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17 outubro, 2016

INSTRUMENTO MUSICAL NORDESTINO

INSTRUMENTO CILÍNDRICO | Fonte da imagem: Mercado Livre













INSTRUMENTO CILÍNDRICO 








      Vamos falar aqui um pouco dos brinquedos simples que estão espalhados nas feiras nordestinas, e que encantam a todos nós pela criatividade de alguns e também pela simplicidade de outros. Encontramos esses objetos criativos infantis facilmente em quase todas as feiras Nordestinas. Eles fazem parte da cultura de um povo simples e rico de ideias inovadoras na área cultural propriamente dita. 





      Antigamente a meninada ficava louca quando ia com os pais, para as feiras livres, primeiro porque essas crianças, eram mais presas em casa, e quando saiam com os pais para essas feiras, era como se estivesse indo para os shoppings de hoje, e segundo é porque elas viam aqueles brinquedos, como se fossem uns troféus. Então como a maioria daqueles brinquedos não eram tão caros assim, os pais terminavam comprando para eles. 





      Bem, mas vamos falar aqui de um pequeno brinquedo desses, que fizeram a alegria da criançada do sertão e das cidades nordestinas. Vamos falar do “Roi Roi” ou “Berra Boi”. Esse é um instrumento artesanal que tem uma altura de 11 cm, uma largura de 11 cm de comprimento e pesa 50 g. A simplicidade do brinquedo é de dar inveja a qualquer um. 





       Ele é feito com um pedaço de madeira que tem a forma de um graveto, possui um barbante que é preso à haste de um lado e na outra ponta, uma pequena caixa cilíndrica feita de argila, com uma extremidade fechada com pedaço de papel mais duro para poder prender o barbante. 





      O nome desse brinquedo foi dado devido ao barulho que ele faz e é parecido com o barulho da cigarra. Também de alguns anos para cá, vemos que a criançada do sertão nordestino as vezes participam de oficinas culturais, e aprendem a desenvolver esse brinquedo artesanal nessas mesmas oficinas. O “Roi roi”, também faz parte de várias áreas da cultura Nordestina, e do próprio artesanato dessa região. 





      Mas nos dias de hoje, já não existe tanto espaço assim, para que esse brinquedo seja usado em massa com a criançada, pois os computadores e celulares, tomaram o espaço desses brinquedos artesanais. Mas mesmo assim, ele ainda é usado, dentro da cultura popular do Nordeste, tais como em teatro de bonecos, oficinas culturais entre artistas e crianças e muito mais. 





      Então como vemos, esse era um dos brinquedos que fizeram mais sucesso entre as crianças da época, pois elas gostavam de usar esses brinquedos barulhentos, que na verdade, terminava fazendo o som distorcido e que encantava as crianças. 





      O incrível é que, a história conta que esses maravilhosos brinquedos vinham e iam sem elas mesmo perceberem, pois era mais ou menos assim: quando a meninada começava a usa-los todos os meninos usavam, e quando eles deixavam de usa-los, todos deixavam, era mais ou menos um tipo de moda, que existia na época certa de usa-los e de abandoná-los. 





      Então esses maravilhosos brinquedos, faziam parte da história infantil de cada uma dessas crianças, pois eles nasceram na época que realmente criança sabiam brincar como criança, eles sabiam aproveitar esse período tão maravilhoso na vida dos seres humanos. O Roi roi foi um tipo de brinquedo que realmente esteve presente na vida dessas maravilhosas crianças. Berra boi ou o Roi roi é um brinquedo muito especial, mesmo sendo barulhento, ele era um charme de simplicidade e de alegria para meninos e meninas.




INSTRUMENTO CILÍNDRICO | Fonte da imagem: Mercado Livre













INSTRUMENTO CILÍNDRICO 








      Vamos falar aqui um pouco dos brinquedos simples que estão espalhados nas feiras nordestinas, e que encantam a todos nós pela criatividade de alguns e também pela simplicidade de outros. Encontramos esses objetos criativos infantis facilmente em quase todas as feiras Nordestinas. Eles fazem parte da cultura de um povo simples e rico de ideias inovadoras na área cultural propriamente dita. 





      Antigamente a meninada ficava louca quando ia com os pais, para as feiras livres, primeiro porque essas crianças, eram mais presas em casa, e quando saiam com os pais para essas feiras, era como se estivesse indo para os shoppings de hoje, e segundo é porque elas viam aqueles brinquedos, como se fossem uns troféus. Então como a maioria daqueles brinquedos não eram tão caros assim, os pais terminavam comprando para eles. 





      Bem, mas vamos falar aqui de um pequeno brinquedo desses, que fizeram a alegria da criançada do sertão e das cidades nordestinas. Vamos falar do “Roi Roi” ou “Berra Boi”. Esse é um instrumento artesanal que tem uma altura de 11 cm, uma largura de 11 cm de comprimento e pesa 50 g. A simplicidade do brinquedo é de dar inveja a qualquer um. 





       Ele é feito com um pedaço de madeira que tem a forma de um graveto, possui um barbante que é preso à haste de um lado e na outra ponta, uma pequena caixa cilíndrica feita de argila, com uma extremidade fechada com pedaço de papel mais duro para poder prender o barbante. 





      O nome desse brinquedo foi dado devido ao barulho que ele faz e é parecido com o barulho da cigarra. Também de alguns anos para cá, vemos que a criançada do sertão nordestino as vezes participam de oficinas culturais, e aprendem a desenvolver esse brinquedo artesanal nessas mesmas oficinas. O “Roi roi”, também faz parte de várias áreas da cultura Nordestina, e do próprio artesanato dessa região. 





      Mas nos dias de hoje, já não existe tanto espaço assim, para que esse brinquedo seja usado em massa com a criançada, pois os computadores e celulares, tomaram o espaço desses brinquedos artesanais. Mas mesmo assim, ele ainda é usado, dentro da cultura popular do Nordeste, tais como em teatro de bonecos, oficinas culturais entre artistas e crianças e muito mais. 





      Então como vemos, esse era um dos brinquedos que fizeram mais sucesso entre as crianças da época, pois elas gostavam de usar esses brinquedos barulhentos, que na verdade, terminava fazendo o som distorcido e que encantava as crianças. 





      O incrível é que, a história conta que esses maravilhosos brinquedos vinham e iam sem elas mesmo perceberem, pois era mais ou menos assim: quando a meninada começava a usa-los todos os meninos usavam, e quando eles deixavam de usa-los, todos deixavam, era mais ou menos um tipo de moda, que existia na época certa de usa-los e de abandoná-los. 





      Então esses maravilhosos brinquedos, faziam parte da história infantil de cada uma dessas crianças, pois eles nasceram na época que realmente criança sabiam brincar como criança, eles sabiam aproveitar esse período tão maravilhoso na vida dos seres humanos. O Roi roi foi um tipo de brinquedo que realmente esteve presente na vida dessas maravilhosas crianças. Berra boi ou o Roi roi é um brinquedo muito especial, mesmo sendo barulhento, ele era um charme de simplicidade e de alegria para meninos e meninas.




14 outubro, 2016

PRIMEIRA CABEÇADA

LÍQUIDO SUAVE | Fonte da Imagem: partiupelomundo












LÍQUIDO SUAVE








      A região Nordeste do Brasil é conhecida nacionalmente e internacionalmente por ser uma região diversificada em se tratando de turismo. Ela é indiscutivelmente uma região muito procurada em várias épocas do ano, isso por quem quer fazer esportes radicais, turismo de aventura, turismo de lazer, turismo religioso ou mesmo, por outros vários motivos. Essa região é muito conhecida pela sua culinária, pelas suas músicas, pelo seu artesanato, pelas suas festas fora de época e por várias outras vertentes. 






        Hoje vamos falar sobre o artesanato nordestino, esse artesanato é muito rico no que se refere a cultura popular do nordeste brasileiro, e que gera emprego e renda para uma boa parte da população de baixa renda. Dentre tantos itens do artesanato nordestino, vamos falar de um, que particularmente chega a deixar os visitantes intrigados. Vamos falar das aguardentes artesanais que são acompanhadas de frutas, já que essas cachaças artesanais, tem lindas garrafas decoradas. 






      A técnica é simples, e que requer um cuidado enorme na hora de colocar essas frutas dentro dessas garrafas junto com o líquido. Essas frutas são colocadas quando ainda estão em fase inicial de crescimento. Elas crescem dentro desses vasilhames de vidro, ainda quando estão nos galhos. 





       Depois que atingem a fase adulta, e que entram na fase de amadurecimento, elas então caem dentro dessas garrafas, e que são curtidas com a bebida que é introduzida nesse recipiente. Elas também podem ser introduzidas nas garrafas, através de cortes nesses vasilhames. 






      A tradição conta, que, cada bebida dessas, depois de curtidas, elas mudam de sabor e ficam sendo bebidas com sabores de frutas tropicais, ficam com mais suavidade. Então vemos que, esse é um tipo de bebida artesanal que as pessoas gostam de comprar para terem em suas casas como objeto decorativo ou não, isso depende muito de pessoa para pessoa. É bastante comum, nós encontrarmos essas garrafas de bebidas com frutas tais como: caju, goiaba, imbu, nas pequenas feiras de artesanatos ou nos centros de turismos do Nordeste brasileiro. 







       As garrafas chegam a ter acabamento artesanal com barbante feito de sisal, com o rótulo em cada uma dessas cachaça e dos sabores que elas têm. Essa tradição é muito antiga no Nordeste, pois são cachaças artesanais e curtidas artesanalmente que eles costumam a chamar de “primeira cabeçada”. O impressionante é que, o colorido que elas fazem por causa das frutas, é de chamar a atenção dos visitantes, pois o modo de preparo e de fabricação, deixa qualquer um curioso. 






    O aroma das frutas tropicais e o sabor dessas aguardentes, são os principais segredos para deixar essas bebidas mais saborosas e mais suave. Vindo ao Nordeste brasileiro, tente degustar essas bebidas artesanais, elas vão te mostrar os sabores do Nordeste.







LÍQUIDO SUAVE | Fonte da Imagem: partiupelomundo












LÍQUIDO SUAVE








      A região Nordeste do Brasil é conhecida nacionalmente e internacionalmente por ser uma região diversificada em se tratando de turismo. Ela é indiscutivelmente uma região muito procurada em várias épocas do ano, isso por quem quer fazer esportes radicais, turismo de aventura, turismo de lazer, turismo religioso ou mesmo, por outros vários motivos. Essa região é muito conhecida pela sua culinária, pelas suas músicas, pelo seu artesanato, pelas suas festas fora de época e por várias outras vertentes. 






        Hoje vamos falar sobre o artesanato nordestino, esse artesanato é muito rico no que se refere a cultura popular do nordeste brasileiro, e que gera emprego e renda para uma boa parte da população de baixa renda. Dentre tantos itens do artesanato nordestino, vamos falar de um, que particularmente chega a deixar os visitantes intrigados. Vamos falar das aguardentes artesanais que são acompanhadas de frutas, já que essas cachaças artesanais, tem lindas garrafas decoradas. 






      A técnica é simples, e que requer um cuidado enorme na hora de colocar essas frutas dentro dessas garrafas junto com o líquido. Essas frutas são colocadas quando ainda estão em fase inicial de crescimento. Elas crescem dentro desses vasilhames de vidro, ainda quando estão nos galhos. 





       Depois que atingem a fase adulta, e que entram na fase de amadurecimento, elas então caem dentro dessas garrafas, e que são curtidas com a bebida que é introduzida nesse recipiente. Elas também podem ser introduzidas nas garrafas, através de cortes nesses vasilhames. 






      A tradição conta, que, cada bebida dessas, depois de curtidas, elas mudam de sabor e ficam sendo bebidas com sabores de frutas tropicais, ficam com mais suavidade. Então vemos que, esse é um tipo de bebida artesanal que as pessoas gostam de comprar para terem em suas casas como objeto decorativo ou não, isso depende muito de pessoa para pessoa. É bastante comum, nós encontrarmos essas garrafas de bebidas com frutas tais como: caju, goiaba, imbu, nas pequenas feiras de artesanatos ou nos centros de turismos do Nordeste brasileiro. 







       As garrafas chegam a ter acabamento artesanal com barbante feito de sisal, com o rótulo em cada uma dessas cachaça e dos sabores que elas têm. Essa tradição é muito antiga no Nordeste, pois são cachaças artesanais e curtidas artesanalmente que eles costumam a chamar de “primeira cabeçada”. O impressionante é que, o colorido que elas fazem por causa das frutas, é de chamar a atenção dos visitantes, pois o modo de preparo e de fabricação, deixa qualquer um curioso. 






    O aroma das frutas tropicais e o sabor dessas aguardentes, são os principais segredos para deixar essas bebidas mais saborosas e mais suave. Vindo ao Nordeste brasileiro, tente degustar essas bebidas artesanais, elas vão te mostrar os sabores do Nordeste.







08 outubro, 2016

MEIO DE SOBREVIVER

AVENTURA NA NATUREZA | Fonte da imagem: maispb











AVENTURA NA NATUREZA









      Se existe uma mania que o nordestino gosta de ter, essa mania é de comer caranguejo. Isso é quase que uma instituição nordestina, pois a pesca, o consumo dessa iguaria é muito comum pelos nordestinos, com uma ressalva, a prática do consumo de caranguejo, é mais comum nas regiões litorâneas, e se estende até a parte canavieira nordestina, com menos intensidade, mas que, se pode encontrar em alguns restaurantes dessas regiões. 






      Já no sertão, podemos encontra-lo, como também o camarão, mas já é mais complicado de ser achado. Isso tem uma lógica exata, é que no litoral, os mangues são frequentes pela aproximação do mar, e que, no resumo de tudo, é bem explicável, pois o cardápio da região litorânea, naturalmente termina sendo de pescados e crustáceos. Muita gente utiliza ou entende o termo pescado, como sendo apenas os peixes, mais, crustáceos como lagostas, camarões, siris, caranguejos, tatuís e outros, também se encaixam nessa classificação. 






       Já mais para os lados do sertão, como naturalmente não existe mar, o cardápio é outro, e não deixa de ser saboroso e ter aromas simplesmente irresistíveis, tais como: uma carne de sol assada na manteiga do sertão, paçoca de pilão, farofa d’água, pirão de queijo, bife acebolado na manteiga, arroz de leite, feijão verde e muito mais. Então como vemos aqui, no sertão, no máximo, a gente come um peixe de água doce, assado na brasa, tais como: curimatã, piau, mandi ou alguma outra espécie de peixe introduzia nos açudes do sertão nordestino. 






       Mas voltando para o litoral, vemos que o consumo do caranguejo é unanimidade a onde você se encontre nas cidades praianas do nordeste brasileiro, isso tanto faz ser na beira da praia como também nos restaurantes do centro da cidade. Vemos que esse hábito cultural dos Nordestinos, está presente na cultura local. Em cada barraca de praia, em cada restaurante regional, em cada hotel da cidade e por aí vai. 






        A pesca desses crustáceos, além de ser difícil e perigosa, ainda tem pela frente, a dificuldade do terreno dos mangues, pois os manguezais são ecossistemas costeiros que tem uma gama de plantas e espécies vegetais típicas desse tipo de terreno, que dificulta muito o acesso desses pescadores para capturar esses crustáceos. Esses terrenos, são terrenos com bastante lama, e que, quando os pescadores se aventuram de mangue a dentro, eles vão se atolando, pois, esse terreno tem um tipo de lama preta muito pegajosa que deixa as pessoas que estão pescando, todas atoladas, com pouca locomoção dentro do terreno do mangue. 






        O caranguejo-uçá Ucides Cordatus, é típico desse ecossistema, e desempenha importante papel na cadeia alimentar, oxigenação e na drenagem do sedimento e nos ciclos biogeoquímicos. Essa espécie tem uma elevada importância socioeconômica para as comunidades costeiras do nordeste do Brasil e toda costa do Brasil. 






       O mais importante nisso tudo, nesse contexto de preservação do ambiente e no aquecimento da economia desses locais, é que, sempre seja respeitado o período da “andada” do caranguejo, que é um período de defeso desses crustáceos, pois só assim, é que, todo esse ciclo venha a ser preservado, tais como: a preservação dos mangues e dos caranguejos, e o período da pesca desses caranguejos, para que o pescador e a sua família, venham a ser beneficiada com a venda desse produto.








AVENTURA NA NATUREZA | Fonte da imagem: maispb











AVENTURA NA NATUREZA









      Se existe uma mania que o nordestino gosta de ter, essa mania é de comer caranguejo. Isso é quase que uma instituição nordestina, pois a pesca, o consumo dessa iguaria é muito comum pelos nordestinos, com uma ressalva, a prática do consumo de caranguejo, é mais comum nas regiões litorâneas, e se estende até a parte canavieira nordestina, com menos intensidade, mas que, se pode encontrar em alguns restaurantes dessas regiões. 






      Já no sertão, podemos encontra-lo, como também o camarão, mas já é mais complicado de ser achado. Isso tem uma lógica exata, é que no litoral, os mangues são frequentes pela aproximação do mar, e que, no resumo de tudo, é bem explicável, pois o cardápio da região litorânea, naturalmente termina sendo de pescados e crustáceos. Muita gente utiliza ou entende o termo pescado, como sendo apenas os peixes, mais, crustáceos como lagostas, camarões, siris, caranguejos, tatuís e outros, também se encaixam nessa classificação. 






       Já mais para os lados do sertão, como naturalmente não existe mar, o cardápio é outro, e não deixa de ser saboroso e ter aromas simplesmente irresistíveis, tais como: uma carne de sol assada na manteiga do sertão, paçoca de pilão, farofa d’água, pirão de queijo, bife acebolado na manteiga, arroz de leite, feijão verde e muito mais. Então como vemos aqui, no sertão, no máximo, a gente come um peixe de água doce, assado na brasa, tais como: curimatã, piau, mandi ou alguma outra espécie de peixe introduzia nos açudes do sertão nordestino. 






       Mas voltando para o litoral, vemos que o consumo do caranguejo é unanimidade a onde você se encontre nas cidades praianas do nordeste brasileiro, isso tanto faz ser na beira da praia como também nos restaurantes do centro da cidade. Vemos que esse hábito cultural dos Nordestinos, está presente na cultura local. Em cada barraca de praia, em cada restaurante regional, em cada hotel da cidade e por aí vai. 






        A pesca desses crustáceos, além de ser difícil e perigosa, ainda tem pela frente, a dificuldade do terreno dos mangues, pois os manguezais são ecossistemas costeiros que tem uma gama de plantas e espécies vegetais típicas desse tipo de terreno, que dificulta muito o acesso desses pescadores para capturar esses crustáceos. Esses terrenos, são terrenos com bastante lama, e que, quando os pescadores se aventuram de mangue a dentro, eles vão se atolando, pois, esse terreno tem um tipo de lama preta muito pegajosa que deixa as pessoas que estão pescando, todas atoladas, com pouca locomoção dentro do terreno do mangue. 






        O caranguejo-uçá Ucides Cordatus, é típico desse ecossistema, e desempenha importante papel na cadeia alimentar, oxigenação e na drenagem do sedimento e nos ciclos biogeoquímicos. Essa espécie tem uma elevada importância socioeconômica para as comunidades costeiras do nordeste do Brasil e toda costa do Brasil. 






       O mais importante nisso tudo, nesse contexto de preservação do ambiente e no aquecimento da economia desses locais, é que, sempre seja respeitado o período da “andada” do caranguejo, que é um período de defeso desses crustáceos, pois só assim, é que, todo esse ciclo venha a ser preservado, tais como: a preservação dos mangues e dos caranguejos, e o período da pesca desses caranguejos, para que o pescador e a sua família, venham a ser beneficiada com a venda desse produto.