A ARTE NORDESTINA | Blog de Arte e Cultura: cultura do nordeste brasileiro A ARTE NORDESTINA | Blog de Arte e Cultura: cultura do nordeste brasileiro

SEGUIDORES

Página Inicial Biografia Produtos Galeria O que dizem Jornalista Links Entrevistas Contato
Confira a arte do artista potiguar Newton Avelino, na sua galeria permanente. Adquira já uma obra!

08 setembro, 2016

EVENTO NA CAATINGA

O REI DO BIOMA NORDESTINO | Fonte da imagem: deolhonocariri












O REI DO BIOMA NORDESTINO








      As cidades do sertão do nordeste do Brasil, costumam criar eventos para divulgarem esses municípios e para gerar emprego e renda para as pessoas que residem nelas, pois são cidades que vivem da agricultura e pecuária familiar, mas como elas na maioria das vezes, enfrentam estiagem rigorosas, que trazem a desilusão e desespero da fome, pois as secas prolongadas, geralmente deixam um rastro de destruição, e isso faz com que todos sejam prejudicados com tanto desespero trazido por esses fenômenos naturais impostos pela natureza, então as prefeituras resolveram procurar outras formas de gerar empregos para os seus habitantes. 






       Essas prefeituras das pequenas cidades do sertão, não tem muitos recursos financeiros, pois são pequenos municípios com um número pequeno de habitantes, então elas aproveitam para fazerem um calendário municipal de festas, para que essas pessoas possam ter trabalho e renda de pelo menos, em um período curto. Na maioria das vezes, essas cidades divulgam esse calendários, para que essas cidades se tornem mais conhecidas. Mas aqui vamos falar de uma dessas cidade do nordeste, e que fica no sertão da Paraíba, e que, não é tão grande assim, mas que também, não é tão pequena assim, é apenas uma média cidade. Essa cidade fica no Cariri Paraibano, e se chama Cabaceiras. 






       O objetivo principal dessa festa, é promover a cadeia produtiva da caprinovinocultura. Também a festa, promove o movimento de turismo, já que as pessoas vem de outros estados para prestigiarem essa festa regional. Isso faz com que os empregos diretos e indiretos apareçam, e isso é ótimo, porque gera renda para muitas pessoas desses lugares. Cerca de mais ou menos umas 20 mil pessoas prestigiam essa festa, e são beneficiadas com uma bela festa, que tem um movimento na área de caprinovinocultura, e shows. 






       Esse evento é nacionalmente conhecido e destaca a produção caprina, influenciando a gastronomia e também o turismo do local. Esse evento já está no 18ª edição e é um evento que também destaca a cultura e a gastronomia regional. Tem feiras de animais nessa festa e também exposição. A festa do “Bode Rei”, é realizada nessa cidade que fica a 180 quilômetros de João Pessoa, capital paraibana. Nessa evento, tem ordenha da cabra leiteira do município, gincana do bode, pega bode, quadrangular do futbode, desfile real da comitiva pelas ruas da cidade, apresentação de quadrilha xote cariri, arrasta-pé com bandas e trio de xote.






        Então como vemos, essas festas de pequenos municípios da região nordeste, sempre é bem diversificada e cheias de folclore. É muito interessante, pois vemos que é o próprio sertanejo, o próprio nordestino, ele é quem inventa, e é quem cria sua própria cultura e a mantém na história, pois a manutenção e a conservação dos costumes, enriqueci a história da arte e da cultura. É muito conhecida e muito festejada, a festa do “Bode Rei”. No último dia do evento, que termina no domingo, sempre tem gincana do bode, e concurso. 






        O nordestino por si só, já gosta de uma festa, de um arrasta-pé, mas em se tratando de um evento como esse, aí é que ele prestigia mesmo, pois além de rolar muita dança e festejos, ainda tem a culinária que é toda a base de comidas regionais tais como: buchada de bode, carne de bode assada, miolo de bode, tripa de bode assada, e por aí vai. Esse evento é promovido pela prefeitura da cidade de cabaceiras em parceria com o governo do estado, por meio da empresa paraibana de turismo. Um outro lado positivo dessa festa é que, os artesãos do local podem mostrar seus trabalhos para o público, através da Artesa, como forma de expandir ações que são feitas no município. 






       Então como vemos, essa é uma das formas que as pequenas, médias e grandes prefeituras das cidades do sertão nordestino, tem de enfrentarem as secas, gerando um calendário de festividades para que as cidades promovam o seu nome e faça gerar emprego e renda através delas, para que as pessoas de baixa renda que moram lá, possam trabalhar e terem os seus salários. Vindo a Paraíba, não deixe de conhecer a cidade de Cabaceiras e a festa do “Bode Rei”.




O REI DO BIOMA NORDESTINO | Fonte da imagem: deolhonocariri












O REI DO BIOMA NORDESTINO








      As cidades do sertão do nordeste do Brasil, costumam criar eventos para divulgarem esses municípios e para gerar emprego e renda para as pessoas que residem nelas, pois são cidades que vivem da agricultura e pecuária familiar, mas como elas na maioria das vezes, enfrentam estiagem rigorosas, que trazem a desilusão e desespero da fome, pois as secas prolongadas, geralmente deixam um rastro de destruição, e isso faz com que todos sejam prejudicados com tanto desespero trazido por esses fenômenos naturais impostos pela natureza, então as prefeituras resolveram procurar outras formas de gerar empregos para os seus habitantes. 






       Essas prefeituras das pequenas cidades do sertão, não tem muitos recursos financeiros, pois são pequenos municípios com um número pequeno de habitantes, então elas aproveitam para fazerem um calendário municipal de festas, para que essas pessoas possam ter trabalho e renda de pelo menos, em um período curto. Na maioria das vezes, essas cidades divulgam esse calendários, para que essas cidades se tornem mais conhecidas. Mas aqui vamos falar de uma dessas cidade do nordeste, e que fica no sertão da Paraíba, e que, não é tão grande assim, mas que também, não é tão pequena assim, é apenas uma média cidade. Essa cidade fica no Cariri Paraibano, e se chama Cabaceiras. 






       O objetivo principal dessa festa, é promover a cadeia produtiva da caprinovinocultura. Também a festa, promove o movimento de turismo, já que as pessoas vem de outros estados para prestigiarem essa festa regional. Isso faz com que os empregos diretos e indiretos apareçam, e isso é ótimo, porque gera renda para muitas pessoas desses lugares. Cerca de mais ou menos umas 20 mil pessoas prestigiam essa festa, e são beneficiadas com uma bela festa, que tem um movimento na área de caprinovinocultura, e shows. 






       Esse evento é nacionalmente conhecido e destaca a produção caprina, influenciando a gastronomia e também o turismo do local. Esse evento já está no 18ª edição e é um evento que também destaca a cultura e a gastronomia regional. Tem feiras de animais nessa festa e também exposição. A festa do “Bode Rei”, é realizada nessa cidade que fica a 180 quilômetros de João Pessoa, capital paraibana. Nessa evento, tem ordenha da cabra leiteira do município, gincana do bode, pega bode, quadrangular do futbode, desfile real da comitiva pelas ruas da cidade, apresentação de quadrilha xote cariri, arrasta-pé com bandas e trio de xote.






        Então como vemos, essas festas de pequenos municípios da região nordeste, sempre é bem diversificada e cheias de folclore. É muito interessante, pois vemos que é o próprio sertanejo, o próprio nordestino, ele é quem inventa, e é quem cria sua própria cultura e a mantém na história, pois a manutenção e a conservação dos costumes, enriqueci a história da arte e da cultura. É muito conhecida e muito festejada, a festa do “Bode Rei”. No último dia do evento, que termina no domingo, sempre tem gincana do bode, e concurso. 






        O nordestino por si só, já gosta de uma festa, de um arrasta-pé, mas em se tratando de um evento como esse, aí é que ele prestigia mesmo, pois além de rolar muita dança e festejos, ainda tem a culinária que é toda a base de comidas regionais tais como: buchada de bode, carne de bode assada, miolo de bode, tripa de bode assada, e por aí vai. Esse evento é promovido pela prefeitura da cidade de cabaceiras em parceria com o governo do estado, por meio da empresa paraibana de turismo. Um outro lado positivo dessa festa é que, os artesãos do local podem mostrar seus trabalhos para o público, através da Artesa, como forma de expandir ações que são feitas no município. 






       Então como vemos, essa é uma das formas que as pequenas, médias e grandes prefeituras das cidades do sertão nordestino, tem de enfrentarem as secas, gerando um calendário de festividades para que as cidades promovam o seu nome e faça gerar emprego e renda através delas, para que as pessoas de baixa renda que moram lá, possam trabalhar e terem os seus salários. Vindo a Paraíba, não deixe de conhecer a cidade de Cabaceiras e a festa do “Bode Rei”.




07 setembro, 2016

PIRAGA DO SERTÃO

UM ARTEFATO NORDESTINO | Fonte da imagem: gazetadenoticiascariri











UM ARTEFATO NORDESTINO








      A cultura nordestina é magnificamente rica e com histórias belíssimas, isso em todos os contextos da sua história. Vemos também, que a região Nordeste do Brasil se destaca muito, quando falamos de cultura popular, pois grande parte dos artistas brasileiros, em quase todas as áreas, saem dessa região. Não é mera coincidência, mas a história desse país, começa pelo Nordeste brasileiro.






      Dentre os artefatos e utensílios produzidos pelos homens dessa região, pela suas comidas e sabores, pelo dia a dia da sua sociedade, e por vários outros costumes, vamos aqui falar da história de um artefato que foi muito útil nas casas do sertão do Nordeste. Vamos falar da “Piraga”.  Foi muito usado no século passado e até antes, uma peça retrô, mas que na época, serviu muito para que a população não ficasse no escuro, também conhecido por “lamparina”.






      Nas casas do sertão nordestino ou mesmo nos antigos forrós pé de serra, de chão batido, elas estavam presentes iluminando esses locais para que o forró e as pessoas que estavam lá para se divertirem, tivessem um pouco de luminosidade dentro desses locais. Eram fabricados, em sua maioria, por latas de óleo comestível e de muitos outros produtos, mas pelas mãos de pessoas humildes e com bastante habilidade e talento para fabricá-las. 






        A fabricação dessas “Piragas” era muito primitiva e sem muito recurso. Dentro dela, era colocado um pavio feito de algodão e molhado ao querosene, depois era só tocar fogo nesse pavio para que o artefato ficasse acesso durante toda noite, ou não. No século passado, essas maravilhas da tecnologia primitiva, eram as sensações das noites mais iluminadas do sertão nordestino. A própria história conta isso. 





        Nas feiras livres, elas eram as próprias vedetes da luminosidade do sertão brasileiro, por onde você passava nas feiras de mangaio, elas eram vistas penduradas em varais de barbantes, ou à amostra em cima de qualquer lugar das bancas dos feirantes. Apesar dessas belezuras terem sido as sensações do passado, elas também exalavam bastante fumaças dentro das casas, pois a queima do querosene em contato com o fogo jogava no ar um aroma de combustível queimado. 






         Vemos ainda hoje, e que não é nenhuma novidade, que as lamparinas ainda estão presentes em algumas casas do sertão nordestino, nos mais longínquo aonde não chegou energia elétrica. Muitos desses sertanejos, ainda tem o costume de usá-la em suas casas de taipa, pois essas pessoas, ainda estão abaixo da linha de pobreza, ou ainda não tem acesso à energia. 






        O importante em tudo isso, é que esses artefatos, quase primitivos, não se perderam no esquecimento da história de um povo, pelo contrário, ainda continua sendo fabricados e continuam servindo como objeto para os seus fins ou como peça decorativa. Eles ainda estão presente na vida de muito sertanejos, de todas as classe. 

UM ARTEFATO NORDESTINO | Fonte da imagem: gazetadenoticiascariri











UM ARTEFATO NORDESTINO








      A cultura nordestina é magnificamente rica e com histórias belíssimas, isso em todos os contextos da sua história. Vemos também, que a região Nordeste do Brasil se destaca muito, quando falamos de cultura popular, pois grande parte dos artistas brasileiros, em quase todas as áreas, saem dessa região. Não é mera coincidência, mas a história desse país, começa pelo Nordeste brasileiro.






      Dentre os artefatos e utensílios produzidos pelos homens dessa região, pela suas comidas e sabores, pelo dia a dia da sua sociedade, e por vários outros costumes, vamos aqui falar da história de um artefato que foi muito útil nas casas do sertão do Nordeste. Vamos falar da “Piraga”.  Foi muito usado no século passado e até antes, uma peça retrô, mas que na época, serviu muito para que a população não ficasse no escuro, também conhecido por “lamparina”.






      Nas casas do sertão nordestino ou mesmo nos antigos forrós pé de serra, de chão batido, elas estavam presentes iluminando esses locais para que o forró e as pessoas que estavam lá para se divertirem, tivessem um pouco de luminosidade dentro desses locais. Eram fabricados, em sua maioria, por latas de óleo comestível e de muitos outros produtos, mas pelas mãos de pessoas humildes e com bastante habilidade e talento para fabricá-las. 






        A fabricação dessas “Piragas” era muito primitiva e sem muito recurso. Dentro dela, era colocado um pavio feito de algodão e molhado ao querosene, depois era só tocar fogo nesse pavio para que o artefato ficasse acesso durante toda noite, ou não. No século passado, essas maravilhas da tecnologia primitiva, eram as sensações das noites mais iluminadas do sertão nordestino. A própria história conta isso. 





        Nas feiras livres, elas eram as próprias vedetes da luminosidade do sertão brasileiro, por onde você passava nas feiras de mangaio, elas eram vistas penduradas em varais de barbantes, ou à amostra em cima de qualquer lugar das bancas dos feirantes. Apesar dessas belezuras terem sido as sensações do passado, elas também exalavam bastante fumaças dentro das casas, pois a queima do querosene em contato com o fogo jogava no ar um aroma de combustível queimado. 






         Vemos ainda hoje, e que não é nenhuma novidade, que as lamparinas ainda estão presentes em algumas casas do sertão nordestino, nos mais longínquo aonde não chegou energia elétrica. Muitos desses sertanejos, ainda tem o costume de usá-la em suas casas de taipa, pois essas pessoas, ainda estão abaixo da linha de pobreza, ou ainda não tem acesso à energia. 






        O importante em tudo isso, é que esses artefatos, quase primitivos, não se perderam no esquecimento da história de um povo, pelo contrário, ainda continua sendo fabricados e continuam servindo como objeto para os seus fins ou como peça decorativa. Eles ainda estão presente na vida de muito sertanejos, de todas as classe. 

04 setembro, 2016

ASPECTO REGIONAL

FLORESTA BRANCA | Fonte da imagem: itescorreio













FLORESTA BRANCA








      O sertão central do nordeste brasileiro, tem suas belezas, seus perigos, seus costumes e seus encantos. Para aqueles que não conhecem o sertão e nem o nordeste, e assim mesmo, insiste em falar de algo que nem ele mesmo sabe do que está falando, e pensa que está abafando, sendo expert no assunto, é melhor mudar de prosa, pois essa região é muito complexa e muito difícil de ser decifrada, a começar pela sua flora e fauna, passando pelo seu relevo e clima, chegando até a existência de pessoas em locais não habitáveis. 





      O bom nisso tudo é que, quando se fala de Nordeste brasileiro, de bom ou de ruim, pelo menos eu concordo em uma coisa: o nordeste está sendo lembrado. Bem, mas vamos aqui dizer, como essa região é, e quais são alguns dos seus aspectos. A flora dessa região é praticamente a caatinga, matas de cocais, um pouco de cerrado ou muito, mas o que predomina é a caatinga, que é um bioma exclusivo do nordeste brasileiro.





      Dentro desse terreno, quem não conhece nem precisa ter o trabalho de querer enfrenta-lo sozinho, pois vai ter dor de cabeça e pode até acontecer acidentes de proporções mais sérias. Nos séculos passados, alguns desistiram de dominar a região e tentar com punhos fortes, ensinar os habitantes do lugar, mas não conseguiram, pois, para eles, o sertão era como é até hoje, uma terra hostil de difícil desbravamento nos mais longínquo lugares dessa terra. 





      Alguns desbravadores via que, a vegetação do sertão mudava tanto de cor como de aspecto na paisagem, uma hora eles viam que locais de matas estavam de um jeito outra hora viam que naquele caminho que eles passaram, já estava de outro jeito, pois as folhagens secas já tinha encoberto as veredas feitas por animais, e assim, ele muda drasticamente, e alguns desses desbravadores terminavam se perdendo pelo caminho. Então esse lugar só é aconselhável conhecer, com a presença de nativos da região. Seu clima é quente e seco, e não é mole não, na época de secas, até o boi com sede, bebe lama, como já dizia o poeta cancioneiro nordestino. 





      Mas o Nordeste brasileiro tem seus encantos realmente, geralmente quem nasce aqui no sertão, costuma dizer que não tem lugar melhor do mundo para se morar, do que nessas terras escaldantes. Mesmo com toda privação e com todas as dificuldades do mundo, esses sertanejos vão desbravando a vida pelo sertão nordestino como Deus quer. Quando esse lugar tem inverno regular, suas matas passam de cinza para o verde oliva, e consequentemente, termina produzindo de tudo um pouco, durante o período de inverno depois que o agricultor trabalha nela. 





      O sertanejo nordestino, costuma construir suas casas com tijolos brancos e depois rebocam e pintam de cor branca. Essas residências estão encravadas dentro do sertão central e fazem parte da cultura nordestina, pois elas tem estilos parecidos, porque são casas rudes mas com estilos do século passado, são simples e aconchegante. São pintadas com cal e ficam parecendo umas com as outras. Elas tem em sua volta, cercas feitas de varas, que separa toda a propriedade e que no lado da casa, sempre existe algum tipo de curral, esse curral é para colocar o gado ou outro tipo de animal. 





      Com uma paisagem cinza e seca, o sertão nordestino mostra toda sua beleza e mistério dentro desse bioma único no mundo, e que, além da beleza, ele dificulta muito a locomoção das pessoas dentro dele. Entre pedregulhos e uma vegetação seca rasteira e densa, com alguns locais de desertificação, esse lugar mostra porque é mágico visita-lo. Você sempre vai encontrar alguma casinha branca, construída com tijolos brancos, com cercas de varas a sua volta, e um curral ao seu lado, dentro da caatinga nordestina. 





      Essa paisagem sertaneja e cinza, é que você sempre vai encontrar no sertão nordestino, isso é mágico e rico ao mesmo tempo, porque essa é a nossa cultura, no inverno a vegetação dentro de 3 dias fica verde, mas no período de secas, a paisagem é cinza mesmo, chamada de floresta branca. Entre xique-xiques, macambiras, paus ferros, juazeiros e juremas, você encontrará dentro dessa flora nordestina, várias espécies de animais do ecossistema, e que contribuem para a bela beleza e para o ecossistema desse lugar. 





      O sertão do nordeste brasileiro é mesmo assim, nada aqui vem de graça e nem cai de paraquedas, os sertanejos batalham muito dignamente dentro desse contexto de secas prolongadas e muitas dificuldades e misérias, esse homem nordestino trabalha honestamente para conseguir as coisas que eles precisam. 





      Essa terra é uma terra abençoada por Deus e feita por homens que trabalham para ganhar o seu próprio sustento. Precisam só deixarem de ser ingênuos, pois esse é o único defeito dos sertanejos que moram nas áreas mais pobre do sertão nordestino. Quando vir ao nordeste do Brasil, procure também conhecer as cidades do sertão nordestino, pois nem só de litoral vive o nordeste. 


FLORESTA BRANCA | Fonte da imagem: itescorreio













FLORESTA BRANCA








      O sertão central do nordeste brasileiro, tem suas belezas, seus perigos, seus costumes e seus encantos. Para aqueles que não conhecem o sertão e nem o nordeste, e assim mesmo, insiste em falar de algo que nem ele mesmo sabe do que está falando, e pensa que está abafando, sendo expert no assunto, é melhor mudar de prosa, pois essa região é muito complexa e muito difícil de ser decifrada, a começar pela sua flora e fauna, passando pelo seu relevo e clima, chegando até a existência de pessoas em locais não habitáveis. 





      O bom nisso tudo é que, quando se fala de Nordeste brasileiro, de bom ou de ruim, pelo menos eu concordo em uma coisa: o nordeste está sendo lembrado. Bem, mas vamos aqui dizer, como essa região é, e quais são alguns dos seus aspectos. A flora dessa região é praticamente a caatinga, matas de cocais, um pouco de cerrado ou muito, mas o que predomina é a caatinga, que é um bioma exclusivo do nordeste brasileiro.





      Dentro desse terreno, quem não conhece nem precisa ter o trabalho de querer enfrenta-lo sozinho, pois vai ter dor de cabeça e pode até acontecer acidentes de proporções mais sérias. Nos séculos passados, alguns desistiram de dominar a região e tentar com punhos fortes, ensinar os habitantes do lugar, mas não conseguiram, pois, para eles, o sertão era como é até hoje, uma terra hostil de difícil desbravamento nos mais longínquo lugares dessa terra. 





      Alguns desbravadores via que, a vegetação do sertão mudava tanto de cor como de aspecto na paisagem, uma hora eles viam que locais de matas estavam de um jeito outra hora viam que naquele caminho que eles passaram, já estava de outro jeito, pois as folhagens secas já tinha encoberto as veredas feitas por animais, e assim, ele muda drasticamente, e alguns desses desbravadores terminavam se perdendo pelo caminho. Então esse lugar só é aconselhável conhecer, com a presença de nativos da região. Seu clima é quente e seco, e não é mole não, na época de secas, até o boi com sede, bebe lama, como já dizia o poeta cancioneiro nordestino. 





      Mas o Nordeste brasileiro tem seus encantos realmente, geralmente quem nasce aqui no sertão, costuma dizer que não tem lugar melhor do mundo para se morar, do que nessas terras escaldantes. Mesmo com toda privação e com todas as dificuldades do mundo, esses sertanejos vão desbravando a vida pelo sertão nordestino como Deus quer. Quando esse lugar tem inverno regular, suas matas passam de cinza para o verde oliva, e consequentemente, termina produzindo de tudo um pouco, durante o período de inverno depois que o agricultor trabalha nela. 





      O sertanejo nordestino, costuma construir suas casas com tijolos brancos e depois rebocam e pintam de cor branca. Essas residências estão encravadas dentro do sertão central e fazem parte da cultura nordestina, pois elas tem estilos parecidos, porque são casas rudes mas com estilos do século passado, são simples e aconchegante. São pintadas com cal e ficam parecendo umas com as outras. Elas tem em sua volta, cercas feitas de varas, que separa toda a propriedade e que no lado da casa, sempre existe algum tipo de curral, esse curral é para colocar o gado ou outro tipo de animal. 





      Com uma paisagem cinza e seca, o sertão nordestino mostra toda sua beleza e mistério dentro desse bioma único no mundo, e que, além da beleza, ele dificulta muito a locomoção das pessoas dentro dele. Entre pedregulhos e uma vegetação seca rasteira e densa, com alguns locais de desertificação, esse lugar mostra porque é mágico visita-lo. Você sempre vai encontrar alguma casinha branca, construída com tijolos brancos, com cercas de varas a sua volta, e um curral ao seu lado, dentro da caatinga nordestina. 





      Essa paisagem sertaneja e cinza, é que você sempre vai encontrar no sertão nordestino, isso é mágico e rico ao mesmo tempo, porque essa é a nossa cultura, no inverno a vegetação dentro de 3 dias fica verde, mas no período de secas, a paisagem é cinza mesmo, chamada de floresta branca. Entre xique-xiques, macambiras, paus ferros, juazeiros e juremas, você encontrará dentro dessa flora nordestina, várias espécies de animais do ecossistema, e que contribuem para a bela beleza e para o ecossistema desse lugar. 





      O sertão do nordeste brasileiro é mesmo assim, nada aqui vem de graça e nem cai de paraquedas, os sertanejos batalham muito dignamente dentro desse contexto de secas prolongadas e muitas dificuldades e misérias, esse homem nordestino trabalha honestamente para conseguir as coisas que eles precisam. 





      Essa terra é uma terra abençoada por Deus e feita por homens que trabalham para ganhar o seu próprio sustento. Precisam só deixarem de ser ingênuos, pois esse é o único defeito dos sertanejos que moram nas áreas mais pobre do sertão nordestino. Quando vir ao nordeste do Brasil, procure também conhecer as cidades do sertão nordestino, pois nem só de litoral vive o nordeste.