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29 maio, 2017

LOCAL DE CULTURA POPULAR

BAÚ VIVO DA CULTURA REGIONAL | Fonte da imagem: 360meridianos







BAÚ VIVO DA CULTURA REGIONAL








      A região Nordeste do Brasil é uma região muito rica culturalmente, e por ser assim, vemos que sua história está dentro de muitos museus de arte popular que estão dentro dessa região, e também fora dos museus, a arte popular está espalhada em vários espaços alternativos dentro dessa região, tais como: praças, restaurantes, feiras livres e outros. Não é de hoje, que os nordestinos têm uma história muito rica culturalmente falando, história de muitas batalhas, guerras e motins, sangue e vitórias. E dentro desse contexto, vemos que isso só fez enriquecer a cultura dessa região. 






      Quando se fala de Nordeste, sempre é bom, as pessoas terem certeza do que vão falar sobre os nordestinos e sobre essa região. Temos vários museus a céu aberto e outros em espaços fechados, e com isso, a cultura vem ganhando mais força na divulgação dos costumes dessa gente tão sofrida e trabalhadora. Hoje vamos falar de um museu que sempre chama atenção, tanto para quem os conhecem e que não moram na região, mas também dos que vivem nessa região e conhecem. Ele foi inaugurado em abril de 2014, e é um dos mais modernos do Brasil. 






      Ele está instalado no antigo Armazém 10 do Porto do Recife, é um local de diversão e de conveniência e conhecimento. Estamos falando do Museu Cais do Sertão. O mergulho no mundo sertanejo começa com enorme juazeiro seco, com mais de dez toneladas, e que fica na entrada do museu. E por isso é chamada de “Praça do Juazeiro. Essa é uma árvore típica da caatinga, vegetação encontrada no sertão nordestino. Ele é conhecido como polo gerador de novas ideias e experiências. Nele existem obras dos mais renomados artistas populares do Nordeste brasileiro. 





      Esse espaço cultural é dividido em Sete espaços e cada espaço desses, vem destacando um ato da vida do nordestino. Os lemas de uma vida de história do homem do Nordeste brasileiro são: viver, trabalhar, criar, crer, cantar, ocupar, migrar. Então nós vemos que, são esses os contextos que contam a história do homem dessa região, e como esses homens vivem dentro e fora dela. O tema “viver”, mostra uma casa típica de família pobre nordestina, feita de barro batido que chamamos de “casa de taipa” e que também destaca tudo que existe lá dentro. 






      Na parte “trabalhar” destaca os materiais de trabalho do homem nordestino, como várias ferramentas usadas pelos trabalhadores sertanejos. Na parte de “criar”, existem várias obras de muitos artistas populares dessa região. Na parte “crer”, esse espaço é reservado para as crenças do homem dessa região, especialmente aqueles que vivem lá dentro do sertão do Nordeste. Na parte de “cantar”, ela é quase toda reservada para o “rei do baião”. Na parte “ocupar”, ele destaca a geografia e a história do Nordeste. Por último, temos a parte “migrar”, esse é um espaço que fica no primeiro andar do prédio, e que, destaca o depoimento de migrantes nordestinos famosos e anônimos. 






      O nome “Cais do Sertão” se deu porque ele está localizado na beira da água, junto ao marco zero, onde nasceu a cidade do Recife, e por abrigar toda a riqueza do sertão nordestino. Com 7 mil² de área construída, e com seis metros de altura, ele tem um grande vão para passagem dos pedestres, além de detalhes de cores, e uma decoração surpreendente esse local surpreende tanto pela riqueza cultural dos objetos quanto pela arquitetura do local. 






      Hoje devido a essa crise política, econômica e também social, por falta de recursos financeiros, o museu, infelizmente passa por dificuldades, e por isso teve que reduzir os horários de funcionamento, infelizmente esse é o nosso Brasil. Um país que não preserva a sua cultura, é um país sem identidade. Mas vindo a Recife, tente conhecer esse museu, pois ele é um espaço reservado para contar a história do povo nordestino e da cultural regional.



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