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11 novembro, 2019

UMA PRAIA ALAGOANA QUE TEM COMO ATRATIVO UM MAR CLARO COQUEIRAIS E BASTANTE SOSSEGO PARA O TURISTA QUE GOSTA DE CALMARIA E QUE GOSTA DE NATUREZA

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PATACHO É UM PARAÍSO NA ROTA ECOLÓGICA DE ALAGOAS ONDE MOSTRA UM MAR CLARO, MIL COQUEIROS E ABSOLUTO SOSSEGO PARA QUEM QUER UM LUGAR APRAZÍVEL E SOSSEGADO



      O nordeste do Brasil é uma das poucas regiões brasileiras que mostram praias paradisíacas belíssimas e com um mar de águas mornas. Também tem outro fator preponderante para que essas belas praias sejam frequentemente visitadas durante o ano todo, tanto por turistas nacionais como pelos turistas internacionais. Como chove pouco durante todo o ano nessa região, esse é um dos fatores principais pela vinda de muitos turistas a essa região. Na faixa litorânea do nordeste brasileiro existem milhares de praias e de cenários paradisíacos. 


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      Hoje vamos falar de uma dessas lindas praias. Vamos falar da praia do Patacho. Essa, é uma das praias quase desérticas, e fica no litoral norte de alagoas. Essa é uma região conhecida como Rota Ecológica de Alagoas, que compreende o trecho entre a Barra do Camaragibe e Porto da Pedra. Como em toda região do litoral nordestino, na época de lua cheia, e do movimento das marés, é possível observar o mar quase chegar a e tocar nos coqueiros que estão a beirar mar. Essa praia é a última antes do rio Manguaba. Extensa, e com o crescimento imobiliário desenfreado, ela começa a ser ocupada por casas. 


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      Na areia, só existem bares num trecho próximo ao centro do Porto de Pedras, já quase chegando à beira-rio. Para quem não está hospedado na praia, é preciso pegar uma estradinha que corta o coqueiral, com vista para o mar. Patacho na maré baixa ela exibe suas piscinas naturais. O percurso de barco dura 15 minutos. A praia do Patacho pertence ao município do Porto de Pedra, e fica a 10 KM de São Miguel dos Milagres. Não há indicação com placas na pista, mas com uma boa dica para quem vem do centro de São Miguel é virar à direita logo após passar por uma praça com uma estátua do Padre Cícero. É preciso pegar uma estradinha que avança pelo meio de um coqueiral, até chegar à orla deserta. Em mais de 200 KM de praias de águas mornas e calmas, devido à extensa barreira de corais, não faltam lugares incríveis para relaxar. O local dessa praia fica apenas 109 KM de capital alagoana, Maceió, que também é um paraíso. Situada entre as cidades de São Miguel dos Milagres e Japaratinga, a antiga vila de pescadores, carrega fortes características de sua história entre o seu artesanato. Essa é uma região que está inserida em uma costa de corais, conhecida por ser a segunda maior barreira de corais do mundo, atrás apenas da costa australiana. Para vir a esse paraíso, vindo de Maceió, é só pegar o caminho da Rota Ecológica, pelo litoral norte, seria mais fácil se tivesse um caminho beirando o litoral, mas como não existe, quando você chegar na altura de Barra de Santo Antônio, você segue e pegando em direção de São Luís do Quitunde, e depois, de Passo do Camaragibe, até que finalmente alcançar a pequena cidade de Barra do Camaragibe. Depois é só percorrer a AL 101 em direção ao norte e observar as praias. A do Patacho é bem sinalizada. 


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      Vindo a alagoas, procure conhecer essa linda praia. O Nordeste brasileiro tem dessas coisas, falam, falam e falam, mas as pessoas sempre estão aqui tanto para curtirem o belo verão nordestino, quanto para apreciar as belezas dessa região maravilhosa do Brasil. O nordeste brasileiro é uma das regiões do brasil que mais recebe turistas internacionais e nacionais, isso porque o potencial turístico dessa bela região é simplesmente inesgotável, pois, Deus deu ao nordestino esse privilégio de morar aonde muita gente passa as férias. Sendo assim, vemos que ele sempre está agradecendo a Deus pelos privilégios concedidos a eles. É engraçado porque nessa região, suas sub-regiões se dividem, e são totalmente diferentes umas das outras, e é por isso que muita gente se confunda quando fala sobre essa região, sem conhecimento de causa. Então é isso, vindo ao nordeste brasileiro, seja no sertão ou no litoral, procure conhecer mais a história cultural dessa região, e procure aproveitar o máximo que puder, a estadia no Nordeste, pois, ele pode te surpreender muito.

CONSTRUÇÃO MEDIEVAL ENTRE O SERTÃO E AGRESTE DE PERNMBUCO MOSTRA A CRIATIVIDADE DA ARTQUITETURA MODERNA NA CIDADE DE PESQUEIRA

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CASTELO DE PESQUEIRA É UMA OBRA FARAÔNICA ENTRE O AGRESTE E O SERTÃO QUE DESTACA A CIDADE DE PESQUEIRA NO CENÁRIO CULTURAL DO NORDESTE BRASILEIRO



      O nordestino sempre foi bem criativo e inovador quando ele quer realizar os seus sonhos. Costuma-se falar que, nordestino sempre está procurando o que inventar, pois, eles são criativos e sempre estão inventando algo novo dentro do seu universo de criação. Pois, essa história que vamos contar aqui, ela além de ser um fato real, ainda mostra o quanto a região do Nordeste do Brasil pode surpreender aqueles que não a conhecem, e não conhecem o povo que vive nela. 


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      Certa vez pesquisando a internet, vi que nessa região, algumas pessoas gostam de botar em prática os seus sonhos, e terminam construindo muitas coisas, inclusive castelos. Essa é uma região que existem vários castelos construídos, e hoje, vamos falar de mais um castelo construído dentro da caatinga nordestina e que fica na cidade de pesqueira. Em alguns outros pontos da região Nordeste, já existem alguns outros castelos, como, por exemplo na cidade de Caicó no Rio Grande do Norte, o “castelo de Engady”. Outro castelo que fica no Rio Grande do Norte é o castelo de Bivar, que fica na cidade de Carnaúbas dos Dantas. 


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      Ainda existe um outro castelo na cidade de Felipe Guerra no Rn e outro com o nome de “Castelo de Zé dos Montes”. Como nós vemos, essa já uma prática bem comum dentro da região do Nordeste brasileiro. Então vemos que essa é uma prática bem comum entre nordestinos. Mas hoje vamos falar de um outro castelo, que está construído numa área de 2.000m², e ele tem 8 salas 9 quartos e 12 banheiros e que surpreende muito pela sua altura. Já fazem 20 anos que o proprietário vem desenvolvendo esse projeto e ainda continua inacabado. Esse castelo está construído numa base de pelo menos 6 andares. Esse é um dos castelos encravados no meio do sertão e que é bem luxuoso. Digamos que a sua arquitetura é uma arquitetura mista ou espontânea, pois é aquela arquitetura que você vai construindo sem uma regra pré-estabelecida, ou seja, o proprietário vai colocando o que ele acha que deve ser colocado no castelo e com objetos de todas as culturas e de todos os gostos. Essa é uma das construções mais espetaculares encravadas no sertão nordestino. A criação da obra é majestosa, tanto no que se refere ao cultural, como no social da cidade, pois ela se torna muito importante para a cidade de Pesqueira, como ponto turístico e, porque não dizer para o sertão pernambucano. Vemos que o imponente castelo, tem uma história de sonhos e de realização por parte do seu proprietário. Sendo assim, essa história de sonho concretizado pelo seu Proprietário. Sendo assim, essa história de sonho concretizado pelo seu proprietário, é mais uma história de sonho e de realização por parte de um sertanejo com seus desejos, que sempre quis realizar algo durante a sua caminhada de vida. Essa obra começou a ser construída junto de uma antiga casa do proprietário. 


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      Não foi criando um projeto, foi somente reconstrução para aumentar a residência anterior e terminou que foi surgindo essa bela obra de arquitetura livre, se assim podemos chamar. Esse castelo está situado na cidade pernambucana de Pesqueira que tem 66 mil habitantes e que se orgulham dessa cidade ser bem pacata. Vemos nisso tudo que, essa obra, é uma realização de um sonho e que apesar de todos os sacrifícios, tanto financeiro como pessoal, o proprietário ver nisso, um movimento cultural que direta ou indiretamente, sua obra, pode vir a beneficiar a cidade. Deixando tudo isso de lado, essa é uma incrível história que nos remete aqueles castelos da idade média.







24 outubro, 2019

LOCAL DE COMERCIALIZAÇÃO DE PRODUTOS DE TODOS OS TIPOS E QUE GERA EMPREGO E RENDA PARA O PIAUIENSE

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A FEIRA DO TROCA TROCA JÁ É UM PATRIMÔNIO CULTURAL DO ESTADO DO PIAUÍ QUE FAZ PARTE DA VIDA DO POVO DE TERESINA




      Se existe uma coisa cultural dentro do Nordeste brasileiro, essa coisa se chama, feiras livres. Elas são antigas e muito populares em praticamente todas as cidades de pequeno, médio e grande porte dentro da região nordestina ou não. Podemos chama-la algumas de shoppings populares a céu aberto, como é a feira de Caruaru, Campina Grande e Recife e tantas outras. Dentro dessas feiras populares, vemos de tudo um pouco. De feira de mangai, a todo o tipo de bugiganga. O mais interessante nessas feiras, é a organização dos produtos, eles ficam em setores predeterminados, tais com: setor da farinha, do feijão, da carne, do peixe das roupas do troca-troca de objetos e por aí vai. 


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      É bem comum nessas feiras, as pessoas encontrarem pessoas fazendo refeições com o belo cardápio nordestino, tais como: buchada de bode, panelada, chambaril, bode assado, galinha caipira e tantos outros pratos gostosos da região. Hoje vamos falar de uma dessas feiras que existe dentro do Nordeste, e que pela sua fama, ela é uma das mais frequentadas, tanto pelos piauienses quanto pelos turistas. Vamos falar da feira do troca-troca que é uma feira diferenciada e que já existe há bastante tempo nessa região, já faz parte da cultura local. Ela fica localizada às margens do rio Parnaíba, na divisa do Piauí com o estado do Maranhão do outro lado fica a cidade de Timon no Maranhão. A feira do troca-troca é uma espécie de feira aonde as pessoas comercializam vários tipos de objetos, tais como: eletrodomésticos, ventiladores, geladeiras, bicicletas, celulares, vasos sanitários novos e usados, e todo o tipo de coisas que você possa imaginar. As formas de negociação dos produtos não são apenas trocas, também compras e vendas, no entanto, os produtos têm que terem notas ficais, tanto faz serem novos como seminovos, isso é o que dá segurança e idoneidade dos objetos tanto para compra como para venda e para troca. 


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      O troca-troca trata se de uma feira tradicional de venda e troca de mercadoria, existente desde o século XX, situado às margens do rio Parnaíba, aonde as negociações aconteciam sob o sombreamento de uma figueira. Entre os anos de 1985 e 1987 o Governo Municipal construiu uma cobertura em abóbada de cerâmica armada. O conjunto é composto por oito abóbadas, estruturada em pilares distanciados em seis metros entre si. Influência do engenheiro uruguaio Eladio Dieste, que desenvolveu o sistema construtivo da cerâmica armada. A edificação é um símbolo da paisagem urbana de Teresina, tem uma composição marcada pela leveza, transparência, pureza e pelo uso de materiais regionais.Localizada na avenida Maranhão-Centro, de propriedade da prefeitura municipal, projetado por Júlio Medeiros e Goreth Mendes, fundado em 1987. Ela representa um dos pontos turísticos mais conhecidos do estado. Atualmente ela sofre com problemas de infraestrutura, além da falta de apoio ao local. É uma pena, pois, esse local é parte da história da cidade de Teresina, precisa ser revitalizado para que os comerciantes possam, trabalharem com mais tranquilidade e conforto e para dá mais segurança e conforto para os visitantes. A feira do troca-troca, que surgiu da comercialização de objetos a sombra do pé de uma figueira, foi aonde os camelôs começaram e se organizar e conseguiram juntos a prefeitura municipal, uma boa infraestrutura para trabalharem. Esse local é bem visitado tanto pelos nativos do local quanto pelos viajantes e turistas regionais. Cantada em versos e prosas o troca-troca é uma referência na comercialização de produtos novos e usados. 


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      Teresina tem muitos pontos turísticos, mas esse, fica na região centra da capital piauiense onde o fluxo de veículos e pessoas passam freneticamente próximo a ele. Essa feira fica justamente embrenhada dentro desse cinturão comercial da verde cap. Com um grande estoque de mercadorias novas e seminovas, a feira do troca-troca é um atrativo para os que gostam de consumir mercadorias mais barata e de boa qualidade com procedência legal. Não é de hoje que esse local chama atenção da população em busca de novidades e de preços baixos, fazendo disso, um ótimo passeio junto com a família, para conhecerem mais o centro de comércio da cidade verde. São feiras tradicionais como essa que, mostra o quanto o nordestino é criativo e empreendedor nos momentos bons ou ruins do comércio ambulante do nordeste brasileiro. Eu sempre soube dessa feira e via que nela existia como existe até hoje, um meio das pessoas que vivem dentro do comércio informal, gerarem renda e emprego, para poderem sustentar suas famílias e poder contribuir com o crescimento da cidade como um todo. Mas nos dias de hoje, muitos comerciantes e muitos frequentadores falam que nesse local, era muito bom de trocar os objetos, mas que hoje, fica muito difícil se trocar alguma coisa, porque muita gente quer uma volta em dinheiro, e os trocadores não querem voltar aquela quantia, aí desanima os querem trocar. Mesmo assim, as mercadorias circulam nesse local há cada dia. Os produtos mais procurados no Troca-Troca são as bicicletas, televisores e geladeira, mas, segundo o administrador, os campeões de vendas são os celulares vendidos nas lojas não cadastradas. O Troca-Troca é parte integrante do setor turístico do estado do Piauí. Esse local é parte estratégica para o turismo urbano e que faz parte da arte e da cultura regional. E é fruto da identidade cultural teresinense, com isso ajudando também a gerar renda, através dos empregos informais existentes no local. Quando for a cidade de Teresina, procure conhecer os costumes desse povo tão acolhedor e tão hospitaleiro como é o povo piauiense. Sempre é bom saber que, as feiras livres do sertão ou não, do Nordeste, estão a todo vapor no aquecimento das vendas de varejo. Essa feira fica em outra sub-região nordestina que é o meio norte, e talvez seja uma das maiores do gênero, que está dentro do meio norte, mostrando que sempre existe uma saída quando nos referimos a produtos novos e usados na base de troca ou não, para que gere sempre emprego e renda através desse tipo de comercialização de varejo, para que as pessoas sobrevivam dignamente. A feira sempre foi um sucesso e é cultural, faz parte da história do povo piauiense e da cidade de Teresina.
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