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Confira a arte do artista potiguar Newton Avelino, na sua galeria permanente. Adquira já uma obra!

30 de jun de 2014

INFLUÊNCIAS CULTURAIS BRASILEIRAS

                                                                Fonte da imagem: entresons

                                                           


                                                                         O PIFE É NOSSO

  



      Um dos instrumentos que fazem parte da cultura do nordeste e que eu falo que é um dos mais nordestinos de todos, isso junto com a sanfona, triângulo e zabumba, é claro, ele se chama "pífano" ou "pífaro" ou até mesmo "pife", a sua sonoridade mostra uma raiz indígena cabocla, feito de taboca (uma espécie de bambu). Se bem que tem alguns estudiosos  por aí, que falam que ele veio da Europa, precisamente a Suíça.


   



       Que bom que a cultura indígena ainda existe. Eu só sei que alguns também contestam a sua origem vindo da Europa. Há indícios que o instrumento tenha surgido no século XIV e se espalhado pela Europa. Ele é bem popular na Suíça, e é bem utilizado no carnaval da Basiléia. Bem, deixando as controvérsias de lado, eu só sei que ele foi introduzido e bem adaptado a cultura nordestina.


   



      No Nordeste ele é usado para animar as festas culturais do nordeste brasileiro, tais como festas juninas ou até mesmo outras celebrações como o nosso carnaval. No sertão ou no agreste ou até mesmo no litoral do nordeste, esses instrumentos são fabricados artesanalmente, ao ponto de virarem uma febre de artistas tocando ele.


   



      O que é muito comum na cidade de Caruaru - PE, esses são os instrumentos a serrem utilizados nas bandas de pífanos da cidade, e que marcaram um estilo musical na indústria fonográfica do Brasil. Podemos até dizer que esse instrumento serve de inspiração para os sertanejos que querem enveredar pelos os estilos mais populares da nossa música de raiz, tais como o forró, o xaxado e até mesmo o baião.


  



      Com um timbre bem estridente ele se diferencia de alguns outros instrumentos cilíndricos de sopro. É bonito de se ver uma banda de pífano executando uma melodia como um xaxado, um forró ou mesmo outros estilos de músicas. O pífano é a cara do povo sertanejo, ele foi  bem introduzido na cultura do nordeste. A influência que ele traz para nossa cultura,  e que pode ter sido indígena ou europeia, eu não sei se faz tanta diferença. 


   



      Eu só sei que ele foi bem introduzido e bem adaptado pelos sertanejos, e agora ele faz parte da cultura de um povo que se chama Nordeste. Os povos indígenas foram e continuam sendo importantes para a nossa cultura claro que sim, e a influência europeia também, porque foi através deles que conseguimos introduzir e adaptar muitas coisas a nossa cultura, isso não tem preço. Foram coisas que só enriqueceram a cultura popular brasileira, disso você não tenha a menor dúvida. O pife é nosso!

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29 de jun de 2014

ARQUITETURA NORDESTINA

                             
                                                                   Fonte da imagem: zelinha - zelinha
                                        

                  
                                  
                                  



                                      O COLORIDO DO SERTÃO
   



     



     A arquitetura do sertão nordestino é uma coisa linda, podemos considerá-la uma obra de arte popular, literalmente. Desde os casarões das antigas fazendas do nordeste até as pequenas cidadezinhas do interior do sertão,  ou mesmo as casas  a beira das BRs que cortam o sertão do nordeste do Brasil.

    

     

     A arquitetura nordestina começou a destacar-se no século XVlll, com casas de taipas. Já chegando no século XlX começaram as grandes construções de alvenaria das casas de fazendas no sertão, arquitetura essa com padrões dominantes da zona da mata de Pernambuco e do Recôncavo Baiano. Elas se espalharam pelo sertão nordestino e quem era mais abastardo mandavam fazer essas belas construções como sede das suas fazendas.

   


      Em qualquer cidadezinha do interior do sertão nordestino você vai observar uma arquitetura preservada com traços e pinturas feitas por artistas da região que nunca frequentaram nenhuma universidade na vida, mas aqueles pedreiros e carpinteiros são verdadeiros artistas caboclos. Essas casas são pintadas e feitas por essas pessoas e que sempre ou quase sempre tem os mesmos aspectos arquitetônicos e as pinturas bem escandalosas.
   


      Geralmente, são casas com uma portinha estreita, com uma ou mais janelas do lado que levam cores como verde claro ou escuro, tons azuis, tons brancos o amarelo ocre e por aí vai. O mais importante é a imaginação de cada uma dessas pessoas, sempre é bom ver a alegria que existe dentro de cada uma delas, que apesar de morarem em uma região que tem uma adversidade enorme para elas, e ainda assim são felizes ao seu modo. O importante de tudo isso, é que essas pessoas fazem parte dessa cultura tão rica e linda que é cultura nordestina. 
    


       Sempre fico feliz sempre que vejo, a beira da estrada ou mesmo dentro das cidadezinhas, essa arquitetura ingênua, linda e muito rica, que faz parte da história de um povo que mesmo sendo um povo humilde e simples, são pessoas verdadeiras que são felizes, e que faz parte da história do sertão do nordeste brasileiro. Como diz o grande artista em sua música " É gente humilde ". 




         Grande Chico. É isso, o nordeste é isso mesmo. Com suas dificuldades, suas belezas, suas tradições, sua história, e por aí vai. Esse é o sertão nordestino. Eu tenho orgulho de ser um nordestino.

HISTÓRIA BRASILEIRA

Fonte da imagem: trekearth








 O DESCOBRIMENTO
   
     



     Aqui foi a onde tudo nasceu, o descobrimento do Brasil, pelo menos é o que diz a história. A Vila de Santa Cruz foi fundada em 1535 nas margens do rio mutarí, próximo a sua foz. Pero do Campo Tourinho foi o primeiro donatário da capitania de Porto Seguro.     



    



    No final do século XVI, a vila é transferida para as margens do rio Sernambetiba, só porque esse local oferecia mais segurança aos moradores e também o solo era muito fértil. Duzentos anos depois já em 1935 o nome do municípios é alterado definitivamente para Santa Cruz de Cabrália.  



    



     Isso aconteceu no dia 30 de março de 1938, através de decreto estadual, o município foi levado a categoria de cidade. Essas cidade tem praias lindíssimas e praticamente desertas, tem alguns rios navegáveis  e ideais para práticas de esportes náuticos e belos passeios em embarcações apropriadas para atender melhor aos turistas e aos nativos.      




     Essa cidade é considerada um grande centro turístico. Com boa infra-estrutura, essa linda cidade fica entre um rio e um quebra mar natural, situado na baía de Cabrália. Esse município começou a ser povoado definitivamente a partir da cidade alta, a onde ele ficou com uma visão panorâmica muito linda da região.     



     

     
      As praias dessa cidade são encantadoras são elas: Praia da Ponta de Santo Antônio, Praia da Ponta Grande, Praia de Arakakaí, Praias das Tartarugas, Praia de Apuã, Praia de guaiú, Praia dos Lençóis, Praia de Jacumã, Praia de Santo André, Praia do Mutari.     



      

    A cidade tem um bom acervo arquitetônico, é mais uma opção para os turistas que chegam a essa cidade para conhecê-la e podem desfrutar das coisas boas que ela oferece, tais com as praias, os esportes náuticos, os passeios de escunas e muito mais.     



      A infra-estrutura da cidade é boa, dispõe de boas pousadas, bons hotéis, bons restaurantes, agências bancárias, área de camping e agências de turismo. Para chegar a Santa Cruz de Cabrália a partir de Porto Seguro, seguir 23 Km pela BR - 367 em direção norte, passando por Coroa Vermelha. Quando chegar na cidade, procure um guia turístico para que a sua viagem não seja um problema. Santa Cruz Cabrália, mais um cartão postal do Nordeste brasileiro.






28 de jun de 2014

IGUARIA DO SERTÃO

Fonte da imagem: cheffafa

                 


                     QUASE UMA INSTITUIÇÃO PIAUIENSE
  
  



     O Estado do Piauí além de ser um estado lindo de pessoas acolhedoras, esse estado é um dos estados nordestinos que tem uma belíssima culinária, isso eu pude atestar porque eu conheço e porque eu já morei lá desde a minha adolescência até uma parte da minha vida adulta.
   


     Eu tenho o Estado do Piauí como a minha segunda casa. Graças a Deus eu tive o privilégio e o prazer de ter vivido neste Estado Nordestino maravilhoso de pessoas maravilhosas e de pessoas acolhedoras que até hoje fazem parte da minha vida.
   


      Como estou mostrando aqui nessa postagem a culinária piauiense, eu vou escolher um bolo que para mim até hoje, foi um dos que eu gostei mais. Ele é feito de goma seca, leite, ovos e óleo, podendo ser acrescentado nele, um pouco de cravo, e só. Eu nunca ouvi falar e nem vi ele em escala comercial por onde eu já passei, fora o estado piauiense.
   


      Podemos dizer que ele é uma instituição no Piauí, eu posso até está errado, mas o povo de lá não vive sem ter esse bolo nas suas mesas. Ele é conhecido no estado do Piauí pelo nome carinhoso de "bolo de rosca", um bolo feito  basicamente com goma seca, ovos, leite, sal e óleo.
   


      Tem algumas pessoas que colocam queijo, mas posso dizer textualmente que o legítimo  "bolo de rosca" é aquele que é feito só com os ingredientes necessários, que são os já citados no texto, ou seja: goma seca, ovos leite, sal e óleo, pode ser acrescentado um pouco de cravo, o resto posso dizer que é apenas "modismo".
   


      Tem pessoas que preferem come-lo só no dia seguinte, porque ele fica mais durinho e mais gostoso. Porém esse bolo pode ser degustado logo que saia do forno. De todo jeito, ele é uma iguaria muito apreciada no Estado do Piauí.
   


      Não existem segredos para você conseguir degustá-lo, mesmo que você não tenha tempo pelo core e core do dia a dia, você vai encontrá-lo facilmente nas padarias de lá. Essa iguaria é feita para ser degustada na hora do café pela manhã, na hora do lanche e na hora da janta.
   


       Ele é uma iguaria que é tipicamente piauiense e que sempre estar na cozinha dos piauiense. Sendo assim, você indo esse estado, não deixe de degustar esse bolo salgado tão gostoso e que tem a cara do Piauí.



25 de jun de 2014

CENÁRIO DE CINEMA

                                             Fonte da imagem: teckler
                                                          



                             PRAIA PARADISÍACA
   


     A cidade de São Miguel do Gostoso fica no estado do Rio Grande do Norte, é uma daquelas lindas cidadezinhas do interior do nordeste. São Miguel como é mais conhecida pelos íntimos que moram nela, fica a 108 Km da capital  Rio Grande do Norte Natal-Rn.
   



     Ela tem um povo muito hospitaleiro como é praxe de todo norte riograndense, e que estão pronto a ajudar as pessoas que visitam a cidade ou não, isso é muito natural nessa cidade. A cidade de São Miguel do Gostoso tem praias paradisíacas que é coisa de cinema, e que são faladas nos meios de comunicação  de todo o Brasil. 
   



      Nessa cidade é um dos melhores lugares do mundo para a prática de kitesurfe e de windsurfe. Não é atoa que tanto os turistas quanto os nativos que moram nela, gostam desse belo habitat natural, primeiro tem a natureza como forma de geração de renda e emprego, porque há cada ano aumenta mais o número de turistas nessa bela cidade do Rn, devido as condições climáticas para a práticas de esportes, e depois pelo seus belos cenários naturais que Deus assim fez por lá.
   



       Lá as pessoas tem uma bela opção que é a de andar de bugre até Galinhos, uma outra belíssima cidadezinha a beira mar diga-se de passagem. A outra é a prática de esportes na praia do Ponta do Santo Cristo. Essa cidade que é bem aconchegante tem outras inúmeras praias que são cartão postal como Xepa, Cordeiro e Maceió. Na região também tem outras praias com águas mornas e limpas como a praia do Tourinho.
   



      São Miguel tem cerca de uns 5 mil habitantes, tem boa infraestrutura e é uma cidade convidativa para os turistas. Esse litoral é maravilhoso, cheio de coqueiros com dunas e acompanhada de toda extensa enseada que forma as praias. Para quem vem conhecer São Miguel do Gostoso, saindo da capital Natal, é só pegar a BR - 406 até João Câmara Rn.
   



      Depois de ter passado da cidade de João Câmara é só virar à direita e seguir pela RN - 120 por uns 37 Km, haverá uma bifurcação. É só manter à direita e pegar a RN - 022 até a cidade de São Miguel. Chegando em São Miguel do Gostoso procure um guia turístico ou um nativo que lhe passe algumas informações para que as suas férias ou o seu passeio não se torne um problema.

22 de jun de 2014

CULTURA DO SERTÃO BRASILEIRO

                              
                               Fonte da imagem: cavalobravo
                          


                                



                               ARTEFATO DE USO ANIMAL
   



     




     A região nordeste do Brasil com a sua cultura e as suas tradições em uma época remota nos mais longínquos rincões dessa região, os agricultores usavam uma espécie de grade de madeira revestida com palha e coberta com um tecido fino, e que ficava acolchoada para ser colocada em lombos de mulas, jegues ou mesmo de cavalos, para que eles transportassem as mercadorias  para o sertão nordestino ou para outros locais do nordeste do Brasil.
  



         Esse artefato é conhecido pelo nome de "cangalha". As pessoas podiam colocar feixes de lenha ou qualquer outra coisa, como por exemplo o "caçoar" para transportarem mercadorias no lombo dos animais.
   



        Os pequenos agricultores e até os mais afortunados deles, tinham muito essas "cangalhas" em suas propriedades, para usá-las em seus animais quando eles fossem negociar as suas safras diretamente em armazéns ou até mesmo com os feirantes nas feiras livres, e nas pequenas cidades dos municípios circunvizinhos.




        A origem desse nome "cangalha" ainda é desconhecida. As pessoas da época, acreditam que tudo começou no Brasil império. Eles dão simplesmente uma explicação para o tal nome.
   



       Que a história conta, que naquela época passavam muitos ciganos com as suas comitivas nessa região do nordeste, a onde havia os primeiros engenhos de cana de açúcar de lá, e quando eles preparavam os animais para as suas andanças pelo sertão, eles colocavam nas suas mulas e jegues, as "cangalhas" para poderem carregar as suas mercadorias.
   



       Já que eles estavam ali constantemente em suas andanças pelo sertão. Isso leva a crer que esse objeto tão rústico e cultural, faz parte da cultura do nordeste já há bastante tempo.
  



         Dois cambitos em forma de V é o que dá  sustentabilidade e estrutura da "cangalha" no lombo do animal para ser colocado a carga a ser levada por eles, ou pode se usar sem os cambitos também.
   



           Esse tipo de artefato é muito comum ainda hoje, nos vilarejos mais distantes do interior do Nordeste. Antigamente os feirantes usavam muito esse tipo de engenhoca para transportar toda a sua produção em lombos de animais, outros usavam para sair vendo frutas trazidas em jacás, que tem a sua estrutura feita com cipós finos.
   



            Bem, na verdade a "cangalha" realmente na época e até ainda nos dias de hoje, ela é um acessório muito importante para os pequenos agricultores usarem ainda em seus animais, já que eles não podem ter um meio de transporte com tração a motor, ele ainda usam os seus animais.
   



        Sendo assim, acho eu que a "cangalha" ainda não ficou só na história. Ela ainda está em uso no sertão do nordeste brasileiro, mesmo que ainda não seja mais com muita frequência como era no início dos séculos passado, mas com certeza ele ainda não é só peça de museu.


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19 de jun de 2014

SABORES DA COZINHA BRASILEIRA

                                                 Fonte da imagem: cidadesdomeubrasil


                         

                         COZINHA REGIONAL NORDESTINA


   



      Não podemos negar que a culinária nordestina além de ser picante, ela também é muito saborosa ao ponto de ser bem apreciada e elogiada por todos que dela provem. Sabemos que os pratos dessa região, os temperos são o diferencial para qualquer pessoa que estiver preparando-os. 


   



        Desde Chef de cozinha, as mulheres que cozinham em casa ou em qualquer restaurante da cidade ou de beira de estrada, eles vão ser o diferencial no preparo das comidas. Bem, sabemos que para o piauiense essa frutinha que eu vou falar aqui, ela é indispensável na culinária local.

   



          É possível você cheirar, lamber sentir etc. Só não se pode morder essa frutinha, o perigo é muito grande, ela tem espinhos minúsculos que precisam ser cortados, para depois ser lavado e colocado dentro da panela. Ele tem um aroma forte que quando está sendo preparado ou com arroz, galinha ou qualquer outro prato, ele chega a soltar o seu aroma, que podemos sentir de muito longe.
   



         Ele é um fruto muito amado pelos Chef de Cozinha que são responsáveis pela gastronomia de restaurantes ou de cozinhas comuns. Esse fruto pode ser bem apreciado de várias formas: cozido, no frango, no arroz, com peixe, no macarrão, no leite, nas carnes e de qualquer forma que você queira fazer ele, fica ao seu critério.
   



        Ele também pode ser aproveitado em sorvetes, doces e até licores. No estado do Piauí ele é muito apreciado com Galinha e no Arroz, deixando assim mais saboroso e apetitoso os pratos da culinária Piauiense. Eu estou falando do Pequi.
   



       O pequi é na verdade uma fruta que nasceu no cerrado brasileiro e que migrou do Mato Grosso para alguns outros estados brasileiros como por exemplo o Goiás depois foi para o Pará e o Amazonas foi até o Piauí e o Maranhão. Mas que ele por si só, tem a cara do estado piauiense, e faz o dia a dia da culinária desse estado. As pessoas nesse estado não dispensam essa frutinha na sua culinária.

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17 de jun de 2014

VERÃO NO NORDESTTE

Fonte da imagem: procurandoviagem
                                   
                                   


                          PRAIAS LINDAS DO NORDESTE

    



     Cumbuco, uma praia que fica a 35 km da capital do estado do Ceará, Fortaleza, é uma linda praia a onde o céu e o sol dão um tons de aquarela a esse lindo cenário dessa linda praia do Nordeste do Brasil. Nesse belo cenário, tanto os turistas quanto os visitantes de Fortaleza e até mesmo os nativos da região são agraciados pela mão divina com esse belo cartão postal do estado do Ceará.



   



      Os praticantes de esportes náuticos, adoram estar nessa bela praia, fazendo o que eles mais gostam, que é praticar os seus esportes. Ela é considera uma das capitais brasileira do Kitesurfe. Para quem gosta de esportes radicais, essa é a praia.


   



     O turista pode andar de buggy por dunas com passeio moderado ou radical, o mar é lindo e possui águas cristalinas e calmas, o turista pode apreciar um belo pôr do sol. Também tem a brincadeira do sky bunda, a onde o turista usa uma prancha de madeira que desliza em uma duna, terminando com um belo banho refrescante em uma lagoa.


   



      Sem dúvida nenhuma esse lugar é um dos melhores do Brasil tanto para a prática do Kitesurf como para o turista conhecer-la. Para a prática desse esporte ela é propícia, porque tem ventos constantes e as suas águas são deslizantes. Para quem quer mais tranquilidade existe boas opções próximo a praia de Cumbuco, como por exemplo a lagoa do Banana, que fica a cerca de 5 Km da praia de Cumbuco.


   



       Os turistas podem aproveitar se deliciando nas águas calmas e cristalina dessa lagoa, relaxando nas suas redes montadas nas áreas dos restaurantes. Como em todo lugar no litoral nordestino, o movimento durante à semana fica mais tranquilo, mais aos finais de semana a tendência do movimento de visitantes é crescer.


   



    Próximo a praia de Cumbuco também o turista pode se deliciar com a praia de Icaraí, é uma praia que tem alguns trechos desertos. Como nessa praia particularmente o avanço do mar está indo para o continente, então os banhistas e barraqueiros de praia se afastaram.


   



     É bom deixar claro para o turista que essa praia do Icaraí é PERIGOSÍSSIMA, deve se evitar tomar banho nela, já que o mar é bastante agitado. Como a praia de Cumbuco fica próximo a Fortaleza, eu aconselho ao turista ir conhecer e se deliciar com as belezas naturais desse lugar, mas que ele pernoite na capital alencarina, Fortaleza.


   



     Tudo isso sempre é bom pedir o auxílio de um guia turístico ou de um nativo do lugar, para que a sua viagem ou o seu passeio não se torne desagradável. Bem para chegar a Cumbuco você segue pela BR 222 ou vai pela praia de iracema passando pela Ponte do Rio Ceará.


CULTURA DO NORDESTE

                  
                                  
                                                     


                        FOLCLORE BRASILEIRO
   


     O artista potiguar Newton Avelino, mostra nessa sua obra, à riqueza que tem o folclore Nordestino. Ele também destaca entre traços arrojados, tintas e cores fortes, que as suas obras inconfundíveis, são a cara do sertão brasileiro, diz o artista que é uma temática que ele gosta muito de mostrar em suas obras.

   

     Ele fala também que a cultura do sertão, a cultura do Nordeste do Brasil, ela vai ter sempre espaço em suas obras. Essa beleza e a sua ingenuidade, sempre é bom está mostrando em tintas e pincéis. Sem fugir muito as raízes de sertanejo que esse artista tem, ele fica feliz em representar tudo isso nas suas obras.

   

     O artista sempre fala que a arte popular está presente no dia a dia de cada um que faz parte dessa sociedade moderna, e cada vez mais, ela fica mais forte e mais bela, mostrando assim que no nordeste do Brasil, a cultura é cada vez mais rica.

   

      Nessa obra ele destaca isso, a começar pelo bumba-meu- boi que é uma das mais ricas manifestações folclórica que existe no Brasil. Ele é o Folguedo de maior significação estética e social desse país chamado Brasil. Pesquisadores acreditam que esse festejo teve a sua origem no século XVll, no Nordeste, durante o Ciclo do Gado.

   

      Naquela época o boi tinha uma grande importância simbólica e econômica para o Nordeste do Brasil. Nesse período, os colonizadores usavam a mão escrava, e as usavam para criar o rebanho. É em cima disso a lenda, na qual foi criado o Bumba meu Boi.

    


       Isso se reflete bem a sociedade e a economia da época. Na realidade esse festejo começou em cima de um contexto a onde os fazendeiros com as suas criações de gado reunindo também as influências africanas dos escravos como o Boi Geroa, trazidas pelas populações escravas e européia, como os espanhóis com as suas touradas, misturando as festas portuguesas e francesas.

   

      Esse folclore tem várias denominações pelo Brasil. No Rio Grande do Norte a dança é chamada de Bumba meu boi, no Amazonas e no Pará, (norte do Brasil), é chamada de Boi Bumbá , em Pernambuco, ele é chamado de Calemba, na Bahia, Boi janeiro e por aí vai.

   

     A burrinha é um folguedo popular comum em alguns grupos de Bumba meu Boi, ela tem estrutura de madeira revestida de tecidos coloridos e com varias estampas, e tem um furo central por onde entra o seu condutor.

  

      Ele veste a burrinha que fica dependurada sobre os seus ombros, e que conduz a burrinha e tem o seu rosto mascarado, e dança como se estivesse cavalgando a burrinha. Esse folguedo é acompanhado dos instrumentos que são: Violão, pandeiro e ganzá.

   

      A cabeça da burrinha tem vários adereços e é enfeitada de acordo com o brincante. Esse folguedo também tem as suas apresentações nas comemorações do Dia de Reis, que é no dia 06 de Janeiro. Essa obra do artista Newton Avelino foi vendida para uma pessoa que mora na Capital Federal do Brasil, Brasília.
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