol da pedra, foi o primeiro farol do estado da paraíba, foi inaugurado no século XVlll, precisamente em 1873, e tem 14 metros de altura. 





      Na época era o que havia de melhor e mais moderno em termos de sinalização náutica no mundo. Com uma torre octogonal, foi construído sobre uma lage de alvenaria, hoje à 400m da beira mar. Esse monumento ainda está em plena atividade, com sua iluminação adaptada a tecnologia atual, ele tem um alcance de 16 milhas náuticas, o que equivale a mais ou menos uns 29,632 Km. Ele cumpre uma tarefa importante, servindo como referência para a entrada do canal do porto. Localizado em Ponta de Matos. 





      A história conta que ele foi construído em terra firme e hoje encontra-se a 400 metros da beira mar, ou seja o mar avançou e o farol terminou ficando literalmente dentro d’água.  A sua base rígida de alvenaria, foi feita com a finalidade de receber as placas metálicas que formariam a estrutura da torre. Só em 1922 o seu queimador original foi substituído por um eclipsor AGA automático, a acetileno. Com isso a vigília dos faroleiros pôde ser substituída por confortáveis visitas bimestrais. Hoje o farol está totalmente automatizado, pois os elementos fotovoltaicos deixaram o farol mais moderno. 





      Atualmente o farol está equipado com uma lanterna de acrílico alimentada por módulos solares e baterias, essa tecnologia é amplamente utilizada em faróis, faroletes e boias em todo o mundo. Então vemos que esses faróis são muito importantes para a navegação e para a segurança dos navegantes. Partindo do princípio, vemos que eles, além de servir como uma referência importante, os mesmos ficam fazendo parte do cenário cinematográfico dessas regiões costeiras do Brasil. 





      São verdadeiros cartões postais de lugares paradisíacos tanto da costa nordestina com também da costa brasileira. Esses faróis fazem parte da história da nossa navegação e da nossa própria história. Em cada região litorânea do nordeste brasileiro, existe um, e eles se espalham por toda costa brasileira, servindo de referência e fazendo parte do visual praieiro. Esse é o farol da pedra seca que fica em cabedelo na região metropolitana de João Pessoa, capital da paraíba.

















POETA E MÚSICO

CANCIONEIRO POPULAR | Fonte da imagem: ofoleroncouolivro










CANCIONEIRO POPULAR






       Um dos compositores e interprete da música popular nordestina e da mpb, que fizeram parte da carreira do "rei do baião", Luiz Gonzaga, foi Onildo de Almeida, um artista de rara sensibilidade e de um carisma impressionante. Pessoa humilde e simples que fez toda a sua trajetória artística divulgando a cultura popular através de suas canções. Nos primeiros anos de sua carreira, integrou o conjunto Cancioneiros Tropicais que depois passou a ser chamado de Vocalistas Caetés. Ele compôs mais de 500 músicas, algumas dessas músicas foram gravadas por nomes como Agostinho dos Santos e Gilberto Gil e Maysa.




     Mas ele ficou conhecido nacionalmente através de artista como Luiz Gonzaga, Trio Nordestino e Marinês que interpretavam as suas músicas. Ele também tinha sido locutor e depois chegou a ser dono de emissora de rádio, isso no comecinho de sua carreira artística. Suas músicas foram divulgadas em 43 países. Luiz Gonzaga teve várias parcerias vários parceiros de músicas e Onildo de Almeida era um desses. Humberto Teixeira e Zé Dantas, também foram parceiros. Com o talento que Deus lhe deu, esse compositor fazia quase tudo sozinho, pois na maior parte das suas músicas, era melodia e letra. Dividiu as seguintes músicas com Gonzaga: Sanfoneiro Macho (1985), É sem querer (1974), Regresso do Rei (1984), Lá vai pitomba (1980).




      Já nos anos de 1960 Onildo Almeida também foi marcante na carreira de Gonzaga, pois o mesmo confiou a Onildo que fizesse uma música de despedida, pois como ele não estava tendo espaço cantando o ritmo de baião, ele queria abandonar a carreira. É claro que esse fenomenal poeta fez mais uma obra prima de sua autoria, para o Lula Gonzaga, a música se chama A HORA DO ADEUS. Essa música, também é quase toda de Onildo de Almeida, só a primeira parte é de outro mestre Luiz Queiroga.




      Onildo em toda sua trajetória sempre foi pautado por sucessos, pois Deus lhe deu o talento como cartão de visita, e foi assim com toda sua simplicidade de um bom sertanejo que ele pautou pela ética e por fazer um bom trabalho musical dentro do seu mundo de sabedoria e de honradez. Foi assim que Onildo de Almeida conseguiu ser um grande poeta, conseguiu ser um grande artista. Como um grande artista popular, ele sempre quis viver entre o seu povo, aquele povo simples do sertão pernambucano. Onildo de Almeida nasceu no dia 13 de agosto de 1928.




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