, A ARTE DE NEWTON AVELINO A ARTE DE NEWTON AVELINO

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Confira a arte do artista potiguar Newton Avelino, na sua galeria permanente. Adquira já uma obra!

29 de fev de 2016

HOTEL FAZENDA

                                                                                   
                                                                                                               Fonte da imagem: bonito360graus

                                                         

  
                                    CIDADE DAS CACHOEIRAS




 
      
      O agreste pernambucano é um colosso, e com ele vem as suas belezas naturais. Hoje vamos falar de um hotel fazenda localizado na zona rural da cidade de Bonito no agreste de Pernambuco. Esse hotel está dentro de uma área de 80 hectares de mata atlântica, e tem uma excelente infraestrutura. A região a onde fica o hotel, o clima é agradável, tanto no inverno quanto no verão, ele também oferece ótimo atendimento, e faz com que os hospedes se sintam em casa. As suas refeições são pratos típicos dessa região.




     O Hotel Fazenda Engenho Pedra do Rodeadouro tem 12 unidades de chalés, são 34 apartamentos e dez suítes com vista para a linda pedra do rodeador e para os montes que arrodeiam a área rural do município. Cada unidade tem capacidade para oito pessoas, dispondo de sala, dois quartos e uma ampla varanda com redário. O hotel é perfeito para as pessoas que praticam esportes radicais ou para aquelas pessoas que só querem descansar. Foi nesse local que ocorreu o primeiro Movimento Sebastianista do Brasil, há cerca de 192 anos. Esse hotel além de abrir espaço para confraternizações e encontros, também dispõe de espaços reservados à divulgação da cultura regional e de lazer e entretenimento.




    A região de Bonito apresenta uma enormidade de variedades da fauna e da flora, e deixa todos deslumbrados com tanta beleza. Na década de 1980 nesse local existia um engenho. O hospede também tem a oportunidade de conhecer o Bar da Tilápia que fica ao lado das piscinas naturais, e também da área que é reservada para o pesque-pague. Os restaurante ficam na parte central do engenho. Costuma-se servir pratos como macaxeira com carne de sol, cuscuz com queijo coalho, e outros pratos da região. Nos lagos do hotel você pode se deparar com bastante tilápias.




     O hotel oferece para os hospedes nas horas de lazer, passeios a cavalo, visita à pedra do Rodeador para elas apreciarem o pôr do sol, e a ordenha de animais. Já na parte da noite, os hospedes que quiserem fazer trilhas ecológicas vão ter guias para fazer os trajetos e para quem quer dançar forró, existe o espaço para dançar bastante forró pé de serra. Ao som da sanfona, zabumba e triangulo, isso sem falar no salão de jogos e observatório de aves. Tudo isso o hotel oferece para quem ali se hospeda.




      Indo ao agreste pernambucano,não deixe de conhecer esse belo lugar, você vai se apaixonar pelas belezas que tem nessa região. Para chegar ao Hotel Fazenda Engenho Pedra do Rodeadouro, é só pegar a PE-103, no KM 30, na zona rural de Bonito, no agreste de Pernambuco. Saindo do Recife, são cerca de 130 KM. É só seguir pela BR – 232, a estrada é duplicada. Depois de Bezerros, acesse a PE – 103. O hotel fica a cerca de 30 KM.













25 de fev de 2016

MANGUE SECO

Terra-de-Tieta | fonte da imagem: nationalissuperbia
Fonte da imagem: nationalissuperbia




TERRA DE TIETA



      Mangue Seco é uma daquelas maravilhas feita por Deus, que a Bahia nos proporciona. Ela é a última praia baiana que fica no litoral norte, está localizada no Município de Jandaíra, já fazendo fronteira com o lindo estado de Sergipe. Está localizada a 114 km da capital Sergipana, Aracaju, e a 255 Km de Salvador, a capital Baiana.




      Essa praia é um local propício para quem está querendo fugir da agitação dos grandes centros, desfrutando assim de bons momentos de tranquilidade e relaxamento que esse lugar paradisíaco tem. Esse belo lugar foi onde se deu a novela Tieta, de uma emissora de tv brasileira. A história da novela foi retratada em cima de um romance do grande escritor Jorge Amado. Depois da repercussão da novela foi aí que a beleza e a história desse lugar passou a ser reconhecido nacionalmente.




       A praia de mangue seco tem diversas opções de lazer e te proporciona desde a pescarias até um bom surf. A vila de Mangue Seco é muito pequena, o número de moradores é bem reduzido, e este lugar se torna extremamente seguro. O local não possui mercadinho ou mercearia, apenas uma pequena loja, chamada de shopping. Os turistas aproveitam para comprar itens de primeiras necessidade ou para comprar algum objeto de artesanato.




       Esse lugar é tão maravilhoso que foi feito por Deus entre a foz de um rio e que fica entre uma praia de água doce e as ondas do mar. Quem fica na vila precisa caminhar para chegar até o mar, indo pelas dunas ou acompanhando a margem do rio. Existem várias barraquinhas de praia, mas só uma recebe cartão, portanto sempre é bom indo para esse lugar, andar com dinheiro. O coqueiral e pequenos restaurantes proporciona aos visitantes um aspecto de paisagem deslumbrante, paisagem paradisíaca, um verdadeiro cenário de filme.




      O rio real merece um destaque todo especial, pois ele tem uma água salobra que diverte os banhistas com a facilidade de boiar e relaxar. Como o vento é muito forte e muda de direção, ele facilita as imensas dunas a se moverem avançando o lugarejo e querendo cobrir toda essa beleza. Para chegar a esse lugar, o transporte é mesmo de barco.




       Para quem está afim de conhecer esse paraíso aqui na terra é só pegar o carro partindo de Salvador pela avenida Luis Viana Filho, depois logo após pega a estrada do coco BA-099 e, em seguida, linha verde até pontal que fica a 28 Km de distância da divisa entre os dois estados. Em Pontal, pode-se chegar a Mangue Seco através da travessia do Rio Real ou pela praia, utilizando bugres, ou carros de tração 4x4, ou através da costa azul quando a maré estiver baixa. Tente conhecer essa maravilha de lugar, pois vale muito apena.











DANÇA DE SÃO GONÇALO

Fonte da imagem: tupancultural




FESTA DAS REGATEIRAS




      
      A riqueza do folclore nordestino é incalculável em todos os aspectos, cultural, histórico e social. A influência que o nosso folclore recebeu de várias etnias só enriqueceu a nossa história, porém adaptamos e conseguimos fazer o nosso próprio folclore com a nossa identidade. A Dança de São Gonçalo é mais uma que tem a origem portuguesa e pode ser encontrada em diversos estados do Brasil, cada um com características próprias.



    Apresentada inicialmente nos templos religiosos católicos, com o intuito de catequizar os pecadores, foi considerada uma dança mundana, sendo proibida pelas autoridades, então ela passou a ser cantada e dançada nas zonas rurais, onde ainda hoje é aceita e praticada. 



   
      Tem como personagens o Mestre, tocador de viola, o contra mestre, tocador meia cuia ou meia cabaça, dois guias que são sempre os segundos de cada cordão e ainda os demais brincantes, todos vestidos de branco, com quepe e turbante.



     
     A roda de São Gonçalo é iniciada com todos os brincantes parados diante do altar, cantando louvações ao santo e em seguida começa o ritual, com um deles segurando a imagem de São Gonçalo. No fim, os que estão pagando promessa vão para o centro da roda e os dançadores continuam a dançar, sempre batendo forte com um dos pés. A data desse festejo é no dia 10 de janeiro, data de sua morte que foi em 1259. 



        Ela é realizada em Portugal desde o século Xlll, chegou ao Brasil no início do século XVlll, com os fiéis do Santo de Amarante. Em Portugal precisamente na cidade do Porto, o ato de se dançar em comemoração à São Gonçalo era chamado de Festa das Regateiras.




      Aqui no Brasil a dança de São Gonçalo é formada por dançarinos que se organizam em duas fileiras, uma de homens outra de mulheres, voltadas para o altar. Cada fileira é encabeçada por dois violeiros, mestre e contramestre, que dirigem todo o rito. No estado de Alagoas, a dança oriunda do estado da Bahia, encontra-se na cidade de Água Branca. 



       Hoje no Brasil não há dia determinado para o festejo do santo como outrora, somente oferecem-lhe uma dança e reza, cerimonia que ocorre sempre que alguém lhe tenha feito promessa e alcançado uma graça. Uma linda dança que faz parte da cultura nordestina e brasileira.



19 de fev de 2016

SALDANHA MARINHO

                                       
                                                                                         Fonte imagem: juazeirodabahia                        
                                               

                                    


                                        O VAPOR DO CHICO
                   



     Vemos que a navegação no rio São Francisco já não é tão eficiente como antigamente, seria um grande avanço para o sertão, para o nordeste e para o Brasil, se esse rio tivesse uma navegação regular e que o rio desse condição para tal. Para isso, tínhamos que fazer um estudo profundo sobre reflorestamento nas margens desse grande rio nordestino. Vamos falar aqui dos vapores que cruzavam para cima e para baixo as águas do “velho Chico” e no Rio das Velhas.




      O primeiro vapor a fazer isso foi vapor Saldanha Marinho: “o vaporzinho” como é conhecido. Construído fora do Brasil, navegou pelas águas do rio Mississipi, e foi também o primeiro vapor a navegar no rio São Francisco por D. Pedro ll. No dia 3 de fevereiro de 1871, Álvares de Araújo inaugurou a navegação a vapor nas águas do rio da integração. A rota de teste foi Januária, Carinhanha, Barra do Rio Grande, Xique Xique, Pilão Arcado, Remanso, Juazeiro e Boa vista indo até Minas. Essa viagem para Minas era entre Juazeiro e Pirapora. Por viagem, essa embarcação levava cerca de umas 20 pessoas e, no máximo seis toneladas de mercadorias. As viagens duravam dias. Isso aconteceu por 60 anos.




      A hidrovia do rio São Francisco era um importante corredor entre o nordeste e o sudeste do Brasil. Nessa viagem ele anotava aspecto da cultura de cada localidade ribeirinha que hoje oferecem subsídios para que todos nós entendamos a história que aconteceu naquele período. Sendo a primeira embarcação movida a vapor a navegar pelas águas do São Francisco, em fins do século XlX, era uma embarcação com 28 metros de comprimento que participou diretamente do desenvolvimento econômico e social tanto de Minas Gerais quanto dos estados do nordeste. 



      Essa era uma das melhores maneiras de desfrutar o visual do rio, sem contar a região de Casa Nova. Com quilômetros de dunas desertas banhadas pelo lago de sobradinho, esse local está a 100 KM de Petrolina e não era tão fácil chegar por lá, mesmo o visual compensando, a viagem demorava muito.




        A embarcação foi atingida pelas por chamas em um acidente de trabalho que deixou a população do local estarrecida ao ver que um patrimônio cultural como aquele estava sendo destruído. Na época o prefeito munido de atributos legais, teve o bom senso de reconstruir aquele patrimônio, a reconstrução da embarcação foi feita, mas não ficou original, como era antes. Esse vapor navegou muito entre Petrolina e Juazeiro. Ele foi içado a terra em fevereiro de 1971, exatamente quando completava o centenário do início da navegação a vapor no Rio São Francisco. 




      O Saldanha Marinho foi desmontado e transferido de uma orla para outra. Ele vai ser a primeira peça para o memorial da Navegação que vai ser construído no local. Essa é uma das mais lindas histórias do “velho Chico”, no século XlX. Esse foi um dos vapores que fez a história da hidrovia na região nordestina.


18 de fev de 2016

PRATO TÍPICO DO LITORAL

                                    Caranguejada | fonte da imagem: brincardecozinhado





                                         
                                                   
                                                           CARANGUEJADA NORDESTINA





      O nordeste como todos já sabem, cada sub regiões dessa região, tem um prato regional, e também existem pratos dentro da região nordeste que são servido em toda a região. Pratos como buchada, sarapatel, chambaril e outros, mesmo sendo comidas que fazem parte do cardápio sertanejo, elas são servidas também no litoral nordestino, na zona da mata, no agreste, no cariri, auto oeste, médio sertão, meio norte e por aí vai. 



    Mas hoje vamos falar do prato típico do litoral nordestino, vamos falar do caranguejo com pirão. Esse prato nas praias nordestinas ou em alguns restaurantes regionais, ele está entre os mais pedidos. O caranguejo sempre é bem apreciado nas mesas do nordestinos. Só precisamos ter a consciência que eles precisam ter o seu tempo de defeso para a procriação, e as pessoas respeitarem o período e o tamanho do caranguejo, para poder pegá-lo nos mangues do litoral. 



     Para quem tem vontade de fazer uma caranguejada com pirão em casa, só precisa de: 20 caranguejos vivos, 2 tomadas, 2 pimentões, 3 cebolas, coentro e cebolinha verde a gosto, 1 garrafa e meia de coco, 3 colheres de extrato de tomate, 1 colher de mostarda e farinha de mandioca. Forma de preparo: Limpe os caranguejos com uma escova, depois você pode tirar os pelos dele com uma vela acessa ou com o auxílio de uma faca. 




        Coloque um copo de água no liquidificador junto com pimentão, o tomate, a cebola e cebolinha, a mostarda e o extrato de tomate, passe tudo junto. Pegue uma panela grande coloque os caranguejos já devidamente limpos em meia panela de água fervente, quando os caranguejos já estiverem pré-cozidos, jogue essa água fora, e coloque eles de volta ao fogo, e acrescente o molho que você preparou antes de colocar os caranguejos dentro da água fervente, acrescente dentro da panela. 




       Deixe ferver por 20 minutos e depois coloque o leite de coco e espere mais 10 minutos.  Em outra panela coloque uma porção do molho do caranguejo com o fogo baixo, vá misturando a farinha com o caldo do caranguejo, e aos poucos, você vai mexendo, quando a farinha começar a mudar de cor e ficar homogenia, é porque já está pronto o pirão. Agora é só degustar e se deliciar com um dos pratos mais servidos da região litorânea nordestina. 




       A caranguejada simplesmente, além de ser um prato típico da região, também é um daqueles manjares nordestino que ninguém consegue esquecer. Para degustar essa delícia, precisa-se de muita paciência, muita manejo para extrair a carne de dentro das patas e do corpo do caranguejo, o resto é só degustar com bastante limão.





LINDA CIDADE

                                            Cidade-de-Nova-Iorque | fonte da imagem: achetudoeregiao




                                             
                                                   
                                        CIDADE DE NOVA IORQUE
                                     



      O nordeste brasileiro é mesmo uma dádiva de Deus. Fomos os primeiros a ser descobertos pelos europeus e de lá para cá vemos que em alguns lugares dentro da região, fomos presenteados por belos nomes de grandes cidades do mundo, uma delas é New York City. Por incrível que pareça, temos uma cidade no estado do Maranhão, nordeste brasileiro, que leva o nome de Nova Iorque. 



     Essa cidadezinha, claro, não é aquela gigantesca metrópole americana, também não é aquela cidade com suas tribos e os seus costumes, a chamada cidade cosmopolita, com vários idiomas, várias nacionalidades e vários gostos e costumes, não, não é assim, mas na verdade a Nova Iorque brasileira também tem o seu charme, tem a sua paz, uma grande arborização, praias de água doce e muito mais.




      Localizada no médio sertão nordestino do Brasil, fica a oeste, estando a uma altitude de 178 metros. Tem uma população acima de 4.000 mil habitantes, e possui uma área de 976,629 KM². Em 1871, a Fazenda Sussuapara já prosperava, isso bem antes da chegada do Americano Eduardo Burnet à região. Em 1886 construiu uma casa de telhas, e começando no ramo de comércio. E ele então fundou uma vila, que logo levava o nome de Vila Nova, e que era desmembrada de Patos Bons. 



        
        Com um crescente progresso na economia da Vila, ele resolveu mudar o nome da Vila, para Nova Iorque, em homenagem a sua terra. Também contribuíram bastante para o crescimento dessa cidade, os brasileiros, Justino Neiva de Souza, Bernardino do Espírito Santo e Silva e João Henrique Ferreira. A história conta que em 1925 a vila foi invadida pela coluna Prestes, tendo os revolucionários saqueado o comércio, queimando arquivos públicos e praticado mais uma série de arbitrariedades, deixando a região oito dias depois. 




         No ano seguinte o rio Parnaíba inundou esse povoado, forçando a mudança da vila para local mais alto, não atingido pelas águas desse rio. A Nova Iorque brasileira, fica localizada a 496 KM da capital São Luís, tem 127 anos de existência. Com a construção da Barragem Boa Esperança, no ano de 1968, a cidade teve que ser construída em outro loca com recurso do Governo Federal, na época, e a cidade antiga foi invadida pelas águas da represa. Já a nova cidade de Nova Iorque foi toda planejada. Procure conhecer a cidade de Nova Iorque brasileira que fica no Maranhão.







15 de fev de 2016

OCEAN PALACE

Fonte da imagem: amazoniamaisviagens




OCEAN PALACE HOTEL RESORT



      O hotel Ocean Palace Beach Resort foi inaugurado em 1996 e é um dos mais belos hotéis da capital potiguar. Hotel cinco estrelas localizado na via costeira, avenida que liga as praias urbanas de Natal e que possui um aglomerado de grandes hotéis.



    O Ocean Palace é um hotel que tem pelo menos uns 282 apartamentos com uma grande infraestrutura e alguns desses apartamentos ficam de frente com as dunas que são os chamados superiores e superiores plus. Os de luxo e superluxo tem vista para o belo mar que está à frente do hotel. Ele acomoda no máximo 4 pessoas em cada apartamento, incluindo a criança. Existe também 32 unidades geminadas duas a duas na ala de bangalôs. Todos têm sacadas e vistas para o mar.




    Um ponto alto desse hotel, são os complexos de piscinas, que são chamado de parque aquático. São piscinas de vários formatos, profundidade e modos de usar. Normalmente, as diárias incluem café da manhã e jantar e são servidos no restaurante principal que serve pratos nacionais e internacionais.




    Tem sauna, elevador, Acesso à internet, spa, acesso para deficientes físicos, sala de jogos, wi-fi, serviço despertador, serviço de praia, serviço de estacionamento, hidromassagem, piscina coberta, tem serviço de quarto, massagem, bar, lojas e muito mais como drinks exóticos e petiscos assinados por grandes chefs e uma adega com mais de 1400 garrafas promovem uma deliciosa viagem de sabores para os hóspedes.




      O Ocean oferece cinco restaurantes bem diversificados. Os hospedes tem a chance de em cinco noites jantarem em cinco locais diferentes a cada noite dentro do mesmo complexo. Esses restaurantes do Ocean Palace são o le sleil (francês), La Luna (pizzaria), Sushi Bar (japonês), Sun Rise (coffe shop) e Ocean Grill (grelhados). Ele também tem quatro bares: lobby bar, american bar e dois bares na área de piscina.




      Esse hotel é um dos mais lindos da via costeira. Além de ter uma vista belíssima de ponta negra, ainda tem uma vista de quase todas as praias da via costeira. O Ocean Palace fica localizado em frente ao Centro de Convenções de Natal, e a 50 minutos de carro para o Aeroporto Internacional Governador Aluízio Alves. Ou seja, está em um dos locais mais belos da cidade do Natal.








CARRANCAS DE BARRO






A ARTE DO VELHO CHICO




      Pernambuco tem uma diversidade de vertentes culturais em algumas de suas sub regiões: no agreste pernambucano, a obra do mestre Vitalino, no sertão, precisamente às margens do Rio São Francisco, as carrancas de barro e de madeiras, também no agreste existem as rendeiras, já na zona da mata, o trabalho em tapeçaria, e por aí vai. Vamos falar aqui nas “carrancas” feitas de barro e quem é retirado das margens do São Francisco.




       Dizem os mais antigos, que essa cultura começou lá pelo século XlX com um objetivo comercial que gerasse emprego e renda para eles. Como o movimento de embarcações levando mercadorias pelo Rio São Francisco, era intenso nessa época, os barqueiros começaram a usá-la nas embarcações para poderem chamar atenção da população ribeirinha. Depois, as pessoas começaram a usar as “carrancas” para espantar maus espíritos. Depois de muitos anos elas começaram a ser mais valorizadas como objetos de arte, e são feitas agora, e vendidas não como objeto decorativo, mas sim, como obras de arte.




      Já as carrancas de barro não tem a mesma função que é a de proteger os barcos dos maus espirito, já que os navegantes e os ribeirinhos do São Francisco pensam assim. Essa é uma cultura dessa região. Por isso nós vemos, que as “carrancas de barro” diferente da feita de madeira, elas já nasceram das mãos do artesão, como peças artísticas mais valorizadas pelos admiradores da arte popular e, diferentemente da outra, elas não podem ser peças decorativas de embarcações. 



     
     Carrancas é uma tradição nessa região de Petrolina, elas são definidas como figuras de cara feia e disforme, indicativo de mau humor, isso já está lá no Aurélio. Ana das Carrancas é uma dessas artistas mais conhecidas pelas bandas do Velho Chico, porém essa artista também é conhecida internacionalmente. A obra dessa artista é diferenciada das outras. 



   
   A característica plástica que predomina em todas carrancas, corresponde ao fato delas apresentarem fisionomias de cabeça de humanos, figuras de animais e por aí vai depende da imaginação de cada artesão. Os traços marcantes dessas figuras quase mitológicas, são as vastas cabeleiras e os olhos de humanos que elas possuem. Sendo assim, vemos que no alto sertão pernambucano como em quase todas as outras regiões de Pernambuco a cultura e o folclore do homem nordestino está no sangue.













10 de fev de 2016

CAMINHÃO PAU DE ARARA


Fonte da imagem: sinduprom-pe
        



TRANSPORTE DE SERTANEJO


                                 
              Em um país de grandes dimensões continentais como o Brasil, vemos que em cada sub região do Nordeste brasileiro, ainda existe e vai existir por muito tempo, pequenos povoados totalmente esquecidos. Nesses lugares, como são remotos, não existe infraestrutura nenhuma. Essas áreas chamamos de sub-regiões dentro da região nordeste, como no agreste, no Seridó, no auto oeste, nos cariris cearense e paraibano, no meio norte, e por aí vai.



     Os lugarejos ficam distantes de toda civilização, portanto a infraestrutura quase não existe. Encontramos nesses lugares nordestinos agricultores sendo transportados em caminhões que chamamos pau de arara, por estradas vicinais quase intransitáveis pois, só de caminhão é possível passar. 



        No sertão, isso é normal e também é cultural, pois desde a metade do século passado até os dias de hoje ainda existem essas cenas e serviram de inspiração para “rei do baião”, Luiz Gonzaga, que escolheu falar da vida sofrida do sertanejo em cima de um pau de arara dentro do sertão ou indo para a cidade de São Paulo.




      Mesmo com todo modernismo das vans ainda existem lugares que o caminhão pau de arara predomina e pode acreditar, nesses lugares do nordeste, distante da civilização, esse meio de transporte ainda é usado como transporte escolar. 



     São lugares que ainda não são cidades, são apenas povoados esquecidos no sertão nordestino, ou mesmo em outra sub-região do nordeste. Esse hábito sertanejo ou hábito nordestino, teve seu auge nas épocas de grandes romarias no sertão, pois eles se tornaram muito conhecidos, transportando os romeiros. A prática foi coibida pelas autoridades e não pode mais ser praticada.




         Mais de 60 anos depois a situação em muitas cidades ainda é a mesma: o povo esquecido precisa usar uma forma arcaica de mobilidade. De certa forma, não podemos ser injustos e falar que está do mesmo jeito que estava há 40, 50 ou 60 anos, mas isso é cultural, dependemos muito das três esferas do poder público. Hoje, já existe o projeto dos ônibus escolares do governo federal, mas mesmo assim, ainda vemos paus de arara fazendo parte de algumas regiões do nordeste do Brasil..





BLOCO CARNAVALESCO



Fonte da imagem: opovocomanoticia




BACALHAU DO BATATA




     A criatividade do Brasileiro é muito fértil, e se tratando de nordestino, nem se fala. Podemos ver isso nas festas comemorativas, tantos as pagãs como as festas cristãs. No carnaval, por exemplo, a gente ver todo tipo de fantasia de adereços e paetês. 



     Brincadeiras à parte, o que seria do nordestino e do Brasileiro se não fosse esse nosso jeito de ser extrovertido e brincalhão. Pois bem, as fantasias feitas para o carnaval são fantasias que superam as expectativas dos foliões e das pessoas que lá estão brincando e assistindo essa maravilha de festa.




     Durante os três dias de carnaval a turma brinca e se diverte bastante, porém tem pessoas que nesse período não tem nenhuma chance de brincar, foi pensando nisso, que um garçom da cidade de Olinda formou seu próprio bloco, sendo hoje, um dos mais conhecidos de Pernambuco e até do Brasil. 


      Esse bloco sai na quarta-feira de cinzas pelas ladeiras da cidade de Olinda arrastando uma multidão de foliões. O bloco, cujo estandarte é um bacalhau, juntamente com muitos outros ingredientes da cozinha nordestina.



     Criado há 53 anos pelo garçom Isaías Pereira da Silva, mas conhecido como “Batata” que não conseguia brincar durante o carnaval porque estava trabalhando, fez esse bloco para garantir a diversão dos que não tinham condições de brincar durante essa festa. Na manhã da quarta-feira de cinza os foliões desse bloco já começam a se reunir no Alto da Sé em Olinda, aguardando a saída do bloco. 



      Alguns foliões ainda fantasiados de outras agremiações, chegam para acompanhar o bacalhau do batata pelas ruas de Olinda. O seu estandarte pesa aproximadamente uns 30 kg e a tradição do bloco foi mantida mesmo após a morte do seu fundador em 1993. 



    O responsável pelas confecções da alegoria do bloco é Carlos Couto, que sai no bloco há 50 anos e não existe motivo para desanimação no final do carnaval, porque, para ele, o carnaval está começando na quarta-feira de cinzas, pois é quando começa a subir e descer as ladeiras de Olinda para que possa encerrar o carnaval pernambucano na manhã da quarta-feira. Sendo assim, “viva o bloco bacalhau do batata, viva o carnaval pernambucano”.





8 de fev de 2016

CARNAVAL EM RECIFE

O grandioso Carnaval de Recife
Fonte da imagem: historiasecenariosnordestinos



CARNAVAL EM RECIFE É FERVOROSO





     O Brasil é um país continental e que tem em cada Estado da federação um modo peculiar de fazer os seus costumes, suas festas, danças, folclore, cultura e tudo mais. Sabemos também, que é isso que faz a sua cultura ficar tão rica e forte. A lista de comemorações de festas brasileiras é razoável. Por isso o brasil também é conhecido como um país festeiro, onde mostra o seu folclore, danças e músicas e toda a sua cultura popular. Como está na época carnavalesca, vamos falar do carnaval brasileiro.




       O nosso carnaval está começando e costume começou já há muito tempo atrás e teve influência europeia. Comemorado em Portugal desde o século XV, o entrudo foi trazido para o Brasil pelos portugueses, isso no Brasil colônia. No século XVll ele, influenciado pelas festas que acontecia na Europa, principalmente em países como França e Itália, onde o carnaval ocorria como forma de desfiles urbanos, onde os carnavalesco usavam máscaras e fantasias. O Rei Momo, pierrô e colombina foram personagens que foram incorporados ao nosso carnaval.





      No Brasil, os primeiros blocos carnavalescos começaram a aparecer só no final do século XlX. Já no século XX, as pessoas se fantasiavam, decoravam os seus carros e em grupos, desfilavam pelas ruas das cidades. Daí vem a influência dos carros alegóricos das escolas de samba do nosso país. No final do século XlX os grupos carnavalesco ocupam as ruas do Rio de Janeiro, servindo de modelo para todo o país. Nessa época, os foliões costumavam frequentar os bailes fantasiados, usando máscaras e disfarces inspirados nos bailes de máscaras parisienses.




       O carnaval tomou forma do carnaval que conhecemos hoje, com a criação da primeira marchinha, isso em 1899, por Chiquinha Gonzaga. A marchinha chamava-se “Ó abre alas”, e foi feita para o cordão carnavalesco Rosa de Ouro. Note que pegamos a influência europeia dos carnavais de lá, mas que a partir daí começamos a moldar os carnavais ao nosso próprio costume as nossas próprias necessidades e começamos a deixar ocarnaval com a nossa identidade. Isso a partir das marchas. Alguns dos nossos compositores que contribuíram para deixar o carnaval bem brasileiro, com a cara do nosso povo, foi: Braguinha, Lamartine Babo, Haroldo Lobo e outros. As marchinhas e o próprio samba começaram na década de 20.




       A primeira escola de samba começou no Rio de Janeiro e se chamava Deixa Falar. Na outra vertente do carnaval, vem o nordeste que manteve a tradição do carnaval de rua com seus blocos. Seja ao som dos maracatus, frevo ou caboclinhos de Pernambuco, a folia nos estados nordestinos é só animação pura, e já é tradição começar na sexta feira de carnaval e ir até a quinta feira da outra semana. Como se ver, o nordeste é uma das regiões que mais valoriza o carnaval de rua do Brasil. No recife existe um bloco de rua que pelas estatísticas puxa mais de um milhão de foliões. Então, como vemos, o carnaval no nordeste deixou de ser “elitizado” já há bastante tempo. Não vai ter o glamour de outros carnavais, mas sabemos a que a tradição continua. Esse é o carnaval do Nordeste do Brasil, esse é o carnaval brasileiro.







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