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20 agosto, 2020

VENDEDORES AMBULANTES AQUECEM O MERCADO INFORMAL DENTRO DA REGIÃO NORDESTE COM SUAS MERCADORIAS

Vendedor ambulante de roupas de praia









COMÉRCIO INFORMAL MOSTRA SUA FORÇA ECONÔMICA DENTRO DA REGIÃO NORDESTE DO BRASIL ATRAVÉS DE SUAS VENDAS




      O emprego informal no Brasil de uns tempos para cá, virou quase uma febre, não por modismo, mas por necessidade que o trabalhador brasileiro tem da falta de empregos formal. Sem emprego e renda, para o trabalhador brasileiro, a realidade na sua vida social, econômica e cultural se tornou um problema muito grande. E isso, no nordeste brasileiro, se multiplica por quatro ou cinco vezes de dificuldades dentro de sua família , já que essa região é uma região que não detém grandes indústrias nacionais, como no sudeste do Brasil.  



Vendedor de tapioca na praia no carrinho artesanal
 

      Em tempos de pandemia, ainda se torna mais cruel para todos os trabalhadores, mais os mais pobres são os mais afetados.. Então, o jeito é improvisar, para sobreviver com ou sem renda e de arrochos econômicos. Antes de toda essa onda de pandemia, o emprego informal sempre teve aquecido com suas vendas, mas, ao mesmo tempo, essas pessoas não conseguem ter seus direitos sociais (adquiridos) por lei, e isso é um problema para quem precisa de saúde pública de boa qualidade, de educação pública de boa qualidade, ou de segurança pública de boa qualidade, pois, cada vez mais, essas necessidades básicas, estão  mais longe da sociedade brasileira. Cada vez mais, essas pessoas são esquecidas pelo estado e pela sociedade num contexto socialmente falando. 

Vendedor ambulante de boias de praia


      Então vamos lá. Num país onde o sujeito é obrigado a pagar uma carga tributária exorbitante, e isso vem persistindo em quase todos os governos que atuaram no Brasil, isso, não tem como o trabalhador brasileiro, seja ele, informal ou formal, conseguir equilibrar suas finanças e aí quem paga o pato são todos eles. Porém, essa prática de emprego informal dentro de uma carga tributária que exige da sociedade brasileira, ficar cada vez mais pesada que através de imposto onde o trabalhador é obrigado a pagar e com isso seu poder de compra fica cada vez mais baixo e uma camada mais pobre dessa sociedade, fica cada vez mais pobre, eis aí que, fazer parte dessa cenas urbanas brasileiras se tornou quase que cultural. Mas particularmente falando de nordeste, isso tem uma identidade desde o Brasil colônia, a começar pelas feiras livres, onde essas cenas são comuns dentro do nordeste brasileiro. As feiras livres é uma manifestação da cultura popular brasileira desde a época do Brasil colônia que se manteve crescendo e desenvolveu esse comércio informal cada vez mais próximo do consumidor. 

Vendedor de bijuteria de praia



      E o comércio informal que vemos hoje dentro e fora dessas feiras vem crescendo há cada dia, seja por falta de emprego formal ou não, o que vemos é que esses ambulantes ultrapassaram as fronteiras das feiras livres e se espalharam pelas ruas vielas e becos dessa região chamada de nordeste do Brasil. O mais curioso nisso tudo é que, eles conseguem ir a onde o cliente está seja nos centros urbanos, seja na orla, seja nas zonas urbanas, seja nos pequenos lugares escondidos dentro do sertão nordestino. Isso se torna cultural para essa região do Brasil e porque não dizer, para todo o Brasil. Um exemplo que você pode ter é: O ambulante pode vender uma rede de dormir para uma pessoa em uma sub região nordestina, seja lá onde for que ele esteja, e um outro vendedor de rede pode vender a mesma rede a um turista na orla nordestina. Isso chamamos de logística comercial. O ambulante pode vender o que quiser em vários lugares dessa região e os compradores vão está lá pra comprar. O turista e o nativo dessas regiões sempre estarão onde os vendedores ambulantes estão porque isso é cultural dentro desta região. O que leva isso acontecer é, a necessidade que se dá do trabalhador informal ter que se sujeitar a um sub emprego que ele não vai saber ou não, se tem a capacidade de saber se vai lhe render, ou não um orçamente justo para que no final do mês ele pague suas contas. Afinal de contas, ele também tem seus compromissos para assumir no final do mês como pagar aluguel, água, luz, colégio para filhos, comprar seus alimentos e por aí vai. Nessa região nordestina, você pode ver ambulantes vendendo todo tipo de mercadoria: do coco verde, a sanduíche natural, de óculos de sombra a cocada, de frutas e coquetéis de frutas, a sorvete e por aí a região vai vendo um comércio aquecendo suas vendas que depende indiretamente de outros setores do turismo para que ele seja promissor. Mas nessa pandemia atual, é claro que esse tipo de comércio além de ter sido prejudicado, ele ainda trouxe muitos prejuízos para quem dependia dele. Por outro lado, é claro que as autoridades, estão cumprindo as exigências básicas da OMS e é por isso que a quarentena tem que existir e o distanciamento com o uso de máscara e álcool nas mãos para ver se controla esse vírus. O comércio informal, num todo, ele só começa a aquecer suas vendas, na alta estação, pois, o nordeste brasileiro é invadido por turistas nacionais e internacionais e isso consegue alegrar os vendedores ambulantes dessa região, afinal de contas, é mais gente com vontade de comprar, e eles vão atrás desses compradores. O mais importante é que as pessoas agora nesse período de pandemia, se cuidem, e usem máscaras, fiquem no isolamento, lavem as mãos com sabão, faça o distanciamento, e usem álcool nas mãos. Até passar esse período de pandemia, é bom as pessoas terem educação e respeito umas pelas outras pessoas que estão se prevenindo. Seja um cidadão consciente.



 






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