, A ARTE DE NEWTON AVELINO

Curta Nossa Página do Facebook!


  • Desenvolvido Por Iago Melanias

    Curta Nossa Página do Facebook!


  • Desenvolvido Por Iago Melanias

    SEGUIDORES

    Confira a arte do artista potiguar Newton Avelino, na sua galeria permanente. Adquira já uma obra!

    31 de out de 2015

    CARVOARIAS

                                                    Fonte da imagem: ejsape


                                               


                             PRÁTICA TRADICIONAL NO SERTÃO

       



         As carvoarias do sertão nordestino são feitas para transformar galhos secos e troncos de árvores em carvão. Essa prática é muito tradicional nos mais distantes lugares do alto sertão do nordeste brasileiro, onde realmente esses sertanejos não tem acesso a nenhum meio de cozinhar sua alimentação. 

       


        Já outros fazem esse tipo de trabalho prática de vende-lo e ganhar um valor monetário com a venda desse produto. As carvoarias são feitas do seguinte modo, o agricultor cava uma vala no chão e preenche com troncos e galhos de árvores secas da caatinga, cobrindo assim com algum capim e depois cobre com terra, deixando assim queimar por vários dias, até ser transformado em carvão vegetal. 

      


        A utilização dessa lenha para produção do carvão vegetal é uma alternativa de renda e consumo para alguns desses pequenos agricultores dessas regiões. Alguns desses sertanejos só fazem carvão para vender quando não conseguem outra atividade. Essa prática mesmo sendo comum no sertão, é uma prática que não é a forma mais correta de manejo e de preservação do meio ambiente. 

      



          Primeiro porque polui o meio ambiente, suja as pessoas e não é o mais correto, é apenas um paliativo. Essa prática leva muitos prejuízos para o meio ambiente porque contribui e muito para o desequilíbrio ambiental do ecossistema. Tudo isso traz muita poluição ambiental e reduz drasticamente a vegetação do bioma. 

       



         A fiscalização está sempre atenta para esse tipo de prática ilegal. Para quem trabalha com essa atividade e para quem usa, é unir o útil ao agradável. Sempre ir alternando carvão e gás, só assim se evita a prevenir doenças respiratórias. Poderia se pensar em fazer algo sustável com plantação de árvores de corte para manejo sustentável na produção de carvão.






    SABORES DO NORDESTE

                                                                   Fonte da imagem: sommelierwine

                                 



                                       TEMPEROS E AROMAS 


       



       Com um diferencial muito peculiar que são os aromas e os molhos picantes, a cozinha sertaneja do Nordeste brasileiro se destaca pelos seus pratos exóticos a base de carne de gado e com um exuberante toque nordestino é que ela vem nos mostrar que sabores e aromas dessa região faz muita diferença entre um prato e outro. 

       


        Temos uma cultura com uma influência muito grande dos europeus, negros, índios e também dos orientais, e que adaptamos com temperos e ervas que existem nessa região. Vamos falar do Chambaril que é um osso da canela do boi que tem uma carne muito gostosa, e que é preparada com muitos legumes e verduras. 



      
       Ele é acompanhado de um pirão feito com o caldo do cozido dessa carne e é acompanhado com arroz branco. Como dizem os entendidos no assunto gourmet, é muito bom comer, e comer bem. Bem, vamos no preparo do Chambaril. Coloque óleo em uma panela e deixe esquentar, depois ponha tomate, cebolo tudo cortado em rodelas. Pique o pimentão e coloque junto com o tomate e a cebola. 


       


         Depois acrescente o ossobuco já temperado com pimenta e sal a gosto. Depois acrescente água aos poucos na panela previamente com os temperos, pimenta do reino e sal a gosto. Deixe tudo isso cozinhar em fogo brando até a carne do osso ficar macia. Observe quando a carne estiver macia, retire ela da panela, e com o caldo que sobrou faça o pirão: Coloque a farinha de mandioca, despeje o caldo fervente e bata até ficar grosso. Depois esquente a carne e os legumes, e sirva. 

    LITORAL DE ALAGOAS

    Fonte da imagem: mapadehoteis

                                  
                                     


                                         PRAIA DA SEREIA

       




        O litoral de alagoas é um dos mais lindos do nordeste, se bem quando falamos de litoral nordestino, fica difícil de se eleger alguma praia em especial, porque o litoral do nordeste do Brasil é um dos mais lindo do mundo. 

       


        Com águas mornas e lindos coqueirais que nos fazem transcender as cenas de qualquer filme feito em alguma lugar do oceano pacífico, aqui também não fica atrás de nenhuma praia do mundo a fora. A praia da sereia, fica no litoral norte de alagoas. 

       


         Praia tranquila de média extensão, sendo considerada como um dos recantos mais lindo da cidade, por sua beleza natural. A praia da sereia também é conhecida como Praia do Pratagi, ela fica localizada no bairro de Riacho Doce, e recebeu esse nome por existir em frente a ela, uma escultura de Sereia, em cima dos arrecifes. 

       


         Quando a maré baixa, a proteção dos arrecifes forma uma piscina natural de águas calmas que fica à disposição dos banhistas para o banho tranquilo. Nesse lugar, também é propício para esportes náuticos, como windsurfe, canoagem e outros. 

       


         A infraestrutura do lugar é simples, mas que atende bem aos turistas e aos nativos. Também existem alguns restaurantes, e pousadas. Ela fica distante de Maceió mais ou menos doze quilômetros, localizada as margens da AL 101 Norte e é uma das mais conhecidas praias de Maceió, tem seu nome em tupi que significa “Terra dos Espinhos”. Local propício para fotografias e lazer, tanto para os grandes como para os pequenos. Um lugar para sonhar e curtir a beleza natural que esse lugar proporciona para todos que lá conhece.






     

    PESCADORES NORDESTINOS

             

                                        


                                       

                                    PESCA ARTESANAL

       


       

        O litoral do nordeste brasileiro é muito lindo e extenso, com suas praias e paisagens paradisíacas que encantam tanto os turistas quanto os nativos dessa região, ele também é uma fonte de renda e de geração de trabalho para quem vive da pesca e tira o seu sustento do mar. 

       


        A pesca artesanal é um meio de sobrevivência para muitas comunidades que ficam as margens ou não, das praias. No litoral nordestino diariamente homens e mulheres se aventuram dentro do mar em busca de alimentos que venha a garantir a renda dessas famílias. 

      


         Hoje com a pesca extrativista em algumas regiões desse litoral, a garantia de preservação é garantida. A pesca industrializada ainda continua sendo uma atividade que acontece indiscriminadamente com rede de arrasto, as pessoas tem que se conscientizarem que se não tiver um controle nos próximos anos não existirá peixes para pescar. 

       


        A poluição com resíduos domiciliares e industriais, assim também como a retirada do pescado, tornou-se uma ameaça para fauna marinha. No Brasil, uma grande parte desse pescado chega à mesa das famílias brasileiras vindo do trabalho dos pescadores profissionais artesanais. 

       


         Os pescadores artesanais tiveram uma grande vitória quando em 2003, a pesca artesanal foi regulamentada pela primeira vez, pela lei nº 10.779, que regulamenta o seguro desemprego quando o pescador fica sem poder pescar durante o período de defeso. Sendo assim, vemos que essa figura do pescador nordestino, faz parte da cultura e da história do litoral do nordeste brasileiro. 

       


         Os pescadores tem uma imensa importância tanto como figuras históricas dentro da cultura popular nordestina, como também na história viva deles, onde essa parcela da mão de obra especializada, alavanca o aquecimento do comércio pesqueiro tanto interno quanto externo. 


    A CANGA


                                   
                       
                                                         Fonte da imagem: panoramio
                                      
                                    



                                    SÍMBOLO DO SERTÃO
       
      


          sertão Nordestino é uma região a onde existe uma grande população de gado de corte e leite, e que fica muito reduzido o rebanho quando a seca chega. Mas o investimento na caprinocultura cresceu muito nesses últimos tempos. 

       


         A criação desses animais nessa região, já era bem tradicional, porém o estado baiano é a onde existe o maior rebanho do Brasil com 33,7%, depois vem o Pernambuco e o Piauí, cada um com mais de um milhão de cabeças. Conta os estudiosos que a cabra foi o primeiro animal a produzir alimentos para os seres humanos, como carne e leite, e domesticado pelo homem há cerca de sete mil anos, ela também produzia o couro e o esterco. 

       


         Mas aí é outra história. Na verdade, para o homem nordestino situado na caatinga, esse bicho é o animal ideal para sobreviver as secas intermitentes, e também é um animal de custo baixo, tanto para criar como para ser comercializado entre os sertanejos. 

       


          Ele não precisa muito de comida especial, bebe pouca água e come de tudo um pouco, ou muito. De gravetos secos a pequenas pastagens, ou mesmo árvores com espinhos, esse animal é um devorador. Por isso entre criadores ou não, sempre está existindo brigas por esse animalzinho está pulando a cerca e comendo a plantação do vizinho. 

       


          Entre as paisagens sertanejas e os currais feitos para esse tipo de criação, você sempre vai ver alguns deles com um tipo de artefato pendurado no pescoço, que chamamos de “canga”. O animal que teimam em fugir do local a onde foi confinado, seu dono procura colocar “canga” em seu pescoço, só assim ele não pula à cerca do vizinho. 

       


         Hoje já tem alguns criadores que procuram ser pioneiros em suas cidades e fazerem currais com cercas elétricas com pequenas voltagens.  Nesse estilo de confinamento o caprinos ou ovinos se adapta mais rapidamente, esse sistema é o mesmo que é colocado para os bovinos. 

       


         São tradições como essa que o nordeste brasileiro enriquece a sua cultura. Hoje a carne de bode é muito consumida em todo Nordeste, ela acompanhada com macaxeira ou com qualquer outra mistura ela sempre é um dos pratos principais desse nosso nordeste tão amando.



    17 de out de 2015

    CIDADE PROJETADA


                                                                              
                                                     Fonte da imagem: fancyholidays
                            
                                




                                    REFERÊNCIA NO BRASIL

      




          As capitais nordestinas são lindas, e cada uma delas tem uma história riquíssima que nos mostra uma cultura bela de destaque no cenário nacional. Vamos falar da cidade de Aracaju, a capital do estado de Sergipe. 

       

         Ela é uma cidade que é cortada por rios, mantém um ar de cidade histórica e preserva muito a sua cultura, tem muitos pontos culturais e é uma cidade que mantém uma qualidade de vida muito alto. Aracaju tem 580 mil habitantes mas contando com os municípios que formam a grande Aracaju passa para 840 mil. 

       

         É a capital do menor estado da federação, mas que é um exemplo para o resto do Brasil pela conservação da sua história e dos seus pontos turísticos, mantendo assim uma história bela que mistura o moderno com o antigo. Ela é considerada a capital com o menor índice de desigualdade do Nordeste do Brasil. 

       O verão Sergipe, Forró Caju e o Pré Caju são os eventos mais badalados dessa cidade. Essa cidade nordestina, foi feita para o futuro, todas as suas ruas foram projetadas geometricamente, para desembocarem no rio Sergipe. Ela foi referência no Brasil, um exemplo de tal tendência geométrica. 

       

        As cidades existentes antes do século XVII adaptavam-se às condições topográficas naturais. Ela como cidade projetada nasceu no ano de 1855 por necessidade econômica. O povoado de Santo Antônio do Aracaju, foi elevado à categoria de cidade por uma assembleia. 

       

        Como o seu desenvolvimento era lento, fez com que a cidade tivesse ainda características de povoado. Depois de 1855 aí sim, a cidade de Aracaju se deslocou para o alto da colina de Santo Antônio, e depois para as margens do rio Sergipe. Já em 1911, a cidade já era o maior centro urbano e a cidade mais industrializada do estado.






    AS CERCAS DO SERTÃO

                                                    
                                                                                    Fonte da imagem: panoramio
        

                     


                            ELAS FAZEM PARTE DAS PAISAGENS


      




       As cercas no sertão nordestino são feitas por pura necessidade de alguma coisa, mais uma dessas necessidade é para segurar a criação de animais como por exemplo o caprinos, bovinos e equinos. Do sertão ao litoral vemos cercas de todos os tipos e modelos, umas são para demarcação de terras outras para contenção de caprinos outras para separar animais e por aí vai. 

       


         Bem, vamos falar dessa cerca tradicional que faz parte da cultura do nordeste brasileiro, que é a cerca de varas e que são tiradas da própria mata que faz parte das fazendas. Elas geralmente são feitas para contenção de animais domésticos, como eu falei anteriormente, no caso de galinhas, patos, peru e outros. 

      


         Os caprinos são de difícil contenção porque eles procuram o acesso mais fácil para entrar em locais que já estão plantados. Parece que as áreas restringidas é a onde eles gostam mais de pastar. Os problemas com cercas têm gerado muita confusão com vizinhos de propriedades, pois ninguém quer ver animal de outro vizinho se alimentando em sua propriedade. Hoje tem muitas propriedade que estão sem áreas de reservas naturais, por isso fica difícil de extrair a matéria prima que é a vara de pereiro ou outra madeira. 

       


          Por lei, o agricultor tem que manter vinte por cento exigido da área de preservação permanente, e isso é o mínimo que eles devem fazer para contribuir com a natureza. Essas cercas lindas que a gente ver no sertão do nordeste brasileiro, é uma das marcas mais tradicional da cultura nordestina. 

       


          As primeiras cercas dentro do bioma regional, a caatinga, elas eram de pedras ou seja, ecologicamente corretas. Mas aí é outra história, o certo é que as cercas feitas de varas que separam as propriedades, elas fazem parte da cultura já há muito tempo, elas fazem parte realmente da paisagem sertaneja e separam os animais uns dos outros.


    O BELO COLORIDO DA CAATINGA

                                                 
     
    Fonte da imagem: rotadosertão
                                   
                                


                                   JARDIM A CÉU ABERTO

       



    A região nordeste em suas matas, tanto na faixa de mata atlântica, como também no bioma único que temos no sertão que é a caatinga, vemos muitas árvores lindas quando estão floridas, em suas respectivas épocas. A flora brasileira é riquíssima, e a fauna também. 

       


        Vamos destacar aqui algumas dessas árvores lindas, algumas tipicamente nordestina como os ipês, jacarandás, jatobá, flamboyant e outras. Ipês deve ter uns dezoito tipos de espécies, o jacarandá deve ter umas treze espécies desse tipo de planta, então a gente ver que a nossa flora é realmente riquíssima. 

       


        A maior parte dessas espécies de plantas, elas são encontradas em todo o território nacional, mais algumas são consideradas típicas da região Nordeste do Brasil. Aqui eu destaco o colorido que essas árvores lindas do sertão nordestino, mostra pra gente, que são os ipês, roxo, rosa, branco, amarelo ou verde. 

       


        Ipê é uma palavra de origem tupi, e quer dizer árvore cascuda. Elas são árvores de pequeno e médio porte que atingem de oito a dez metros. São árvores ideais para a arborização urbana e paisagismo. Nos séculos XVll e XVlll eles foram muito usados em construções e de telhados de igrejas. 

       


       Até os dias de hoje, a sua madeira é muito valorizada. Essas árvores são da família das Bignoniáceas. Elas se destacam e fazem o colorido especial das florestas e do bioma nordestino junto com os flamboyants e jacarandás. Sem contar nas outras floradas. Sendo assim, vemos que o criador pintou esse nosso cenário com as cores mais especiais que ele achou para pintar essa obra divina.


    CANJICA

                         
                                                           Fonte da imagem: decolar
                                                      


                                              UM MANJAR NORDESTINO

       


         As comidas do nordeste brasileiro são chamadas de manjares, pelos sabores apimentados, aromáticos e de uma culinária muito rica que faz com que os pratos saiam muito saborosos. Eles levam a influência dos europeus, dos africanos e dos índios.


       


         Ela é muito comparada com a comida mineira, tanto no aspecto dos sabores quantos nos pratos doces e salgados, que essa duas regiões lindíssimas têm em comum. Vou falar aqui, de um prato doce, que tanto na culinária nordestina como também na culinária mineira, elas usam muito em quase todos os seus pratos feitos a base do milho.


       



          Aqui nós vamos falar de um prato muito gostoso que é feito no sertão do nordeste como em toda a região. Vamos falar da canjica, que é feita a base do milho e que é muito tradicional no nordeste, e que também é muito consumida na época de festa junina. 



           Para se fazer é só ralar dez espigas de milho verde, um litro de leite de coco uma colher rasa de sal, duas xícaras de chá rasas de açúcar, duas colheres de manteiga. Depois junta tudo e passa no liquidificador, depois de coado, coloque o líquido em uma panela em fogo brando e mexa até engrossar o líquido, adiciona-se mais açúcar e continue sempre mexendo, acrescentam-se mais um pouco de manteiga e continua a mexer por mais ou menos uma meia hora, e depois é só servir o prato com canela por cima.


       



          A canjica também é conhecida como mingau de milho branco ou curau, isso mais pras bandas do sul e sudeste. No nordeste ela é conhecida como canjica mesmo, e é mais amarelinha. Ela pode ser feita com farinha do milho branco ou pode ser feita com o milho verde ralado ou passado no liquidificador. Quando chega o mês junino você vai encontrar ótimas festas juninas que vêm seguidas de tradições que a data propicia.


       



          Além da festa, você vai encontrar todo tipo de guloseimas, e dentre elas, uma das mais apreciadas é a canjiquinha nordestina, não tem quem resista a tal saborosa. Ela fica entre o milho verde, o assado e a pamonha, essas são as guloseimas mais apreciadas das festas juninas, porém tem muitas outras delícias que a gente ver no sertão e no litoral nordestino, também a base do milho.


       



         Essa terra é tão maravilhosa, bela e abençoada por Deus, que nos deu e nos proporciona a cada dia, a maravilha de ser do nordeste. Por tanto vindo ao Nordeste do Brasil, aproveite essa terra linda, de um povo lindo e que é acolhedor por natureza. Aproveite tudo que tem de bom nesse pedaço do Brasil. Sua cultura, músicas, folclore e a sua culinária.


    15 de out de 2015

    POEIRA DO SERTÃO NORDESTINO


                 
                         
                                         Fonte da imagem: nossosemiarido

                                 



                                                                         
                                                
                                               ESTRADAS VICINAIS 
                         
       




             As estradas vicinais do meu sertão nordestino é um dos aspecto que mostra como é complicado morar nesses mais longínquos torrões dessa nossa terra maravilhosa, chamada de Nordeste. 
       



          Além de algumas estradas serem com relevo e outras bem mais planas, elas são de piçarra ou com muito barro, algumas ficam dentro do bioma nordestino, essas sim, são de difícil acesso.
       



         São essas estradas que fazem o escoamento da produção rural desses pequenos produtores aonde eles se encontram e se identificam em morar nesses lugares tão afastados das zonas urbanas, criando seus animais cultivando alguma coisa como por exemplo agricultura de subsistência.
       



        Nessas regiões só existem pequenos barreiros ou pequenos açudes, para consumo humano e animal, as vezes criação de pequenos peixes, galinhas patos e outros e outros animais.
       



         Essas pessoas tiram o seu pequeno rebanho bovino, caprino e ovino de um cercado para o outro, e as vezes esses cercados ficam distante uns dos outros, ao ponto dessas pessoas   chegarem a percorrer quilômetros e quilômetros dentro de matas aboiando o seu rebanho.
       



          Esses sertanejos não são nômades, mas sempre estão tirando o gado de uma propriedade para a outra, isso porque não existe pastos na época de secas. O gado do sertão não é de engordar muito mesmo, justamente por isso, porque eles quase não encontram pastagens verdes na época de secas, também porque é do próprio estilo da caatinga, são pouca as plantas que se sustentam verdes durante a época das estiagens prolongadas.
       



          A jurema seca, macambira e outras folhagens que tem muitos espinhos, também secam, é do próprio ecossistema, só quando chove, é que essa flora fica verde e viçosa, dentro de três dias tudo fica verde, realmente uma transformação divina.
       



        A caatinga e seus mistérios, colocam a prova de sobrevivência a espécie humana em seu território. Mesmo assim o sertanejo teima em ficar nesse território hostil provocado pelas secas intermitentes.
       



           Quem fica morando nessas regiões de difícil acesso, são aquelas pessoas que nasceram ali, e tem familiares já há bastante tempo, são pessoas já adaptáveis aquelas localidades e gostam de viver nessa calmaria e distante do barulho das cidades.
       



         As dificuldades por falta de uma infraestrutura bota a prova todas essas famílias que ali moram, mas que seguem a sua vida dignamente tentando sobreviver de sua roça, de seu rebanho e também da sua plantação, isso quando tem plantação.

      

    CARNAVAL EM PERNAMBUCO

                     
                               



                          AMBIENTE CARNAVALESCO

       


         A cidade do Recife, a nossa Veneza brasileira, respira carnaval o ano todo, não existe carnaval sem o frevo. O frevo está para Recife como o forró está para a Região Nordeste do Brasil. Esse estilo de dança e ritmo musical surgiu na capital pernambucana, Recife, entre o final do século XIX e início do Século XX. 

         

          Esse ritmo carnavalesco nasceu das marchinhas de carnaval, com influência da polca russa, de alguns passos de ballet clássico e de outras danças afro-brasileiras populares, como a capoeira e o maxixe. A palavra frevo foi originada a partir de ferver ou fervura que significa agitação. Mas quem usou o nome frevo foi um jornal de Pernambuco, do Recife mesmo, chamado Pequeno. 

         


          Isso aconteceu em 1907, mas aí é outra história. A gente sabe que essa dança é uma manifestação da cultura corporal tipicamente pernambucana. Tem o frevo de bloco que é aquele que surgiu a partir das serenatas, e o frevo canção, aquele que é cantado diferente do estilo, tem o frevo de rua que é exclusivamente instrumental. 

         


          Um dos blocos que é mais conhecido, é o galo da madrugada, mas também tem o homem da meia noite, pitombeira dos quatro quantos, elefante de Olinda e por aí vai. O Galo da Madrugada, esse arrasta quase um milhão de foliões pelas ruas do Recife, mais outros blocos também arrasta multidões de foliões. 

       


           Então embora pareça muito simples, o frevo é marcado pela sua complexidade com o uso de malabarismo, gingados, rodopios e passos curtos. Com ritmo frenético junto com as bandinhas que puxa o frevo, esse ar de carnaval pernambucano, contagia os participantes e a plateia que está participando e agitando o ambiente carnavalesco. 

       


           Esse é o frevo que contagia a todos. Um dos frevos mais lindos que eu já ouvi contagiar essa terra maravilhosa, chama-se “Paisagens de Pernambuco” de Alventino Cavalcante. Não há folião nenhum que resista o toque dos metais quando a banda passa tocando esse frevo. 

       


            Então por essas e outras vejo que não existe Carnaval em Pernambuco sem frevo, o Frevo está no sangue dessas pessoas maravilhosas que contagia o carnaval pernambucano. Isso é a nossa cultura isso é nordeste isso é Pernambuco, isso é Brasil.








    •  

    12 de out de 2015

    GAVIÃO CARCARÁ

                                                       Fonte da imagem: imagemetudo

                                  




                                  A ÁGUIA DO SERTÃO

      




           A águia do sertão nordestino o “carcará,” é uma ave de rapina da família das Falconidae. Ele habita em quase todo o território brasileiro. O carcará “caracará plancus”, caracaraí, carancho ou gavião de queimada é uma ave que é sorrateira e que surpreende sempre as suas presas. 

      

                 Esse pássaro símbolo do sertão nordestino mede mais ou menos 56 centímetros da cabeça a cauda e tem 123 centímetros de envergadura, o seu nome vem do tupi. Ele tem uma penugem de preto na parte superior, e no peito uma combinação de marrom claro com algumas riscas pretas. 

      

                Tem canelas e patas de cor amarelo claro. Essa ave ficou imortalizado entre linhas na canção do poeta. Na canção, a ave simboliza a dura vida no sertão do nordeste do Brasil. Essa ave se alimenta de quase tudo que acha, de animais vivos ou mortos, tanto em áreas urbanas ou em áreas rurais. O carcará pode ser encontrado em todas as Américas. 

      

                Tido como ave tipicamente brasileira, e que Audubon o chamava no século XIX, de “Águia Brasileira”. Essa ave não é uma águia e sim um parente distante dos falcões. Ele é bem diferente dos falcões que é um predador especializado. Já o carcará é um generalista e oportunista, alimentando-se de anfíbios, insetos e roedores ou quaisquer outras presas fáceis. 

      

                 Ele também é um excelente voador e planador. É muito facilmente encontrado no bioma nordestino e em toda região. Eles gostam de ficar sempre em solo, procurando pequenas caças. Ele é considero a águia do sertão do nordeste brasileiro.






    Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...

    GOSTARIA DE ASSINAR O NOSSO FEED?

    100% gratuito

    RECEBA AS ATUALIZÇÕES DO NOSSO BLOG DIRETAMENTE NO SEU E-MAIL

    FIQUE POR DENTRO DAS NOVIDADES DO BLOG