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18 outubro, 2019

OS SEGREDOS DESSE MANJAR DA CULINÁRIA BAIANA COM INFLUÊNCIAS AFRICANAS QUE FAZ PARTE DA ARTE NORDESTINA DENTRO DA COZINHA BAIANA

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VATAPÁ COMIDA EXÓTICA BAIANA COM INFLUÊNCIA AFRICANA E QUE FAZ DESSA IGUARIA UM PRATO DA CULINÁRIA BAIANA QUE TEM TRAÇOS DA ARTE NORDESTINA E DA CULTURA REGIONAL 




   A culinária do Nordeste do Brasil é extremamente exótica, aromática e picante. Essa culinária, se desenvolveu aos longos dos anos, depois de uma grande influência europeia, africana, e asiática. Mas também, tivemos uma grande influência indígena. Tudo isso veio a enriquecer culturalmente falando, a nossa cozinha regional. Depois que nos tornamos independentes, os costumes com o passar dos anos, foram mudando, então começamos a empregar dentro dos nossos próprios costumes, temperos e gostos pelos alimentos consumidos por nós. Essa é uma culinária regional, é muito apreciada não só por nós brasileiros, mas também, pelos povos de outros continentes. 


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       Como o Brasil é um país continental, às variações da culinária desse país, é de região para região, pois, ela é muito diversificada, temos um leque muito grande de variações de cardápios dentro da nossa cozinha e da nossa cultura. Como o Brasil foi descoberto pelo nordeste brasileiro, então estamos falando das influências que recebemos já desde o Brasil império e colônia, e isso começou pelo nordeste e foi se espalhando para as outras capitanias. E dentre tantos pratos saborosos que existem dentro da nossa culinária, eu resolvi falar aqui, de um prato muito apreciado e exótico, apreciado por todos nós e por muitos que gostam de um tempero mais picante. Vamos falar do vatapá. Esse prato é um prato que tem uma influência muito grande da cozinha africana, e que foi herdado por nós, já algum tempo. Graças a Deus, a baianidade dos baianos, soube transformar esse prato num manjar. Apesar de ser uma iguaria muito simples de fazer, também requer um pouco de amor na hora de fazê-lo. 


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      Para quem quer preparar um prato como esse, precisa-se de 2 cebolas, 100 gramas de amendoim, 100 gramas de castanha de caju, água, azeite de dendê, 10 pães, 400 ml de leite de coco, 200 gramas de camarão e sal. Modo de preparo: Coloque as cebolas com um pouco d’água e bata tudo no liquidificador, até virar uma pasta. Retire do recipiente e limpe. Depois triture o amendoim e a castanha de caju no liquidificador, adicione um pouco de água. Umedeça os pães com 1 litro de água. Quando estiverem bem moles, coloque no liquidificador para bater. Depois despeje azeite de dendê numa panela, doure duas colheres de pasta de cebola e frite os camarões, quando eles atingirem a cor branca, é porque chegou no ponto certo. Agregue o pão batido e as castanhas, despeje o leite de coco e misture bem até engrossar. O tempo de preparo desse prato, é mais ou menos uns trinta minutos. Essa é uma iguaria que tem por base, o pão amolecido ou mesmo a farinha de trigo que pode ser acrescentada ao peixe desfiado, camarão fresco ou camarão seco e diversos outros tipos de temperos. Esse prato típico da Bahia, chegou ao Brasil através de africanos que chegaram ao Brasil na época da escravidão. Eram africanos iorubas com nome de ehba-tápa. Também é muito popular no estado do Pará, Amapá e no Amazonas, onde a receita sofre variações com a ausência de amendoim e de outros ingredientes que existem na recita tradicional. 


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      Então vemos que a cozinha nordestina, é simplesmente maravilhosa, e tem uma infinidade de sabores, temperos e aromas, que por si só, já nos deixa com água na boca. Os temperos picantes podem deixar ainda mais, os sabores mais aromatizantes. Hoje esse prato é encontrado em toda a região nordestina, graças aos estudos de chefes de cozinhas e o desejo dos consumidores pedirem esses pratos muito especiais e simples de fazer. O que diferencia a cozinha regional do nordeste do Brasil para outras cozinhas internacionais, é justamente a criação constante e a procura por novos pratos e por novos sabores dessa culinária. O Nordeste brasileiro adaptou na sua cozinha, muitas ervas, muitos temperos e muitos segredos no seu preparo. Então isso resulta em novos pratos e novos sabores. Sendo assim, quando vir ao nordeste brasileiro, aproveite para provar esse manjar da cozinha Nordestina.

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16 outubro, 2019

O AGRESTE NORDESTINO SE DESTACA PELA SUA BACIA LEITEIRA E POR GRANDES CIDADES NORDESTINAS DENTRO DELE, POR SEU ARTESANATO E POR SEUS PRODUTOS TIPO EXPORTAÇÃO.

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DESCUBRA OS SEGREDOS CULTURAIS DO AGRESTE DENTRO DA REGIÃO DO NORDESTE BRASILEIRO. ELE FICA ENTRE A ZONA DA MATA E O SERTÃO, E TEM SUAS QUALIDADES ARTÍSTICAS E CULTURAIS




Sabemos que a região nordeste do Brasil, é muito diversificada entre os seus nove estados; sabemos também que as suas sub-regiões: meio norte, sertão, agreste e zona da mata, para se compreender às suas peculiaridades, é fundamental que possamos analisar as relações sócio cultural estabelecidas na atividade econômica desses locais. Geralmente, quando falamos de nordeste, muita gente associa como sendo um local de pobreza, seca e muitos problemas de ordem socioeconômica. 


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     No entanto, isso é apena uma imaginação do passado, que se torna as vezes preconceituosas, o estudo das sub-regiões, proporciona uma análise mais clara do que essas sub-regiões significa para o Nordeste, em termos de belezas naturais e manifestações culturais de cada sub-região. Hoje vamos falar um pouco, de uma dessas sub-regiões; que é o “Agreste”. Essa área é uma área onde a sua vegetação predomina a caatinga, e se localiza na região do Nordeste. 



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     Ela é muito rica na sua cultura e apesar de o clima seco, é possível encontrar algumas pequenas áreas úmidas. Chamamos de agreste porque essa área fica entre a Zona da Mata e o Sertão, no Nordeste do nosso país. Essa é uma região semiárida e o bioma que predomina neste local, é a caatinga. Em algumas regiões, podemos encontra pequenas áreas úmidas e também  brejos, onde são desenvolvidas áreas agrícolas. Essa área estreita geograficamente, fica paralela à costa do oceano atlântico, que vai do Rio Grande do Norte até a Bahia, passando pelos estados de Pernambuco, Paraíba, Alagoas e Sergipe. O clima se torna mais úmido quando vai se aproximando da Zona da Mata e na medida que se aproxima mais do Sertão o clima vai ficando mais quente e seco com paisagens áridas. 



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      Temos grandes cidades situadas no Agreste, são elas: Garanhuns e Caruaru, no estado de Pernambuco, na Paraíba fica Campina Grande, no estado de  Sergipe, fica Itabaiana, e em Alagoas fica Arapiraca. Essa mesorregião do Nordeste, por se encontrar no Planalto da Borborema, as altitudes no Agreste variam entre 500 m e 800 m, as maiores do Nordeste brasileiro. Por conta disso, as massas de ar carregada com umidades provenientes do Oceano Atlântico, perdem força nessa região, causando intensas chuvas (chamadas orográficas). Também existem secas, em quase toda parte do Agreste e em toda Zona da Mata, além de grandes secas dentro do Sertão. As principais fontes de renda no Agreste, ficam por conta do artesanato, cujos produtos costumam ser negociados em grandes feiras e centros comerciais, localizados nesses grandes centros, como na cidade de Caruaru em Pernambuco, Campina Grande na Paraíba em Feira de Santana na Bahia, em Arapiraca, Alagoas e em Itabaiana no estado de Sergipe. No Agreste, predominam pequenas e médias propriedades rurais onde se desenvolvem a policultura (cultivo de diversos tipos de plantas) e a pecuária leiteira. Os seus produtos abastecem o maior mercado consumidor do Nordeste brasileiro, a Zona da Mata. É no Agreste onde possui os maiores festivais de São João do Mundo: o de Campina Grande e o de Caruaru. São festivais que se centram na figura do milho, que é o único dos grandes cereais nativo da América, e a base alimentar dos incas. Civilização sul-americana







02 outubro, 2019

CONHEÇA OS SEGREDOS DO MUNICÍPIO BRASILEIRO QUE TEM A IGREJA MAIS ANTIGA DO BRASIL NO ESTADO ONDE A CULTURA E A ARTE PREDOMINAM DENTRO DA DOUTRINA CULTURAL E ARTÍSTICA DE CADA UM DOS CIDADÃOS DESSE MUNICÍPIO

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LUGAR DE PONTOS TURÍSTICOS E UMA HISTÓRIA CULTURAL MUITO RICA ESSE MUNICÍPIO PERNAMBUCANO FAZ PARTE DA REGIÃO METROPOLITANA DO RECIFE E DO TURISMO NORDESTINO




      Se existe um consenso dentre tantos pontos maravilhosos que a gente pode apontar dentro do Nordeste brasileiro, um deles, não podemos negar; esta região é mesmo uma região privilegiada por Deus. O Nordeste brasileiro além de ter uma boa logística, boa comida, praias lindíssimas uma cultura nordestina rica, e um povo maravilhoso, ainda tem 365 dias do ano, de muito sol e um visual deslumbrante. Seus municípios são belos e atrativos, para turismos de todos os gostos. Hoje vamos falar de um lindo município brasileiro que está situado na região Nordeste do Brasil, e que pertence ao estado de Pernambuco. Santo Augustinho está localizado a 40 Km de Recife. 





<img alt=' cabo de santo agostinho ' src='praias ' title='Recife'/>



      Esse município basicamente vive do turismo, como tantos outros municípios da região litorânea nordestina. Com lindas praias, e muitos coqueirais, esse lugar é ideal para a prática de esportes náuticos como mergulho e pesca, além de atividades mais radicais como o rapel, trekking e parapente. O passeio de buggy também é muito pedido, além de ser o meio mais fácil de visitar as praias, mirantes e a vila de Nazaré, onde estão a parte histórica. Além disso, o turista e os nativos podem tomar banho de argila, famoso pelos benefícios estéticos do material. Essas praias podem ser visitadas a partir de Recife, uma vez que a praia mais distante do roteiro fica a cerca de 100 Km. As melhores praias desse município são Gaibu, Calhetas, Camboa e Pedra do Xaréu. Esse município é conhecido como Costa dos Arrecife devido ao grande número de recifes nessa região. Esse trecho de litoral compreende as praias do sul de Pernambuco no sentido Recife Maceió. O porto de suape fica nessa região. A Praia do Cabo de Santo Agostinho é onde se encontra o ponto de divisão entre o continente africano e sul-americo, um acidente geográfico com mais de 100 milhões de anos. A praia do Cabo de Santo Agostinho é mencionada como o local do descobrimento do Brasil pelo espanhol Vicente Pinzón. Tombada pelo Patrimônio Histórico Nacional, a praia de Calhetas, é a estrela local. Rodeada por uma linda mata nativa, esta pequena baía, oferece aos visitantes, água transparente e mornas o ano todo. Entretanto, o acesso a este belo paraíso não é nada fácil. Para que as pessoas cheguem até lá, é necessário encarar uma estrada de terra esburacada, mas vale apena o esforço. Por ser uma pequena praia, aos fins de semana e feriados, geralmente fica muito lotada. Por isso, recomenda-se as pessoas, visitar esse local no meio de semana e feriado, pois ela é mais tranquila. Nesse local existe um restaurante simples que serve petiscos e bebidas geladas aos visitantes. Nesse lugar o visitante também pode encontrar trilhas, e no ponto mais alto de Santo Agostinho, está a Vila de Nazaré. Esse vilarejo, abriga algumas construções históricas da época do Brasil Colônia. O foco principal é a igreja de Nossa Senhora de Nazaré, construída pelos portugueses no século XVl. Reza a lenda, que esta igreja servia como ponto de referência aos navegadores.  


<img alt=' cabo de santo agostinho ' src='arrecifes no mar ' title='Recife'/>



      Ainda sob o ângulo da História, o município garante que tem a segunda igreja mais antiga do Brasil. Trata-se da Igreja de Nossa Senhora de Nazaré (1597), na Vila de Nazaré. Vizinha à construção está uma área tombada, em ruínas. É o antigo Convento das Carmelitas, ao lado de um pequeno cemitério. A primeira igreja do Brasil, segundo pesquisadores, também fica em Pernambuco: Igreja de Cosme e Damião (1535), em Igarassu. O Cabo é inserido na região turística História e Mar, juntamente com Recife, Olinda, Jaboatão dos Guararapes, Ipojuca e Fernando de Noronha, e poderão receber incentivos do governo federal para projetos e recursos do Ministério do Turismo, abrindo várias oportunidades para os municípios inclusos nas regiões espalhadas pelo país. 


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      Cabo de Santo Agostinho possui nove lindas praias. São elas: Praia de Suape, Paraíso, Praia do Cabo de Santo Agostinho, Praia de Calhetas, Praia de Paiva, Praia de Gaibu, Praia de Itapuama, Praia do Xaréu e Enseada dos Corais.  Cabo de Santo Agostinho poderia ser considerada apenas mais uma cidade do Nordeste brasileiro com praias paradisíacas, de águas cristalinas e natureza exuberante. No entanto, quem visita o destino logo percebe que ali, em meio às ruínas e as construções que datam do século 17, há também uma rica fonte de cultura brasileira. A cerca de 40 km de Recife, capital de Pernambuco, Cabo de Santo Agostinho fica no meio do caminho entre Recife e Porto de Galinhas, a menos de 45 minutos da capital.  Cabo é reconhecido como marco geológico mundial por ser o ponto de ruptura do grande continente Gondwana, como era chamado a união da América da Sul e África. Com a ruptura, surgiram dois continentes independentes e o Oceano Atlântico entre eles. A região teria sido descoberta em 1500, por Vicente Yañez Pinzón, mas oficialmente Cabo de Santo Agostinho só foi “descoberta” em 1501. entre os continentes africano e sul-americano. Contornada por recifes e manguezais, a região é a única em todo o país onde existem rochas graníticas de 102 milhões de anos. No total, são nove praias distribuídas em uma área de 445 km². Se você estiver querendo conhecer o Nordeste brasileiro, esse é um bom lugar. Procure um Guia Turístico autorizado para lhe mostrar todas as belezas desse local. De carro por Recife é só seguir pela BR-101 e depois PE-060 até chegar em Gaibu. A cidade faz parte da região metropolitana de Recife e acaba sendo uma boa opção de praias para os recifenses. Um dos destaques é que a região é conhecida como marco geológico mundial. Ali é o ponto exato da ruptura.
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