, A ARTE DE NEWTON AVELINO: Animais do Nordeste

Curta Nossa Página do Facebook!


  • Desenvolvido Por Iago Melanias

    Curta Nossa Página do Facebook!


  • Desenvolvido Por Iago Melanias

    SEGUIDORES

    Confira a arte do artista potiguar Newton Avelino, na sua galeria permanente. Adquira já uma obra!
    Mostrando postagens com marcador Animais do Nordeste. Mostrar todas as postagens
    Mostrando postagens com marcador Animais do Nordeste. Mostrar todas as postagens

    28 de dez de 2015

    TATU BOLA

     
    Fonte da imagem: novo

                                                         
                                    

                                 ANIMAL DA CAATINGA


          

           Se tem um animal da caatinga do nordeste brasileiro que é muito caçado e pior, “indiscriminadamente”, esse animalzinho é o nosso tatu bola. Tanto pela falta de conscientização do homem do campo, como pelos caçadores de plantão, esse é o nosso tatu bola, do gênero Tolypeutes, Tolypeutes tricinctus e Tolypeutes matacus. 


          

            Ele também é conhecido em algumas outras regiões do Brasil, sem falar na Argentina, Paraguai e Bolívia. Em alguns estados da região nordeste, tem a caça ilegal, depois são vendido a beira das estradas desse sertão de meu Deus


         

         Foi comprovado que o manejo e consumo do animal, além de crime ambiental, pode trazer sérias consequências de doenças para quem consome a carne desse animal. 


         

          O IBAMA alerta a população para que não consuma carne de tatu, pois esse em pesquisas recentes, traz um fungo que provoca micose pulmonar, e foi comprovado em pesquisa nos USA que o animal é depósito de micróbio transmissor da hanseníase. 


        

         O tatu bola, é uma espécie de tatu que não escava buraco, ele se protege do agressor com a sua couraça ou seja, o seu casco fica em forma de bola. Ele aproveita tocas feitas por outros animais, para se esconder. 


       

        Geralmente os tatus caçam à noite. Seu alimento preferido são os cupins e as formigas, além de cascas de raízes. Ele tem um comprimento de 39cm e chega a pesar até 1,5 Kg. As fêmeas chegam a ter dois filhotes por ninhada. 


       

       Esse animalzinho é muito conhecido no nordestino sertão , mas sempre está sendo perseguido pela natureza de destruição do homem. Sempre vemos a caça indiscriminadamente sem chance de procriação desses animais. 


         

        Isso é consequência dessas pessoas, de não terem acompanhamentos de informações sobre a preservação do bioma em que eles vivem, e das espécies que lá estão. Seria necessário uma capacitação de conscientização para ensinar essas pessoas a aprenderem a conservar o meio ambiente aonde eles vivem. 


          

         Pois essas pessoas, são pessoas que não tem opinião formada sobre preservação ambiental ou de qualquer outro gênero. Já há muitos anos que essa espécie de animal nativo do bioma nordestino, vem sendo ameaçado. 


           

           Estamos no século XXI, sabemos que as coisas mudaram e as pessoas não precisam mais fazerem esse tipo de coisa, como fazem até hoje. É triste mas é uma realidade, podemos dizer que é cultural mesmo, algumas coisas. Se preservassem poderiam ter o período de calça liberado. Mas isso hoje é ilegal, é fiscalizado pelo IBAMA. 


          

            Hoje, depois de tudo que foi comprovado sobre o tatu, talvez as pessoas tomem consciência e deixe o animalzinho em paz. O estado do Piauí já registou mais de 100 casos de micose pulmonar, transmitida por um fungo que reside no solo. 


         

         Esse fungo fica depositado no tatu, animal silvestre muito conhecido, consumido e comercializado nessa região. Também tem a questão dos poços artesianos, que é outra fonte que pode ser uma das formas de transmissão desse fungo. 




          Então por via das dúvidas, é bom as pessoas tomarem mais cuidado e deixarem o tatu de lado começar a comer outro tipo de carne. No caso dos poços as pessoas tem que usarem luvas.







                                                                                                     

    25 de ago de 2015

    ABELHAS SEM FERRÃO

                                          Fonte da imagem: educammc13

                                           MEL NATIVO DO SEMIÁRIDO     

        A abelha jandaíra é uma abelha sem ferrão, responsáveis pela polinização de 60% das plantas da caatinga, bioma da região nordeste brasileira. Essas abelhas também são encontradas em alguns pontos da mata atlântica. Pesquisadores falam que um terço das espécies dessas abelhas, está correndo risco de extinção. 

       A degradação do eco-sistema brasileiro é um dos motivos. É muito importante a conservação delas porque elas são responsáveis pela perpetuação da floresta e sua biodiversidade, como polinizadoras. Esse extrativismo predatório desenfreado e o desmatamento sem controle reduz as colônias, infelizmente. Ela é encontrada nos estados do Rio Grande do Norte, Paraíba, Ceará e Pernambuco, tendo a cidade de Mossoró o maior número de meliponicultores dessa espécie. 

       Elas produzem em ocos de árvores nativas da caatinga, e são encontradas principalmente em imburanas (Commiphora leptophloes – Burseracea e pela caatinga (Caesalpinia microphiylla – Leguminosae). A criação dessa espécie é uma atividade nobre, economicamente viável e sustentável. Devido elas não terem ferrão, sua criação se dá sem a necessidade de grandes estruturas ou mesmo sem precisar de roupas de proteção. 

       Elas são encontradas nas zonas rurais em beirais de casas. A criação em cativeiro dessas abelhas, é antes de tudo contribuir para a preservação da caatinga, além de ser uma atividade prazerosa. Esse mel nativo do semiárido, muito conhecido pelas suas características medicinais, ele não é muito disseminado pela baixa produtividade, mas é um importante reforço para o orçamento de pequenos produtores. 

       No Nordeste brasileiro usa-se o mel da abelha Jandaíra para colocar sobre feridas, curar conjuntivites, dor de ouvido e outras enfermidades de doenças de origem bacteriana. A colméia da Jandaira produz um litro de mel por ano, já a africana uns cinqüenta litros. Isso tem um motivo, a abelha Jandaira em sua colméia tem em média mil abelhas, ao passo que a africana em sua colméia tem oitenta mil abelhas. 

       Essas espécies vivem em colônias compostas por muitas operárias, que são responsáveis pela construção e conservação das colmeias. As jandairas são abelhas dóceis e de fácil manejo, fabricando um mel de raríssima qualidade e de alto poder medicinal. Talvez a diferença dessas abelhas para as africanas seja esta.



    16 de fev de 2015

    ASA BRANCA

                       
                                                                        Fonte da imagem: avedomestica
                                                



                                            SÍMBOLO DO SERTÃO NORDESTINO



         A caatinga é um bioma da região do sertão do nordeste brasileiro e que não se acha em nenhum lugar do mundo. Nesta região existem muitas espécies de aves já catalogadas e algumas já seriamente ameaçadas de extinção devido à destruição de seu habitat que, infelizmente, ocorre pela mão do homem.

       
         Mas, hoje vamos falar de uma dessas aves que é símbolo de beleza e de imponência deste bioma: a asa branca. É muito difícil encontrar alguma pessoa que nunca tenha ouvido falar desse pássaro, mesmo porque ele é tema de música que virou um clássico nordestino, digamos, um hino, canção essa interpretada por Luiz Gonzaga.

       
         O nome científico deste pássaro é Patagioenas Picazuro, vem do nome indígena guarani “Picázuro” e faz referência à carne amarga que a ave possui. Alimentando-se de pequenas sementes e frutos pequenos, encontrado no solo da caatinga a asa branca vive nos campos com árvores, no cerrado e na caatinga possui natureza migratória e pode voar longas distâncias e em grandes altitudes.

       
        Ela se reproduz durante o ano todo, o seu parceiro é quem escolhe o local do ninho e também é quem demarca o seu território com voos altos. Geralmente o ninho dessa linda ave é feito em árvores com pelo menos a 3 metros do solo ou mesmo na parte mais baixa das árvores do cerrado. 


         A postura da asa branca é de um só ovo por vez. Elas incubam de 16 a 19 dia e o casal é quem cuida do filhote e por possuírem uma fase de desenvolvimento muito rápido dificultam os pesquisadores de verem a fase de crescimento dos mesmo. Eles só são visto mesmo, quando a sua plumagem já está igual aos adultos.

       
       A asa branca é um misto de história de um pássaro guerreiro que leva a força e a determinação do povo do sertão do nordeste brasileiro. Não é à toa que essa ave serviu de inspiração para o cantador nordestino usa o seu nome para fazer e cantar uma das mais belas canções do cancioneiro sertanejo.



    18 de abr de 2014

    O JUMENTO

                          
                                       Fonte da imagem: Chico Câmera

                          


                    CONTRIBUIU PARA O PROGRESSO
               
           


          Que o Jumento é um dos símbolos mais fortes da região Nordeste do Brasil, disso ninguém tem dúvida, ele é um animal que deu e ainda dá a sua contribuição para essa região.

           


         Claro que na época do Brasil colônia e império ele foi imprescindível para a economia da região e até da nação. Com o avanço da modernidade e da tecnologia, ele ficou obsoleto. Mas isso é também uma controvérsia. Sabemos que para os pequenos agricultores do sertão nordestino ele é muito útil.

            

          A sua proliferação sem controle causa dor de cabeça para algumas pessoas. No entanto no meu ponto de vista, a responsabilidade é do homem. Realmente disso ninguém tem dúvida, também não é surpresa pra ninguém.

            


          Neste caso, ou em outros casos, ninguém quer tomar pra si a responsabilidade de controle dessa espécie no território do Nordeste. Talvez porque não der mais lucros aos grandes fazendeiros da região. Quando ele era aproveitado nas tarefas do dia a dia nas grandes fazendas, ele era visto com bons olhos.

           


           Hoje esse animal nessa região, já não é mais tão valorizado, pelo contrário, por uma pequena minoria ele é visto de outra forma. Venho aqui parabenizar a Secretaria de Agricultura de Lagoa Grande-Pe no alto sertão do São Francisco, que vem tirando das áreas urbanas da cidade, os jumentos encontrados soltos nas vias públicas.

             


          Eles mandam os animais recolhidos para o Parque Ecológico dos Jumentos, no distrito de Rajada, uma zona rural de Petrolina. Essa área foi idealizada pelo deputado estadual dessa região.

             


           Essa reserva foi feita para abrigar estes animais de toda aquela região no intuito de evitar que os animais continuem provocando acidentes nas estradas, ao mesmo tempo em que eles também se tornem vítimas.

             


           Quisera que tivesse mais pessoas para abraçar uma causa tão bonita como essa, de proteger animais tão dóceis como esses, e que não fazem mal a ninguém, pelo contrário, ajudou no desenvolvimento do homem sertanejo e no crescimento do Brasil. Parabenizo a atitude de pessoas como essas. Esse projeto é muito importante para o sertão dessa região.






    Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...

    GOSTARIA DE ASSINAR O NOSSO FEED?

    100% gratuito

    RECEBA AS ATUALIZÇÕES DO NOSSO BLOG DIRETAMENTE NO SEU E-MAIL

    FIQUE POR DENTRO DAS NOVIDADES DO BLOG