, A ARTE DE NEWTON AVELINO: 01/15/17 01/15/17 - A ARTE DE NEWTON AVELINO

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15 de jan de 2017

CENA DESOLADORA DO SERTÃO

SECA FOME E MISÉRIA | Fonte da imagem: fagundeslima










SECA, FOME E MISÉRIA








       É muito triste, ver que no sertão, ainda existe uma grande parcela da população de baixa renda, abaixo da linha de pobreza. É certo e notório que, nos últimos 10, 12 anos, o Nordeste melhorou a qualidade de vida de algumas dessas pessoas de baixa renda, mas que, ainda precisa melhorar e muito a qualidade de vida das pessoas de baixa renda. 






       Vários projetos sociais foram criados e isso fez com que essas pessoas, que estavam abaixo da linha de pobreza, tivessem a chance de melhorarem a sua qualidade de vida. Vemos também que, é meio repetitivo, mas é necessário que as pessoas saibam que essa região Nordestina, não é só beleza do seu litoral, o Nordeste tem algumas sub-regiões, e uma delas é o sertão. 






       Ainda dentro do “sertão”, vemos que tem muitas famílias que ainda estão abaixo da linha de pobreza, e que, entra governo e sai governo, essas pessoas são meias, que esquecidas. Primeiro porque estão em áreas muito isoladas, áreas que ficam muito distantes dos médios e grandes centros urbanos. Essas famílias que estão abaixo da linha de pobreza, são pessoas com um nível de renda anual, com a qual, uma pessoa ou família não possui condições de obter todos os recursos necessários para viver. 






       A seca é avassaladora dentro da área do semiárido do Nordeste brasileiro, então sem chuvas, essas pessoas não vão ter trabalho, nem comida na sua mesa e tão pouco, água para beber, a não ser, que eles paguem para os donos dos carros pipas, ou não. Se essas pessoas não têm trabalho, nem tão pouco perspectivas de qualidade de vida, e por último não conseguem dinheiro, como é que eles vão ter condições de se sustentarem?  Os sertanejos têm vergonha de mostrarem as suas casas por dentro, porque essas famílias não têm nada para mostrar, infelizmente. 






       Muitos problemas sociais acontecem na região Nordestina tais como: a pouca diversificação da agricultura e indústria, grandes latifundiários e por aí vai. A falta de médios e grandes investimentos dentro do polígono das secas, gera a falta de empregos e de distribuição de renda para aquelas famílias que existem morando por lá. Ali não existem hospitais, nem escolas e também não existem perspectivas de melhora para elas culturalmente, economicamente e socialmente. Como essa é uma região que não tem grandes investimentos agropecuário por causa das secas, ninguém consegue emprego nesses locais. 






       O que existe no sertão na época de seca, é exatamente a extrema pobreza. Existem pessoas abaixo da linha de pobreza dentro do Nordeste, que vivem com menos de 70 reais por mês. Essas pessoas que estão nessas sub-regiões nordestinas, elas nunca tiveram oportunidades de nada, pois são sub-regiões como eu falei que, nunca teve infraestrutura para dá oportunidades para as pessoas que ali moram. 






       Elas nasceram ali, se criaram e foram adaptadas para viverem em seu habitat natural de pessoas do campo, por isso é que, essas pessoas não sabem viver em outros locais que não seja os que eles nasceram, pois foram acostumadas a serem provincianas, pessoas pacatas, acostumadas a morarem em pequenos lugares, não por que elas quisessem, isso não, foi porque as oportunidades da vida, não bateram à porta delas. 






        A fome, a sede e a miséria que assola o sertão, impõe a elas, uma situação mais de fenômeno natural da natureza, do que propriamente humano.  Porém é que, essa situação de secas intermitentes dentro do Nordeste brasileiro, já poderia ter sido solucionado, já há bastante tempo, mas não foi, então essas pessoas têm que se apegarem a Deus, pois só ele é quem pode liberar bons invernos. 






       Não vou entrar no assunto político aqui porque já sabemos dessa história, seria muito repetitivo falar sobre responsabilidade por parte do poder público, com essa região do Nordeste, o importante seria é que, essas pessoas se conscientizassem e tivessem mais carinho por essa região que tanto contribui economicamente para o Brasil. 






        O Nordeste e os nordestinos, merecem respeito. Não é possível que em pleno século XXl, o sertão nordestino ainda viva essas grandes secas e que as pessoas morram de fome e sede dentro do sertão Nordestino. Dois pontos: Seria muito bom que, o Brasil seguisse o exemplo de Israel e da própria Califórnia nos Estados Unidos. 






       São regiões áridas, mas que, os dois países, resolveram o problema de água, por lá. A pobreza dentro dessa região, começa a aumentar, pois a falta de trabalho, é o fator predominante para fazer esse tipo de estatística dentro da sociedade local. A seca não é a única responsável pela miséria do Nordeste. 






        A seca no sertão nordestino e em toda região Nordeste do Brasil já atinge mais de 10 milhões de pessoas, não é fácil você ver as pessoas com fome sede e dentro da miséria total. Hoje se você chegar em algum interior nordestino, que esteja dentro do polígono das secas, ou não, se você der 1 KG de feijão ou arroz para um deles, eles receberão com tanta alegria, que você vai sentir o quanto é cruel deixar essas pessoas passarem fome e sede dentro dessa região. 






       Em pleno século XXl, não é possível que isso ainda aconteça dentro de um país chamado Brasil. A Região do Nordeste do Brasil, especificamente, a sub-região do Nordeste que é “o sertão” essa sempre foi esquecida, só é lembrada de 4 em 4 anos, o sertão é uma região que até o litoral, virou às costas para ele.  Tirem as suas conclusões pois a história está para ser contada.






HISTÓRIA PERDIDA PELO TEMPO

RELÍQUIA CULTURAL | Fonte da imagem: Revista de História











RELÍQUIA CULTURAL








       A realidade é uma só, quando andamos pelos Nordeste brasileiro, vemos e compreendemos a sua história do sertão ao litoral dessa região. Como o Brasil foi descoberto do litoral para o sertão, vemos que a história cultural desse país, além de rica culturalmente é extremamente importante socialmente para o conhecimento das novas gerações. A cultura sertaneja está presente em cada canto de seu bioma. Essa sub-região do Nordeste brasileiro é extremamente peculiar no que se refere a cultura regional. 






       Quando passamos por qualquer ponto do “sertão” nordestino, vemos presente a sua cultura, a sua história e os costumes de sua gente, seja dentro da caatinga, dentro da zona rural ou até mesmo dentro da zona urbana. Isso é uma marca registrada dessa região. Dentro do seu bioma, encontramos vários parques estaduais e parques nacionais. Também encontramos outros pontos turísticos que a natureza deixou dentro desses locais para que os homens admirassem essa beleza concedida por Deus. Também podemos encontrar uma bela fauna e uma maravilhosa flora. 






       Encontramos alguns “Quilombos”, algumas fazendas centenárias, muitas barragens, trilhas dentro do terreno arenoso do semiárido nordestino e muito mais. Mas hoje vamos falar de uma relíquia cultural que, dentre tantas outras encravadas no sertão nordestino, vemos o quanto elas são valiosas e de valor inestimados para a cultura do sertão, do Nordeste e do Brasil. Vamos falar de um casarão encravado no sertão, e que fica a 180 KM de Teresina, a capital do estado do Piauí. Ele data de meados do século XVlll, e resiste a ação do tempo até os dias de hoje. 






       Foi tombado em 2006, hoje ele parece que está em péssimo estado de conservação, e está esperando as ações de restauro prevista em documento firmado entre as autoridades piauienses e o grande Grupo empresarial Edson Queiroz, que é o atual proprietário desse imóvel. Considerado uma preciosidade mundial da arquitetura com influência portuguesa, ele se torna uma relíquia por ter sido construído com pedra e adobe, ainda no século XVlll. O casarão da fazenda Serra Negra, erguido sobre um promontório no município de Aroazes – Pi, exibe ameaçadores sintomas de desmoronamento.






        Essa construção assim como tantas outras, dentro do sertão nordestino é um nítido exemplo da implacável ação do tempo nos nossos pontos históricos e culturais. Ele foi construído como uma fortaleza da época, adequada aquela época histórica em que o isolamento do meio rural, deixava casas sujeitas a ataques de índios e forasteiros.  Ele tem uma capela interna, o que valoriza mais ainda o poder arquitetônico do imóvel. Essa capela fica entre os aposentos nobres e a sala de refeições. Isso revela a religiosidade dos proprietários e da cultura sertaneja do nordeste brasileiro. 






        Esse patrimônio histórico é um mistério só, reza a lenda, que se deve ao fato de um dos primeiros proprietários da gleba, Luís Carlos Pereira Bacelar, ter serrado uma escrava viva, como castigo por um ato de desobediência. De verdadeiro, existe uma data esculpida numa pedra datada de 1766. Alguns pesquisadores afirmam que a fazenda é bem mais antiga. Em documento datado de 1693, o Pe. Miguel de Carvalho já faz referência a uma fazenda situada à margem do Rio Negro, hoje Riacho Serra Negra, com a presença de três homens um branco e dois negros. 






         Não é improvável, trata-se de Serra Negra. O Casarão de Serra Negra é uma relíquia, um pedaço da história que está se perdendo no tempo. Infelizmente nossa cultura fica sempre em segundo plano. A história está para ser contada, e também para ser restaurada. Pois um país sem memória é um país sem identidade. Se cada pondo cultural desse país fosse restaurado e depois explorado economicamente, tenho certeza que culturalmente o Brasil cresceria mais, e a sua população também, pois ia, está uma parte da história cultural desse país. Quantos casarões desse não existem espalhados dentro da caatinga nordestina, e estão se perdendo com o tempo abandonados pelos donos que na maioria das vezes não tem condições de fazer reformas neles. E assim caminha o Brasil e a cultura brasileira.







DELÍCIA REGIONAL

MANJAR NORDESTINO | Fonte da imagem: Blog do Rodrigo Ferraz










MANJAR NORDESTINO








        Não tem jeito, a culinária nordestina é uma das mais apreciadas do Brasil e uma das mais exóticas. Com seus temperos picantes e aromatizados, o sabor da culinária do Nordeste brasileiro surpreende tanto pela inovação de pratos e pelas misturas de sabores e de temperos, quanto de sabores, pois é isso que faz desses pratos, verdadeiros manjares. A adversidades que existem nessa cozinha regional, leva aos apreciadores de uma boa gastronomia, a terem a oportunidade de provarem belos pratos com temperos e sabores picantes. 






       O prazer da gula, aguça o desejo das pessoas provarem o melhor da cozinha regional do nordeste brasileiro, pois são pratos regionais que aguçam os nossos sentidos. O prazer de comer uma boa comida nordestina, faz da culinária regional dessa região, uma fonte de prazer e de alegria para todos que provam das comidas de cada estado dessa região. Vamos falar sobre a tripa assada de bode. Esse prato é praticamente feito do mesmo modo em toda região nordestina. Como o pé de bode, cabeça de bode, buchada de bode, carne de bode, costela de bode, tripa de bode, miúdo de bode. 






      Como vemos, do bode não se perde nada, tudo é aproveitado, pois a inteligência do homem sertanejo e a necessidade, fizeram com que essas pessoas dessa região, economiza-se tudo que ia ser descartado, pois com isso, eles foram criando pratos exóticos e enriquecendo culturalmente a cozinha regional. A inteligência do homem do campo é bem fértil quando se trata de comidas regionais e exóticas. Acho que hoje, no sertão, a carne de bode é uma das mais consumidas pelos nordestinos. 






       Para se preparar uma boa tripa assada, você precisa em primeiro lugar, comprar a tripa de bode fresca e limpa, depois quando chegar em casa, essa tripa deve ser lavada e muito bem lavada, já que nelas, contém as vezes dos animais. Para uma perfeita higienização, primeiro você procura uma varinha de marmelo para introduzir dentro das tripas, em água corrente, para poder tirar toda sujeira e gordura que esteja lá dentro, depois limpa uma a uma com limão, só assim, as mesmas, vão ficar com uma boa higienização, depois é bom colocá-las em água fervendo, para tirar o sal e depois poder ser consumidas. 






       No caso de você não ter a varinha de marmelo, uma mangueira fina com água corrente também pode ser introduzida dentro dessas tripas. Esse prato é muito simples de fazer, pois o que vai dá mais trabalho para você, é a limpeza delas, pois tem que ser uma limpeza minuciosa. A quantidade da porção que você quer fazer é que vai dizer para você o quanto de tempero é que você vai colocar nelas. Para 500g de tripa de bode, você pode usar 1/5 xícara de óleo, pois depois de pronta você vai fazer a farofa. Você pode usar sal, colorau e coentro a gosto, alho e pimenta do reino. 






       Quando elas estiverem ficando crocantes pode colocar 1/5 cebola picada, pimentão e tomate. Depois deixe em fogo baixo e vá sempre virando as tripas na frigideira. Quando elas estiverem começando a assar ou a ficar tostada, você põe todo o tempero dentro da frigideira e vai observando até elas ficarem crocantes, depois disso é só ir colocando um pouco de farinha até ficar uma farofa sertaneja de tripas de bode. Esse prato pode ser servido com um arroz de leite ou branco e feijão, ou pode ser acompanhado só com só com o arroz branco.




CAMINHOS DOS NAVEGANTES

SINALIZAÇÃO NÁUTICA | Fonte da Imagem: panoramio











SINALIZAÇÃO NÁUTICA







          Se existe uma coisa bela feita pelo pela mão do homem e que contrasta com os visuais belos da natureza que Deus nos Deus nos deu, isso se chama Faróis náuticos. Não é só pela beleza que esses faróis têm, pelo contrário, a sua importância para a navegação dos homens, é de fundamental necessidade e importante para eles, por isso é que eles foram criados, para dá orientação para os navegantes, a qualquer hora do dia ou da noite. Os faróis foram criados para orientar os navegantes desses sete mares. 






       Existem registros documentais, imagens descrições, inscrições, moedas e outros registros que, comprovam a existência deles entre 300 A.C. e 300 D.C. e de no mínimo outros 30 erigidos dentro dos limites do Império Romano, durante seu esplendor. Um dos faróis mais famosos da história, fica na ilha de Pharos, a oeste da entrada da baía de Alexandria, nos limites do delta do rio Nilo. A torre de pedra, calcula-se, com cerca de 149 metros de altura, tinha forma quadrangular na base com 33 metros de lado, octogonal na seção intermediária e circular na superior. A sua sinalização podia ser vista a 29 milhas náuticas. 






        Então como vemos, não é de hoje que os faróis náuticos fazem parte da vida do homem. Vamos falar de um farol que faz parte da paisagem do litoral potiguar, e que fica no litoral norte do Rio Grande do Norte. Esse farol fica na Praia de Maracajú, a 60 KM ao Norte de Natal e é famosa pelas suas barreiras de corais, conhecida como os “parrachos”, distante 7 KM da costa.  Esse farol náutico, é muito importante dentro dos limites náuticos dessa região, pois ele orienta bastante, os navegantes que estão dentro das águas territoriais dessa região. 






       O farol Tereza Pança recebeu esse nome devido a uma embarcação homônima que afundou nesse local, após colidir com um arrecife. Esse mesmo raro foi construído no ano de 1930. Ele de propriedade da Marinha do Brasil, e faz parte da sinalização Náutica do Nordeste. SSN-3: localiza-se no litoral norte a uma distância de 1,8 milhas náuticas da costa e está posicionado pelas coordenadas: latitude 05,2408s e longitude 35.17,80w. A edificação do farol é mista de alvenaria de tijolo maciço, estrutura de concreto armado, com 1,20 metros de diâmetro interno, espessuras das paredes de 55cm e 12 metros de altura, fundada sobre um anel metálico fixado em afloramento de rocha. 






       Na sua parte superior localiza-se a plataforma protegida por guarda corpo em concreto armado. A praia de Maracajaú, além de ter um visual deslumbrante que encanta os turistas, ainda tem seus parrachos, que tornam o mergulho uma aventura à parte. O potencial aquático dessa região, é imenso, e proporciona para os visitantes muita paz e uma sensação de liberdade. Fora tudo isso, ainda tem a beleza do Farol Tereza Pança, que traz uma beleza a mais para essa região e proporciona ao turista, mais uma forma de opção turística para que eles conheçam a história desse farol e toa a sua importância que ele tem para com os navegantes que passam por essa região. 






       O mais incrível é que, ele foi feito dentro de águas marinhas e como a sua base foi colocada naquele local deixa muita gente intrigada pela forma da engenharia. Dependendo da maré, ele pode ficar despercebido, mas com um pouco de atenção e curiosidade dos banhistas, se eles olharem no sentido nascente e para o lado esquerdo da praia, eles perceberam que existe um farol ao longe da costa. 






       O certo é que, esse farol, é uma bela engenharia da mão humana que foi feito para beneficiar o próprio homem. Maracajaú já entrou para o ranking das dez melhores praias para se mergulhar no Brasil. Sendo assim, vemos que esse farol é mais um belo atrativo que se confunde com a beleza natural da natureza desse local. O lugar encantador que é Maracajaú, mostra para todos nós que, a beleza divina que Deus nos deixou por aqui, é um belo privilégio que ele nos concedeu. Sendo assim, eu aconselho a todos a conhecerem esse lugar lindo, que é essa região. O farol de Tereza Pança, vai te surpreender e muito, depois que você conseguir ver a sua localização dentro do mar vai se encantar. Os passeios de barcos por essa região são constantes, e oferece aos turistas um local mais privilegiado para ver o farol e toda a região dos parrachos. Conheça essa região, você vai se encantar com a beleza natural desse lugar.





















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