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22 março, 2019

ENGENHO DE CANA DE AÇÚCAR NA MOAGEM EM BOCAINA NO ESTADO DO PIAUÍ NO NORDESTE BRASILEIRO






A IMPORTÂNCIA ECONÔMICA DA CULTURA DA CANA DE AÇÚCAR NA SOCIEDADE PIAUIENSE E DENTRO DO LIVRE COMÉRCIO NA MICRO REGIÃO DE PICOS




      Todos nós sabemos que, o comércio brasileiro nos tempos do Brasil colônia, era basicamente na cana de açúcar e seus derivados, na pecuária e pau brasil. Essa foi as fontes de renda da nossa nação nessa época. O ciclo açucareiro, teve seu período entre meados dos século XVl e meados do Século XVlll. O açúcar era a grande riqueza agrícola e industrial do Brasil, e durante muito tempo, foi a base econômica colonial. 





      A cana quando foi industrializada, ela teve simultaneamente em três capitanias: Pernambuco, Bahia e São Vicente. No ano de 1549, Pernambuco já possuía trinta engenhos-banguê; a Bahia, dezoito e São Vicente, dois. Com a prosperidade com a cana de açúcar, no meio do século, a distribuição dos engenhos já era de um total de 256. Oficialmente falam que foi Martim Affonso de Souza que introduziu a cana de açúcar no ano de 1532, no Brasil. Foi por São Vicente que ela começou, mas foi no Nordeste do Brasil que ela se multiplicou e trouxe prosperidade para o Brasil na época do Brasil colônia de Portugal. 





      Existia seis espécies de Saccarum, nome cientifico dado a cana de açúcar. A primeira a ser domesticada foi a Saccarum officinarum, a qual com o passar dos tempos e o aumento pelo interesse do cultivo dessa planta, levou-se a hibridização entre as espécies, levando a criação de espécies híbridas, as quais possuíam características melhores do que as plantas originais. Então com o passar dos tempos, a população de baixa renda foi improvisando seus pequenos engenhos artesanais movidos a tração animal. 





      A o plantio da cana de açúcar é muito comum no nordeste brasileiro até nos dias de hoje, porque além dos seus derivados serem muito consumidos nos centros das pequenas, médias e grandes cidades, ele ainda é um gerador de emprego e renda para as família. Seus derivados são: a cachaça, a rapadura e o mel de engenho. Isso nos pequenos engenhos artesanais situados em pequenas propriedades, pois isso é uma tradição desde os séculos passados. Sua produção é uma atividade econômica e socialmente importante para os pequenos produtores rurais, uma vez que é a maneira mais lucrativa de industrializar a cana de açúcar. 





      Ela é uma boa alternativa para os fabricantes de rapadura e do açúcar mascavo. O seu poder nutritivo alto em teor de cálcio, ferro e sais minerais, é recomendado para substituir o açúcar industrializado. É um alimento produzido artesanalmente e sem aditivos, muito consumido no Nordeste, assim como em outras regiões brasileiras e no mundo. Nos Estados Unidos, pelo menos até os anos 1940, a cultura da cana-de-açúcar nos estados do Texas, Mississipi, Geórgia, Alabama, Arkansas e Carolina do Sul era destinada apenas à produção do mel de engenho. 





      Bem, as famílias de baixa renda do sertão ou não, nordestino, elas nos períodos de corte da cana e da fabricação de derivados, elas produzem: a garapa, o mel de engenho, o alfenim, a rapadura, e a cachaça artesanal. Nesses engenhos, a família é toda empregada para produzirem em escala comercial. Os produtos que eles produzem, como a rapadura, o mel de engenho o alfenim, todos são levados para serem vendidos nas feiras livres das pequenas cidades ou do sertão que é um sub-região do Nordeste brasileiro, ou do Agreste. 





      No caso desse vídeo aqui, ele está com uma bela reportagem mostrando como é o preparo da cana de açúcar num engenho artesanal de uma cidade que fica na micro região de Picos no estado do Piauí, que é Bocaina, uma cidade próspera. No estado do Piauí é bem comum esses pequenos engenhos produzirem derivados da cana de açúcar. Eles estão de parabéns porque preservam até hoje uma história dos antepassados e que na realidade, o tradicional pode muito bem andar junto com o moderno.



VT MOAGEM EM BOCAINA PI

Fonte do vídeo.
Odorico Carvalho












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