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24 de mar de 2016

CICLO JUNINO



BANDA DE PÍFANOS | Fonte da Imagem: armorialbrasileiro






BANDA DE PÍFANOS




    O ciclo junino é uma data bem forte na região nordeste e em todo Brasil a época junina é comemorada, mas a região brasileira que tem a maior concentração de turistas para ver essa festa ainda é o Nordeste Brasileiro. Nessa época, o nordeste gera milhares e milhares de empregos diretos e indiretos, aquecendo assim a economia dessa região maravilhosa e abençoada por Deus.





      Costuma-se dizer que o nordestino é um fervoroso devoto dos três santos da igreja católica, Santo Antônio, São João e São Pedro. Então, seja por isso que essa festa é muito comemorada nessa região, fazendo assim uma das datas mais comemorativas do calendário de festas brasileiras. Sabemos também que o carnaval e as festas Juninas são talvez as mais festejadas pelos nordestinos. 





      Então vemos que nessa época de festejos juninos no Brasil e especialmente no nordeste brasileiro, as pessoas já começam um mês antes da data oficial, a prepararem e organizarem os festejos, pois a nossa cultura fica renovando, reinventando algumas dessas festas, o pior que não temos muito a preocupação de preservarmos o “tradicional”, como a globalização e a modernidade está  entranhadas nas nossas vidas, na maioria das vezes partimos para o “moderno” nos esquecendo de preservamos o “tradicional”.






       Pois bem, precisamos renovar tudo e mais um pouco dentro dos nossos conceitos e nos nossos sonhos de realizarmos algo novo, como uma obra nova, uma ideia nova, ou um conceito novo, uma visão de vida que nos mostre algo diferente, mas sem nos esquecermos do “tradicional” de onde tudo começou. Isso pode ser nas artes em qualquer suporte, ou pode ser nas suas convicções, o importante é sermos flexíveis olhando o passado como começamos mais sem deixar de olhar no futuro sem esquecer o passado.






     Mas enfim, a cultura tem dessas coisas. Nossos conceitos podem mudar, mas sem esquecermos como fomos criados. Na verdade é que não podemos também ficarmos na mesmice, e pela natureza humana o mais importante é você dá asas a sua imaginação, preservando e renovando, pois o tradicional pode caminhar junto com o “moderno”. 





        Então voltando ao assunto, as festas juninas são marcante no nordeste brasileiro como o carnaval e tantas outras festas do calendário brasileiro. Assim vemos que toda nossa influência na arte cultural veio do continente europeu, mas soubemos adaptar o nosso folclore aos nossos costumes, e foi daí que tudo passou exatamente a se tornar genuinamente brasileiro. Algumas das coisas que não conseguiram mudar ainda dentro de algumas comemorações foram os tocadores de pífano, mas já conseguimos fazer o “forró metalizado” ou o “forró universitário”, sendo que o tradicional é o “forró pé de serra” mas essas outras vertentes também é uma boa, pois divulgar o nosso autêntico “forró”. 





       Já nas quadrilhas juninas, elas conseguiram se estilizar e as quadrilhas “tradicionais” quase não vemos. Eh, mudou um pouco ou muito pois as festas deixaram de ser uma festa tradicional e se tornaram festas comerciais, um meio de negócio mesmo, uma fábrica de gerar emprego e renda, e isso faz parte da modernidade, não tem para onde correr, esse é o mundo moderno de hoje, onde vivemos. 





         As bandas de Pífanos elas são oriundas do sertão nordestino, elas vem da terra pernambucana da cidade de Caruaru, saíram da roça mesmo, a onde nasce a cultura popular brasileira, como também saiu as quadrilhas juninas, ou seja, do caipira, do homem do campo. Então vemos que os tocadores de pífano ou banda de pífano não mudaram muito. O pífano é um instrumento de sopro, uma flauta transversal, aguda, que tem um timbre mais intenso e estridente, pois isso acontece porque ela tem um diâmetro menor.






     O pife brasileiro, também conhecido como pífano, é uma adaptação nativa, com influência indígena. Então vemos que temos influência indígena e europeia no que se refere a esse instrumento. As bandas de pífanos começaram a se destacar no nordeste brasileiro já pelo ano de 1924 e de lá para cá é uma marca registrada nas festas juninas do brasil. Consta na história, que esses instrumentos já serviram embalar as festas do legendário cangaceiro “Lampião”. A banda de pífano é uma marca registrada na cultura popular do nordeste brasileiro.

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1 de out de 2014

CULTURA DO COURO

                                        
                                                            Fonte da imagem: historiaestudoamador

                                                          MODO DE FAZER ARTE COM COURO
   O nordeste é uma região do Brasil que tem muita identidade com o rebanho bovino, com os vaqueiros, com o couro e com tudo que essa matéria prima chamada "couro" nos proporciona. Não é nenhuma novidade que o cangaço deixou uma influência muito grande na cultura do nordeste.
   Eu percebo nas ruas de uma sociedade moderna a onde vivemos que o modo das pessoas se vestirem, na forma de comportamento, como na música, na forma de se vestir e na forma de lutar e de se calçar. Pois bem, ainda até hoje no nordeste o "xaxado" é dançado com alparcatas de sola, e do mesmo jeito que os cangaceiros dançavam na época do cangaço.
   O bando de lampião mesmo com toda aquela truculência que eles tinham, eles gostavam de festas, de dançar e de lutar. E tudo isso influenciou o povo sertanejo e nordestino. Depois do fim desse período chamado "cangaço" foi que sobrou para nós nordestinos, essa influência de musicalidade como o "xaxado" criado pelo cangaço.
   Quando eu falo de luta, eu quero me referir as dificuldades que o povo nordestino enfrenta tanto no sertão quanto em outro lugar, o povo nordestino tem a coragem de enfrentar as adversidades, superá-las e vencê-las. Nós temos isso que a nossa marca. Do mesmo jeito o cangaço tinha quando eles estavam em dentro da caatinga em pleno sertão do nordeste.
   Mas eu quero falar mesmo em um acessório que eles deixaram e que nós copiamos como tantas outras coisas que foi a "ALPARCATAS". Elas já existiam desde os tempos de cangaço, e podem ser facilmente encontrada em registro na história que aconteceu nos anos de 1920 a 1930.
   Hoje as alparcatas viraram Chinela de Sola, ou sandália de couro todas ou quase todas, são artesanais. As alparcatas fizeram por muito tempo a história do povo sertanejo, e ainda estão penduradas ou expostas nas milhares de bancas de madeiras em uma infinidades de feiras livres espalhadas pelo sertão e pelo nordeste do Brasil.

7 de jun de 2014

PRODUTO SERTANEJO

                 
                        Fonte da imagem: aartedebebida

                             UMA BEBIDA TRADICIONAL NO SERTÃO

   Todo mundo já está cansado de saber que a região nordeste do Brasil é muito conhecida pelas suas bebidas artesanais ou não, com álcool ou não. Lá tem a Cachaça artesanal ou industrializada conhecida com Pinga, Aguardente, ou até mesmo a Cajuína ou Jinjibirra e outras. 

  Pois bem, essa região é um celeiro de cultura e de idéias tanto no que se refere diversão e arte, como também nas suas tradições. Vamos falar de uma bebida artesanal bem conhecida pelos turistas e pelos os sertanejos. O seu nome se chama Cachimbo, e é uma bebida tipicamente Nordestina.  

  Ela é feita de cachaça de cabeça misturada com mel, oferecida pelos donos da casa a alguns amigos quando chegavam para visitar o recém nascido. Essa cachaça é preparada muito antes da criança nascer , ela é uma tradição do sertanejo, e de alguns estados nordestino

  O sabor do cachimbo depende das frutas utilizadas de época em que está sendo utilizadas no preparo. É preparada com mel de abelha, cachaça suco de laranja, cravo, canela e muitas outras ervas como, arruda cebola branca, cominho, alfazema, erva doce e outras. 

   Você pode usar desde umbu, coco, limão, maracujá, goiaba, manga etc. No nordeste tem uma grande variedade de frutas tropicais. Para preparar essa deliciosa bebida regional com qualquer sabor, fica ao gosto da pessoa que está fazendo ela.  

   Vai depender  muito da época de cada fruta . Essa tradição é muito comum em Pernambuco e Alagoas. Dizem os estudiosos, que o cachimbo puro não é recomendável, pois ele misturado com frutas e outras essências, é mais saudável para as paridas poderem tomá-lo. 

   Elas podem prolongá-lo durante todo o seu resguardo. Entre causos e contos, histórias e tradições, o Nordeste sem dúvida é passado, presente e futuro em cultura popular. Não existe um cantinho dessa linda região, que não se fale em cultura, ou que não faça cultura. 

   Nordeste é berço de trovadores e poetas, pintores, cantores e doutores. Sertão, uma explosão de sons e de cores. Uma verdadeira aquarela quando chove. Essa é mais uma história de bebidas feitas com cachaças de cabeça artesanalmente, e que faz parte da cultura nordestina.



12 de jul de 2013

BACAMARTEIROS



  

UMA TRADIÇÃO DO NORDESTE
         
         

       Uma tradição do nordeste do brasil são os bacamarteiros na época de são joão (24 de junho)ele é composto de homens e mulheres. As mulheres trajam vestido de chita e chapéu de palha. Os homens ficam atrás, e vão disparando tiros de bacamarte.
        

        O grupo tem mais de sessenta participantes. Esse folclore sempre é acompanhado de muita música e dança. A forma dos bacamarteiros se apresentarem é bastante primitiva. Não existe formalidades nem regulamentos, é só obdecer ao sargento e saber manejar a arma.
         

         Esse folclore quando está sendo apresentado para o público é acompanhado pelos estrumentos como: Sanfonas de oito baixos, o triângulo, sabumba e banda de pífanos. Sempre é tocado uma melodia de xaxado, nos desfiles sempre é acelerado, ou lenta nas evoluções.
         

           Para ter destaque como comandante desse festejo, eles exibem estrelas nos ombros e nos chapéus, e ainda usam bengalas e guarda chuvas como símbolo. O bacamarteiro é nada mais nada menos que um atirador que usa uma arma conhecida como bacamarte para efetuar disparos de pólvora seca. Eles não utiliza balas, a brincadeira é considerada segura.
         

            O espetáculo é com muito barulho e fumaça. A tradição tem a origem nas festas do cangaço. Ela é difundida por todo o sertão nordestino onde os bacamarteiros brincam de tomar fogueiras ou disputam o maior tiro nos terreiros das fazendas.
          

             Esse folclore tem pessoas de todos os níveis e de posição social, participando da brincadeira, como: Comerciantes e artistas independentes, uma verdadeira guerras tradicionais sertanejas que essas pessoas fazem dessa festa.
                           

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