, A ARTE DE NEWTON AVELINO

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    18 de jan de 2015

    VAQUEIRO ABOIADOR

                            
                                                       Fonte da imagem: caboronganoticias

                                                                     



                                 A ARTE DE ABOIAR
       



         O vaqueiro nordestino tem muita habilidade com suas mãos, na hora da pega do boi ou no tirar do leite da vaca, isso sem falar no seu dom de improviso na hora de aboiar o gado, quando ele está tangendo o mesmo para o curral. Esse tipo improviso com as rimas e palavras, é chamado de aboio. O aboio é uma importante manifestação cultural que há muitos anos é cantado pelos vaqueiro dessa região linda chamada de Nordeste.
       



          Esses homens do sertão nordestino que trabalham com manejo, trato e condução de animais como vacas, bois, cavalos cabras, mulas e ovelhas estão amparados pela lei 12.870. Bem, sendo assim, essa figura nordestina tão folclórica e destemido no sertão nordestino, eles fazem parte da cultura popular nordestina.
       



        O aboio que eles fazem durante a labuta do dia a dia com o gado, no sertão tem a sua origem árabe. Como todos sabem a cultura popular nordestina tem sempre uma influência europeia, ou africana ou até mesmo orienta e indígena. Não poderia ser diferente o “aboio” que ele pratica no seu dia a dia de trabalho.
       



          O aboio, dizem os historiadores, que ele tem influência da região desértica do oriente médio. Talvez fosse os nômades pra cima e pra baixo no deserto levando a sua manada de camelos vacas e cabras, eles aboiavam canto de adoração a deuses das religiões politeísta.
       



          Bem, na realidade os historiadores falam que o aboio chegou ao Brasil no século XVI, trazido pelos africanos como uma forma de canto por libertação de trabalho escravo. Com tudo, lá pelo fim da escravidão no Brasil, no final do século XIX, teve alguns escravos que continuaram a trabalhar em algumas fazendas sendo remunerados, e eles trabalhavam como vaqueiros. E o aboio trazidos por eles, foi o canto de aproximação dos vaqueiros com os animais.
       



          No entanto, como em toda cultura nordestina que tem influências de fora, o brasileiro com a sua criatividade, soube adaptar e aperfeiçoar o aboio e hoje eles usam de palavras, temas e rimas para aboiar o seu gado. No Brasil, aconteceram grandes inovações dentro desta musicalidade que se tornou uma cultura do povo Nordestino. Ainda hoje você encontrará um vaqueiro no sertão do nordeste aboiando e tangendo o seu gado. A cultura fica e as pessoas passam. Nordeste celeiro cultural do Brasil.

    17 de jan de 2015

    PRAIA CEARENSE DE FLECHEIRAS

                            
                                     Fonte da imagem: zarpo
                                                   
                    



                              
                       CENÁRIO DESLUMBRANTE
      
        





          O estado do Ceará é um dos estados nordestinos que também existe lindas praias como em todos os outros que tem nessa linda região. Ele é conhecido por suas belas paisagens e com lindas dunas e coqueirais. 
       




           Vamos falar da praia de Flecheiras que fica a 138 Km da capital do Ceará, Fortaleza. Ela fica localizada em uma enseada e possui o formato de uma meia lua, dando a impressão de que a terra abraça o mar. Essa praia fica no município de Trairi – CE e é um cenário perfeito para quem quer um belo final de semana diferente em um lugar paradisíaco.
       




          A praia de Flecheira é cercada por imensos coqueirais e dunas muito altas. Na época das chuvas, formam-se lagoas de água doce e cristalinas. As suas piscinas naturais são formadas na maré baixa a onde os arrecifes contribuem para a beleza do local. Essa praia também é propicia para a prática de esporte, como Kiesurf e windsurf.
       




            Outro atrativo dessa praia é o seu artesanato, como as rendeiras fazendo as suas lindas peças de rendas e trabalhando com seus bilro, elas atraem olhares dos turistas e também geram emprego e renda com suas peças de artesanato. Essa praia conta com inúmeras barracas ao longo de sua orla, trazendo uma grande variação de cardápio típico da sua região, como a tradicional tapioca, moqueca de arraia, caranguejada ou um simples peixe frito na hora do almoço.
       




           Podemos ainda dizer que essa praia ainda é uma aldeia de pescadores, e que tem uma boa estrutura de hotéis e pousadas. Essa praia tem um mar calmo e uma das paisagens mais exuberantes da região do Ceará. Nessa praia pode-se curtir um passeio de buggy e praticar esporte como o sandboard.
       




           O nome dessa praia foi dado a ela devido ao costumes dos índios que habitavam essa região, e que pescavam nas águas claras e mansas com arco e flechas. Os turistas também podem aproveitar para conhecerem a pesca artesanal feita nos currais de peixes.
       




            Esse tipo de modalidade de pesca artesanal consiste em capturar os peixes em redes com a variação de marés. Outro meio de aproveitar o passeio a esse lugar lindo e maravilhoso, é apreciar o nascer do sol pela manhã, depois de uma bela caminhada pela praia.
       




             Fique atento, apesar da praia de flecheiras ter boa infra-estrutura como pousadas, restaurantes, mercados e posto telefônico, lá não existe posto de gasolina. O mais próximo está no município de Trairi-CE. Chegando na praia de flecheiras, procure um guia turístico ou alguém capacitado para lhe dar as informações mais certas. Só assim você terá uma viagem sem maiores problemas. Conheça o Nordeste e as suas belezas naturais, as pessoas são educadas e hospitaleiras. Nordeste brasileiro é um lugar para ser visitado.



    ARMADILHAS DE PEDRAS

                              
                                         Fonte da imagem: singularevista
                                                                                   


                                                   
                                                     QUIXÓ
       

       

        A sobrevivência do homem das américas em um passado longínquo veio passando de geração em geração, e a esperteza do homem nordestino, também. o homem do sertão não podia ser diferente.
       



        Quando o homem está em uma situação não favorável em certos casos e que não tem alguns dos seus utensílios doméstico para que use como um meio de sobreviver dentro de algumas situações, ele tem que usar da sua criatividade.
       




         Vamos falar do quixó, uma armadilha que é montada com pedra e gravetos. No sertão nordestino caçadores, homens simples e agricultores, faziam esse tipo de armadilha para pegar preás ou outros roedores como os mocós.
       




         Alguns sertanejos, naquela época, viviam em absoluta pobreza, e para eles só restavam caçar para poder alimentar a sua família, e a ele próprio. Esses sertanejos tinham que se valer das condições que lhe cercavam. Usando a sua inteligência e um pouco de habilidade, eles montavam armadilhas que se chamavam “Quixó”.
       




         Esse tipo de armadilha nada mais é do que uma pedra e um trio de hastes, ou seja, elas eram feitas de gravetos, que são colocadas cuidadosamente na ponta da rocha, e na ponta de uma delas, o chamariz de alguma isca que na maioria das vezes era macaxeira, que é muito cultivada em todo nordeste, não só no sertão.
       




          Quando a presa mordia a isca, o movimento disparava os gravetos e a pedra caia por cima da presa. Por muitas vezes o sertanejo tinha a caça na mão, pois era um negócio muito simples, mais que funcionava que era uma beleza. Sendo assim os sertanejos se valeram desse tipo de artifício para ter o que comer e não passar por mais privações como muitos já passaram em um sertão tão cheio de dificuldades e de situações muitas vezes desfavoráveis.

    15 de jan de 2015

    AREIAS COLORIDAS

                                        Fonte da imagem: egroup

                                           



                                ARTESANATO NORDESTINO








              Não é nenhum segredo dizer que o artesanato nordestino é lindo e muito criativo, no que se refere a estética conceitual da coisa propriamente dita. Por outro lado sabemos que o nordestino na maior parte das vezes, usa essa habilidade atrelada a sua criatividade, para fazer do seu talento, um trabalho rico e diferenciado.
       




         No artesanato do nordeste brasileiro, é usado muito como matéria prima, à palha de carnaúba e do coqueiro, a fibra do agave, da cerâmica e outras matérias primas. Mas hoje vamos falar de um artesanato que é muito valorizado e conhecido pelos turistas de todos os cantos do mundo. Vamos falar das garrafas de áreas coloridas da região do estado do Ceará.
       




           Essas lindas garrafas com areias coloridas, consistem em um belo trabalho minucioso e com requinte de detalhes. Essas areias coloridas são provenientes das falésias do litoral cearense. Esses artesões usam essas areias como matéria prima para fazer trabalhos lindos dentro dessas garrafas de vidros, a onde eles usam como obra, as paisagens lindas do nordeste brasileiro.
       




          Em Majorlândia, foi a onde esse tipo de artesanato surgiu. Essa praia fica no interior do estado cearense. Artistas locais com sua criatividade criaram as garrafas de areias coloridas. Esses artesãos com muita paciência e todos os seus instrumentos de trabalho como: diminutas pazinhas e estiletes e outros instrumentos, vão dosando a areias sobre areias coloridas dentro das garrafinhas, formando assim as paisagens ou alguma outra coisa que eles queiram demonstrar como parte do seu talento, dentro de cada garrafa por eles ali trabalhadas.
       




           São várias formas, várias paisagens e vários desenhos por eles ali demonstrados. Praia das Fontes e Morro Branco tem um cenário próprio de falésias de areias coloridas. São várias cores naturais, pelo menos umas doze. Hoje a área de Morro Branco é protegida por lei, e proibida de alguma pessoa retirar areia.
       




          Os artesãos hoje pintam a areia branca e fazem cores mais fortes para substituir as naturais. Tem um espaço reservado pelo Ibama que permite a retirada da areia fora da área protegida. Além da areia, taças e garrafas, os artesão também usam um palito ou mesmo um fio de cobre para mostrarem os seus trabalhos.
       




           Também eles usam uma pequena concha e uma pá feita com aro de panela. São ferramentas de ponta fina, que dão toda mobilidade de trabalho para os artesãos, para que eles deem à forma desejada à areia dentro do trabalho que eles estão elaborando dentro das garrafas.


    AREIA BRANCA, CIDADE PRAIEIRA.

                      
                                          Fonte da imagem: imperdoaveismc
                                                                   


                                            TERRA DO SAL
      



           Areia Branca é uma cidade do Rio Grane do Norte, que fica localizada na região chamada “costa Branca”. Na cidade encontra-se a ponta do mel, esse lugar é a onde o sertão encontra o mar. Esse município fica localizado ao norte do litoral potiguar, e tem uma boa infraestrutura turística.
       



           Ela abriga a maior parte da região da “Costa Branca”, que engloba a cidade de Galinhos, Guamaré, Macau e Porto do Mangue. O litoral desse município já há muito tempo que era conhecido por quem navegava desde a época do descobrimento do continente americano, isso é fato.
       



           Areia Branca também é conhecida pelas suas praias paradisíacas de areias brancas e finas, dunas e falésias, e também tem uma parte do seu território que chamamos de sertão. Ela tem uma formação geográfica rica e variável. Tem uma produção de sal das maiores do Brasil e é conhecida até hoje pela “Terra do Sal”.
       



            Essa linda cidade tem como um dos atrativos, as suas belezas naturais, a começar pelas suas lindas praias que são elas: A praia de Redonda, praia de são Cristóvão, a praia de baixa grande, a praia de Upanema, a praia de morro pintado e a praia de ponta do mel. Bem, essa cidade tem como sua base de sustentação econômica, o sal marinho, a exploração petrolífera e a pesca.
       



           O potencial turístico da cidade de Areia Branca é um dos mais promissores de toda a região. Nessa região, a tendência do turismo é crescer cada dia a mais. Areia Branca também tem um carnaval bem consolidado e que atrai milhares de turistas para essa festa, e que gera emprego e renda para a região.
       



           Ela também atraiu investimento por parte de algumas empresa que investiram em energia limpa e sustentável, como à energia eólica. O município de Areia Branca foi emancipado de Mossoró no dia 16 de fevereiro de 1892, lei nº 10, a sua população é de mais ou menos 28 mil habitantes.
      



            Essa cidade fica a 40 km da cidade de Mossoró e a 330 km da capital do estado do Rio Grande do Norte, Natal. O clima que predomina é o semiárido. Linda cidade do Rio Grande do Norte, Areia Branca sempre está atraindo turistas e pessoas para conhece-la e gerando assim emprego e renda para o município.
       



          Para chegar a essa exuberante cidade, o acesso a partir de Natal, siga pela BR 304 até Mossoró e, depois pegue a BR 118. Indo a Areia Branca, não deixe de procurar um nativo ou alguém autorizado no turismo, para que você não tenha nenhuma surpresa desagradável. Conheça Areia Branca –RN, essa é uma linda cidade, e que te deixa maravilhado com as suas belezas naturais.



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    12 de jan de 2015

    UM SABOR DE NORDESTE

                                
                                                    Fonte da imagem: apenasmulhernacozinha
                                                        




                                UM MANJAR NORDESTINO
       





           O cardápio da cozinha nordestina é um manjar para quem aprecia uma comida de aromas suaves e de sabores picantes. Essa cozinha nordestina é uma das mais apreciadas pelos que gostam de uma saborosa comida. Não é à toa que ela tem muita influência dos temperos europeus, africanos, indígenas e até oriental, assim como todas as outras de todo Brasil.

       




           Porém ela leva uma vantagem enorme no que se refere à influência direta dos europeus, índios e escravos, desde o descobrimento do Brasil a partir da Bahia. Na contra mão da história é claro que o brasileiro adaptou esses temperos e que naturalmente surgiram outros pratos e devidamente ganharam novos sabores tipicamente brasileiro.

       




           É claro que a cozinha brasileira surgiu com esses novos sabores, porque o brasileiro é muito criativo e não se acomodou com os sabores e pratos que vieram de fora. Hoje a cozinha nordestina sem medo de errar, é uma das mais criativas, mais saborosas, que tem um aroma impressionante e que é muito picante. Hoje vamos falar do Pirão de ovos.

       




           Você pode preparar o pirão de ovos a partir do caldo que sobra da carne que você termina de preparar. Esse caldo é feito com vários temperos, você pode usar ele para fazer o pirão bem saboroso. O pirão além de ser uma comida tipicamente nordestina ele faz parte da mesa de muitos brasileiros. Se você não quiser usar o caldo da carne que você cozinhou, tem outro modo de você fazer o pirão de ovos.

       




          Use dois tabletes de caldo de bacon, um dente de alho, um tomate grande cortado, uma cebola média cortada em cubinhos pequenos, um pimentão cortado picadinho, cheiro verde picadinho, quatro ovos, um litro de água, farinha a gosto, uma colher de chá de colorau, azeite ou óleo.

      




          É bom você saber que antes mesmo de você começar a fazer o pirão, você deixa o caldo cozinhar um pouco, quando ele estiver fervendo, você vai quebrar os ovos e despeja dentro desse caldo fervendo, quando estes ovos estiverem fervidos, pegue com a colher separe-os em um pires e depois que você já estiver feito o pirão então você coloca os ovos no pirão. Sendo assim, você terá feito um dos pratos mais conhecido do sertão nordestino.


    A BANDA DO SIRI

                                                           Fonte da imagem: Fábio Henrique

                                           


                         CARNAVAL EM NATAL É NA REDINHA
                                                                  
      



          A arte do artista plástico potiguar Newton Avelino vai sair estampada nos abadás da Banda do Siri da Redinha que é um dos bairros mais tradicionais no carnaval de rua da cidade de Natal-Rn.


       



         O diretor do bloco “A Banda do Siri”, Fábio Henrique, lhe fez o pedido e foi prontamente atendido pelo artista. Essa banda já existe há 26 anos e é parte do carnaval de rua do litoral norte, fazendo a alegria dos foliões.


       



         O carnaval autêntico é aquele que é praticado na rua com muito frevo, muita irreverência e com orquestra de metais puxando os foliões, sem cordas como forma de isolar pessoas, não existe por lá. Pois o tipo de carnaval que as pessoas gostam de brincar ainda é o carnaval tradicional, aquele com liberdade e alegria.

    ARRIBAÇÃ, SÍMBOLO DO SERTÃO

                         
                                  Fonte da imagem: caririemfoco
                                 
                                               



                    PÁSSARO DO SERTÃO NORDESTINO
      




          Com a falta consciência de caçadores que praticam a caça a essa ave que tem a cara do sertão nordestino, e é um símbolo dessa região o órgão fiscalizador estar sempre atento. Essa ave é chamada de arribaçã, avoete ou pomba de bando. Elas voam em bandos.
       




         Centenas, milhares, a procura de locais que tenha água e que seja bem fechado para pôr os seus ovos. A onde elas se abrigam chamamos de pombal, lugar geralmente que é bem fechado com uma vegetação rasteira como à macambira ou como uma vegetação mais alta verde e seca, que chamamos de jurema, e compondo essa vegetação vem o xique xique.
       




         Milhares de aves chegam ao sertão nordestino para a postura do ano. Triste é saber que elas são alvo muito fácil de caçadores dessas regiões a onde elas vem a procura de água e de uma mata fechada para fazerem sua postura e chocarem seus ovos. As pessoas não tem a preocupação de não pisarem nos ovos desses pássaros.
      




          Por isso é que é crime se caçar esse pássaro silvestre. Essa ave está presente em quase todo o sertão do nordeste. A fiscalização é intensa mas mesmo assim ainda tem caçadores que insistem em caçar essa ave. De acordo com os responsáveis pela fiscalização dessa área, já tem um plano de manejo, que foi proposto pelo Centro Nacional de Pesquisa para a conservação dessas aves silvestre. (Cemave) O desafio mesmo é fazer o uso sustentável da arribaçã.
       




         O fato é, que há exploração desde o momento em que as aves se instalam nos pombais, para a reprodução. Existe sempre alguém querendo caçar essa espécie, tanto para o consumo próprio, quanto para comercializá-lo. A preocupação das autoridades, é que se abrir mão da fiscalização, é que essa espécie da fauna silvestre desapareça com o passar dos anos, justamente por que a caça destrói os ovos nos pombais e que fica muito difícil a procriação da espécie. Como todos já sabem, esse tipo de caça é ilegal, portanto as pessoas sabem os riscos que correm, cada um tem que assumir os seus erros, e não continuar persistindo com os mesmos.

    UM LUGAR CHAMADO NORDESTE

                 
                                  Fonte da imagem: buzzfeed
                                            




                         DA CAATINGA À MATA ATLÂNTICA
      





          Se você nunca veio ao nordeste e acha que tudo aqui é muito bronco, que as pessoas não são esclarecidas e que são atrasadas, acho que está na hora de você vir à região para ter uma ideia própria do que é o Nordeste do Brasil.
       




         Essa região foi descoberta durante o século XVI. Pedro Álvares Cabral, desembarcou com a sua expedição no dia 22 de abril de 1500, na cidade que hoje tem o nome de Porto Seguro, Bahia. Até isso o nordeste foi um dos estados brasileiros que teve esse privilégio de ser o primeiro a ser explorado historicamente e comercialmente.
       




          Essa região brasileira é a que tem o maior números de estados com: Pernambuco (incluindo o Distrito Estadual de Fernando de Noronha), Alagoas, Bahia, Ceará, Paraíba, Piauí, Rio Grande do Norte, Sergipe e o Maranhão. Foi no litoral nordestino que tudo teve início, no que se refere as atividades econômicas do país, tais como o plantio de cana de açúcar e os seus derivados, também a extração do Pau Brasil, o plantio do algodão e outros.
       




          Com o passar dos anos, as intermináveis secas no nordeste e a grande concentração fundiária vieram a migração de nordestinos para outras regiões do Brasil, principalmente nas décadas de 60, 70 e 80. Já na década de 90, devido às crises econômicas dos mercados de várias grandes cidades, caiu a oferta de empregos diminuindo assim a ida de nordestinos para o sudeste do Brasil.
       




           Nos últimos anos o movimento tradicional de imigração tem se invertido na região Nordeste. Nos estudos da nova geoeconomia do emprego no Brasil, Sergipe, Rio Grande do Norte, Ceará e Paraíba receberam mais imigrantes de outras regiões do Brasil.
       




          O clima dessa região apresenta temperatura elevada entre 26° a 35° anual. O índice de precipitação pluviométrica varia entre 300 a 2.000 mm, O clima no nordeste é equatorial úmido, Litorâneo úmido, Clima tropical e Clima tropical semiárido. A vegetação desse estado é dividida entre Mata atlântica, Mata de Cocais, Cerrado, Caatinga, Vegetação e Matas Ciliares.
       




       As Bacias hidrográficas do Nordeste são bem importantes para alavancar a economia dessa região, são elas: Bacia do atlântico do Nordeste oriental, Bacia do São Francisco, Bacia do Atlântico do Nordeste ocidental, Bacia do Parnaíba que fica no Piauí e a Bacia do Atlântico leste.

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    1 de jan de 2015

    FONTE DE ENERGIA E GERAÇÃO DE EMPREGO

                         
                                              Fonte da imagem: bonegocio
                                           
                       





                            FABRICAÇÃO DE QUEIJO À MODA ANTIGA

       







       O nordeste brasileiro sempre foi uma região rica, mesmo com todas as dificuldades por conseqüência das secas, que nessa região sempre assola e castiga tudo e todos que nela vive. Vamos falar aqui em uma iguaria que sempre foi sinônimo de sertão e de pecuária nordestina, que é o queijo tipo coalho.
       




        Era nas cozinhas das casas de fazendas do sertão nordestino que se produziam os derivados do leite, principalmente nas casas dos vaqueiros, tais como: Queijo coalho, e o queijo de Manteiga. O objetivo de tudo isso era pra que essa iguaria tivesse o objetivo de consumo familiar, já que é um alimento muito nutritivo. Depois de muitos anos, podemos dizer que é secular a fabricação dessa iguaria no nordeste brasileiro.  Ainda hoje existem fazendas que produzem o queijo ainda a moda antiga, com a velha prensa de madeira, mesmo com toda a tecnologia que existe hoje.
       




        Podemos observar que nos mais longínquos rincões nordestinos em algum lugar você pode observar essa prática com o meio mais primitivo e que faz parte de uma cultura de um povo que procura melhorar a cada dia em tudo que faz. Geralmente a falta de condições financeiras ainda leva o homem nordestino do sertão a usar antigos métodos de fabricação queijeira. Hoje a fabricação do queijo tanto é feita pelo pequeno agricultor, com muita simplicidade, como também pelos grandes produtores, ou até mesmo quem nem trabalha com leite, e que tem acesso a maquinários com grande tecnologia.
       




         Geralmente hoje tem muita gente que trabalha no sistema de cooperativa e que é mais um suporte para o agricultor que fabrica o seu queijo que pode assim barateia-lo. A higienização do produto é muito importante para que ele tenha boa aceitação comercial, e para a própria saúde humana, isso não resta dúvidas. Antigamente já no começo do século passado, era tudo bem primitivo, bem artesanal mesmo, já hoje podemos ver o pessoal que trabalha nesse seguimento, ter suporte técnico, e aprendendo a fazer o queijo, usando assim todas as etapas de um processo de produção.
       




         O sertanejo ocupava todo o espaço da cozinha de sua casa para a fabricação do queijo e ao mesmo tempo servia de queijaria, que também ficava tudo junto aos grandes fogões feitos de alvenaria e junto às trempes, sem organização e sem higienização nenhuma, hoje ele já tem outro aprendizado e está mais bem preparado, com outros conceitos e com mais acesso a outras tecnologias. Isso é a cultura do sertão, isso é a cultura Nordestina.


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