, A ARTE DE NEWTON AVELINO: 08/30/16

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    30 de ago de 2016

    VILA DOS SONHOS

    CONSERTANDO AS MALHAS | Fonte da imagem: aldadantas











    CONSERTANDO AS MALHAS









          A pesca artesanal no nordeste brasileiro está ligado à cultura de subsistência e mercado de trabalho. Essa atividade em regime de cooperativa se torna muito produtiva e muito sustentável. Se existe uma coisa que faz parte da cultura ribeirinha ou mesmo da cultura da pesca no litoral, é a pesca artesanal praticada pelos pescadores nordestinos. Eles sempre saem para o mar ou nos rios ou mesmo nos grandes açudes em suas embarcações pequenas, médias e grandes, no intuito de pegar uma quantidade de peixes para poder sustentar as suas famílias. Com suas redes de pescas ou mesmo com varas de bambus, anzóis, chumbadas e iscas, eles sempre estão prontos para enfrentar as dificuldades dessa profissão.






          Esse tipo de pesca apresenta condições limitadas de crescimento no Brasil, pois perde um pouco de espaço na disputa pelos peixes para a pesca industrial, uma vez que as empresas tem barcos e equipamentos para capturar os cardumes de peixes. Isso gera conflitos constantes entre os dois estilos de pesca. Vemos que é desproporcional as diferenças entre um e outro mesmo sabendo que a pesca artesanal sempre vai existir. 





          Sabemos também, que a pesca predatória provoca acentuada diminuição dos estoques naturais de peixes e crustáceos dentro dos oceanos e até mesmo dentro de rios, lagos, açudes e lagoas. Por outro lado, o crescimento de pescados em cativeiro, vem crescendo a cada ano e a tendência é que cresça cada vez mais. O bom disso tudo é que alivia mais um pouco a pesca artesanal indiscriminadamente.






         Sabemos que a atividade pesqueira no nordeste brasileiro é de fundamental importância para a economia da região. A pesca artesanal, quando é comparada aos outros tipos de pesca, é a mais importante no Brasil, sendo responsável pela maior parte dos pescados produzidos. Os benefícios que os pescadores tem, são a garantia do direito de exercer a atividade de pescador, direito aos seguro defeso, direito aos benefícios previdenciários e direito ao acesso a todas as políticas pública, como crédito de assistência técnica, infraestrutura e assim por diante, isso graça a Deus e a um governo que trabalhou em benefício da sociedade brasileira mais pobre. 





          Esses pescadores contribuem e muito para o crescimento do setor pesqueiro dessa região. Toneladas e mais toneladas de pescados são industrializados e comercializados todos os dias dentro do Nordeste brasileiro e exportado para fora da região. As jangadas, os barcos pesqueiros e os pequenos barcos, são os símbolos da história de luta e de bravura desses nordestinos lutando pela sobrevivência dentro do mar ou em rios lagos e açudes. 





           Geralmente são pessoas simples e humildes que nasceram vendo os pais pescando e que herdaram essa profissão. Muito deles erguem as suas redes e tarrafas em baixos de pés de castanholas, coqueiro ou mesmo framboesa, para esticarem seus instrumentos de trabalho a fim consertá-los. Entre uma conversa e outra, fumando um cigarro, o pescador vai traçando uma rede ou tarrafa nova, para poder estica-la dentro do mar para capturar os pescado do dia a dia. A sobrevivência dessa gente humilde faz parte da história e da cultura do nordeste brasileiro.


    IGUARIA NORDESTINA

    PRATO EXÓTICO | Fonte da imagem: fazer-e-comer











    PRATO EXÓTICO








          O nordestino por si só, é um grande inovador, um criador de novas ideias, e por isso, sempre estão inventando algo novo, isso tanto no que se refere ao turismo, a sua cultura, a sua culinária e também no empreendedorismo. Hoje vamos falar um pouco, da cozinha nordestina. Desde a época da colonização no Brasil, o nordeste do brasileiro, teve muita influência de outras culturas, isso na sociedade em geral, nas festas, na música na culinária e em outros seguimentos. 





          Vamos falar hoje, da cozinha nordestina. Ela é uma das mais inovadoras cozinha brasileira. Com seus temperos picantes e aromáticos, essa cozinha tem manjares divinos. O interessante de tudo isso, é que, uma mesma comida regional, pode ter nomes diferentes dependendo de estado para estado. Muitos pratos exóticos feitos no sertão nordestino, são apreciados pelos sertanejos e por alguns turistas, isso leva a crê que, essas iguarias, são divinamente preparadas com sabores e aromas tipicamente com temperos e preparos nordestinos. 





          Pratos como língua de boi, cabeça de bode, tripa assada, coração de boi na grelha, arroz com pequi, chambaril, pé de boi, capão com xerém de milho e tantos outros pratos que essa cozinha no proporciona. Esse é só um aperitivo de como é a cozinha nordestina, essa cozinha quase toda exótica. Com pratos mirabolantes e com o requinte de extrema sensibilidade no mundo gourmet, essa cozinha vai se destacando para o mundo. 





          Mas hoje vamos falar de um prato que é a base de peixe, e que, é mais um prato exótico no mundo gourmet dessa cozinha. Ele é feito à base de um peixe que está sendo difundido dentro do sertão do nordeste e em outras sub-regiões nordestina. Esse peixe é a tilápia. Ela é originário da África e que foi introduzido no nordeste brasileiro, com bastante sucesso de produção e adaptação. É da subfamília Pseudocrenilabrinae e em particular ao gênero Tilapia. 





          Esse peixe foi introduzido em quase toda América do Sul e América do Norte, e se adequa a lugares de clima quente. Como preparar: Você pega duas tilápia grande, lava os dois peixes em água corrente e depois de ter tirado as escamas, dá um corte horizontal perto da guelra do peixe, depois puxe a pele dele com um alicate, depois corta o filé na vertical e em cubos, depois tempere-os com a cebola, o pimentão e o tomate, junta a carne do peixe cortada em filés médio e mistura aos temperos. 





          Em seguida, costure as duas pele do peixe ou na máquina ou na mão, as peles que foram tirada com alicate. Depois das peles ficarem costuradas você deixa uma abertura ou de um lado ou de outro, para introduzir os filés de peixe já temperados, dentro da pele. Depois da carne do peixe introduzida dentro da pele, então você fecha com agulha e linha, a pele recheada de carne. 






            Os saquinhos recheados você já coloca dentro de uma panela com um molho de peixe já preparado, deixa uns 30 minutos ao fogo e depois é só tirar os saquinhos da buchada previamente cozidos, aí é só servir com arroz de leite arroz solto ou arroz temperado. Esse prato exótico sertanejo, e outros, são muito apreciados no sertão nordestino. Essa é a cozinha do sertão do nordeste brasileiro, levando para as pessoas, um sabor picante e um aroma divinamente inconfundível.





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