, A ARTE DE NEWTON AVELINO: FEIRAS LIVRES

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    4 de abr de 2017

    COMÉRCIO INFORMAL

    MEIO DE GANHAR A VIDA | Fonte da imagem: Apontador











    MEIO DE GANHAR A VIDA







             Se existe uma coisa cultural dentro do Nordeste brasileiro, essa coisa se chama feiras livres. Elas são antigas e muito populares em praticamente todas as cidades de pequeno, médio e grande porte dentro da região nordestina ou não. Podemos chama-la algumas de shoppings populares a céu aberto, como é a feira de Caruaru, Campina Grande e Recife e tantas outras. Dentro dessas feiras populares, vemos de tudo um pouco. De feira de mangai a todo tipo de buginganga. 





          O mais interessante nessas feiras, é a organização dos produtos, eles ficam em setores predeterminados, tais com: setor da farinha, do feijão, da carne, do peixe das roupas do troca-troca de objetos e por aí vai. É bem comum nessas feiras, as pessoas encontrarem pessoas fazendo refeições com o belo cardápio nordestino, tais como: buchada de bode, panelada, chambariu, bode assado, galinha caipira e tantos outros pratos gostosos da região. 





             Hoje vamos falar de uma dessas feiras que existe dentro do Nordeste, e que pela sua fama, ela é uma das mais frequentadas, tanto pelos piauienses quanto pelos turistas. Vamos falar da feira do troca-troca que é uma feira diferenciada e que já existe há bastante tempo nessa região, já faz parte da cultura local. Ela fica localizada ás margens do rio Parnaíba, na divisa do Piauí com o estado do Maranhão do outro lado fica a cidade de Timon no Maranhão. 






           A feira do troca-troca é uma espécie de feira aonde as pessoas comercializam vários tipos de objetos, tais como: eletrodomésticos, ventiladores, geladeiras, bicicletas, celulares, vasos sanitários novos e usados, e todo tipo de coisas que você possa imaginar. As formas de negociação dos produtos não são apenas trocas, também compras e vendas, no entanto, os produtos tem que terem notas ficais, tanto faz serem novos como seminovos, isso é o que dá segurança e idoneidade dos objetos tanto para compra como para venda e para troca. 






           A feira do troca-troca começou no ano de 1973, mas essa atual foi fundada em 1985, já com muitos produtos e no mesmo lugar. Ela representa um dos pontos turísticos mais conhecidos do estado. Atualmente ela sofre com problemas de infraestrutura, além da falta de apoio ao local. É uma pena, pois esse local é parte da história da cidade de Teresina, precisa ser revitalizado para que os comerciantes possam trabalharem com mais tranquilidade e conforto e para dá mais segurança e conforto para os visitantes. 






           O troca-troca, que surgiu da comercialização de objetos a sombra do pé de uma figueira, foi aonde os camelôs começaram e se organizar e conseguiram juntos a prefeitura municipal, uma boa infraestrutura para trabalharem. Esse local é bem visitado tanto pelos nativos do local quanto pelos viajantes e turistas regionais. Cantada em versos e prosas o troca-troca é uma referência na comercialização de produtos novos e usados. Teresina tem muitos pontos turísticos, mas esse, fica na região centra da capital piauiense onde o fluxo de veículos e pessoas passam freneticamente próximo a ele. Essa feira fica justamente embrenhada dentro desse cinturão comercial da verde cap. 






           Com um grande estoque de mercadorias novas e seminovas, a feira do troca-troca é um atrativo para os que gostam de consumir mercadorias mais barata e de boa qualidade com procedência legal. Não é de hoje que esse local chama atenção da população em busca de novidades e de preços baixos, fazendo disso, um ótimo passeio junto com a família, para conhecerem mais o centro de comercio da cidade verde. São feiras tradicionais como essa que, mostra o quanto o nordestino é criativo e empreendedor nos momentos bons ou ruins do comercio ambulante do nordeste brasileiro. 






           Eu sempre soube dessa feira e via que nela existia como existe até hoje, um meio das pessoas que vivem dentro do comércio informal, gerarem renda e emprego, para poderem sustentar suas famílias e poder contribuir com o crescimento da cidade como um todo. Quando for a cidade de Teresina, procure conhecer os costumes desse povo tão acolhedor e tão hospitaleiro como é o povo piauiense. Sempre é bom saber que, as feiras livres do sertão ou não, do Nordeste, estão a todo vapor no aquecimento das vendas de varejo. 






           Essa feira fica em outra sub-região nordestina que é o meio Norte, e talvez seja uma das maiores do gênero, que está dentro do meio Norte, mostrando que sempre existe uma saída quando nos referimos a produtos novos e usados na base de troca ou não, para que gere sempre emprego e renda através desse tipo de comercialização de varejo, para que as pessoas sobrevivam dignamente. A feira sempre foi um sucesso e é cultural, faz parte da história do povo piauiense e da cidade de Teresina.








    4 de out de 2014

    CORES VIVAS DO SERTÃO BRASILEIRO

                             
                                                       Fonte da imagem: diaadiapicos
                                                                      



                                             A ALEGRIA DE NEGOCIAR
      





          As feiras livres tem a cara do nordeste brasileiro. Elas foram criadas no sertão, para os pequenos e médios produtores venderem as suas as suas safras. Elas sempre fizeram parte da cultura do nordestino. As feiras livres devido a tanto sucesso, se espalharam por todas as partes do território brasileiro.
       




           Nas grandes cidades elas causam contratempos devido a movimentação dos materiais a serem instalados como barracas e as mercadorias. Apesar dos tempos modernos a onde as feras perderam muito espaços para supermercados e shoppings, as feiras nas cidades grandes elas não conseguiram desaparecer não, pois tem muita gente ainda, que gostam de comprar frutas frescas e outros alimentos em feiras livres.
       





           Realmente é um hábito de todo brasileiro frequentar uma feira livre. Elas já existem no Brasil desde o tempo do Brasil colônia, por aí você tira a sua conclusão de como isso é cultural. Elas geram emprego e renda para várias classes sociais. Sejam aquelas pessoas que moram ou não, no interior. As feiras já existiam desde os Romanos e Gregos, aí já é outra história.
       





           Elas começaram mesmo por aqui, foi desde o Brasil colonial, e se espalharam pelos sertões. No Brasil colônia, as pessoas costumavam se reunirem em algum ponto dos vilarejos para venderem seus produtos ou fazerem o sistema de trocas de mercadorias, isso era bem comum naquela época.
       





           Depois os vilarejos viraram cidadezinhas e as feiras foram crescendo no sertão nordestino, já que esse era o único meio de escoar a produção dos pequenos e médios produtores, então o poder público interveio com um propósito de adequar as feiras e padronizá-las e para isso resolveu cobrar impostos.
       





           O bom é que essas feiras no sertão do nordeste brasileiro, elas se tornam ponto de encontro de pessoas, umas comprando, outras vendendo. Lá, as pessoas podem encontrar desde eletroeletrônico até as pequenas miudezas.
       Elas hoje são divididas em setores, como os de frutas, os cereais, os de carnes e peixes, os de animais, e as barracas de comidas típicas, como: buchadas, sarapatel, panelada, galinha caipira e por aí vai. Também tem o setor de "troca a troca", é certo que a feira é um shopping a céu aberto e sem luxo nenhum. Digamos que esse é o shopping do sertanejo do "caboclo" da roça.
       





            As feiras livres do nordeste brasileiro, elas são um colorido só. Tem sanfoneiro, tem violeiro, zabumbeiro, triangueiro, tocador de pífano e tem o forrozeiro pé de serra. As tradições do nordeste você quer ver elas, é só ir em uma feira livre do sertão nordestino, tudo lá parece mais uma poesia.
       





            De cordel a espingarda de soca, de chocalho a pavio de candeeiro, de sandália de sola ao tecido de chita, e por aí vai. Quem conhece uma feira livre no sertão do meu nordeste, vai saber também o prazer que dá,em ser sertanejo.
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