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16 julho, 2019

FEIRAS LIVRES COMÉRCIO INFORMAL DENTRO DA CULTURA NORDESTINA E SEUS SEGREDOS SOCIAIS E ECONÔMICOS

<img src=“feiras livres” title=“trabalho infantil” alt=“a-arte-de-newton-avelino”>







A SULANCA DENTRO DA CULTURA SOCIAL E ECONÔMICA DA REGIÃO NORDESTINA E SUAS CARACTERÍSTICAS DE CADA SUB-REGIÃO NORDESTINA




As feiras livres da região Nordeste do Brasil, são mesmo de encher os olhos das pessoas que são frequentadoras assíduas desses locais populares. Elas chamam atenção, tanto pelo colorido das coisas lá estão expostas para vender, como também, pelo frenesi dos feirantes e das pessoas que vão lá para comprarem seus mantimentos ou qualquer outro item de consumo. Não é de hoje que elas foram introduzidas na vida social dos homens.  Elas são, um meio do homem colocar à venda, toda sua produção agrícola, pecuária, industrial e artesanal. Elas, na idade média, tinham o objetivo de promover trocas de mercadorias entre as pessoas de diferentes lugares e com diferente itens. 




<img src=“carros de madeiras” title=“feiras livres no nordeste” alt=“a-arte-de-newton-avelino”>



    Com a queda do feudalismo e o surgimento do capitalismo, esse modo de comércio ganhou força e importância econômica. Elas foram impulsionadas pelas cruzadas, uma vez que naquela época, as atividades comerciais, deveriam atender as necessidades dos viajantes e com o tempo, as necessidades foram aumentando e as feiras foram crescendo e dai em diante ela passaram a promover a comunicação entre os povos. Mas o mas importante nisso tudo é que, dentro dessas feiras, existem pessoas que fazem dela, seu ganha pão e seu sustento, trabalhando com serviço braçal. Elas são, tipo shopping populares a céu aberto. 


<img src=“carro de mao” title=“feiras livres” alt=“a-arte-de-newton-avelino”>



     Os feirantes ganham através da comercialização das suas mercadorias, a sociedade compra essas mercadorias,  que estão à venda, as pessoas geram emprego e renda para outras pessoas através da comercialização dos produtos ali expostos,  e isso se torna uma engrenagem que faz desse tipo de comércio informal, um seguimento informal muito forte na geração de renda para outras família. Dentro dessa engrenagem comercial, temos que destacar aquelas pessoas que ganham a vida em transportar as compras das pessoas que vão à feira, para fazerem suas comprar. É uma prática muito antiga e ainda muito cultural, nas feiras livres do Nordeste brasileiro. Você ver pessoas carregando as compras, feitas por donas de casa, em carrinhos de mão, mas nem sempre foi assim. Nos anos setenta e oitenta, você podia se deparar com carros artesanais feitos de madeira, com rodas de madeiras enrolada com uma borracha de pneu de caminhão, e que possuía um volante de carro, para se manobrar o dito carrinho. Geralmente esses carros rústicos eram vistos nas feiras livres do Nordeste, e eles eram usados para todos os fins de carreto, dentro e fora das feiras, pois eram grandes e tinham capacidade para levar uns duzentos quilos de mercadorias, seja sacos com feijão, arroz ou outra mercadoria, como bebidas e sulanca em geral. E eles viviam circulando com seus donos, empurrando esses mesmos carrinhos feira a baixo, feira acima.  Esses carros eram chamados de Mistos, e eram manuseados por adultos, você não via criança usando um carro desses na feira, primeiro porque eram pesados demais, e a sua fabricação era muito cara, mesmo eles sendo feitos no quintal das casas. Então, as feiras tinham um ar de retrô, de saudosismo. Esses carro eram encontrados com facilidade, dentro dessas feiras livres. Os anos foram passando e esse artefato artesanal, foi sumindo das feiras livres do Nordeste, eles foram sendo trocados por outros tipos de carroças e pelo próprio carrinho de mão. Hoje, nós vemos uma quantidade enorme de carrinhos de mão, dentro das feiras livres sendo manuseado por meninos de 12, 13, 15 anos. Ele usam esses carros de mão, como forma de trabalho, para ganharem dinheiro e sustentarem suas famílias. 


<img src=“corro misto” title=“ feiras do nordeste” alt=“a-arte-de-newton-avelino”>



      A cultura dos carretos com carros "Misto", já não é tão frequente, pois além deles serem pesados demais e muito difíceis de serem manuseados dentro das feiras livres, já que elas aumentaram, e a circulação de pessoas aumentou dentro delas e o espaço dentro dessas feiras não dava mas para eles circularem. Tudo isso fez com que esses carros de madeiras, desaparecessem da vida cotidiana dos feirantes do Nordeste brasileiro.  Hoje, você ainda pode encontrar algum desses "Mistos" entre uma feira e outra, mas podem ter certeza, será uma raridade. Essa cultura, já não existe mais. Eles não estão mas tão presente na vida cotidiana dos feirantes e das pessoas que frequenta as feiras. 



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