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Confira a arte do artista potiguar Newton Avelino, na sua galeria permanente. Adquira já uma obra!

27 de abr de 2016

COMÉRCIO AGROPECUÁRIO

FEIRA DO GADO | Fonte da imagem: portalternurafm








FEIRA DO GADO






      O nordeste brasileiro é uma das regiões do Brasil que mais conserva suas raízes e a sua cultura popular. No sertão nordestino, o tradicional anda de mãos dadas com o atual. O importante disso tudo é que o nordeste mantém as suas tradições e costumes. 





     A cidade de Caruaru situada no Agreste pernambucano, mais conhecida como “A capital do Forró” e “Capital do Agreste”, tem por si só o costume de manter as suas tradições e os seus costumes. Sabemos também que a feira dessa cidade, cantada em prosas e versos pelo “Rei do Baião”, Luiz Gonzaga, mantem várias tradições, mas eu vou apenas citar aqui uma delas: a venda de gado confinado dentro de currais.






      Sempre realizada às quartas feiras e aos sábados a feira do gado é um encontro de negócios entre pecuaristas dos municípios, e cidades vizinhas. Também vem muitas pessoas de outros estados, como por exemplo, Maranhão, Piauí e Ceará. Geralmente a feira recebe em média de 1.500 a 2.000 bois por feira. O gado é totalmente vacinado e controlado pela Secretaria de Produção Rural, eles fiscalizam a vacinação desses animais colocados à venda. 





     Essa feira tem já acontece há 200 anos e o local onde está localizada foi ponto de parada para vaqueiros que traziam o gado do sertão indo para o litoral e também de vários tipos de vendedores que naquela época chama-se de “mascate”. A feira começa a ser montada no dia anterior à tarde, depois disso, começa a chegada dos animais, de tudo tem um pouco como jumentos, carroças velhas, caminhões antigos, bicicletas, carros de boi e muitos carros de passeio.






      Em meio a muitos cercados encontramos comerciantes que estão negociando vários tipos de animais: vacas, ovelhas, bodes, burros, galinhas, cavalos bezerros e por aí vai. Muitas barracas coloridas se espalham por pelo menos 2 KM dentro da feira. Localizada no bairro do Aeroporto, essa mudança já aconteceu a mais de 30 anos. 





      A feira de Caruaru tem vários aspectos que fazem com que as pessoas se deslumbrem com tantas coisas difíceis de serem encontradas em outros cantos da cidade. Sabemos que as negociações de produtos caíram muito, pois a falta de chuvas faz com que o agricultor não plante e por isso também não tem produção para vender. 





      Essa feira é uma das mais movimentada no que se refere a parte de pecuária, pois são animais selecionados e com vacinação em dia, que vão para os currais, devidamente preparado para receber esses animais, a fim de serem negociados com outros agropecuaristas tanto da região como de outras regiões, já fazendo parte do contexto cultural da cidade. Vindo a cidade de Caruaru em Pernambuco, não deixe de prestigiar tanto a feira de caruaru, como também a feira do gado, pois você vai notar que no interior do nordeste do Brasil ainda existem culturas tradicionais que ainda são conservadas no contexto histórico. Essa feira é uma dessas joias preciosas da cultura nordestina.











23 de abr de 2016

CERAMISTA POPULAR

MESTRE VITALINO | Fonte da imagem: recantodasletras










MESTRE VITALINO





      O nordeste brasileiro é multicultural como todo o Brasil, disso ninguém tem dúvidas. A influência de várias etnias foi o que aconteceu de melhor na nossa cultura. Então falar de nordeste cultural é muito fácil pois você vai pegar vários suportes e vai ver que isso é o que embeleza a nossa arte, ou seja, temos uma gama de vertentes dentro da arte que nos leva a cada dia renovar mais e fazer coisas novas mas sempre preservando o tradicional.
      





      Sabemos que o Pernambuco é considerado a capital da cultura nordestina, já caruaru é considerada a capital do forró, como também poderíamos dizer que o estado do Ceará é a capital do forró, e por aí vai. Mas hoje vamos falar do artesanato pernambucano, precisamente o artesanato da cidade de Caruaru. O artesão mais conhecido dessa cidade foi o mestre Vitalino Pereira dos Santos. Ele nasceu no distrito de Ribeira dos Campos, que fica próximo à cidade de Caruaru, no dia 10 de julho. 





       Foi casado com Joana Maria da Conceição. Era um homem devoto de Padre Cícero, assim como todo sertanejo, e gostava de festas. Esse artista popular pernambucano não foi um homem que teve chances de frequentar a escola e por isso não sabia ler. Geralmente os artistas populares, são pessoas simples que vem de berço pobre e que naquela época o estudo já era muito difícil ou quase nenhum nas roças dos interiores do sertão, então ele cresceu e se tornou artesão, um dos mais conhecidos do Brasil e até do mundo.






      Ele na realidade foi influenciado pelos pais, pois o seu pai era agricultor e a sua mãe louceira,o que é comum nesta região, as pessoas começarem desde cedo a trabalhar com barro. Ela fazia potes, jarros, panelas e outros utensílios, todos de barros. Com essa influência, ele desde menino, brincava modelando algumas figuras que fazia parte do sertão nordestino, como o cavalo, vacas, bodes galinhas, cachorros e outros. Com isso ele também costumava a brincar com tais esculturas. Depois de um certo tempo e com mais idade, foi começando a criar outros trabalhos com barro, e aí já saía personagens da vida cotidiana como por exemplo, o homem do campo e de cenas cotidianas.






      A sua atividade como artesão, fica no anonimato de grande parte do público até o ano de 1947, mas depois que ele foi convidado pelo desenhista Augusto Rodrigues para fazer uma exposição na cidade do Rio de Janeiro e que foi um sucesso, então começou a participar de vários outros eventos que contribuíram para que ele se tornasse conhecido nacionalmente. O sucesso de Mestre Vitalino como bonequeiro também fez disso uma legião de seus discípulos, tais como Manuel Eudócio, Zé Caboclo, Elias Francisco e tantos outros. 





      Suas obras estão espalhadas por todo o Brasil e exterior. Suas peças eram vendidas em feiras livres iguais a feira de Caruaru, uma das maiores do estado de Pernambuco. São talentos como o de Mestre Vitalino, que vemos espalhados pelo sertão nordestino. Dom que Deus dá para cada uma dessas pessoas que trabalham com arte. Por essas e outras e que vejo o quanto o nosso Nordeste é imenso como berço da cultura brasileira.


FUMO DE ROLO

FUMO DE ROLO | Fonte da imagem: orural22









TRADIÇÃO DO NORDESTE







      O fumo que era uma fonte de emprego e renda na agricultura, nos anos 60 e 70, já não é mais tão rentável assim para as famílias de baixa renda, na cidade de Arapiraca, no estado de Alagoas. Essa cidade devido à grande produção de fumo da época, ela chegou a ser chamada de capital do fumo. O fumo nessa época era comercializado em cordas e com coloração negra pela quantidade de pureza da nicotina. Os produtores costumavam enrolá-lo em paus e chegavam a pesar de 4 a 6 KG.






     O fumo produzido no estado alagoano ainda mantem antigas tradições de produzir o fumo com técnicas criadas ainda no século XX. O fator principal de ter diminuído essa plantação agrícola foi que no final do século XX o fumo começou a ser industrializado em empresas com alta tecnologia, e isso veio baratear os custos de mercado, assim a renda de quem plantava a folha que produz o fumo, viesse cair drasticamente. Os agricultores então partiram para plantar outras culturas alternativas, deixando assim essa cultura de lado.






      Apesar disso tudo, agricultores de Arapiraca e de outras regiões circunvizinhas, ainda mantem a tradição, de plantar fumo. A produção dessa cultura é feita através da força do homem ou de animal doméstico, isso, quando é empregada as técnicas mais tradicionais. As variedades de folhas do fumo são grandes, tais com: azulão, goiano, crioulo e outras. As folhas tem que ser colhidas quando atinge a maturação, e penduradas em galpões, por 15 dias, isso para que elas murchem e depois para serem separadas das nervuras centrais, isso para poder começar a formar a corda. Para o enrolamento, é preciso de quatro a oito folhas, dependendo da grossura desejada, o movimento para torcer e começar a fazer o rolo é feita por duas pessoas. 





      Com a continuação dos movimentos, vai se formando a corda e é enrolada em um sarilho. Depois coloca-se o fumo para ser curado ao sol durante um mês, isso já em forma de rolo. Depois é passado para outro serrilho para escoar a água e as impurezas gomosas que parece mais um tipo de mel. O processo para terminar entre a fabricação e as cordas finais fica entre 50 e 90 dias. O fumo de rolo ainda é uma grande tradição em feiras livres e em pequenos comércio do sertão nordestino.






      Muitos sertanejos ainda costuma usar esse tipo de fumo, pois eles já se acostumaram a cortá-lo e a embalá-lo na fabricação de cigarros artesanais. Não é tão difícil de se encontrar rolos de fumos em cima de alguma prateleira de alguma mercearia dentro do sertão nordestino ou mesmo em alguma feira livre de alguma cidade do nordeste. Hoje a produção de fumo industrializado fica mais lá para as bandas do sul, como o Rio Grande do Sul, que por área plantada, é o campeão, depois desce para Bahia e outros estados.








20 de abr de 2016

BARCOS LAGOSTEIROS

BARCOS LAGOSTEIROS | Fonte da imagem: IBAMA.GOV








COVOS PARA PEGAR LAGOSTAS





    O nordeste é uma região que foi muito próspera na pesca da lagosta. Essa região era uma das que mais pescava esse pescado dentre todas do Brasil. Um dos estados nordestinos campeão em captura de lagosta, era o estado do Ceará. Os barcos lagosteiros do estado é uma das marcas registradas da sua cultura. 





    Sabemos também, que esse tipo de pesca vem caindo muito a produção e o fator primordial para tal feito é a pesca ilegal que causa um problema, tanto para aquele pescador profissional, que respeita todas as regras das leis, quanto para os que compram, pois não vão ter esse produto em seus estabelecimentos. A forma legal e permitida pelo Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (IBAMA), a pesca com o manzuá, já que só atrai lagostas grandes.






      Tem muitos pescadores que falam que existe hoje no mar mais redes e caçoeiras do que o manzuá que é a forma de pesca desse crustáceo, permitida pelo IBAMA. A lagosta vermelha é a que tem um tamanho maior, a outra, do cabo verde, chega a 11 centímetros de comprimento. No período de defeso desse crustáceo, que vai desde o começo de dezembro até o dia 1 de junho, não se recomenda a compra com vendedores ambulantes ou em praia, pois elas podem ter sido capturada ilegalmente. 





    Ao comprar em um estabelecimento idôneo com peixarias ou mesmo supermercados, você pode ter mais segurança em um produto devidamente legal. Também é aconselhável se pedir a declaração de estoque com o carimbo do IBAMA. Poi,s os órgãos competentes estão sempre fiscalizando.






      Esse crustáceo é muito comum mesmo no nordeste mas vai até o sudeste do Brasil. Ela pode ser encontrada entre 70 e 200 metros de profundidade. Tem o hábito de se aproximar da costa na época de reprodução. A fecundação se dá quando o macho vira a fêmea de costas e deposita o esperma sobre sua barriga, algumas horas depois, ela põe óvulos. 





     Depois da fecundação os óvulos são envolvidos num tipo de gelatina que ficam grudados na barriga da fêmea. Depois de uns 20 dias, nasce uma larva, que depois de várias mudas se transforma em uma lagosta jovem. Esse período de defeso é justamente para que essa espécie de crustáceo não desapareça do seu habitat natural. Mas alguns pescadores sem consciência ainda insistem em captura-las sem menor remorso. 





     Se esse período de procriação fosse respeitado, os pescadores iam ter mais pescados, iam gerar mais emprego e renda e iam ter um ciclo de procriação de uma espécie que lhe dá sustentabilidade para que ele possa tirar dessa atividade pesqueira um meio de sobrevivência. O estados do Ceará, Bahia, Rio Grande do Norte são os maiores produtores de lagosta da Região. O estado do Ceará é o campeão com 28,4%, o Rio Grande do Norte vem em 2º lugar com 14,7% e a Bahia vem com 12,7%.






     Dessa forma, vemos que o Nordeste produz muita lagosta, só precisa as pessoas que vivem desse tipo de pesca se reunirem e no período do defeso, procurar fazer outras atividades, pois isso irá beneficiá-los quando eles retornarem a pescar depois. Essa gente, é uma gente que trabalha de sol a sol dando um duro danado para ter a sua sobrevivência e, portanto, precisam de mais incentivos e eu tenho certeza que o governo federal e estadual também vão encontrar uma forma para que essas pessoas possam se sustentar com outro tipo de trabalho na época do defeso.








12 de abr de 2016

ORIENTANDO EMBARCAÇÕES

FAROL DE PONTA VERDE | Fonte da imagem: juremajosefa









FAROL DE PONTA VERDE






      As paisagens das praias nordestinas são lindas, principalmente aquelas que estão distantes dos centros urbanos. As que estão dentro das capitais nordestinas são belíssimas também, mas quando eu falo das distantes do centros urbanos quero dizer que essas tem uma vegetação ainda intacta e dá uma aparência de praias ainda virgens ou quase virgens. São cenários belíssimos que encantam aos nossos olhos. Com muitos coqueirais, águas cristalinas com uma tonalidade de cores que parece mais com cenário de filmes paradisíacos.






    A praia da Ponta Verde em Maceió, é uma dessas praias que foi presenteada com um belíssimo farol, que por sinal, leva o nome da mesma praia, Farol da ponta Ponta Verde. Ele tem uma estrutura cilíndrica de alvenaria, com faixas horizontais em vermelho e branco. Construído em cima de um tronco de concreto armado, tem 13 metros de altitude e 11 metros de altura, com pilares e pirâmides de concreto ao seu redor e está localizado a vários currais de pesca e em pleno funcionamento. 





     Foi construído para orientar as embarcações vindas do norte, contudo ele deu um beleza natural a praia. Esse farol começou a iluminar com o sistema daquela época que era com gás acetileno, mas com as novas tecnologias e com o passar dos anos, ele foi modernizado na sua parte elétrica e então a partir do ano de 1986 passou a iluminar através da eletricidade. O Farol da ponta Verde tem um equipamento luminoso que consiste de uma lanterna de Sinalização Náutica que transmite uma característica luminosa lampejante. 





    Seus sinais lampejantes deve ter um alcance de várias milhas fazendo com que as embarcações se situem e não se percam do rumo que querem tomar. Tem dois aspectos interessantes nesse belo farol: um é quando a maré está baixa fica mais próximo das pessoas, pois elas podem se aproximar mais um pouco, o outro é quando a maré está alta, a pessoas ficam a contemplá-lo e, certamente, devem pensar como é uma obra tão bela fica dentro da água (sim, o farol foi construído sobre arrecifes) e não é atingido pela força da pressão da água. Certamente, o que sustenta o farol é a robustez da sua base que aguenta toda pressão do mar.






     Então, como pudemos perceber o Farol da Ponta Verde, está embelezando o azul piscina das águas das praias de Maceió e só nos mostra que tanto as praias quanto os faróis que estão dentro do mar do nordeste, são obras, engenharias belíssimas feitas pelo o homem que veio abrilhantar e a orientar os navegantes desses mares. Sendo assim, eu fico à vontade para falar que eu tenho um orgulho danado em ter nascido nessa terra chamada nordeste brasileiro.




























LOCAL DE PEREGRINAÇÃO

O MONTE DO GALO | Fonte da imagem: odiariolajespintadense







O MONTE DO GALO






     A cidade de Carnaúba dos Dantas no Rio Grande do Norte, tem um santuário religioso muito frequentado pelas pessoas religiosas tanto dessa cidade, como também de outras cidades do nordeste e do Brasil. O Monte do Galo é um santuário muito conhecido pelos fiéis da igreja católica, e que tem como padroeira, Nossa Senhora das Vitórias. Tudo começou quando um grupo de nativos da região, resolveu colocar uma imagem do galo no topo da serra, e também ergueram um cruzeiro, isso em uma homenagem ao fundador da Cidade, Caetano Dantas. 





      Depois esse local foi se tornando ponto de romarias e trazendo muitos dividendos para esta cidade tão bonita do Seridó. Durante todo o ano, esse ponto religioso do Seridó recebe fieis, mas durante a semana santa ele vira ponto turístico, aumentando consideravelmente a quantidade de romeiros. Durante todo o trajeto para o topo do morro, podemos encontrar a via sacra, capela, cruzeiro, e a estátua do galo. O monte do Galo tem uma altura de 155 metros, e oferece aos turistas, uma vista panorâmica belíssima lá do alto. 





      Na semana Santa, os turistas podem conhecer o espetáculo da encenação da Paixão de Cristo, com vários atores da própria cidade, isso já acontece há pelo menos trinta e poucos anos. O maior santuário religioso do Seridó, o Monte do Galo, que foi criado no ano de 1927 fica lotado de fieis nos feriados religiosos. Do alto da serra, pode-se avistar outros pontos turísticos dessa cidade maravilhosa que se chama Carnaúba dos Dantas, um deles é o Castelo Bivar, com uma arquitetura medieval francesa, e imponente dentro da caatinga nordestina, ele fica sendo observado pelos fiéis que estão em peregrinação no alto do monte do galo, também dá para se observar outros pontos da cidade. 





     As caravanas de carros com romeiros ficam estacionados no Sopé do Monte do Galo, enquanto os mesmos transitam aguardando a celebração litúrgica dos eventos católicos que estão acontecendo no momento. A história conta que os habitantes mais antigos desse lugar, ouviam um galo cantando em cima do serrote, isso no século XlX. Talvez seja por isso que fizeram uma escultura de um galo e colocaram no alto do serrote. 





      Essa área de peregrinação fica na micro região do Seridó Ocidental, tem uma área de 246 KM², fica distante da capital do estado do Rio Grande do Norte, Natal, 227 KM e você pode vir da capital para Carnaúba dos Dantas, pela BR 304 até Macaíba, pegando o trevo pela BR 226 até a cidade de Currais Novos, de lá você pega a BR 437 indo no sentido da Cidade de Acari, depois pega um trecho da RN 086, em seguida pega o trevo para a RN 288.  Chegando na cidade de Carnaúba dos Dantas, você vai ter não só o monte do galo, mas outros pontos turísticos maravilhoso que a cidade oferece para os turistas. 





     Então como vemos, no interior do nordeste brasileiro, as pessoas são religiosas e muito devotas, isso também está em toda parte do nordeste, pois o nordestino é religioso desde que nasce. O turismo religioso é bom porque alimentamos nossa alma, e temos sempre encontros com Deus, além de gerar emprego e renda para esse povo que mora nessas cidades pequenas dos interiores do nordeste brasileiro. Vindo ao estado do Rio Grande do Norte, procure conhecer esse ponto turístico que fica na Cidade de Carnaúba dos Dantas. Você terá toda atenção necessária por parte dos organizadores dos eventos religiosos que existem nesse local.





















10 de abr de 2016

UM PARAÍSO TURÍSTICO

LAGOA DO PARAÍSO | Fonte da Imagem: forum.intonses









LAGOA DO PARAÍSO







      Um dos estados nordestinos que tem muitos locais lindos de se ver, dentre alguns outros estados nordestino, esse estado é o Ceará. Se bem que se você pisar em solo nordestino, você vai ter a certeza que aqui Deus deixou a sua marca em forma de belezas naturais. Então sendo assim, é muito fácil alguém falar de coisas que fazem parte dessa região. O nordeste brasileiro, realmente tem locais magníficos de serem apreciados. São nove estados dentro dessa região, e cada um, tem um ponto turístico mais belo do que o outro. 





      Em postagens recentes eu citei o estado do Maranhão com a sua ilha canária, depois citei o estado da Bahia com outra belezura que é a igreja de Mont Serrat, na ponta do Humaitá, e tantos outros, e por aí vai. Então são esses pontos turísticos que o Nordeste do Brasil tem, que só nos enche de orgulho por essa terra ser tão linda e por ter um povo tão maravilhoso como este. O povo nordestino é espontâneo e muito educado. Hoje eu vou falar sobre uma lagoa do estado do Ceará e que é uma dessas maravilhas do nordeste do Brasil, boa de ser conhecida. 





      Vamos falar da lagoa do paraíso. Ela fica no município de Jijoca de Jericoacoara, ela é um dos lugares mais frequentados de Jeri, tem areias finas e águas cristalinas com diversos tons de azul e verde. Essa lagoa oferece infraestrutura de restaurantes e bares, também tem redes e espreguiçadeiras no local para mais conforte ao que ali vão para o seu lazer. A lagoa fica a pelo menos 30 minutos de Jeri e o melhor meio de chegar por lá é de 4 x 4 ou de buggy. 





      Os passeio para as lagoas custam em média R$ 50 reais, isso de buggy, em caminhonetas que fazem lotação e que também fazem o mesmo percurso, é de R$ 20,00. A lagoa é propícia para o banho, e qualquer outro esporte aquático. Apesar de ter um difícil acesso, ela guarda um dos melhores beach clubs do Brasil, o The Alchumist. Com um serviço bem atencioso e um belo cardápio, esse local é muito prazeroso de se conhecer. 





      Com bastante espreguiçadeiras e barracas de praia, a gente ver que a lagoa além de ser linda ela ainda tem uma boa infraestrutura. Sendo assim, vemos que são lugares simples e rústicos que enriquece o nosso turismo, enriquece mesmo. O nordeste tem sim, belas praias, belos pontos turísticos, bela gente e que são alguns desses e de outros fatores, que fazem dessa terra uma terra de gigantes. 





     Venha conhecer os pontos turísticos que existe aqui, o nordeste vai te receber de braços abertos, para que você se sinta à vontade, e possa desfrutar das belezas naturais que essa região te oferece. O Brasil começou por aqui. Nordeste do Brasil, um potencial turístico para o mundo. Indo ao estado do Ceará procure conhecer a lagoa do paraíso, fica em Jijoca de Jericoacoara.
















9 de abr de 2016

MONT SERRAT

MONT SERRAT | Fonte da imagem: panoramio








A PONTA DO HUMAITÁ






      É muito gostoso falar de várias histórias sobre o nordeste brasileiro e também de seus pontos turísticos que só nos enche de orgulho. Nessa região poderíamos dizer e citar milhões de atrações turísticas e belas histórias sobre a nossa própria história, desde o Brasil império, Brasil colônia e Brasil república e em cada história dessas iríamos nos surpreender bastante, pois temos influências de várias culturas e isso foi o que enriqueceu mais nossa história. 





      Não é de agora que temos igrejas seculares com uma preservação de dar inveja a qualquer um. Vamos falar aqui de uma pequena igreja incrustada sobre recifes e que fica localizada na Ponta do Humaitá, em Mont Serrat, um bairro de Salvador, fazendo parte da cidade baixa dessa linda capital nordestina e cosmopolita, Salvador. Nesse bairro, encontramos uma arquitetura bem antiga. A igreja de Mont Serrat, que também é mosteiro, data do ano de 1580 e foi construída pela família Gárcia D’Ávila muito tradicional e rica da Bahia. 





      Ele doou o templo ao Mosteiro de São Bento. Logo no início do século XX ela foi reformada e o altar-mor recebeu ornamentos da Igreja de São Bento. O convento e a igreja pertence a ordem dos beneditinos. O conjunto harmonioso projeta-se para o mar gerando uma paisagem aérea incrível. A ponta do Humaitá agrega esse lindo conjunto arquitetônico do Mosteiro e a Igreja de Mont Serrat, e o antigo Iate Clube de Mont Serrat, e várias casas no estilo arquitetônico do século XIX, também existe um farol construído no começo do século XX para guiar as embarcações vindo de outros lugares e que passam por aquela região. 





        O culto à Nossa Senhora do Monte Serrat é originado dos tempos medievais no velho mundo, já no Brasil esse culto vem da época colonial do Brasil. Todo esse acervo está localizado em uma pequena península sobre a Baía de Todos os Santos conhecida como Ponta de Monte Serrat, foi em uma época passada que esse lugar servia como ponto estratégico para a observação da Baía e defesa da cidade de Salvador. O nome dado a esse local foi em referência à imagem da virgem espanhola, trazida por um padre jesuíta que implantou a devoção a Nossa Senhora de Mont Serrat, no local. 





        Toda essa área da ponta de Humaitá, que inclui o forte, a igreja e o farol de Mont Serrat, pertence ao Parque Regional de Manutenção do Exército. Esse lugar é considerado um dos mais belos pontos da cidade de Salvador. A sensação que ele passa para todos nós, é de tranquilidade, calmaria e uma paisagem de cinema. Sendo assim, vemos que em cada cantinho do nordeste do Brasil encontramos um pouco da nossa história, seja no período imperial, colonial ou república, sempre vamos encontrar a força de todos nós brasileiros no crescimento cultural, social e econômico do nosso Brasil. A nossa história é belíssima e muito rica, cabe a cada um de nós antes de sair para conhecer coisas novas, conhecer a nossa própria história e o nosso próprio país. Indo a Salvador, procure conhecer esse pedaço da nossa história.


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COMIDA NORDESTINA

SUVACO DE COBRA | Fonte da imagem: Aartedenewtonavelino








SUVACO DE COBRA







      O nordestino é criativo por natureza, pois Deus lhe concedeu o dom de ser criativo e espontâneo. Sabemos que ele sempre gosta de inovar e fazer coisas novas, isso dentro da sociedade, dentro das artes e em todos os suportes que ele participe, para mostrar o seu valor. Ele gosta mesmo de se reinventar e de ser uma pessoa criativa. É claro que isso faz um diferencial tremendo para todos que participam direta ou indiretamente das inovações da vida no social, cultural e econômico. 





    O nordestino foi criado praticamente vendo e aprendendo a ser criativo dentro do mundo gourmet regional, com isso, tornou-se um hábito participar de criações de novos aromas, gostos e temperos, dentro dos manjares que são feitos dentro dessa cozinha. 





        Essa é uma cozinha dentre tantas cozinhas brasileiras que faz muito sucesso e se destaca pelos sabores, aromas e temperos. Podemos dizer aqui, que a cozinha que se aproxima mais da cozinha nordestina, é a cozinha mineira, que também é outro manjar. Então vemos que nessa região além dos pratos serem maravilhosos, todos os dias aparecem mais novidades dentro desse mundo gourmet. 





     As capitais nordestinas estão se perfeiçoando em oferecer restaurantes tradicionais com comidas tradicionais, isso é mais um atrativo para o clientes assíduos e o novos clientes. Vamos destacar um prato dessa região que tem um nome não muito sugestivo, mas isso já faz parte da criatividade do nordestino, do nordeste brasileiro. Ele só precisa de uma frase para poder criar o dialeto que ele quiser. Frase antiga: “mais sovaco do que buraco de cobra”, daí surgiu o nome do prato regional que até hoje faz sucesso na mesa do nordestino. 





     Primeiro você vai ter que ter: 500 g de carne de sol, 70 g de bacon picado, 1 cebola grande, 12 ovos de codornas, 1 vidro com palmitos cortados em rodelas, 1 lata de milho verde, 1 maço de salsinha, 2 tomates picados, 1 maço de coentro, 1 maço de cebolinhas cortadas. 150 gramas de queijo de coalho cortadinho em pedaços pequenos, tipo cubo, 3 colheres de manteiga. Ingredientes para o purê de macaxeira: 500 g de macaxeira cozida, 350 ml de leite, 180 g de queijo parmesão ralado fresco. 





     Para preparar você deve fritar a carne de sol em pedaços, depois deixe a carne esfriar passe no liquidificador, coloque a carne em uma travessa grande de vidro. Coloque todos os ingredientes e dê uma boa misturada. Decore com cheiro verde e tomates. Modo de preparo do purê de macaxeira: Bata as 500 g de macaxeira cozida, coloque os 350 ml de leite e os 180 g de queijo parmesão ralado fresco. Em uma panela derreta 1 colher (sopa) manteiga, despeje a mandioca batida com o leite e o queijo, acerte o sal. 





     Depois é só colocar o purê por cima da carne e dos ingredientes que você já colocou já na travessa, também você pode colocar um pouco de queijo ralado por cima, agora é só levar ao forno para dourar. Esse prato pode ser servido com arroz branco. Então está aqui o tão conhecido prato nordestino “suvaco de cobra”. 





    Então vemos que com tão pouco e com muita criatividade, você pode fazer um prato exótico e com sabor de um manjar. Por isso eu sempre falo sobre a criatividade dos nordestinos, eles já nasceram com o dom de sempre mostrar algo novo dentro e fora do cenário em que vivemos.





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