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NEWTON AVELINO

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08 outubro, 2020

DIA 08 DE OUTUBRO DIA DO NORDESTINO: UMA HOMENAGEM AOS NORDESTINOS ESPALHADOS PELO MUNDO

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SER NORDESTINO ANTES DE MAIS NADA É TER A SATISFAÇÃO DE MORAR VIVER EM UMA DAS MAIS BELAS REGIÕES DO BRASIL




      Ser nordestino, ser do nordeste, antes de mais nada, é um orgulho para quem tem o prazer de ser dessa terra abençoada. É ter orgulho dos que revolucionaram essa terra abençoada por Deus, é ter história pra contar, é ser de uma terra onde canta o sabiá, mas também de uma terra onde os que revolucionaram ela, ficaram na história para ser contada como: Antônio Conselheiro, Castro Alves, Lampião, Patativa do Assaré, Zumbi dos Palmares, Maria Bonita, Raquel de Queiroz, Dandora, Adalgisa Rodrigues Cavalcante, Rui Barbosa, Chico Science, Jorge Amado e tantos outros que fizeram desta terra um oásis de sabedoria, lutas e vitórias, e consagraram essa região como uma nação nordestina. 


<img src=”http://www.aartedenewtonavelino.com/imagem.jpg” alt=”violeiros nordestinos” />




      Ser dessa terra é poder andar de cabeça erguida é ter cultura para mostrar. Ser Nordestino, é saber que aqui, onde canta o sabiá, também é, onde se bebe da água cristalina da sabedoria popular. Ser nordestino, é ser Gil, é ser Gal, é ser Caetano, é ser Armandinho, Dodô e Osmar. Ser do nordeste, é saber que foi por aqui que o Brasil começou, é ter um orgulho imenso de ser popular, de poder dizer que esse rincão é o maior pedaço da nação com nove estados cada um igualzinho ao outro todos os irmãos com uma cultura só pra contar. 


<img src=”http://www.aartedenewtonavelino.com/imagem.jpg” alt=”mae nordestina e retirante” />



      Ser nordestino, é ter construído uma nação com suas próprias mãos e ter dado sangue, suor e lágrimas pela sua pátria amada. Ser do nordeste é ter um orgulho arretado de pode comer cuscuz com coco, é poder se lambuzar com o mel do engenho, é poder comer galinhada com piqui é poder comer arroz de leite, é poder comer baião de dois com carne de sol bebendo suco das frutas frescas dessa terra, é poder se lambuzar com a doçura de sua gente. Ser nordestino é poder ter o topete de não se rebaixar e nem  baixar a cabeça pra ninguém. Ser do nordeste, antes de mais nada, é ser um bravo, é ser alegre, é poder olhar olho no olho e gritar que é nordestino. Ser dessa região brasileira, é antes de mais nada um sortudo de ter nascido aqui, porque Deus nos presenteou com esse paraíso chamado de nordeste. Ser do nordeste, é ter a felicidade de poder ter nascido na região onde existe por metro quadrado, mais artistas populares, do que em qualquer parte do mundo, ser do nordeste é ter nascido num celeiro cultural, a céu aberto onde os ensinamentos da vida ajuda a moldar a cultura de cada um cidadão nordestino. Ser nordestino, é mostra que aqui, onde nasceu o Brasil, nasceu também os costumes, o folclore e a arte de todo um povo que só pensa em ser feliz. Ser nordestino é poder dizer que ele mora onde você passa suas férias, onde o tropicalismo nasceu, onde a capoeira vingou onde os mestres e menestréis viveram e vivem. 


<img src=”http://www.aartedenewtonavelino.com/imagem.jpg” alt=”vaqueiro nordestino” />



      Ser do nordeste é comer acarajé no tabuleiro da baiana, é mostrar que o forró é daqui, o frevo é daqui, o samba é daqui, o xaxado e o baião também são daqui, o coco de roda também é daqui. Ser nordestino, é saber que, nunca se negou suas origens. Ser nordestino é ter orgulho de ter uma linda história pra contar e poder falar para alguém que esse solo além de ser sagrado, é popular, é de gente que faz história, que faz cultura, é de gente popular. Minhas sinceras homenagens a minha terra, a esse povo maravilhoso, a essa gente linda que faz dessa região do Brasil, uma região muito especial.

11 setembro, 2020

UM PASSEIO DENTRO DA HISTÓRIA DO CANGAÇO FAZ A CULTURA NORDESTINA ENRIQUECER DENTRO DO CONTEXTO CULTURAL DA HISTÓRIA POPULAR

<img src=”http://www.aartedenewtonavelino.com/imagem.jpg” alt=”cidade-de-piranhas” />




 UM PASSEIO PELAS TRILHAS DO RIO SÃO FRANCISCO LEVA VOCÊ A VIVER A HISTÓRIA DO CANGAÇO DENTRO DO SERTÃO NORDESTINO



 

As histórias de personagens lendários e populares que viveram dentro da região do nordeste brasileiro, e são nordestinos, são histórias que até hoje, enriquece a história da cultura popular dessa região. Existem dezenas de milhares de outros personagens no anonimato, mas também podemos ver alguns outros personagens mais famosos dentro da literatura de cordéis e dentro da própria história popular cultural e contextual do nordeste brasileiro. Mas hoje vamos falar de uma dessas personagens que até hoje é reverenciado ou não, pelos nordestinos. Vamos falar de Virgulino Ferreira da Silva, "o Lampião". 


<img src=”http://www.aartedenewtonavelino.com/imagem.jpg” alt=”a grota na rota do cangaço” />




       Temos que falar dele porque para falar da rota do cangaço, como turismo, é preciso se falar de quem fez essa rota, como rota de escape para fugas; e hoje serve de ponto turístico onde traz geração de emprego e renda para essa região. 1770 foi o ano em que começou o Cangaço na cidade de Glória de Goitá, no estado de Pernambuco. Esse movimento foi um movimento de revolta e rodou por quase todo o sertão nordestino e teve seu auge na década 1920, com a fama do cangaceiro Virgulino Lampião. Esse movimento aconteceu por quase vinte anos, e durante esse período, foi perseguido pelas autoridades policiais. Ele era herói justiceiro para alguns e bandido para outros, o que se sabe é que lampião, metia medo por onde passava muitas vítimas quando não aceitava o que ele determinava. 


<img src=”http://www.aartedenewtonavelino.com/imagem.jpg” alt=”casarios-na-cidade-de-piranhas” />




      No ano de 1938, uma diligência saída da cidade de Piranhas, no estado de Alagoas, comandada pelo tenente João Bezerra da Silva, fez uma emboscada e pôs fim no cangaço. O bando que estava com Lampião, incluindo sua mulher, Maria Bonita e mais nove cangaceiros, foram executados na Grota de Angicos, município de Poço Redondo, em Sergipe. Foi então que por esta fama, a partir de 1997, um projeto implementou o turismo nas terras percorridas pelo bando cangaceiro, constituindo atualmente a Rota do Cangaço, que nada mais é hoje que um ponto turístico. As cidades desse percurso, cresceram, e em cada ponto desse trajeto, foi criado pontos de apoio e de história do que se passou por esse caminho, no passado. A cidade de Piranhas no estado de Alagoas, é a porta de entrada para a rota do cangaço. A arte nordestina está diretamente agregada a cultura popular do nordeste brasileiro, seja direta ou indiretamente falando de qualquer contexto cultural dessa região. 


<img src=”http://www.aartedenewtonavelino.com/imagem.jpg” alt=”grupo-teatral-de-cangaceiros-as-margens-do-rio-sao-francisco-na-rota-do-cangaço” />




      O passeio, de quatro horas e meia, saindo do atracadouro de Piranhas. Você navega pelo leito natural do Rio São Francisco até o distrito de Entremontes, aonde vai conhecer de perto o rendendê, bordado típico da região. Dali, o catamarã segue para o ponto de onde sai a trilha que leva à Grota de Angico, já no município de Poço Redondo, em Sergipe, lugar onde Lampião, Maria Bonita e mais nove cangaceiros foram mortos durante uma emboscada. A cidade de Entremontes, Piranhas e Delmiro Gouveia em Alagoas, Canindé do São Francisco e Poço Redondo em Sergipe, formam um conjunto de atrações que permitem intitulá-los como a Rota turismo do Cangaço. Esse conjunto arquitetônico regional de cenário de filme, é real e que divide os estados de Alagoas e Sergipe, mostra que dentro do sertão nordestino, existe algo muito belo para ser visto. As belas paisagens naturais do sertão nordestino impulsionam cada vez mais o acesso atrativo do Baixo São Francisco em uma região onde a união do Rio com as belezas do bioma da caatinga presenciou o maior movimento do Nordeste brasileiro que foi o Cangaço. Na rota do cangaço, o turista vai ter como atrativos: trilhas maravilhosas, um bioma exuberante de ser visto, tem passeio de catamarã pelo velho chico, o turista vai conhecer a história do cangaço e tudo que se passou por ali na época do cangaço. Você vai ter Casario do povoado de Entremontes, mulheres bordadeiras de Entremontes, casario antigo e bem conservado que fazem parte da arquitetura local, um pequeno museu na Cia do Bordado que abriga peças antigas da arte do rendendê e o Atracadouro de Entremontes em Alagoas. Você também terá uma boa infraestrutura de hotelaria e um cardápio regional bem sugestivo. Para você chegar a Rota do Cangaço, são 217 km saindo de Aracaju no estado de Sergipe, a estrada é bem conservada, mas boa parte do trajeto é em pista de mão dupla com muitos caminhões. Para quem vem de Maceió no estado de Alagoas, são 266 km até a cidade de Piranhas, pela AL-220. Vindo ao nordeste do Brasil, procure conhecer esse lugar; procure um guia turístico credenciado para que você não tenha dor de cabeça em seu passeio. Nesta Pandemia, muito cuidado com aglomeração. Use máscara e lave as mãos com sabão, passe álcool geo nas mãos.

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