A ARTE DE NEWTON AVELINO | A arte do Nordeste.

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11 de jul de 2018

PRAIA CEARENSE

paraíso tropical | fonte da imagem: temqueir






PARAÍSO TROPICAL, CANOA QUEBRADA




    O Estado do Ceará é um estado nordestino, conhecido pelas suas belezas naturais, pelos encantos de seu povo e pelos talentos que essa terra proporciona para o Brasil e para o mundo. Fortaleza é a capital desse estado onde é conhecida como capital alencarina, uma referência ao um dos maiores romancistas que esse estado já deu para o Brasil, José Martiniano de Alencar, simplesmente conhecido só por: José de Alencar. 



     O estado do Ceará tem: praias lindas, lindas falésias, sol, mar, humor, e muitas jangadas. Aprenda a ganhar dinheiro fácil no Ceará, é muito simples, você só precisa saber cantar e tocar forró muito bem, ou ser um grande humorista. 



    Bem, mas deixando a brincadeira de lado, é notado que o Nordeste do Brasil sempre foi um celeiro de talentos, um celeiro para quem sabe investir e quer multiplicar seus lucros, tudo isso, esse estado te proporciona e essa região também, é só você ter o talento necessário para investir dentro do turismo e lucrar com ele. 



    Hoje vamos falar de uma das praias mais badaladas do estado do Ceará. Vamos falar de Canoa Quebrada. Essa praia fica no litoral leste do estado, cerca de umas 4:00 horas de viagem entre fortaleza e Canoa Quebrada. A vila de Canoa Quebrada ainda é pequena, mas os turistas têm que se orientarem porque existem algumas pousadas mais distantes da vila e isso para quem não está de carro fica bem mais complicado. 



    Mesmo sendo um lugar pacato, essa praia ainda mantém o lugar harmônico e bem tradicional, mesmo andando na era da modernidade. Todos os anos ela recebe um grande número de turistas, tanto nacionais como internacionais. 



    O que realmente encanta os turistas em Canoa Quebra são as dunas, falésias e o mar. Uma mistura de beleza e harmonia com o homem, esse lugar faz brilhar os olhos dos turistas e dos próprios nativos. A marca registrada desse luar é o símbolo lua-estrela, pois ficou conhecido no mundo todo, então virou uma marca. 



    O artesanato local é a melhor forma de se ganhar dinheiro rapidamente, pois eles são coloridos e são feitos com as areias coloridas que algumas dunas produzem. Canoa Quebrada produz um artesanato de primeira linha e isso também encanta os turistas. 



    Ela fica cerca de 170 km da capital, Fortaleza. A praia de Canoa Quebrada é propícia para esportes radicais, e você pode ver muitas jangadas e praticantes de Kitesurf no mar de Canoa Quebrada. Para os menos radicais, eles podem escolherem andar de triciclos, buggue e quadriciclo. 



    Então como você ver, essa praia tem uma boa infraestrutura para os visitantes. Ela é notícia pelo mundo através de grandes sites, e da grande mídia. Cenário de Cinema, essa praia paradisíaca bem que poderia fazer parte de grandes filmes de hollywood. 



    O período de dezembro ao final do carnaval e férias do meio do ano, são considerados altos para o turismo em Canoa Quebrada. Na areia da praia, grandes barracas servem bem os frutos do mar para os turistas. 



    As falésias com escadas, proporcionam aos turistas, descerem e se deliciarem no mar verde de Canoa Quebra e ao mesmo tempo, saboreando os petiscos de frutos do mar, feitos e servidos nas grandes barracas que ficam na areia. Esse lugar nasceu a partir do pequeno povoado de Esteves. 



    Descoberto nos anos 60 por cineastas franceses do movimento em “Nouvelle Vague”, o povoado sofreu um choque de culturas, que terminou pelo sentimento de liberdade. Esse sentimento de liberdade dura até hoje, é cultural mesmo. Pouco depois, já nos anos 70, Canoa Quebrada teria sido descoberta para o turismo, por hippies italianos, que encontraram no lugar um povoado remoto, quase inacessível, onde vivia um povo simples e hospitaleiro, e que dava para eles aquela sensação total de liberdade que eles procuravam. 



     A partir de encontro de cultura nessa região, inclusive de suíços e outras nacionalidades europeia, mudou o espírito de liberdade desse lugar. Nessa região existe mais ou menos uns 5 mil habitantes. Se você está procurando um belo roteiro no nordeste brasileiro, esse é o lugar, pois aqui tem tranquilidade e belas paisagens.




10 de jul de 2018

NORDESTE SOFRIDO

a falta d'água no nordeste | fonte da imagem: ieadpc






A FALTA D'ÁGUA NO NORDESTE





    O Nordeste brasileiro realmente tem vários contrastes, entre belos, sofridos e explorados. Não é de hoje que essa região sempre foi uma das regiões mais carente dentre muitas coisas, a começar pela parte de infraestrutura de sub-regiões dessa região, tais como educação, saúde e segurança pública. 



    Não é de hoje que os poderes públicos, não conseguiram ainda achar, uma solução eficaz para o problema dessa região, para que as pessoas comecem a ganhar dinheiro com o seu trabalho, essa seria a melhor forma de se ganhar dinheiro rápido, é tendo água no sertão que faça o homem do campo a plantar colher e vender toda sua produção. 



    Alguns homens públicos ainda não conseguiram uma forma eficaz para acabar com esse problema, já que, em 507 anos, ninguém nunca descobriu uma formula que tirasse essa região da situação de miséria, esquecimento e do analfabetismo. Ela ainda é uma das que mais sofre com a falta dos poderes públicos presente na educação, na saúde e na segurança pública. Quando eu falo aqui de Nordeste, eu estou me referindo a sub-região nordestina, “o sertão”. 



    Esta região é uma das sub-regiões nordestinas que mais sofre com a falta de chuvas, com a falta da boa vontade dos homens públicos que parece que só aparecem nesta região de 4 em 4 anos. Sabemos que regiões mais secas que o Nordeste brasileiro, usou tecnologia de ponta e que produzem muito e exportam quase toda esta produção, tais como a Califórnia, Israel e o Egito. Porque ainda não usaram tecnologia de ponta no sertão brasileiro para ele poder produzir e dá emprego e dignidade as pessoas que moram lá? 



    Parece que o Brasil colônia, Brasil Império e o Brasil república, são os mesmo Brasis. A sociedade sabe, os políticos sabem que esse problema famigerado é causado pela natureza e que tem como consequência: mortes, fome, sede, desemprego e uma legião de miseráveis no sertão, e mesmo assim, eles procuram fazer a coisa mais simples, ou seja, um paliativo. Infelizmente essa é uma região que recebe pouca influência de massas de ar úmidas e frias, vindas do sul. 



    Logo permanece durante muito tempo, no sertão nordestino, uma massa de ar quente e seca, não gerando precipitações pluviométricas, (chuvas). Os últimos 12, 14 anos, os gestores públicos como Lula e Dilma, fizeram grande evolução na área do sertão nordestino tais como cisternas para armazenar as águas das chuvas e a transposição do Rio São Francisco. 



    Tudo isso foi um avanço enorme de combate as secas no Sertão do Nordeste brasileiro, mas os governos futuros sejam eles de que partido for, precisam avançar ainda mais com infraestrutura dentro desse sertão nordestino, porque essa região é muito rica. 



    Pois quando ela recebe um inverno bom e tem água, ela se transforma em uma forma de se ganhar dinheiro. sem água, ela se torna um problemão para quem nela mora. Hoje quase 100% do território nordestino enfrenta um cenário de seca, mesmo nas faixas litorâneas, com impactos como perda das lavouras, morte dos rebanhos e esvaziamento dos reservatórios de água. Quase todos os grandes reservatórios de água do Nordeste, estão com a sua capacidade de água abaixo do limite. 



    Seria muito bom que os políticos não só aparecessem de 4 em 4 anos, para pedirem votos para essas pessoas ingênuas, mas que eles também fizessem uma autocrítica sobre o trabalho deles dentro dessa região sofrida pela seca, e que procurassem mais investimento para infraestrutura dessa região tais como: escolas, hospitais e segurança pública para tais regiões. 



    Eles não estariam fazendo mais do que a sua obrigação como gestores públicos, pois é par isto que o voto serve, para colocar gestores públicos que queiram trabalhar pela sociedade em geral. Mas uma vez destaco aqui a necessidade dos gestores públicos fazerem um trabalho para com as pessoas que moram em lugares muito sofrido pela estiagem e pela falta da presença dos setores públicos nessas regiões e sub-regiões nordestinas.















4 de jul de 2018

SAVEIROS DA BAHIA

Bahia de todos os Santos | fonte da imagem: vivasaveiro






BAHIA DE TODOS OS SANTOS




    O estado da Bahia é simplesmente uma magia, ele com seu povo, suas tradições, costumes e seus encantos, mostra para todos nós que, à Bahia, é um estado de graças. Ou seja, um estado que transmite uma energia, uma alegria e uma cultura cosmopolita, com suas tribos, seus costumes e suas tradições. Entre tantas vertentes culturais desse estado, que chamamos de Bahia; vamos falar de um meio de transporte fluvial que é simplesmente o retrato fiel da Bahia, como diz o poeta. 



    Vamos falar dos saveiros baianos. Essas embarcações tiveram seu momento de apogeu no mar da Bahia de Todos os Santos, e em alguns rios da região como por exemplo o Paraguaçu e alguns outros rios, trazendo e levando pessoas e mercadorias das cidades históricas ali situadas, como por exemplo, para Salvador e vice-versa. Tudo isso acontecia desde à época do Brasil colônia, de modo especial, durante o ciclo da cana de açúcar. 



    Sempre era prazeroso vê-los cortando o mar da Bahia. Eles eram leves, charmosos e econômicos. Os saveiros eram movidos pela força dos ventos, através de suas velas, e guiados pela sabedoria e técnicas dos saveristas. Os saveiros foram responsáveis diretamente pela economia do Estado. Esse tipo de transporte fluvial, era responsável pelo transporte de mercadorias e cargas pesadas entre às cidades do Recôncavo baiano como: Maragojipe, Cachoeira, São Felix e Nazaré das Farinhas. 



    No início do século XVll, mais de mil saveiros navegavam pela baia de todos os Santos. Com o passar dos anos, e já no século XXl, ainda vemos poucas embarcações iguais a essas na baia de todos os Santos. Todos os anos, escolhe-se uma data para comemorar a festa dos saveiros, na qual à Baia de Todos os Santos fica enfeitada com sua presença, cada qual ostentando velas multicoloridas içadas em seus altaneiros mastros. Os saveiros têm origens no Egito e na antiga China. 



    Essas embarcações são embarcações artesanais com velas de panos quadrangulares, içados e armados em um mastro, instalado acentuadamente à vante, com uma “carangueja” (verga de vela latina quadrangular dos navios de dois mastros), por isso é chamada de Saveiro de Vela de Içar. Esse tipo de embarcação foi bem adptada, moldada e aprimorada pela população nativa, aos parâmetros anemo-climáticos e geomorfologicos do Grande Recôncavo, em várias e sucessivas gerações. 



      Para a fabricação de cada embarcação como essa, tinha todo um ritual. Como eles eram feitos artesanalmente, tornou-se fruto da evolução e da síntese de diversas culturas, do constante labor da engenharia e da arquitetura popular naval, sobretudo para o transporte de mercadorias típicas dessa região, oriundas das comunidades tradicionais que vivem nas margens dos rios, da baia de todos os Santos, e das ilhas; e do próprio litoral baiano. 



     Os controles dos métodos e dos tipos de materiais empregados, as ancestrais e rigorosas técnicas (medidas e proporções corretas) e a arte de entalhar madeira e fazer as velas (cortar e costurar os panos) foram aprendidas, passadas e acumuladas de pai para filho. A qualidade da madeira selecionada para a fabricação caseira e artesanal dos saveiros, era conhecida, definida e escolhida à dedo, para em seguida ser cortada, esculpida e aparelhada, dando formas para a montagem e os encaixes necessários, e feitos com ferramentas adquadas, sendo que todo o trabalho é artesanal, feito à mão. 



    O Saveiro teve papel estratégico na pesca e no transporte de carga, sendo o modo de ligação mais forte de toda a cultura ribeirinha e costeira do litoral baiano, sobre tudo na baía de todos os Santos. Essa embarcação tem mais de 400 anos inserido na paisagem marítima, fazendo parte de um cartão postal da região.








3 de jul de 2018

FOGUEIRA DE SÃO JOÃO

símbolo das festas juninas | fonte da imagem: pbhoje






SÍMBOLO DAS FESTAS JUNINAS





      Sempre é bom, ver o Nordeste brasileiro em festas, precisamente aquelas que fazem parte do calendário cultural desta região. Não é de agora, que essa região é conhecida pelos seus costumes e suas tradições festivas. O calendário festivo do Nordeste brasileiro é bem diversificado, isso sem falar nas médias e pequenas festividades do calendário das pequenas cidades aonde não tem emprego e para gerar recursos, às prefeituras das pequenas e médias cidades, tentam gerar divisas, através dessas festas. 



    Podemos dizer, que basicamente as maiores festas do calendário nordestino seria: o natal, carnaval e o São João. Isso não quer dizer que, as outras festas comemorativas durante o ano, não sejam boas. Como folia de Reis, lavagem da escadaria do Bonfim, bumba meu boi e outras. As festas populares, também conhecidas como manifestações populares ou festas típicas, que fazem parte de uma determinada região. 



    Estamos no mês de junho, e nesse mês, as festas juninas são comemoradas durante todo o mês de junho, e onde tiver um arraiá, à festa não acaba. Nesse contexto de festas juninas, as principais cidades do Nordeste do Brasil a realizarem grandes festejos nessa época são: Caruaru, Campina Grande, Salvador, Mossoró e Aracajú. A tradição dessa festa em particular é: a devoção que o povo nordestino tem pelos Santos da Igreja Católica. 



    Nessa época, esses festejos têm como principal prioridade, a devoção das pessoas, depois vem a diversão, sua tradição dentro de um contexto folclórico e depois à gula. Os quitutes e pratos que são apresentados às pessoas, são manjares. As celebrações que acontecem nessa época de festas juninas, são marcadas pelas quadrilhas juninas, comidas típicas, fogueiras, danças regionais e muito forró pé de serra. 



    As comidas que são feitas nessa época do ano, são derivadas do milho, e por isso mesmo são comidas com calor calórico bem alto e de sabor bem aguçado. Uma das mais perigosas tradições nessa época do ano, na festa junina, são os fogos de artifícios, pois os praticantes de brincadeiras com fogos, estão expostos a queimaduras, e a muitos outros acidentes muito mais graves podem acontecer, por isso sempre é bom ter cuidado na hora de manusear esse tipo de artefato.        


    Outra tradição que está um pouco esquecida, é o mastro que é usado com três bandeirinhas representando cada Santo católico ligados à festa. As fogueiras juninas, têm origem europeia e fazem parte da antiga tradição pagã de celebrar o solstício de verão. 



    Assim como a cristianização da árvore pagã “sempre verde”, que se tornou a árvore de natal. A fogueira à volta do 25 de junho tornou-se, pouco a pouco, na idade média, um atributo da festa de São João Batista, o Santo celebrado nesse mesmo dia. 



    Hoje, as festas juninas, comemoradas tanto no Brasil como em alguns países católicos da Europa, como Portugal, Irlanda, França e outros, os países nórdicos e do Leste europeu, homenageiam três santos católicos: Santo Antônio, São João Batista e São Pedro. Então como vemos, todas essas nossas festas de cunho católico ou não, são heranças culturais de Portugal ou de outro país europeu. 



    Soubemos adaptar aos nossos costumes e ao nosso cotidiano toda influência vindo de Portugal ou de outros países, e deixamos esses costumes genuinamente brasileiro. Assim é que vivenciamos e brincamos dentro da nossa cultura conservando o tradicional de cada história que ela nos conta.







25 de jun de 2018

PALMEIRA BRASILEIRA DO MEIO NORTE

A ARTE DE QUEBRAR COCO | fonte da imagem: viomundo






A ARTE DE QUEBRAR COCO





    O babaçu é uma palmeira brasileira, uma das mais importantes das muitas palmeiras que fazem parte da biodiversidade do cerrado e da caatinga Nordestina. Ela pode atingir até 20 metros de altura. 



    Tem uma folha com 8m de comprimento, arqueamento, arqueadas. Suas folhas mantem-se em posição retilínea, e poucas vezes se volta em direção do solo. E sempre, orienta-se para o alto. Suas flores são creme amareladas e dão em longos cachos. Seus frutos são ovais alongados, de coloração castanha, que surgem de agosto a janeiro, e sua floração dá em cachos pêndulos. 



     Sua polpa é farinácea e oleosa, e tem de 3 a 4 sementes oleaginosas. Essa palmeira é especialmente da região norte e nordeste do Brasil. Existe um movimento de mulheres que faz a extração natural dessas amêndoas, que são chamadas as “Quebradeiras de Coco”. Elas atuam nos estados do Piauí, Maranhão, Pará e Tocantins. Mas com certeza, essa palmeira pode existir no estado do Amazonas, também. 



  O babaçu, também é conhecido como baguaçu, coco do macaco ou coco pindoba. As quebradeiras de coco, fazem parte de um movimento social feminino que, combina consciência ecológica, saberes vivenciados pela prática e detenção da autonomia da produção, formando uma identidade coletiva. Essa palmeira também é muito usada nas construções de casas. 



    Dos seus frutos, é extraído o óleo, que serve para diversos fins, e a própria amêndoa, pode ser consumida in natura. Mas para que isso aconteça, é onde entra as guerreiras, as “Quebradeiras de Coco”. Contra uma vida de segregação, elas iniciaram seu processo de luta, que foi denominado por elas, como: Babaçu Livre. Esse nome veio devido as lutas que elas travaram com grandes pecuaristas dessas regiões. 



     Eles construíam cercas em torno da área das palmeiras, e isso dificultava e muito, o acesso delas na área do cocal. Naturalmente isso impedia o livre acesso a colheita do babaçu. Com isso os grandes pecuaristas transformavam os babaçuais em área de pastos, numa atitude que prejudicava e muito o meio ambiente e a cultura das populações tradicionais que colhiam o babaçu para a sua sobrevivência. 




    Então, as mulheres, para fortalecerem suas reinvindicações, elas criaram o Movimento Interestadual das Quebradeiras de Coco Babaçu (MIQCB) no ano de 1995. O MIQCB luta pelo direito à terra e à palmeira de babaçu para que possam trabalhar e manter a natureza estável, e pelo reconhecimento das quebradeiras de coco como uma categoria profissional. 




    Essa discussão política ganhou força em 1997, quando foi aprovada, no município de Lago do Junco, a lei do Babaçu Livre, garantindo assim, que as Quebradeira de Coco Babaçu, tivessem direito ao livre acesso e uso comum dos babaçuais e impôs restrições as derrubadas dessa árvore para aumentar o pasto ou não, do rebanho dos grandes pecuaristas dessas regiões.  Mesmo assim, vemos que esse é um trabalho quase sub-humano e sem remuneração justa, pois é tudo muito rústico e muito arcaico no sentido de dignidade humana. 




     Pois vemos que essas mulheres, trabalham de sol a sol, e o preço dessa amêndoa talvez não chegue o suficiente para elas se sustentarem dignamente. Muitas delas ou quase todas elas, saem sem tomar o café da manhã, para colherem esses frutos, e poderem voltar com o mínimo do mínimo para terem o direito de fazerem as suas refeições e a dos seus. Essa é a vida das quebradeiras de coco babaçu no Meio Norte nordestino.



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