, A ARTE DE NEWTON AVELINO: CULINÁRIA NORDESTINA

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    21 de fev de 2017

    TRADIÇÃO DA CAATINGA

    PRATO APRECIADO POR TODOS | Fonte da imagem: Governo do Estado do Piauí












    PRATO APRECIADO POR TODOS






          A carne de bode assada, é uma tradição dentro do Nordeste brasileiro, principalmente nos estados do Piauí, Maranhão e Ceará. Apesar dela não ser tão consumida no litoral nordestino, ela é muito apreciada nas regiões que ficam na faixa da sub-região chamada de sertão. Há um crescimento muito forte da criação da caprinocultura, pois com isso, o consumo da carne desse animal vem crescendo também a passos largos. 





          O sertanejo tem o habito de criar esse tipo de animal, pois esse é um animal que consegue se adaptar com mais facilidade a regiões mais secas do Nordeste brasileiro. A carne de bode é uma carne que sendo bem tratada, ela pode surpreender e muito a quem a saboreia, pois, a degustação desse manjar, sempre vem acompanhado de alguma coisa da terra. Não é de hoje que eu sempre digo que, a culinária nordestina é uma das mais inovadora e tradicional das regiões brasileiras. Tem uma outra culinária que se aproxima muito da cozinha nordestina que é a cozinha mineira. 





          Pois bem, dependendo de quem prepare a carne de bode, isso pode vir a ser o diferencial, pois essa carne precisa que fique macia e que fique sem aquele cheirinho tradicional que ela tem, então com um tempero apropriado e uma boa técnica para deixar a carne macia, isso pode ser o diferencial entre um grande sucesso ou um total fracasso. Como a cozinha nordestina tem um tempero picante, aromatizado e que modifica muito os pratos preparados por muitos, isso é de fundamental importância na hora de se preparar esse manjar. 





          A carne de bode pode ser servida de muitas formas, e nas três refeições, ou seja: café, almoço e janta. Pela manhã ela pode ser servida com cuscuz e com tapioca. No almoço ela pode ser servida normalmente acompanhando a refeição, e no jantar pode vir a ser servida com uma bela macaxeira. Como vemos, essa carne faz muito sucesso entre os nordestinos, principalmente aqueles que moram no sertão nordestino. A carne antes de mais nada, tem que ser salgada e colocada no sol. 





          Então depois de pelo menos uns dois dias no sol ou um dia e uma noite ela já está pronta para ir para o fogo. Sempre é bom avisar que, após tudo isso, é preciso tirar o excesso de sal grosso, da carne. Isso é fácil de fazer, é só ir lavando a carne na água corrente, só assim é que se deixa a carne no ponto para ser consumida. Vamos lá, ingredientes: Você pode pegar uns 3 kg de carne de bode, 1 colher de chá com pimenta do reino moída, 1 colher de chá de cominho, manteiga da terra a gosto, sal a gosto. 





          Modo de preparo: Pegue a carne e misture nela a manteiga com a pimenta do reino, o cominho, junte tudo dentro de uma tigela e deixe pegar o tempero por pelo menos uns 30 minutos, depois corte essa carne em pedaços maciços, e com ossos de costelas ou não. Leve-os para a grelha, que deve ter pelo menos uns 25 cm acima da brasa. Deixe assando por 20 minutos de um lado e do outro, é só de vez enquanto ir virando, depois é só servir com uma bela macaxeira cozida ou frita. Como vemos, esse é um prato simples que, além de ser saboroso, é muito apreciado entre os nordestinos. Dentro do Nordeste brasileiro, principalmente nessa região chamada de sertão, esse é um prato típico que todo nordestino e quem não é, gosta de apreciar. Vindo ao Nordeste, procure degustar o “bode assado com macaxeira”.







    15 de jan de 2017

    DELÍCIA REGIONAL

    MANJAR NORDESTINO | Fonte da imagem: Blog do Rodrigo Ferraz










    MANJAR NORDESTINO








            Não tem jeito, a culinária nordestina é uma das mais apreciadas do Brasil e uma das mais exóticas. Com seus temperos picantes e aromatizados, o sabor da culinária do Nordeste brasileiro surpreende tanto pela inovação de pratos e pelas misturas de sabores e de temperos, quanto de sabores, pois é isso que faz desses pratos, verdadeiros manjares. A adversidades que existem nessa cozinha regional, leva aos apreciadores de uma boa gastronomia, a terem a oportunidade de provarem belos pratos com temperos e sabores picantes. 






           O prazer da gula, aguça o desejo das pessoas provarem o melhor da cozinha regional do nordeste brasileiro, pois são pratos regionais que aguçam os nossos sentidos. O prazer de comer uma boa comida nordestina, faz da culinária regional dessa região, uma fonte de prazer e de alegria para todos que provam das comidas de cada estado dessa região. Vamos falar sobre a tripa assada de bode. Esse prato é praticamente feito do mesmo modo em toda região nordestina. Como o pé de bode, cabeça de bode, buchada de bode, carne de bode, costela de bode, tripa de bode, miúdo de bode. 






          Como vemos, do bode não se perde nada, tudo é aproveitado, pois a inteligência do homem sertanejo e a necessidade, fizeram com que essas pessoas dessa região, economiza-se tudo que ia ser descartado, pois com isso, eles foram criando pratos exóticos e enriquecendo culturalmente a cozinha regional. A inteligência do homem do campo é bem fértil quando se trata de comidas regionais e exóticas. Acho que hoje, no sertão, a carne de bode é uma das mais consumidas pelos nordestinos. 






           Para se preparar uma boa tripa assada, você precisa em primeiro lugar, comprar a tripa de bode fresca e limpa, depois quando chegar em casa, essa tripa deve ser lavada e muito bem lavada, já que nelas, contém as vezes dos animais. Para uma perfeita higienização, primeiro você procura uma varinha de marmelo para introduzir dentro das tripas, em água corrente, para poder tirar toda sujeira e gordura que esteja lá dentro, depois limpa uma a uma com limão, só assim, as mesmas, vão ficar com uma boa higienização, depois é bom colocá-las em água fervendo, para tirar o sal e depois poder ser consumidas. 






           No caso de você não ter a varinha de marmelo, uma mangueira fina com água corrente também pode ser introduzida dentro dessas tripas. Esse prato é muito simples de fazer, pois o que vai dá mais trabalho para você, é a limpeza delas, pois tem que ser uma limpeza minuciosa. A quantidade da porção que você quer fazer é que vai dizer para você o quanto de tempero é que você vai colocar nelas. Para 500g de tripa de bode, você pode usar 1/5 xícara de óleo, pois depois de pronta você vai fazer a farofa. Você pode usar sal, colorau e coentro a gosto, alho e pimenta do reino. 






           Quando elas estiverem ficando crocantes pode colocar 1/5 cebola picada, pimentão e tomate. Depois deixe em fogo baixo e vá sempre virando as tripas na frigideira. Quando elas estiverem começando a assar ou a ficar tostada, você põe todo o tempero dentro da frigideira e vai observando até elas ficarem crocantes, depois disso é só ir colocando um pouco de farinha até ficar uma farofa sertaneja de tripas de bode. Esse prato pode ser servido com um arroz de leite ou branco e feijão, ou pode ser acompanhado só com só com o arroz branco.




    15 de dez de 2016

    TRADIÇÃO DO SERTÃO

    INFLUÊNCIA EUROPEIA | Fonte da imagem: youtube












    INFLUÊNCIA EUROPEIA








           A criação de animais e aves domésticas no Nordeste brasileiro é muito comum, desde os séculos passados, ou seja, desde o Brasil colônia. É muito comum, no sertão nordestino, ou mesmo em qualquer outra sub-região do Nordeste brasileiro, sempre vamos encontrar criações de galinha caipira, nos sítios e fazendas dessa região. A galinha caipira é criada de acordo com as possibilidades de cada um desses agricultores, mas tem uma tradição nessa região, que no mínimo é intrigante. Vamos falar aqui, do capão, é como se chama um frango caipira que eles criam por lá. 






          O capão nada mais é do que um frango castrado quando é pequeno, e que tem pelo menos uns 3 meses de vida, sendo alimentado à base de milho e comida caseira, para depois ser consumido entre 6 a 8 meses. Nesse meio tempo, com esse frango sendo sevado a base de milho e comida caseira, é claro que ele aumenta de peso, e seu nível de gordura aumenta sensivelmente. Essas aves passam a comer mais do que o habitual, e a sua carne termina sendo mais saborosa do que a carne de um frango comum. Geralmente esses frangos são sevados para serem consumidos na época do Natal. 






           As regiões da Itália e de Portugal, eles ainda mantem essa tradição, a Espanha também mantém essa tradição. Depois que o capão é abatido, limpa-se a ave com água corrente e depois coloca-se ele dentro de uma panela média que dê para o frango ficar tomando o tempero. Primeiro tempere o mesmo, com sumo de laranja, vinho, alho sal e pimenta. Para que o tempero penetre é preciso picar a carne da ave, com um garfo ou com a ponta de uma faca serra.  






           Todo esse tempero, tem que ser feito na véspera de Natal, ou seja, um dia antes da ceia de Natal, só assim, o capão pega mais tempero e fica com um sabor bem especial. Ingredientes, para rechear o frango é preciso de miúdos, 200 ml de pinga, 1 dente de alho amassado, cebola picadinha, pimenta do reino a gosto. Para rechear o mesmo é preciso de miúdos, 250 gramas de manteiga ou margarina, 1 dente de alho picado, toucinho, 1 pimentão picado, 2 tomates picados, 100 gramas de castanha de caju, cebola picada, uvas passas sem cimentes, 150 g de farinha de milho. 






           Depois que fizer essa farofa com todos esses ingredientes coloque dentro do frango e costure.  Depois que tudo isso estiver feito, então pincele o capão com a manteiga ou margarina, colocando o mesmo em uma bandeja, depois leve ao fogo que esteja já pré-aquecido a 200 C. Então deixe assar por cerca de uma hora. De vez enquanto tem que regar o mesmo com o molho que se forma na forma. Esse procedimento é necessário para que o capão não fique ressecado. 






           Esse é um prato muito tradicional no sertão do Nordeste brasileiro, mesmo não tendo a mesma tradição que tinha nos anos 1970, ainda é muito presente na cultura sertaneja, principalmente na época de natal. O consumo de peru na ceia do nordestino na época de natal, também é outro prato que os sertanejos gostam de fazer, mas aí é outra história.















    8 de out de 2016

    MEIO DE SOBREVIVER

    AVENTURA NA NATUREZA | Fonte da imagem: maispb











    AVENTURA NA NATUREZA









          Se existe uma mania que o nordestino gosta de ter, essa mania é de comer caranguejo. Isso é quase que uma instituição nordestina, pois a pesca, o consumo dessa iguaria é muito comum pelos nordestinos, com uma ressalva, a prática do consumo de caranguejo, é mais comum nas regiões litorâneas, e se estende até a parte canavieira nordestina, com menos intensidade, mas que, se pode encontrar em alguns restaurantes dessas regiões. 






          Já no sertão, podemos encontra-lo, como também o camarão, mas já é mais complicado de ser achado. Isso tem uma lógica exata, é que no litoral, os mangues são frequentes pela aproximação do mar, e que, no resumo de tudo, é bem explicável, pois o cardápio da região litorânea, naturalmente termina sendo de pescados e crustáceos. Muita gente utiliza ou entende o termo pescado, como sendo apenas os peixes, mais, crustáceos como lagostas, camarões, siris, caranguejos, tatuís e outros, também se encaixam nessa classificação. 






           Já mais para os lados do sertão, como naturalmente não existe mar, o cardápio é outro, e não deixa de ser saboroso e ter aromas simplesmente irresistíveis, tais como: uma carne de sol assada na manteiga do sertão, paçoca de pilão, farofa d’água, pirão de queijo, bife acebolado na manteiga, arroz de leite, feijão verde e muito mais. Então como vemos aqui, no sertão, no máximo, a gente come um peixe de água doce, assado na brasa, tais como: curimatã, piau, mandi ou alguma outra espécie de peixe introduzia nos açudes do sertão nordestino. 






           Mas voltando para o litoral, vemos que o consumo do caranguejo é unanimidade a onde você se encontre nas cidades praianas do nordeste brasileiro, isso tanto faz ser na beira da praia como também nos restaurantes do centro da cidade. Vemos que esse hábito cultural dos Nordestinos, está presente na cultura local. Em cada barraca de praia, em cada restaurante regional, em cada hotel da cidade e por aí vai. 






            A pesca desses crustáceos, além de ser difícil e perigosa, ainda tem pela frente, a dificuldade do terreno dos mangues, pois os manguezais são ecossistemas costeiros que tem uma gama de plantas e espécies vegetais típicas desse tipo de terreno, que dificulta muito o acesso desses pescadores para capturar esses crustáceos. Esses terrenos, são terrenos com bastante lama, e que, quando os pescadores se aventuram de mangue a dentro, eles vão se atolando, pois, esse terreno tem um tipo de lama preta muito pegajosa que deixa as pessoas que estão pescando, todas atoladas, com pouca locomoção dentro do terreno do mangue. 






            O caranguejo-uçá Ucides Cordatus, é típico desse ecossistema, e desempenha importante papel na cadeia alimentar, oxigenação e na drenagem do sedimento e nos ciclos biogeoquímicos. Essa espécie tem uma elevada importância socioeconômica para as comunidades costeiras do nordeste do Brasil e toda costa do Brasil. 






           O mais importante nisso tudo, nesse contexto de preservação do ambiente e no aquecimento da economia desses locais, é que, sempre seja respeitado o período da “andada” do caranguejo, que é um período de defeso desses crustáceos, pois só assim, é que, todo esse ciclo venha a ser preservado, tais como: a preservação dos mangues e dos caranguejos, e o período da pesca desses caranguejos, para que o pescador e a sua família, venham a ser beneficiada com a venda desse produto.








    17 de set de 2016

    FESTIVAL GOURMET

    SABORES DOCES DO BRASIL | Fonte da imagem: catequesedeconquista











    SABORES DOCES DO BRASIL










          A época junina, é uma época dedicada a três santos da igreja católica, nessa época, tudo gira em torno das comemorações de uma história milenar, e que foi introduzida, pelos portugueses, na época do Brasil império. Sabemos também, que muitas coisas, foram modificadas dentro de alguns aspectos, dentre todos os aspectos, o mais importante foi que, conseguimos adaptarmos todos os nossos gostos e costumes a uma influência europeia que foi o início de tudo. Porém hoje, podemos dizer que a nossa cultura ficou realmente genuinamente brasileira, mas que dentre tudo isso, essa influência, só veio enriquecer o nosso folclore e deixar um pouco disso tudo dentro dessa cultura tão linda que é a nossa. 






           Bom, sabemos que dentre tantas vertentes culturais, teve uma dessas que foi fundamental para as nossas vidas, que foi a nossa culinária. Pegamos algumas receitas europeias, indígenas e africanas, e soubemos adaptar os nossos próprios temperos, as nossas próprias ideias e também as nossas matérias primas, para deixar o nosso mundo gourmet, mais aromático e mais picante. Diante de tudo isso, soubemos integrar todos esses pratos a cada festa comemorativa do ano. Então uma dessas festas mais esperada pelos brasileiros especialmente o nordestino, é a festa junina. 






          Quando chega os festejos juninos, a alegria é estampada no rosto de cada um dos que aqui moram, e também pela diversidades de cores, sabores, sons, e danças. Vemos que, se as festas juninas, com suas quadrilhas e os seus arrais, não for a primeira festa mais comemorada do Brasil, eu acho que ela fica entre as três festas mais comemoradas do nosso Brasil. Nessa época, as comidas juninas são fartura e colírios para os olhos. São centenas e mais centenas de comidas típicas, cada uma com pratos mais saborosos do que outros. 






          Geralmente as comidas são vendidas em barraquinha devidamente estilizada, com muito colorido e com toda decorada com bandeirinhas. Podemos encontrar nessas festas juninas, pratos como: canjica, pé de moleque, broa de fubá, cocada, doce de abóbora, cajuzinho, doce de batata doce, maria mole, pastel junino, cuscuz, munguzá, quebra queixo, suspiro, pé de moleque, quindim e tantas outras guloseimas. As comidas doces feitas no nordeste brasileiro, são praticamente unanimidade quando chega a época junina. 






           O interessante dentro do ciclo junino é que praticamente as comidas são quase todas à base de milho. É justamente na época da colheita do milho que começa as festas juninas. Não é mole não, o cardápio dessa região tem comidas simplesmente que chamamos de manjar, pois elas tem aromas e temperos que leva o nosso paladar a loucura. O bolo de macaxeira, o curau, bolo de milho e ovos e tantas outras iguarias feitas pelas mãos divinas das cozinheiras nordestinas só nos deixar a dizer um muito obrigado por essa arte tão divina que é a arte de fazer pratos maravilhosos. 






          Essa festa realmente no nordeste brasileiro, ela é diferenciada de outros cantos ou outras regiões do nordeste brasileiro. Então o período junino para todos nós, é um momento de confraternização e muita festança no que se refere essa comemoração. Também podemos ver que, o forró é tocado quase à noite toda, isso para animar os mais afoitos, pois é no chiado da chinela e comendo muita pamonha e canjica, que o forró é dançado quase que até pela manhã. Então posso dizer, que o nordeste representa essa festa com muita competência, pois falar em festa junina e não falar de Nordeste, é mesmo um quase que um pecado.



    30 de ago de 2016

    IGUARIA NORDESTINA

    PRATO EXÓTICO | Fonte da imagem: fazer-e-comer











    PRATO EXÓTICO








          O nordestino por si só, é um grande inovador, um criador de novas ideias, e por isso, sempre estão inventando algo novo, isso tanto no que se refere ao turismo, a sua cultura, a sua culinária e também no empreendedorismo. Hoje vamos falar um pouco, da cozinha nordestina. Desde a época da colonização no Brasil, o nordeste do brasileiro, teve muita influência de outras culturas, isso na sociedade em geral, nas festas, na música na culinária e em outros seguimentos. 





          Vamos falar hoje, da cozinha nordestina. Ela é uma das mais inovadoras cozinha brasileira. Com seus temperos picantes e aromáticos, essa cozinha tem manjares divinos. O interessante de tudo isso, é que, uma mesma comida regional, pode ter nomes diferentes dependendo de estado para estado. Muitos pratos exóticos feitos no sertão nordestino, são apreciados pelos sertanejos e por alguns turistas, isso leva a crê que, essas iguarias, são divinamente preparadas com sabores e aromas tipicamente com temperos e preparos nordestinos. 





          Pratos como língua de boi, cabeça de bode, tripa assada, coração de boi na grelha, arroz com pequi, chambaril, pé de boi, capão com xerém de milho e tantos outros pratos que essa cozinha no proporciona. Esse é só um aperitivo de como é a cozinha nordestina, essa cozinha quase toda exótica. Com pratos mirabolantes e com o requinte de extrema sensibilidade no mundo gourmet, essa cozinha vai se destacando para o mundo. 





          Mas hoje vamos falar de um prato que é a base de peixe, e que, é mais um prato exótico no mundo gourmet dessa cozinha. Ele é feito à base de um peixe que está sendo difundido dentro do sertão do nordeste e em outras sub-regiões nordestina. Esse peixe é a tilápia. Ela é originário da África e que foi introduzido no nordeste brasileiro, com bastante sucesso de produção e adaptação. É da subfamília Pseudocrenilabrinae e em particular ao gênero Tilapia. 





          Esse peixe foi introduzido em quase toda América do Sul e América do Norte, e se adequa a lugares de clima quente. Como preparar: Você pega duas tilápia grande, lava os dois peixes em água corrente e depois de ter tirado as escamas, dá um corte horizontal perto da guelra do peixe, depois puxe a pele dele com um alicate, depois corta o filé na vertical e em cubos, depois tempere-os com a cebola, o pimentão e o tomate, junta a carne do peixe cortada em filés médio e mistura aos temperos. 





          Em seguida, costure as duas pele do peixe ou na máquina ou na mão, as peles que foram tirada com alicate. Depois das peles ficarem costuradas você deixa uma abertura ou de um lado ou de outro, para introduzir os filés de peixe já temperados, dentro da pele. Depois da carne do peixe introduzida dentro da pele, então você fecha com agulha e linha, a pele recheada de carne. 






            Os saquinhos recheados você já coloca dentro de uma panela com um molho de peixe já preparado, deixa uns 30 minutos ao fogo e depois é só tirar os saquinhos da buchada previamente cozidos, aí é só servir com arroz de leite arroz solto ou arroz temperado. Esse prato exótico sertanejo, e outros, são muito apreciados no sertão nordestino. Essa é a cozinha do sertão do nordeste brasileiro, levando para as pessoas, um sabor picante e um aroma divinamente inconfundível.





    26 de jun de 2016

    BOLO VERDE CREMOSO

    SABOR DA ROÇA | Fonte da imagem: blog.tnh1










    SABOR DA ROÇA






         Que a cozinha nordestina é um manjar ninguém tem dúvidas nenhuma, pois os tempero dessa cozinha são aromatizantes, picantes e deixam um sabor incrivelmente diferente das demais cozinhas brasileira. O problema é quando se aproxima a época junina você se esbalda provando tantas comidas típicas a base de milho, e cada uma mais gostosa do que outra. Durante esse período ninguém consegue resistir a essas delícias. São pratos como arroz doce, canjica, pé de moleque, milho verde, bolo de milho, pamonha, bolo de batata, bolo de macaxeira, cuscuz e outros. Como existem muitas comidas a base de milho que são servidas no São João, vamos aqui mostrar como se prepara um desses pratos. Ele é o bolo de milho verde.






            Os ingredientes são: De 4 a 6 espigas de milho verde, 1 lata de leite condensado, 4 ovos ½ copo de requeijão de óleo e manteiga para juntar a forma. Primeiro debulhe as espigas de milho, através das laterais, isso como se fosse cortando mesmo, até ficar só na espiga. Você desse modo, tira todo o milho. Depois coloque o milho, o leite condensado, o óleo, e os ovos no liquidificador e bata por 2 minutos em velocidade alta, depois observe se não existe mais pedaços de milho na massa. 






          Agora, depois que a massa ficar homogênea, você transfere essa massa que acabou de bater no liquidificador, para uma forma untada com manteiga, e leve ao forno pré-aquecido a 180º c, para poder assar por aproximadamente 1:20 minutos. Depois de pronto, retire o bolo do forno, passe uma faca nas laterais e no meio, isso se a forma for da redonda, se for da quadrada é claro que vai ser só nas laterais. Depois deixe esfriar um pouco, e agora é só servi-lo com um cafezinho bem gostoso.






          São comidas doces como essas, que enfeitam as festas juninas e enriquece toda uma gama de comidas a base de milho na época de festejos juninos a cozinha nordestina. Falar do cardápio dessa cozinha é fácil, difícil é você se conter tendo tantas comidas gostosas para serem provadas. O importante nisso tudo foi que tivemos a influência dos portugueses na nossa cultura, mas soubemos adaptar e também criar os nossos próprios pratos. A nossa festa de São João, as nossas comidas, os nossos costumes, nós soubemos criar e fazer as nossas próprias festas e os nossos próprios costumes. 






            Então, nesses tempos de festas juninas, as nossas comidas típicas tem, um tempero todo nosso e um preparo todo regional. O bom disso tudo é que o nosso São João é realmente feito com tudo que a gente criou e elaborou para essa época junina. Sendo assim vemos que as comidas, as festas, as danças e tudo mais, tem a nossa cara. É por isso que a nossa cultura é tão rica e valorizada por nós e por quem termina conhecendo os nossos costumes.

























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