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16 julho, 2019

FEIRAS LIVRES COMÉRCIO INFORMAL DENTRO DA CULTURA NORDESTINA E SEUS SEGREDOS SOCIAIS E ECONÔMICOS

<img src=“feiras livres” title=“trabalho infantil” alt=“a-arte-de-newton-avelino”>







A SULANCA DENTRO DA CULTURA SOCIAL E ECONÔMICA DA REGIÃO NORDESTINA E SUAS CARACTERÍSTICAS DE CADA SUB-REGIÃO NORDESTINA




As feiras livres da região Nordeste do Brasil, são mesmo de encher os olhos das pessoas que são frequentadoras assíduas desses locais populares. Elas chamam atenção, tanto pelo colorido das coisas lá estão expostas para vender, como também, pelo frenesi dos feirantes e das pessoas que vão lá para comprarem seus mantimentos ou qualquer outro item de consumo. Não é de hoje que elas foram introduzidas na vida social dos homens.  Elas são, um meio do homem colocar à venda, toda sua produção agrícola, pecuária, industrial e artesanal. Elas, na idade média, tinham o objetivo de promover trocas de mercadorias entre as pessoas de diferentes lugares e com diferente itens. 




<img src=“carros de madeiras” title=“feiras livres no nordeste” alt=“a-arte-de-newton-avelino”>



    Com a queda do feudalismo e o surgimento do capitalismo, esse modo de comércio ganhou força e importância econômica. Elas foram impulsionadas pelas cruzadas, uma vez que naquela época, as atividades comerciais, deveriam atender as necessidades dos viajantes e com o tempo, as necessidades foram aumentando e as feiras foram crescendo e dai em diante ela passaram a promover a comunicação entre os povos. Mas o mas importante nisso tudo é que, dentro dessas feiras, existem pessoas que fazem dela, seu ganha pão e seu sustento, trabalhando com serviço braçal. Elas são, tipo shopping populares a céu aberto. 


<img src=“carro de mao” title=“feiras livres” alt=“a-arte-de-newton-avelino”>



     Os feirantes ganham através da comercialização das suas mercadorias, a sociedade compra essas mercadorias,  que estão à venda, as pessoas geram emprego e renda para outras pessoas através da comercialização dos produtos ali expostos,  e isso se torna uma engrenagem que faz desse tipo de comércio informal, um seguimento informal muito forte na geração de renda para outras família. Dentro dessa engrenagem comercial, temos que destacar aquelas pessoas que ganham a vida em transportar as compras das pessoas que vão à feira, para fazerem suas comprar. É uma prática muito antiga e ainda muito cultural, nas feiras livres do Nordeste brasileiro. Você ver pessoas carregando as compras, feitas por donas de casa, em carrinhos de mão, mas nem sempre foi assim. Nos anos setenta e oitenta, você podia se deparar com carros artesanais feitos de madeira, com rodas de madeiras enrolada com uma borracha de pneu de caminhão, e que possuía um volante de carro, para se manobrar o dito carrinho. Geralmente esses carros rústicos eram vistos nas feiras livres do Nordeste, e eles eram usados para todos os fins de carreto, dentro e fora das feiras, pois eram grandes e tinham capacidade para levar uns duzentos quilos de mercadorias, seja sacos com feijão, arroz ou outra mercadoria, como bebidas e sulanca em geral. E eles viviam circulando com seus donos, empurrando esses mesmos carrinhos feira a baixo, feira acima.  Esses carros eram chamados de Mistos, e eram manuseados por adultos, você não via criança usando um carro desses na feira, primeiro porque eram pesados demais, e a sua fabricação era muito cara, mesmo eles sendo feitos no quintal das casas. Então, as feiras tinham um ar de retrô, de saudosismo. Esses carro eram encontrados com facilidade, dentro dessas feiras livres. Os anos foram passando e esse artefato artesanal, foi sumindo das feiras livres do Nordeste, eles foram sendo trocados por outros tipos de carroças e pelo próprio carrinho de mão. Hoje, nós vemos uma quantidade enorme de carrinhos de mão, dentro das feiras livres sendo manuseado por meninos de 12, 13, 15 anos. Ele usam esses carros de mão, como forma de trabalho, para ganharem dinheiro e sustentarem suas famílias. 


<img src=“corro misto” title=“ feiras do nordeste” alt=“a-arte-de-newton-avelino”>



      A cultura dos carretos com carros "Misto", já não é tão frequente, pois além deles serem pesados demais e muito difíceis de serem manuseados dentro das feiras livres, já que elas aumentaram, e a circulação de pessoas aumentou dentro delas e o espaço dentro dessas feiras não dava mas para eles circularem. Tudo isso fez com que esses carros de madeiras, desaparecessem da vida cotidiana dos feirantes do Nordeste brasileiro.  Hoje, você ainda pode encontrar algum desses "Mistos" entre uma feira e outra, mas podem ter certeza, será uma raridade. Essa cultura, já não existe mais. Eles não estão mas tão presente na vida cotidiana dos feirantes e das pessoas que frequenta as feiras. 



<img src=“feiras livres” title=“trabalho infantil” alt=“a-arte-de-newton-avelino”>







A SULANCA DENTRO DA CULTURA SOCIAL E ECONÔMICA DA REGIÃO NORDESTINA E SUAS CARACTERÍSTICAS DE CADA SUB-REGIÃO NORDESTINA




As feiras livres da região Nordeste do Brasil, são mesmo de encher os olhos das pessoas que são frequentadoras assíduas desses locais populares. Elas chamam atenção, tanto pelo colorido das coisas lá estão expostas para vender, como também, pelo frenesi dos feirantes e das pessoas que vão lá para comprarem seus mantimentos ou qualquer outro item de consumo. Não é de hoje que elas foram introduzidas na vida social dos homens.  Elas são, um meio do homem colocar à venda, toda sua produção agrícola, pecuária, industrial e artesanal. Elas, na idade média, tinham o objetivo de promover trocas de mercadorias entre as pessoas de diferentes lugares e com diferente itens. 




<img src=“carros de madeiras” title=“feiras livres no nordeste” alt=“a-arte-de-newton-avelino”>



    Com a queda do feudalismo e o surgimento do capitalismo, esse modo de comércio ganhou força e importância econômica. Elas foram impulsionadas pelas cruzadas, uma vez que naquela época, as atividades comerciais, deveriam atender as necessidades dos viajantes e com o tempo, as necessidades foram aumentando e as feiras foram crescendo e dai em diante ela passaram a promover a comunicação entre os povos. Mas o mas importante nisso tudo é que, dentro dessas feiras, existem pessoas que fazem dela, seu ganha pão e seu sustento, trabalhando com serviço braçal. Elas são, tipo shopping populares a céu aberto. 


<img src=“carro de mao” title=“feiras livres” alt=“a-arte-de-newton-avelino”>



     Os feirantes ganham através da comercialização das suas mercadorias, a sociedade compra essas mercadorias,  que estão à venda, as pessoas geram emprego e renda para outras pessoas através da comercialização dos produtos ali expostos,  e isso se torna uma engrenagem que faz desse tipo de comércio informal, um seguimento informal muito forte na geração de renda para outras família. Dentro dessa engrenagem comercial, temos que destacar aquelas pessoas que ganham a vida em transportar as compras das pessoas que vão à feira, para fazerem suas comprar. É uma prática muito antiga e ainda muito cultural, nas feiras livres do Nordeste brasileiro. Você ver pessoas carregando as compras, feitas por donas de casa, em carrinhos de mão, mas nem sempre foi assim. Nos anos setenta e oitenta, você podia se deparar com carros artesanais feitos de madeira, com rodas de madeiras enrolada com uma borracha de pneu de caminhão, e que possuía um volante de carro, para se manobrar o dito carrinho. Geralmente esses carros rústicos eram vistos nas feiras livres do Nordeste, e eles eram usados para todos os fins de carreto, dentro e fora das feiras, pois eram grandes e tinham capacidade para levar uns duzentos quilos de mercadorias, seja sacos com feijão, arroz ou outra mercadoria, como bebidas e sulanca em geral. E eles viviam circulando com seus donos, empurrando esses mesmos carrinhos feira a baixo, feira acima.  Esses carros eram chamados de Mistos, e eram manuseados por adultos, você não via criança usando um carro desses na feira, primeiro porque eram pesados demais, e a sua fabricação era muito cara, mesmo eles sendo feitos no quintal das casas. Então, as feiras tinham um ar de retrô, de saudosismo. Esses carro eram encontrados com facilidade, dentro dessas feiras livres. Os anos foram passando e esse artefato artesanal, foi sumindo das feiras livres do Nordeste, eles foram sendo trocados por outros tipos de carroças e pelo próprio carrinho de mão. Hoje, nós vemos uma quantidade enorme de carrinhos de mão, dentro das feiras livres sendo manuseado por meninos de 12, 13, 15 anos. Ele usam esses carros de mão, como forma de trabalho, para ganharem dinheiro e sustentarem suas famílias. 


<img src=“corro misto” title=“ feiras do nordeste” alt=“a-arte-de-newton-avelino”>



      A cultura dos carretos com carros "Misto", já não é tão frequente, pois além deles serem pesados demais e muito difíceis de serem manuseados dentro das feiras livres, já que elas aumentaram, e a circulação de pessoas aumentou dentro delas e o espaço dentro dessas feiras não dava mas para eles circularem. Tudo isso fez com que esses carros de madeiras, desaparecessem da vida cotidiana dos feirantes do Nordeste brasileiro.  Hoje, você ainda pode encontrar algum desses "Mistos" entre uma feira e outra, mas podem ter certeza, será uma raridade. Essa cultura, já não existe mais. Eles não estão mas tão presente na vida cotidiana dos feirantes e das pessoas que frequenta as feiras. 



30 junho, 2019

CONHEÇA OS SEGREDOS DAS ESPADAS DE CRUZ DAS ALMAS QUE FAZEM PARTE DA CULTURA NORDESTINA NAS FESTAS JUNINAS NO RECÔNCAVO BAIANO

<img alt='festa-de- sao-joao' src='guerra-de-espadas ' title='A ARTE NORDESTINA | Blog de Arte e Cultura: cultura do nordeste brasileiro'/>



ARTEFATO JUNINO QUE FAZ PARTE DA CULTURA NORDESTINA E QUE FAZ PARTE DAS BRINCADEIRAS DE SÃO JOÃO NA CIDADE DE CRUZ DAS ALMAS NO ESTADO DA BAHIA





No São João Nordestino, existem muitas cidades que tem suas tradições e seus costumes locais, e dentro desse contexto cultural, vemos que isso enriquece a própria cultura, e que essa tradição, passa de geração para geração,  e essa é uma das formas que faz com que a cultura se perpetue e continue viva presente  na vida das pessoas. Sempre é perigoso, as brincadeiras que tenham fogos de artificio, mas que, tudo com atenção e responsabilidade, as vezes se torna menos perigoso, mesmo assim a atenção tem que ser redobrada por parte dos brincantes. 



<img alt='festa-de- sao-joao' src='guerra-de-espadas-de-fogo ' title='A ARTE NORDESTINA | Blog de Arte e Cultura: cultura do nordeste brasileiro'/>



      A queima de fogos de artifícios é bem tradicional nessa região, na época das festas juninas. Nessa época, existem muitos acidentes com queimaduras no corpo das pessoas, pois, além dos acidentes normais, ainda pode ter a fatalidade de um dos fogos de artifícios vir a estourar antes da hora e atingir seriamente os brincantes ou as pessoas que estão manuseando esse tipo de artefato. Então, antes que isso aconteça, sempre é bom ter muito cuidado quando for manusear fogos, na época junina. Hoje, vamos falar de uma tradição na cidade de Cruz das Almas na Bahia. Elas são fabricadas, e muito manuseadas como uma forma de brincadeira junina, nessa cidade. Estamos falando das espadas de fogo.  elas são construídas, com vários produtos, dentre muitos desses produtos, estão alguns: salitre, enxofre, pólvora, barro, bambu maduro cozido e seco, cordão de sisal, encerado com breu, parafina e cera de abelha. 



<img alt='festa-de-sao-joao' src='cruz-das-almas ' title='A ARTE NORDESTINA | Blog de Arte e Cultura: cultura do nordeste brasileiro'/>




       Elas são artefatos culturais dentro da cultura regional baiana e, particularmente, na  cidade de Cruz das Almas, e isso faz parte da história do mês junino desse lugar. A tradicional " Guerra de espadas" é um espetáculo de coragem, cores e luzes, apresentado em algumas ruas reservadas da cidade para esse espetáculo. Um número grande de guerreiro, conhecidos como, "espadeiros", usam roupas e proteção especiais, como uma espécie de armadura, para soltar espadas e brincar com elas, exibindo suas habilidades com o artefato; um verdadeiro show de habilidade, cores e luzes. Mesmo sendo um hábito tradicional da cultura local, essa prática é considerada uma prática ilegal pela justiça. Hoje, essa prática cultural, está proibida. No caso das espadas de fogo, no estado da Bahia, poderia se chagar a um entendimento entre os órgãos públicos e a justiça, para encontrarem um termo que ninguém saísse prejudicado, para que essa brincadeira junina não viesse desaparecer dentro da cultura nordestina. Ou seja, as prefeituras deveriam construir algum local para a queima dessas espadas, tendo assim, lugares apropriados, e que não levasse perigo a população nem prejuízo econômico para muitas famílias de baixa renda na época junina. Um projeto bem elaborado para uma área apropriada para esse tipo de evento seria a melhor saída para todos. Ela é reconhecida como atributo cultural do São João de Cruz das Almas, há décadas, atraindo vários turistas, de todos o quantos do Brasil. Muita gente, vem no mês junino para conhecer e prestigiar a tradição. Infelizmente com a proibição, essa prática vira uma prática ilegal perante a lei. 




<img alt='festa-junina' src='espadas-de-fogo ' title='A ARTE NORDESTINA | Blog de Arte e Cultura: cultura do nordeste brasileiro'/>



      E aí, os brincante podem responderem por desobedecerem à justiça. Apesar de ser proibida, a guerra não foi extinta, nem os brincantes deixaram de praticar, eles mesmos, com a proibição, ainda participam da festa. Durante a Festa de São João, houve guerras de espadas em varias ruas do centro de Cruz das Almas. As guerras de espadas, é um evento que faz parte da cultura dos baianos e também dos sergipanos. Essa tradição é comum na Bahia e em Sergipe.  Sempre é necessário, ter o máximo de cuidado,  quando se vai manusear fogos de artifício, sempre é bom ter o máximo de cuidado, para não ser mutilado pelos fogos, pois antes de mais nada, a saúde e segurança das pessoas, devem está em primeiro lugar. A cultura nordestina, é muito rica e diversifica, dentre todos os nove estados nordestinos, você sempre vai encontrar seguimentos iguais, mas com linguagens diferentes entre um estado e outra. 














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ARTEFATO JUNINO QUE FAZ PARTE DA CULTURA NORDESTINA E QUE FAZ PARTE DAS BRINCADEIRAS DE SÃO JOÃO NA CIDADE DE CRUZ DAS ALMAS NO ESTADO DA BAHIA





No São João Nordestino, existem muitas cidades que tem suas tradições e seus costumes locais, e dentro desse contexto cultural, vemos que isso enriquece a própria cultura, e que essa tradição, passa de geração para geração,  e essa é uma das formas que faz com que a cultura se perpetue e continue viva presente  na vida das pessoas. Sempre é perigoso, as brincadeiras que tenham fogos de artificio, mas que, tudo com atenção e responsabilidade, as vezes se torna menos perigoso, mesmo assim a atenção tem que ser redobrada por parte dos brincantes. 



<img alt='festa-de- sao-joao' src='guerra-de-espadas-de-fogo ' title='A ARTE NORDESTINA | Blog de Arte e Cultura: cultura do nordeste brasileiro'/>



      A queima de fogos de artifícios é bem tradicional nessa região, na época das festas juninas. Nessa época, existem muitos acidentes com queimaduras no corpo das pessoas, pois, além dos acidentes normais, ainda pode ter a fatalidade de um dos fogos de artifícios vir a estourar antes da hora e atingir seriamente os brincantes ou as pessoas que estão manuseando esse tipo de artefato. Então, antes que isso aconteça, sempre é bom ter muito cuidado quando for manusear fogos, na época junina. Hoje, vamos falar de uma tradição na cidade de Cruz das Almas na Bahia. Elas são fabricadas, e muito manuseadas como uma forma de brincadeira junina, nessa cidade. Estamos falando das espadas de fogo.  elas são construídas, com vários produtos, dentre muitos desses produtos, estão alguns: salitre, enxofre, pólvora, barro, bambu maduro cozido e seco, cordão de sisal, encerado com breu, parafina e cera de abelha. 



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       Elas são artefatos culturais dentro da cultura regional baiana e, particularmente, na  cidade de Cruz das Almas, e isso faz parte da história do mês junino desse lugar. A tradicional " Guerra de espadas" é um espetáculo de coragem, cores e luzes, apresentado em algumas ruas reservadas da cidade para esse espetáculo. Um número grande de guerreiro, conhecidos como, "espadeiros", usam roupas e proteção especiais, como uma espécie de armadura, para soltar espadas e brincar com elas, exibindo suas habilidades com o artefato; um verdadeiro show de habilidade, cores e luzes. Mesmo sendo um hábito tradicional da cultura local, essa prática é considerada uma prática ilegal pela justiça. Hoje, essa prática cultural, está proibida. No caso das espadas de fogo, no estado da Bahia, poderia se chagar a um entendimento entre os órgãos públicos e a justiça, para encontrarem um termo que ninguém saísse prejudicado, para que essa brincadeira junina não viesse desaparecer dentro da cultura nordestina. Ou seja, as prefeituras deveriam construir algum local para a queima dessas espadas, tendo assim, lugares apropriados, e que não levasse perigo a população nem prejuízo econômico para muitas famílias de baixa renda na época junina. Um projeto bem elaborado para uma área apropriada para esse tipo de evento seria a melhor saída para todos. Ela é reconhecida como atributo cultural do São João de Cruz das Almas, há décadas, atraindo vários turistas, de todos o quantos do Brasil. Muita gente, vem no mês junino para conhecer e prestigiar a tradição. Infelizmente com a proibição, essa prática vira uma prática ilegal perante a lei. 




<img alt='festa-junina' src='espadas-de-fogo ' title='A ARTE NORDESTINA | Blog de Arte e Cultura: cultura do nordeste brasileiro'/>



      E aí, os brincante podem responderem por desobedecerem à justiça. Apesar de ser proibida, a guerra não foi extinta, nem os brincantes deixaram de praticar, eles mesmos, com a proibição, ainda participam da festa. Durante a Festa de São João, houve guerras de espadas em varias ruas do centro de Cruz das Almas. As guerras de espadas, é um evento que faz parte da cultura dos baianos e também dos sergipanos. Essa tradição é comum na Bahia e em Sergipe.  Sempre é necessário, ter o máximo de cuidado,  quando se vai manusear fogos de artifício, sempre é bom ter o máximo de cuidado, para não ser mutilado pelos fogos, pois antes de mais nada, a saúde e segurança das pessoas, devem está em primeiro lugar. A cultura nordestina, é muito rica e diversifica, dentre todos os nove estados nordestinos, você sempre vai encontrar seguimentos iguais, mas com linguagens diferentes entre um estado e outra. 














23 junho, 2019

SÃO JOÃO MES DE FESTAS NO NORDESTE DO BRASIL TRADIÇÃO REGIONAL DA CULTURA DO NORDESTE

<img alt='sao-joao-nordestino' src='www.aartedenewtonavelino.com ' title='A ARTE NORDESTINA | Blog de Arte e Cultura: cultura do nordeste brasileiro'/>





FESTEJOS JUNINOS: QUADRILHAS JUNINAS, BRINCADEIRAS JUNINAS, SIMPATIAS JUNINAS, TRADIÇÃO E CULTURA NORDESTINA DENTRO DO SÃO JOÃO BRASILEIRO HOMENAGEANDO OS SANTOS JUNINOS.







      Na época junina, no Nordeste brasileiro, existe muita celebração, animação e muita devoção, nessa região do Brasil.  O mês junino, é celebrado em todas as regiões do Brasil, mas na região nordestina, isso é muito mais celebrado; é uma marca da região. Nesse mês, os santos da igreja católica são festejados, e são reverenciados com muita tradição e muita fé. 



<img alt='os-santos-juninos' src='www.aartedenewtonavelino.com ' title='A ARTE NORDESTINA | Blog de Arte e Cultura: cultura do nordeste brasileiro'/>



     Podemos dizer que, as simpatias feitas pelos sertanejos e por todos os Nordestinos ou quase todos, é uma coisa cultural desdes o Brasil colônia. Essa tradição foi introduzida no Brasil na época do Brasil colônia, pelos padres Jesuítas. O primeiro santo da igreja católica a ser celebrado no mês de junho é, Santo Antônio de Pádua, que é festejado no dia 13 de junho, o segundo é São João Batista, que é celebrado no dia 24 de junho, e o terceiro é São Pedro, no dia 29 de Junho. Muitas histórias relatam que, as pessoas, que fazem simpatia para obterem milagres nos dias celebrados para  cada um dele, dizem que elas são beneficiadas. As lendas existem, e dentro das festas juninas, elas são introduzidas já, há séculos, e o folclore também, sabemos que as festas juninas são a cara do Nordeste do Brasil e que, essa festa, faz parte da cultura nordestina, e da vida da sociedade local. As tradições fazem parte das comemorações. O mês de junho, é marcado pelas fogueiras, que servem como centro para a famosa dança de quadrilhas. 


<img alt='pau-de-sebo' src='www.aartedenewtonavelino.com ' title='A ARTE NORDESTINA | Blog de Arte e Cultura: cultura do nordeste brasileiro'/>



     Os balões também compõem este cenário, embora cada vez mais raros em função das leis que proíbem esta prática, em função dos riscos de incêndio que representam. Podemos dizer que, essa festa, é uma das mais comemoradas pelo o povo do Nordeste do Brasil. A festa junina é um sucesso dentro dessa região. Todos os anos, a tendência é aumentar o número de pessoas que prestigiam essa festa. Sempre é lindo e colorido ver, à noite de São João com seus fogos de artifícios, e bandeirolas tremulando ao ar, as fogueiras queimando no terreiro dessas festas. 



<img alt='bandeirinhas de sao joao' src='www.aartedenewtonavelino.com ' title='A ARTE NORDESTINA | Blog de Arte e Cultura: cultura do nordeste brasileiro'/>


      Você vai encontrar comidas típicas a base de milho: como pamonha, milho cozido, canjica, milho assado, bolo de milho, e muito forró. As quadrilhas juninas, animam o local da festa, ao som de muito forró, e de muita animação. No Nordeste, ainda é muito comum a formação dos grupos festeiros. Estes grupos ficam andando e cantando pelas ruas das cidades. Vão passando pelas casas, onde os moradores deixam nas janelas e portas, uma grande quantidade de comidas e bebidas para serem degustadas pelos festeiros. Nessa época junina, no Nordeste do Brasil, você percebe as barraquinhas espalhadas por todos os estados e por todas as cidades dessa região, com fogos de artifício e com roupas tradicionais para a ocasião, ou seja, roupas feitas para as tradicionais festas juninas. Isso é uma prática em toda cidade nordestina. A cultura do Nordeste, tem dessas coisas, o jeito bom e verdadeiro de fazer cultura de raiz. É muito engraçado os fogos que eram feitos no século passado, mas eram fogos que supriam as necessidades dos brincantes juninos, tais como: cobrinha, traque, chuvinha, traque de massa, vulcão, rojão de 12 e 3 tiros, bomba, foguetinho e outros. O São João é uma época onde as pessoas se confraternizam entre elas e se unem para celebrarem essa época tão festiva no Nordeste brasileiro. A cultura do Nordeste, ela é riquíssima, e mostra para o mundo, que essa região, é o celeiro da cultura brasileira.





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FESTEJOS JUNINOS: QUADRILHAS JUNINAS, BRINCADEIRAS JUNINAS, SIMPATIAS JUNINAS, TRADIÇÃO E CULTURA NORDESTINA DENTRO DO SÃO JOÃO BRASILEIRO HOMENAGEANDO OS SANTOS JUNINOS.







      Na época junina, no Nordeste brasileiro, existe muita celebração, animação e muita devoção, nessa região do Brasil.  O mês junino, é celebrado em todas as regiões do Brasil, mas na região nordestina, isso é muito mais celebrado; é uma marca da região. Nesse mês, os santos da igreja católica são festejados, e são reverenciados com muita tradição e muita fé. 



<img alt='os-santos-juninos' src='www.aartedenewtonavelino.com ' title='A ARTE NORDESTINA | Blog de Arte e Cultura: cultura do nordeste brasileiro'/>



     Podemos dizer que, as simpatias feitas pelos sertanejos e por todos os Nordestinos ou quase todos, é uma coisa cultural desdes o Brasil colônia. Essa tradição foi introduzida no Brasil na época do Brasil colônia, pelos padres Jesuítas. O primeiro santo da igreja católica a ser celebrado no mês de junho é, Santo Antônio de Pádua, que é festejado no dia 13 de junho, o segundo é São João Batista, que é celebrado no dia 24 de junho, e o terceiro é São Pedro, no dia 29 de Junho. Muitas histórias relatam que, as pessoas, que fazem simpatia para obterem milagres nos dias celebrados para  cada um dele, dizem que elas são beneficiadas. As lendas existem, e dentro das festas juninas, elas são introduzidas já, há séculos, e o folclore também, sabemos que as festas juninas são a cara do Nordeste do Brasil e que, essa festa, faz parte da cultura nordestina, e da vida da sociedade local. As tradições fazem parte das comemorações. O mês de junho, é marcado pelas fogueiras, que servem como centro para a famosa dança de quadrilhas. 


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     Os balões também compõem este cenário, embora cada vez mais raros em função das leis que proíbem esta prática, em função dos riscos de incêndio que representam. Podemos dizer que, essa festa, é uma das mais comemoradas pelo o povo do Nordeste do Brasil. A festa junina é um sucesso dentro dessa região. Todos os anos, a tendência é aumentar o número de pessoas que prestigiam essa festa. Sempre é lindo e colorido ver, à noite de São João com seus fogos de artifícios, e bandeirolas tremulando ao ar, as fogueiras queimando no terreiro dessas festas. 



<img alt='bandeirinhas de sao joao' src='www.aartedenewtonavelino.com ' title='A ARTE NORDESTINA | Blog de Arte e Cultura: cultura do nordeste brasileiro'/>


      Você vai encontrar comidas típicas a base de milho: como pamonha, milho cozido, canjica, milho assado, bolo de milho, e muito forró. As quadrilhas juninas, animam o local da festa, ao som de muito forró, e de muita animação. No Nordeste, ainda é muito comum a formação dos grupos festeiros. Estes grupos ficam andando e cantando pelas ruas das cidades. Vão passando pelas casas, onde os moradores deixam nas janelas e portas, uma grande quantidade de comidas e bebidas para serem degustadas pelos festeiros. Nessa época junina, no Nordeste do Brasil, você percebe as barraquinhas espalhadas por todos os estados e por todas as cidades dessa região, com fogos de artifício e com roupas tradicionais para a ocasião, ou seja, roupas feitas para as tradicionais festas juninas. Isso é uma prática em toda cidade nordestina. A cultura do Nordeste, tem dessas coisas, o jeito bom e verdadeiro de fazer cultura de raiz. É muito engraçado os fogos que eram feitos no século passado, mas eram fogos que supriam as necessidades dos brincantes juninos, tais como: cobrinha, traque, chuvinha, traque de massa, vulcão, rojão de 12 e 3 tiros, bomba, foguetinho e outros. O São João é uma época onde as pessoas se confraternizam entre elas e se unem para celebrarem essa época tão festiva no Nordeste brasileiro. A cultura do Nordeste, ela é riquíssima, e mostra para o mundo, que essa região, é o celeiro da cultura brasileira.