, A ARTE DE NEWTON AVELINO: SABORES DO NORDESTE

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    7 de dez de 2016

    COMIDA DE SERTANEJO

    SABOR DO SERTÃO | Fonte da imagem: piaui.pi













    SABOR DO SERTÃO









           Se existe um negócio que é bem cultural dentro da região nordeste, esse negócio é a fabricação de beiju. Ele é uma espécie de tapioca feito de uma goma mais grossa e que é preparado em casas de farinhas ou dentro de alguma propriedade familiar, ou dentro de cozinhas com fogões artesanais. Geralmente os sertanejos colhem a mandioca, depois fazem o beneficiamento da mesma até o estágio final de levar a goma para a frigideira ou forno aquecido. Geralmente quem ver não imagina o trabalho que dá para fazer essas iguarias. 






           Esse preparo é um processo ou ritual que os sertanejos fazem quando estão fazendo o “Beju”. Primeiro colhem a mandioca na roça, depois descasca a raiz e rala. Depois lavam a mandioca, da qual se obtém a goma na parte líquida, e a massa na parte sólida. O líquido é decantado e tem a água retirada, obtendo-se o amido, que chamamos de goma, depois é colocada ao sol para secar. A parte sólida, a massa, pode ir ao forno para torrar e virar farinha, ou ser misturada a goma, dando assim, origem ao beiju a ser levado ao fogo. 






            O beiju é feito apenas de goma, é o que se conhece como tapioca. Mas na verdade o beiju em muitas partes da região nordestina, é diferente da tapioca, ou seja, ele tem uma textura mais grossa e é bem maior do que a própria tapioca. Essa cultura foi deixada pelos índios para todos nós que temos influências diversas. Com a modernidade, as criações diversas nos beijus ou nas tapiocas, foram se diversificando, como por exemplo, os sabores doce ou salgado, frio ou quente, com recheio ou sem recheio. 






             O beiju ou a tapioca tradicional, são as primeiras que apareceram dentro da nossa cultura, eu sou daqueles que acho que o tradicional ainda pode andar com o moderno, e de mãos dadas. Essa tradição que existe dentro da cultura do Nordeste brasileiro, é bem comum ainda, tanto dentro dos pequenos, médios e grandes centros, mas sabemos que o tradicional ainda continua existindo dentro das casas de farinhas espalhadas por esse Nordeste de meu Deus. 






            As famílias sertanejas, tem essa tradição passada de pais para filhos, e como a região Nordestina é muito comum vermos plantios e mais plantios de mandioca, vemos que as casas de farinhas ainda predominam nessa região, mesmo que ainda seja de forma artesanal, o que mostra que essa tradição de farinhada e de fazerem beijus, ainda continua a todo vapor. Esse alimento é muito presente na mesa dos nordestinos, seja com ou sem acompanhamento. 






           O beiju é degustado com acompanhamento de carne seca, carne de bode, com manteiga, com ovo frito ou simplesmente sem acompanhamento. Essa iguaria é tão presente na mesa dos nordestinos que até com um cafezinho preto ou misturado, ele é bem degustado. Quando o beiju passa de um dia para o outro, ele fica com um aspecto mais duro e crocante, mais não perde o seu sabor, ele mantém o gosto da goma do mesmo jeito de quando foi feito. Ele é uma espécie de identidade cultural nordestina, marcante pelo paladar. Essa iguaria segue fazendo sucesso já há muito tempo, mesmo que seja em versões que não seja a tradicional, ou seja, acompanhado de outros pratos, essa iguaria sempre fará sucesso dentro e fora do Nordeste brasileiro.





    11 de mai de 2016

    CULINÁRIA DO SERTÃO

    CABEÇA DE BODE | Fonte da imagem: blog.tnh1    O nordeste brasileiro é uma região cheia de mistérios culturais, sociais e também econômicos, pois vemos muitas tradições inseridas dentro de um contexto amplo











    CABEÇA DE BODE







          O nordeste brasileiro é uma região cheia de mistérios culturais, sociais e também econômicos, pois vemos muitas tradições inseridas dentro de um contexto amplo e que sempre foi influenciado por culturas europeias, africanas e indígenas, e que no final das contas, vemos que isso também faz parte de uma miscigenação muito forte dentro do nosso país. São costumes culturais, sociais e por que não dizer econômicas que nos torna cada vez mais brasileiros do que nunca. 





          Essa é a nossa história cultural. Hoje vamos falar de uma dessas influências que talvez ou quase certa, tenha vindo junto com os portugueses. Vamos falar da culinária nordestina. Essa é uma das mais ricas culinária que existem dentro do Brasil. A culinária mineira é a que se aproxima mais da culinária nordestina. Com isso eu não quero dizer que as outras culinárias brasileiras não tenha o seu valor, é claro que tem, pois cada uma traz um sabor diferente e enriquecedor no que se refere a sabor, aromas e temperos. 





          Pois bem, vamos falar de um prato nordestino que pouca gente conhece mas que na verdade faz parte da mesa do homem sertanejo, e de algumas cozinhas nordestina. Esse prato é conhecido pelos nordestinos como fuçura e miúdos de bode ao leite de coco. Vamos lá. Ingredientes: uma cabeça de bode, miúdos de bode, que é o fígado, rins e pulmão, coentro, cebolinha e salsa a gosto, meia xícara de azeite, duas cebola, duas colheres de sopa de colorau, três colheres de sopa de vinagre, dois pimentões, quatro dentes de alho picado, três limões, leite de coco e pimenta do reino a gosto. 





          Como preparar: Você tem que limpar bem a cabeça e os miúdos em água corrente ou não, depois pegue o suco de limão e espalhe sobre a cabeça, depois leve ao fogo para escaldar, depois que ferver, escorra a água e lave novamente com o sumo do limão e com sal, depois corte os miúdos e tempere junto com a cabeça com todos aqueles temperos já citados nessa receita. Coloque tudo em uma panela e leve para cozinhar com pouco de água e azeite em fogo brando, pelo menos por cerca de duas horas. 





          Em seguida coloque o leite de coco dentro da panela com a fuçura de bode já temperada, deixe por mais uns dez minutos ao fogo. Depois é só degustar esse manjar com arroz branco ou mesmo arroz de leite. Você também tem a opção de fazer o pirão com o caldo temperado da fuçura que está dentro da panela. Então como a gente ver, a cozinha nordestina tem mil e uma surpresas no que se refere as variedade de cardápios dentro da própria cozinha sertaneja. 





          O mais impressionante dentro dela, é que, as influências que herdamos de outras nações, enriqueceu muito a nossa cozinha, porém com uma ressalva, adaptamos os nossos temperos e costumes então ela se tornou genuinamente brasileira. Isso porque trouxemos para ela, as nossas ervas, que além de deixa-la incomparável, ela se tornou mágica, pois os nossos temperos deram aromas, sabores picantes para ela. No mais, quem prova dos temperos da cozinha nordestina, sente que eles são mágicos, é isso que diferencia os pratos regionais dessa cozinha brasileira.




    9 de jan de 2016

    DELÍCIA SERTANEJA

    Fonte da imagem: ranchonordestino
    Fonte da imagem: ranchonordestino




    UM MANJAR


        
        A maravilhosa cozinha nordestina é destaque em qualquer parte do mundo, resta saber o que não encontramos nela.  A gente ver um pouco de tudo. 


         De cabeça de bode ao chouriço doce, passando por buchada de bode a tripa assada, do mocotó ao sarrabulho, do picado a Maria Isabel, da carne de bode com macaxeira ao mocotó de boi e por aí vai, de tudo você encontra, tanto faz está em restaurantes regionais, como em uma feira livre. 


           Você sempre vai encontrar muitas outras guloseimas e degusta-las, é só querer. Mas, hoje eu vou falar do bolo de tapioca, um bolo bem conhecido na região nordestina. 


           Na verdade a nossa culinária como toda nossa cultura, receberam uma influência enorme entre índios, europeus e africanos e alguns historiadores falam que nas primeiras décadas depois do descobrimento viajantes europeus e de outras nacionalidades já registravam a existência dos beijus feitos de goma pelos índios. 


         Dessa forma, podemos observar que a influência só enriqueceu a nossa cultura, pois fomos adaptando gostos e costumes até conseguirmos apresentar uma culinária genuinamente regional e brasileira, e que não fica atrás de nenhuma culinária internacional.



        O bolo de tapioca é uma dessas maravilhas. Os ingredientes são: 2 litros de leite fervente, 400 ml de leite de coco, 600 g de coco ralado sem açúcar, 1kg de açúcar, 1kg de tapioca granulada (goma granulada), 1 colher de (sopa) de sal, coco ralado para colocar por cima, 2 litros de leite fervente. 


           Modo de preparo: Pegue uma tigela, então coloque 1 kg de tapioca granulada, 1kg de açúcar, 600 g de coco ralado sem açúcar, 1 colher (sopa) de sal, 2 litros de leite fervente e 400 ml de leite de coco. Misture até os ingredientes se incorporarem. 


            Adicione mais 2 litros de leite fervente e misture bem até ficar no ponto, bem homogêneo. Depois transfira a massa para um recipiente plástico, coloque bastante coco ralado por cima, e leve para gelar por 4 horas. Depois é só retirá-lo da geladeira, e está pronto.



         Hoje, com uma diversidade de comidas, diga-se de passagem, a gente ver e sente que cada prato é melhor do que o outro. A cozinha nordestina vem cada vez mais surpreendendo com a sua criatividade, a todos pelo modo de preparo e pelos ingredientes usados. 


          O mundo gourmet nordestino, é antes de mais nada, para quem o faz, um prazer e uma paixão por aquilo que ele está realizando na cozinha e para quem se prontifica a degustar esses manjares é, sobretudo, uma enorme satisfação.





    17 de nov de 2015

    COMIDA SERTANEJA

       
                         Fonte da imagem: marisantablog 
                                  
                                       

                                      
                                       SABOR DO SERTÃO 
         
         

           O cuscuz é um alimento muito gostoso é tem a cara de nordeste. Essa iguaria da cozinha nordestina, sempre é bem vida aos lares dos sertanejos ou não. A matéria prima é o milho, aliás, ele também é usado em quase todo o cardápio da cozinha nordestina. É uma coisa muito fácil de fazer, porém precisa que o sal esteja no ponto, para que ele saia bem gostoso. 


          Para preparar o cuscuz, precisa-se ter mais ou menos meio litro de d’água, sal a gosto, meio pacote de farinha de milho. Primeiro coloca a massa do cuscuz em uma vasilha, então você vai colocando água aos poucos, e vai misturando com a farinha de milho até ficar homogênea, depois deixe descansar uns 5 minutos. É importante que a massa fique úmida, para que o cuscuz fique fofinho e bem gostoso. 


          Depois que a massa descansar, você vai colocando o sal a gosto, e misturando, após isso você vai apertando a massa e vendo se ela está durinha. Quando chegar nesse ponto, você coloca ou no pires ou em um prato médio, depois pega um pano úmido e coloca sobre a massa de cuscuz que está sobre o prato. Então você torce o pano para fazer pressão sobre a massa e o prato. Depois vira e coloca sobre uma panela de água fervendo. 


          Depois de 6 a 8 minutos você tira o cuscuz da panela, pois ele está no ponto de ser consumido. Esse mesmo processo também era feito ou ainda é feito para fazer cuscuz menores, a massa é colocada em um pires e coberta com um pano que é torcido e colocado na boca de uma chaleira. Assim a gente ver que esse processo é simples e também é muito usados no sertão do nordeste brasileiro. 


          A história conta que o vendedor de cuscuz foi uma pessoa folclórica, pois ele estava sempre com um sorriso nos lábios e contando histórias para os fregueses. Essa figura fica num passado recente que em algum lugar ou outro, ainda pode ser encontrado, mais que já não faz parte do cotidiano da modernidade. Eles preferem entregar seus produtos para a sociedade consumi-los, em padarias. 


          Realmente é mais prático, mais que estingue com a figura do vendedor de cuscuz, da história. Essa iguaria é apreciada pelos nordestino, pois ela está sempre fazendo parte da mesa de todos nós. O cuscuz é saboroso com:  manteiga, com ovos, com carne, com leite ou com qualquer outra mistura. Então como se ver, ele é simples mais é muito saboroso. 

    7 de out de 2015

    AROMÁTICO SABOR

                                      
                                                           Fonte da imagem: petitsplaisirs-pequenosprazeres

                                         
                           

                              MUNDO GOURMET NORDESTINO       


       


       cardápio da cozinha nordestina é muito rico aromático e bem picante, sendo assim, isso torna essa cozinha uma das mais apreciadas de todo Brasil. Tudo nela é bem simples, mas acima de tudo, ela sempre é criativa e surpreendente pelo sabor e aroma dos pratos que nos oferece.

      


        Tudo ou quase tudo nesse mundo gourmet nordestino, vem dos próprios temperos que são cultivados aqui mesmo. Vamos falar da carne seca que é uma carne bovina salgada, curada e seca. Na salga é adicionado nitrito de sódio ou de potássio, depois escorre-se a salmoura e seca-se ao amanhecer. 



         Vamos falar de carne seca desfiada. Para preparar esse prato é preciso:  quinhentas gramas de carne seca, um tomate, uma cebola, um pimentão cortado em fatias, dois dentes de alho amassados, óleo, sal e pimenta a gosto.
      



         Para preparar ele, você antes de mais nada, deve dessalgar essa carne até ficar com o sal na medida para o consumo. Você deve ferver essa carne por aproximadamente alguns minutos. Depois deixe esfriar, escorra, corte em cubos depois desfie no liquidificador. Para não ficar muito triturada essa carne deve ser pouco passada no liquidificador.
      



         Então você depois disso, refogue ela em um pouco de óleo, e antes que doure, junte os tomates, a cebola, o pimentão e o alho e pimenta do reino a gosto. Refogue por mais alguns minutos. Depois é só servir o prato. Com uma boa ideia e bastante criatividade, você pode fazer um novo prato sertanejo bastante saboroso. O bom da criatividade sertaneja é que não existe desperdício de comida.




    18 de jul de 2015

    DELÍCIA NORDESTINA

                                           Fonte da imagem: aquinacozinha 

                           SABORES E AROMAS DO NORDESTE BRASILEIRO              
                                           
       Se existe uma cozinha diferenciada no que se refere a sabores e a aromas, essa cozinha é a cozinha nordestina. Com um toque regional, às influências que temos na nossa cultura através de outras culturas, elas foram adaptadas ao toque brasileiro e ficaram com sabores e aromas de temperos regionais bem caseiros.

        Devemos ressalvar que estas guloseimas feitas na cozinha nordestina e que fazem parte do cardápio da região, elas levam temperos picantes, aromáticos e que se tornam saborosas a ponto de fazerem a diferença entre sabores e odores. Este prato que vamos falar aqui é um manjar para quem gosta da comida sertaneja, do nordeste do Brasil.

       A carne de sol com macaxeira é muito apreciada pelos nordestinos e pelos visitantes. Você separa 700g de carne de sol, 500 ml óleo, quatro dentes de alho cortados em picadinho. Para a macaxeira, você pega 500 g de macaxeira, 400 ml de óleo, e sal você coloca a gosto. Agora vamos para o preparo: 

       Deixe a carne de sol de molho em água, de preferência que seja morda, e troque a água quatro vezes, para tirar o excesso de sal. Depois de escorrer esta carne, coloque em uma panela com água fervida, escorra e ferva novamente, depois deixe esfriar, e corte em pedaços ou em cubos ou em fatias. 

       Coloque esta carne em uma frigideira com óleo depois que a carne estiver dourada acrescenta o alho, depois que o alho fritar, escorra o óleo e retire a carne com o alho. A macaxeira você conzinha com água e sal, quando estiver molinha escorra e corte em fatias, coloque óleo em uma frigideira e deixe o óleo aquecer depois coloca a macaxeira para fritar, depois que ela estive dourada você coloca a macaxeira em papel para absolver o óleo e deixa lá até secar. 

       Então assim você começa a montar o prato, coloca a carne de sol no prato, juntando com a macaxeira. Você pode decorar o prato com bastante cebola branca. Depois que o prato estiver pronto, você pode acrescentar um pouco de manteiga do sertão.





    20 de jun de 2015

    COMIDAS TÍPICAS

                                                                           Fonte da imagem:biossaude

                                                          


                                     CARDÁPIO JUNINO




         As festas juninas chegaram, e com elas vêm os fogos de artifícios as comidas típicas da época, e tudo que está dentro do contexto junino. A culinária nordestina já é um manja, e quando acrescentado as comidas doces das festas juninas, é aí que a gente ver o quanto essa cozinha nordestina é saborosa e aromática. 

       No cardápio das festas juninas tem algumas comidas e bebidas que não podem faltar, pois elas já fazem parte da cultura nordestina.  A época da colheita do milho, no Nordeste, é na mesma época do São João. O milho é a principal matéria prima para algumas comidas, tanto na época junina quanto em todo o período do ano. 

       O nordestino tem em seu cardápio, o milho como uma fonte de sabor e de energia para a sua sobrevivência da sua alimentação diária. Por tanto no mês de junho, o cardápio todo é à base do milho tais como: o curau de milho a pamonha, canjica, cuscuz, bolo de milho, broa de fubá etc. Depois do carnaval, esta é a festa mais esperada pelos Nordestinos, pois ela atrai milhares de turistas para o Nordeste, além de mostrar que as festas juninas no Nordeste, são as mais tradicionais de todo Brasil. 

       Esta tradição faz parte das comemorações, e é isso que alegra o povo do nordeste brasileiro nessa época. Nessa festa, além das comidas chamarem atenção, tem outros itens da festa que fazem partem de todo um ritual cultural, como a fogueira, as bandeirinhas coloridas de papel enfeitando os arraiás, quadrilhas juninas com roupas coloridas e lindas coreografias, também têm muito forró, barraquinhas com todos os tipos de comidas e bebidas para oferecer para os participantes e para os visitantes. Estas festas em algumas cidades do interior do nordeste, elas são organizadas por populares e também por algumas prefeituras. 

       A queima de fogos de artifícios é um colosso que abrilhanta também o ambiente e à festa, deixando os céus mais colorido e mais alegre. A festa Junina ou o “São João, eu considero uma das mais importantes, ou a mais importante, primeiro porque em cada casa as pessoas se preparam, enfeitam as ruas montam quadrilhas juninas e fazem um arraiá em cada bairro. Segundo porque além das pessoas se reunirem para fazerem comidas típicas, elas participam mais diretamente com o público, fazendo com que a festa fique mais harmônica e mais familiar. 

       E terceiro, porque em cada casa dessas cidades nordestina, essa festa no mês de junho é comemorada de todos os jeitos e todos os meios. No mais longínquo torrão do Nordeste brasileiro, sempre existirá uma fogueira, uma quadrilha junina, muitas comidas típicas e bastante foguetório. Venha para o Nordeste conhecer o São João dessa região brasileira a onde as festas Juninas são comemoradas o mês inteiro.     







    13 de jul de 2014

    PIABA

                        
                                             Fonte da imagem: folhape

                                


                                         PRATO REGIONAL

       


        Uma iguaria muito gostosa do sertão nordestino é a “piaba”. Esse minúsculo peixe é cardápio certo na mesa do sertanejo. Principalmente na época de estiagem em que o sertanejo que mora nos confins do semiárido nordestino, tem dificuldades em adquiri o seu alimento. Eles são aqueles mais necessitados e que não tem muita opção de uma boa alimentação. Esse peixinho com certeza faz parte da cultura nordestina.

      

        Ela pode ser consumida com o acompanhamento de outras comidas regional. O certo é que as pessoas que moram no semiárido, sentem dificuldades em conseguir o seu próprio sustento como, por exemplo, o seu próprio alimento. Na seca as pessoas que moram no semiárido são as que passam por mais privacidade, pois no sertão quando não chove, o negócio fica difícil, porque a redução de mantimentos é drástica.

       

           O sertanejo procura se virar como pode, ele realmente começa a se virar como pode mesmo. Na seca geralmente a sua mistura quase não existe ele tem que comer o que produziu a um ou dois anos atrás, e às vezes nem isso, pois o que ele plantou não vingou, e aí ele vai comendo. Xerém de milho, o feijão de corda, o arroz ou a fubá de milho até mesmo quando ele caça pode ter a mistura de uma caça. Mas quando chove no sertão as coisas mudam.

       

        Logo vem à fartura junto ao verde e a alegria do sertanejo. Eu vou falar aqui de uma tradição que sempre existiu no sertão, isso tanto faz ser inverno ou não, que é a pesca da piaba. A piaba é um peixe minúsculo que quando os rios estão cheios no sertão, elas fazem parte do cardápio sertanejo. Esses peixinhos são geralmente encontrados em açudes do nordeste brasileiro.

      

         Elas são saborosas com qualquer mistura.  Pode ser consumida com quaisquer produtos  da região, como a batata doce, a macaxeira, o inhame, a farofa d'água, com o arroz, feijão ou qualquer outra coisa. Para se comer esse saboroso peixe é preciso primeiro salgá-las e depois colocá-las para secar ao sol, e de vez em quando virá-las de um lado para o outro. Depois que estiverem secas, retira-se do sol, as sacodem para sair o excesso de sal. Depois passam elas na farinha e coloca-se em uma frigideira com óleo ou azeite em fogo brando para que elas assem e fique crocante.

       

         Elas podem ser consumidas até com verduras e um pouco de limão. Esse peixe é pescado ou pego em armadilhas com isca de farinha. Como diz o sertanejo, elas são essenciais no cardápio do homem do sertão, tanto na época do inverno como também na seca, porque é uma forma de complemento alimentar deles. Eu sempre gostei de pescar muito esses peixinhos, eles são deliciosos quando fritos.

       

          Eu gostava mesmo de pescá-los com caniços de bambu, porque para pegá-los em armadilhas não tinha muita graça. O bom da pescaria é você pescar o peixe. A "Piaba" não fica atrás de nenhum outro peixe do seu tamanho, porque o seu sabor é único. Tem pescador que gosta de pescá-las com malhas como: redes e tarrafas da malha fininha. Pescar "piaba" no sertão além de ser um prazer, também pode ser por necessidade. Esse peixe é a cara do sertanejo.


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