Blog de Arte e Cultura | A ARTE NORDESTINA: arte e cultura popular 05/02/19A ARTE NORDESTINA | Blog de Arte e Cultura do nordeste brasileiro

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02 maio, 2019

A ARTE NORDESTINA | Blog de Arte e Cultura do nordeste brasileiro , VAQUEIRO NORDESTINO É UMA FIGURA CULTURAL DENTRO DO CONTEXTO HISTÓRICO DA CULTURA REGIONAL DO NORDESTE DO BRASIL , Cultura Nordestina ,

VAQUEIRO NORDESTINO É UMA FIGURA CULTURAL DENTRO DO CONTEXTO HISTÓRICO DA CULTURA REGIONAL DO NORDESTE DO BRASIL

<img src=“vaquejada” title=“nordeste-brasileiro” alt=“cultura-nordestina”>


VAQUEJADA ESPORTE DO NORDESTE BRASILEIRO QUE FOI ESPELHADA NA "PEGA DO BOI" DENTRO DA CAATINGA DO SERTÃO NORDESTINO





O Nordeste do Brasil, é uma das regiões brasileiras mais festeiras e mais culturais do país. E suas sub-regiões, como: meio-norte, zona da mata, agreste e sertão, são onde acontece, muitas festas folclóricas, durante  todo o ano, justamente para gerar emprego e renda para essa população tão carente dessas sub-regiões esquecidas pelos poderes públicos. E quando eu falo esquecidas pelos poderes públicos, estou me referindo a infraestrutura desses pequenos lugares esquecidos, e com isso, essa gente tão carente, procura por meio sociais, a  movimentar as pequenas cidades com: festas folclóricas e com datas comemorativas em calendários festivos dessas regiões, só assim,  a geração de emprego e renda ajuda as pessoas de baixa renda, que sobrevivem com 2 reais por dia e que vivem de bico ou vendendo alguma coisa produzida ou não no solo onde eles vivem, a terem uma chance de ganhar um extra durante essas festas, com diversas diversificações folclóricas. 







<img src=“a -pega-do-boi” title=“nordeste-brasileiro” alt=“cultura-nordestina”>



      Tudo isso, acontece dentro desse solo sagrado feito por Deus, e que fomos beneficiados com tamanha beleza que ele nos deu, que, como é uma região bonita por natureza, mas esquecida, a própria comunidade trata de realizar outros meios de fazer com que haja injeção de capital financeiro através dessas festividades. Nessa região, as festas das padroeiras de cada município de cada sub-região nordestina, duram o ano todo, tem as festas folclóricas como as festas Juninas, o carnaval, as micaretas, (carnavais fora de época), shows de grandes artistas nacionais e por aí vai. Mas hoje vamos falar de uma festa que é tradicional no Nordeste brasileiro e que, todo ano, tem um circuíto dentro do calendário festivo dessa região. Vamos falar da vaquejada. A história da vaquejada teve início a partir da introdução da pecuária no Brasil em 1532. 


<img src=“roupa-de-couro-dos-vaqueiros-nordestinos” title=“vaqueijada” alt=“cultura-nordestina”>



      A família Garcia D'avila, da Casa da Torre, na Bahia, é uma das pioneiras no desenvolvimento de fazendas em todo o Nordeste, seguindo a margem do Rio São Francisco. Na formação das fazendas, os vaqueiros tomavam conta das terras e do gado. Na verdade, a vaquejada foi espelhada na "pega do boi". Na época dos coronéis, quando não havia cercas no sertão nordestino, os animais eram marcados e soltos na mata. Depois de algum período longo durante o ano, os coronéis reuniam os vaqueiros para juntar o seu gado marcado, eram aí que tinha a pega do gado, que convenhamos, é um modo mais justo de pegar esse animais. Então, os vaqueiros vestidos a caráter, com suas indumentárias de couro, bota, gibão, peitoral, peneira, chapéu de couro e luvas de couro; saiam atrás dos animais dentro do mato, ou dentro do bioma nordestino, "a mata branca" ou seja: "a caatinga" o único bioma no mundo, que só existe no Nordeste brasileiro. Então eles se embrenhavam na mata, fazendo malabarismo dentro das veredas, que fica  dentro de  uma vegetação espinhosa e pegavam os bois perdidos, e assim, juntavam toda a boiada dos coronéis. Com a continuação dos tempos, os nordestinos se espelhando na "pega do boi", inventaram a vaquejada, e depois de muito tempo, passou a ser considera um esporte. Embora típica dessa região, também podemos encontrá-la no Rio de Janeiro e em Minas Gerais região Sudeste do Brasil. No entanto, o berço das Vaquejadas é a cidade de Currais Novos, no Rio Grande do Norte. Durante a competição, dois homens, a cavalo, perseguem um boi, até emparelhá-lo entre seus cavalos. O objetivo é levar o animal às duas últimas faixas de cal, marcadas no chão onde ocorre a competição. Nesse local, o boi deve ser derrubado pelo puxador, um dos vaqueiros. O outro vaqueiro, o batedor de esteira tem a função de levar o boi para o derrubador, empurrando-o com as pernas do seu cavalo. Durante essas vaquejadas, nas sub-regiões do Nordeste brasileiro, existem uma série de festas que leva um grande público a essas vaquejadas, gerando emprego e renda para as pessoas humildes desses lugares, todos trabalham no emprego informal. Infelizmente o Brasil, é um país que não tem uma distribuição de renda justa, e isso afunda o país em pobreza e miséria, pois os ricos ficam cada vez mais ricos e os pobres cada vez mais pobres. A distribuição de renda depende do funcionamento do mercado, que busca empregar os recursos de forma eficiente, mas não garante necessariamente que os recursos sejam alocados de forma justa. 


<img src=“boi-encaretado” title=“vaqueiro-nordestino” alt=“cultura-do-nordeste-do-brasil”>



      Como resultado, muitos economistas defendem que o governo deve redistribuir a renda para alcançar uma distribuição mais igualitária do bem estar econômico. Então como isso não acontece por essas bandas, isso até melhorou de uns 15 anos para cá, melhorou consideravelmente, mas a renda ainda não era redistribuída igualitariamente. O Brasil, é um dos países mais desiguais do mundo. Na nossa história recente, o maior aumento na desigualdade se deu nas décadas de 1960 e 1970. Então, como o Brasil é um país que a distribuição de renda é desumana, isso leva com que, ainda tenha gente sobrevivendo com menos de um dólar por dia, e são nessas pequeninas cidadezinhas do interior do Nordeste brasileiro, onde a concentração da miséria é mais alarmante, é aí que, essas pequenas cidades do interior, fazem festas durante o ano todo para gerar emprego e renda para as populações desses locais, porque os pequenos comércio são afetados, as famílias de baixa renda são afetadas e essas cidades do mesmo jeito, pois elas tem dificuldade de gerar renda durante o ano, então é assim que essas festas acontecem durante todo ano nas sub-regiões do Nordeste brasileiro, para poder dá um pouco de dignidade aos moradores desses municípios nordestinos.  


A ARTE NORDESTINA | Blog de Arte e Cultura do nordeste brasileiro , PRATO DA GASTRONOMIA REGIONAL DO ESTADO DO PIAUÍ QUE MOSTRA A CULTURA E A ARTE DESSE POVO NORDESTINO NA COZINHA PIAUIENSE E NA CULINÁRIA BRASILEIRA , CULINÁRIA NORDESTINA ,

PRATO DA GASTRONOMIA REGIONAL DO ESTADO DO PIAUÍ QUE MOSTRA A CULTURA E A ARTE DESSE POVO NORDESTINO NA COZINHA PIAUIENSE E NA CULINÁRIA BRASILEIRA

<img src=“prato-maria-isabel” title=“cozinha-piauiense” alt=“culinaria-nordestina”>





MARIA ISABEL UM PRATO REGIONAL DO MEIO NORTE DO NORDESTE BRASILEIRO QUE MOSTRA O QUANDO É CULTURAL A COZINHA REGIONAL DO PIAUÍ




      A culinária da região Nordeste do Brasil, é uma das mais apreciadas pelo público, tanto os nativos dessa região, quanto quem vem para conhecer o estado, ou seja, os turistas;  pois seu aroma e seus temperos picantes, fazem dela,  uma cozinha regional de sabores atrativos e de fino trato. Geralmente, nessa região, a tendência sempre muda de acordo com a criatividade das cozinheiras e cozinheiros de alto conceito dentro da gastronomia regional. Tanto os nativos, quantos os turistas internacionais, são apaixonados pela gastronomia do Nordeste Brasileiro. Vários pratos tradicionais, são oferecidos nos restaurantes dessa região brasileira, tais como: carne de sol, chambaril, galinha à cabidela,  camarão ao molho, peixe no bafo e tantos outros pratos regionais, que existem nessa culinária regional. 


<img src=“panela-de-barro” title=“maria-isabel” alt=“gastronomia-nordestina”>



      Cada estado dessa região, tem sua culinária, com alguns nomes diferentes entre os pratos dos estados, mas basicamente é quase a mesma coisa. Então, Hoje,  vamos falar de um prato muito conhecido e muito apreciado no estado do Piauí,  lá no meio norte do Nordeste brasileiro. Vamos falar do prato que leva o nome de "Maria Isabel".  Esse prato, basicamente é feito em cima de alguma sobra de arroz do almoço passado, e que fica lá no cantinho da gelaira para ser esquentado no microondas, no outro dia, então é com essa sobra de arroz que você pode começar a fazer esse prato, a carne que vai nele, também pode ser aquela sobra de carne de sol que sobrou do almoço, se não não sobrou nada, nem o arroz e nem a carne, também pode ser feito. 


<img src=“maria-isabel” title=“prato-do-piaui” alt=“cozinha-nordestina”>



      Então vamos ao Ingredientes: 600 gramas de carne seca cortada em pedacinhos, 4 xícaras de chá, com arroz, 7 xícaras de chá com água, 3 colheres de sopa com óleo, uma xícara de cebola roxa picada,  1 pimentão picadinho 1 pimenta de cheiro,  colorau a gosto, cebolinha e coentro, picados. Modo de preparo: Tempere a carne com os temperos secos de sua preferência: alho, pimenta do reino e cominho. Sal a gosto para temperar a carne seca. Coloque em uma panela e leve ao fogo, a carne já temperada com o óleo. Refogue até a carne ficar frita, junte a cebolinha, o colorau e o arroz. Deixe refogar até ficar no ponto. Acrescente água fervente o suficiente para cobrir o arroz. Veja se está bom de sal, ou precisa colocar mais um pouco. Faça um buraquinho no meio do arroz e ponha a pimenta de cheiro inteira ou não. Antes de colocar a pimenta, faça mais dois furos na pimenta com um palito ou garfo. Quando o arroz estiver pronto é só retirar a pimenta. Depois regue o arroz que foi cozido com um fio de óleo. Deixe cozinhar em fogo brando, por pelo menos 25 minutos ou até á água secar. 


<img src=“comida-tradicional-do-piaui” title=“maria-isabel” alt=“gastronomia-nordestina”>



      Depois mexa o arroz com um garfo  e acrescente o coentro picado com a cebolinha. Esse prato é um manjá. Iguaria sempre presente nos cardápios piauiense, o Maria-Isabel consiste em um picadinho de carne-seca misturado com arroz previamente temperado e cozido em panela de barro. Esse é um prato que tem um arroma suave com temperos picantes que fazem dele, um dos pratos mais apreciados dentro do estado do Piauí, mas também ele é encontrado no estado do Maranhão, Goiás e Mato Grosso. O mas interessante nisso  tudo, é que, esse prato, como tantos outros, que são feitos nessa região, são feitos com sobras de comidas que ficam na geladeira como o arroz e a carne, e isso, são aproveitados através da criatividade das cozinheiras ou cozinheiros, que inventam tais pratos, e colocam nomes exóticos, neles. No estado do Ceará temos o "suvaco de cobra", "sarapatel" , "buchada" e tantos outros nomes exóticos. Vindo ao Piauí, procure degustar as delícias da cozinha regional desse estado querido.
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