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01 fevereiro, 2013

CAVALO-MARINHO - Uma Dança Dramática

                                                 Cavalo-marinho / Créditos: Juventude de Arte       

                                          
                           



                           UMA TRADIÇÃO FOLCLÓRICA

   
    


     Cavalo-marinho, uma tradição folclórica do ciclo de Natal, é a versão pernambucana do Bumba-meu-Boi. Encontrado em toda parte do Brasil, o Bumba-meu-boi é uma dança dramática que tem como elemento principal a morte e ressurreição do boi mágico.           


    Uma apresentação de cavalo-marinho abrange música vocal, dança, cenas dramáticas, ação, poesia improvisada, música instrumental, máscaras e fantasias. No interior, para o norte do Recife, apresenta-se durante a safra da cana-de-açúcar( agosto a janeiro).  



    O enredo do Cavalo-marinho concentra-se em torno do Capitão, um proprietário rural que tinha deixado suas terras sob o controle de Mateus e Sebastião, dois vaqueiros. O Capitão deseja celebrar a volta dele às suas terras, mas, os vaqueiros não deixam. 



    

    O Capitão manda um Soldado tirar a licença à força, e ele consegue, após muita confusão cômica e pancadas altas, mas, sem dor, das bexigas de boi que o Mateus e o Sebastião usam como armas e instrumentos musicais. 



    Agora é a vez do Mestre Ambrósio, que imita todas as personagens do folguedo, que continua com uma longa seqüência de danças pelo Capitão e seus Galantes, uma guarda de honra. Entre elas, são danças em homenagem aos Reis Magos, que compartilha temas musicais com as devoções de Reis no Portugal, e uma para São Gonçalo de Amarante. 




    Entram, em seguida, dezenas de personagens, cada uma das quais faz parte do mundo do engenho-de-açúcar. Entre elas, há personagens realísticas, como o Valentão, o Cangaceiro e o Vaqueiro- que fala na poesia do Sertão, e imaginárias- como o Caboclo de Urubá. A apresentação termina com a entrada, dança, morte e ressurreição do Boi. 




     O acompanhamento musical fica por conta do banco, um grupo de músicos que tocam Rabeca, Pandeiro, Bage( Reco-reco) e Mineiro( Ganzá). Os Percussionistas e, às vezes, o Rabequeiro também cantam. Entre sequências, se ouve toadas do vasto repertório, versos improvisados e música instrumental para dança. 




     Durante os anos 90, o interesse no Cavalo-marinho por parte do público da região metropolitana do Recife tem crescido muito, como parte de um ressurgimento de interesse na cultura popular em geral. Jovens visitam o interior para assistir a apresentações e para entrar no Mergulhão – a dança de abertura do Cavalo-marinho, e existem diversos projetos de pesquisa e documentação" .



                                                 Cavalo-marinho / Créditos: Juventude de Arte       

                                          
                           



                           UMA TRADIÇÃO FOLCLÓRICA

   
    


     Cavalo-marinho, uma tradição folclórica do ciclo de Natal, é a versão pernambucana do Bumba-meu-Boi. Encontrado em toda parte do Brasil, o Bumba-meu-boi é uma dança dramática que tem como elemento principal a morte e ressurreição do boi mágico.           


    Uma apresentação de cavalo-marinho abrange música vocal, dança, cenas dramáticas, ação, poesia improvisada, música instrumental, máscaras e fantasias. No interior, para o norte do Recife, apresenta-se durante a safra da cana-de-açúcar( agosto a janeiro).  



    O enredo do Cavalo-marinho concentra-se em torno do Capitão, um proprietário rural que tinha deixado suas terras sob o controle de Mateus e Sebastião, dois vaqueiros. O Capitão deseja celebrar a volta dele às suas terras, mas, os vaqueiros não deixam. 



    

    O Capitão manda um Soldado tirar a licença à força, e ele consegue, após muita confusão cômica e pancadas altas, mas, sem dor, das bexigas de boi que o Mateus e o Sebastião usam como armas e instrumentos musicais. 



    Agora é a vez do Mestre Ambrósio, que imita todas as personagens do folguedo, que continua com uma longa seqüência de danças pelo Capitão e seus Galantes, uma guarda de honra. Entre elas, são danças em homenagem aos Reis Magos, que compartilha temas musicais com as devoções de Reis no Portugal, e uma para São Gonçalo de Amarante. 




    Entram, em seguida, dezenas de personagens, cada uma das quais faz parte do mundo do engenho-de-açúcar. Entre elas, há personagens realísticas, como o Valentão, o Cangaceiro e o Vaqueiro- que fala na poesia do Sertão, e imaginárias- como o Caboclo de Urubá. A apresentação termina com a entrada, dança, morte e ressurreição do Boi. 




     O acompanhamento musical fica por conta do banco, um grupo de músicos que tocam Rabeca, Pandeiro, Bage( Reco-reco) e Mineiro( Ganzá). Os Percussionistas e, às vezes, o Rabequeiro também cantam. Entre sequências, se ouve toadas do vasto repertório, versos improvisados e música instrumental para dança. 




     Durante os anos 90, o interesse no Cavalo-marinho por parte do público da região metropolitana do Recife tem crescido muito, como parte de um ressurgimento de interesse na cultura popular em geral. Jovens visitam o interior para assistir a apresentações e para entrar no Mergulhão – a dança de abertura do Cavalo-marinho, e existem diversos projetos de pesquisa e documentação" .



30 janeiro, 2013

COISAS DE ARTISTA

                        



O artista não pode submeter-se a caprichos de algumasesferas que o  rodeiam. Ele deve ser independente,  criativo e livre para poder fazer o que gosta e não o que lhe mandam fazer. A beleza de uma obra de arte está no prazer de fazê-la. A arte nunca pode ser alienada a nada, ela deve ser livre como um pássaro e bela como a natureza. A covardia de alguns está na mente dos alienados que se Submetem à ideias dos que acham que sabem demais. O artista não segue regras irracionais antiquadas e nem ultrapassadas, na verdade, ele já nasce artista, quer  produzir seus delírios, anseios, suas ideias mais loucas, em forma de cultura e da história da sua sociedade.Algumas pessoas, pensam que a arte e que o artista são refém delas, mas que na verdade, a arte e nem o artista Não são  refém de ninguém. A cultura, o artista, a sociedade, a história, fazem com que novas gerações possam ter uma identidade  e que façam parte desse história. A beleza da vida está nas coisas boas que a cultura, a arte, a história e os homens de bem fazem aqui na terra.Não adianta você ir à igreja e depois ser um patife.O que vai contar mesmo  para história, como um todo, são suas atitudes, seu caráter e o que fizer de bom aqui para o seu semelhante. A arte e a cultura pode fazer de você uma pessoa melhor. Procure divulgar a cultura e a arte como divulgas a si mesmo.
                                                                                                                  
                                                                                              NEWTON AVELINO










                        



O artista não pode submeter-se a caprichos de algumasesferas que o  rodeiam. Ele deve ser independente,  criativo e livre para poder fazer o que gosta e não o que lhe mandam fazer. A beleza de uma obra de arte está no prazer de fazê-la. A arte nunca pode ser alienada a nada, ela deve ser livre como um pássaro e bela como a natureza. A covardia de alguns está na mente dos alienados que se Submetem à ideias dos que acham que sabem demais. O artista não segue regras irracionais antiquadas e nem ultrapassadas, na verdade, ele já nasce artista, quer  produzir seus delírios, anseios, suas ideias mais loucas, em forma de cultura e da história da sua sociedade.Algumas pessoas, pensam que a arte e que o artista são refém delas, mas que na verdade, a arte e nem o artista Não são  refém de ninguém. A cultura, o artista, a sociedade, a história, fazem com que novas gerações possam ter uma identidade  e que façam parte desse história. A beleza da vida está nas coisas boas que a cultura, a arte, a história e os homens de bem fazem aqui na terra.Não adianta você ir à igreja e depois ser um patife.O que vai contar mesmo  para história, como um todo, são suas atitudes, seu caráter e o que fizer de bom aqui para o seu semelhante. A arte e a cultura pode fazer de você uma pessoa melhor. Procure divulgar a cultura e a arte como divulgas a si mesmo.
                                                                                                                  
                                                                                              NEWTON AVELINO










26 janeiro, 2013

A PEGA DO BOI



                                         
                               
                               CULTURA NORDESTINA

 

      Na época dos coronéis, quando não havia cercas no sertão nordestino, os animais eram marcados e soltos na mata. Depois de alguns meses, os coronéis reuniam os peões para juntar o gado marcado. Eram as pegas de gado, ou de boi, que, originalmente, aconteciam nas zonas mais áridas da região.
  

   Montados em seus cavalos ligeiros, vestidos com gibões de couro, esses bravos vaqueiros, com valentia e habilidade, se embrenhavam na mata cerrada em busca dos animais, fazendo malabarismos para escaparem dos arranhões de espinhos e pontas de galhos secos.

   Hoje elevada à categoria de esporte de competição, essa antiga tradição é realizada em arenas fechadas em várias cidades paraibanas, a exemplo do que ocorre em todo o Nordeste.







                                         
                               
                               CULTURA NORDESTINA

 

      Na época dos coronéis, quando não havia cercas no sertão nordestino, os animais eram marcados e soltos na mata. Depois de alguns meses, os coronéis reuniam os peões para juntar o gado marcado. Eram as pegas de gado, ou de boi, que, originalmente, aconteciam nas zonas mais áridas da região.
  

   Montados em seus cavalos ligeiros, vestidos com gibões de couro, esses bravos vaqueiros, com valentia e habilidade, se embrenhavam na mata cerrada em busca dos animais, fazendo malabarismos para escaparem dos arranhões de espinhos e pontas de galhos secos.

   Hoje elevada à categoria de esporte de competição, essa antiga tradição é realizada em arenas fechadas em várias cidades paraibanas, a exemplo do que ocorre em todo o Nordeste.