A ARTE NORDESTINA | Blog de Arte e Cultura: cultura do nordeste brasileiro Burned Feeds for 226271699150 A ARTE NORDESTINA | Blog de Arte e Cultura: cultura do nordeste brasileiro NORDESTE CULTURAL: CULTURA POPULAR A ARTE NORDESTINA | Blog de Arte e Cultura: cultura do nordeste brasileiro CULTURA POPULARNORDESTE CULTURAL

SEGUIDORES

NEWTON AVELINO

Confira a arte do artista potiguar Newton Avelino, na sua galeria permanente. Adquira já uma obra!
Mostrando postagens com marcador CULTURA POPULAR. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador CULTURA POPULAR. Mostrar todas as postagens

VENDEDORES AMBULANTES AQUECEM O MERCADO INFORMAL DENTRO DA REGIÃO NORDESTE COM SUAS MERCADORIAS

Vendedor ambulante de roupas de praia









COMÉRCIO INFORMAL MOSTRA SUA FORÇA ECONÔMICA DENTRO DA REGIÃO NORDESTE DO BRASIL ATRAVÉS DE SUAS VENDAS




      O emprego informal no Brasil de uns tempos para cá, virou quase uma febre, não por modismo, mas por necessidade que o trabalhador brasileiro tem da falta de empregos formal. Sem emprego e renda, para o trabalhador brasileiro, a realidade na sua vida social, econômica e cultural se tornou um problema muito grande. E isso, no nordeste brasileiro, se multiplica por quatro ou cinco vezes de dificuldades dentro de sua família , já que essa região é uma região que não detém grandes indústrias nacionais, como no sudeste do Brasil.  



Vendedor de tapioca na praia no carrinho artesanal
 

      Em tempos de pandemia, ainda se torna mais cruel para todos os trabalhadores, mais os mais pobres são os mais afetados.. Então, o jeito é improvisar, para sobreviver com ou sem renda e de arrochos econômicos. Antes de toda essa onda de pandemia, o emprego informal sempre teve aquecido com suas vendas, mas, ao mesmo tempo, essas pessoas não conseguem ter seus direitos sociais (adquiridos) por lei, e isso é um problema para quem precisa de saúde pública de boa qualidade, de educação pública de boa qualidade, ou de segurança pública de boa qualidade, pois, cada vez mais, essas necessidades básicas, estão  mais longe da sociedade brasileira. Cada vez mais, essas pessoas são esquecidas pelo estado e pela sociedade num contexto socialmente falando. 

Vendedor ambulante de boias de praia


      Então vamos lá. Num país onde o sujeito é obrigado a pagar uma carga tributária exorbitante, e isso vem persistindo em quase todos os governos que atuaram no Brasil, isso, não tem como o trabalhador brasileiro, seja ele, informal ou formal, conseguir equilibrar suas finanças e aí quem paga o pato são todos eles. Porém, essa prática de emprego informal dentro de uma carga tributária que exige da sociedade brasileira, ficar cada vez mais pesada que através de imposto onde o trabalhador é obrigado a pagar e com isso seu poder de compra fica cada vez mais baixo e uma camada mais pobre dessa sociedade, fica cada vez mais pobre, eis aí que, fazer parte dessa cenas urbanas brasileiras se tornou quase que cultural. Mas particularmente falando de nordeste, isso tem uma identidade desde o Brasil colônia, a começar pelas feiras livres, onde essas cenas são comuns dentro do nordeste brasileiro. As feiras livres é uma manifestação da cultura popular brasileira desde a época do Brasil colônia que se manteve crescendo e desenvolveu esse comércio informal cada vez mais próximo do consumidor. 

Vendedor de bijuteria de praia



      E o comércio informal que vemos hoje dentro e fora dessas feiras vem crescendo há cada dia, seja por falta de emprego formal ou não, o que vemos é que esses ambulantes ultrapassaram as fronteiras das feiras livres e se espalharam pelas ruas vielas e becos dessa região chamada de nordeste do Brasil. O mais curioso nisso tudo é que, eles conseguem ir a onde o cliente está seja nos centros urbanos, seja na orla, seja nas zonas urbanas, seja nos pequenos lugares escondidos dentro do sertão nordestino. Isso se torna cultural para essa região do Brasil e porque não dizer, para todo o Brasil. Um exemplo que você pode ter é: O ambulante pode vender uma rede de dormir para uma pessoa em uma sub região nordestina, seja lá onde for que ele esteja, e um outro vendedor de rede pode vender a mesma rede a um turista na orla nordestina. Isso chamamos de logística comercial. O ambulante pode vender o que quiser em vários lugares dessa região e os compradores vão está lá pra comprar. O turista e o nativo dessas regiões sempre estarão onde os vendedores ambulantes estão porque isso é cultural dentro desta região. O que leva isso acontecer é, a necessidade que se dá do trabalhador informal ter que se sujeitar a um sub emprego que ele não vai saber ou não, se tem a capacidade de saber se vai lhe render, ou não um orçamente justo para que no final do mês ele pague suas contas. Afinal de contas, ele também tem seus compromissos para assumir no final do mês como pagar aluguel, água, luz, colégio para filhos, comprar seus alimentos e por aí vai. Nessa região nordestina, você pode ver ambulantes vendendo todo tipo de mercadoria: do coco verde, a sanduíche natural, de óculos de sombra a cocada, de frutas e coquetéis de frutas, a sorvete e por aí a região vai vendo um comércio aquecendo suas vendas que depende indiretamente de outros setores do turismo para que ele seja promissor. Mas nessa pandemia atual, é claro que esse tipo de comércio além de ter sido prejudicado, ele ainda trouxe muitos prejuízos para quem dependia dele. Por outro lado, é claro que as autoridades, estão cumprindo as exigências básicas da OMS e é por isso que a quarentena tem que existir e o distanciamento com o uso de máscara e álcool nas mãos para ver se controla esse vírus. O comércio informal, num todo, ele só começa a aquecer suas vendas, na alta estação, pois, o nordeste brasileiro é invadido por turistas nacionais e internacionais e isso consegue alegrar os vendedores ambulantes dessa região, afinal de contas, é mais gente com vontade de comprar, e eles vão atrás desses compradores. O mais importante é que as pessoas agora nesse período de pandemia, se cuidem, e usem máscaras, fiquem no isolamento, lavem as mãos com sabão, faça o distanciamento, e usem álcool nas mãos. Até passar esse período de pandemia, é bom as pessoas terem educação e respeito umas pelas outras pessoas que estão se prevenindo. Seja um cidadão consciente.



 






A ARTE NORDESTINA DENTRO DO FOLCLORE E DAS MANIFESTAÇÕES CULTURAIS DO NORDESTE BRASILEIRO

<img alt='frevo pernambucano' src='carnaval em recife ' title='carnaval'/>



CULTURA POPULAR DO NORDESTE BRASILEIRO E SUAS MANIFESTAÇÕES CULTURAIS DENTRO DO CONTEXTO ARTÍSTICO REGIONAL




      A valorização da cultura e das artes é um marco muito importante através das expressões populares detentoras do contexto regional como o fator (identidade) cultura. A valorização vem através do conhecimento da cultura local e do incentivo ao desenvolvimento da região. A cultura popular sofre alterações quase que diariamente, isso contribui para os crescimentos econômicos, educativos e sociais de cada região. O fator de criação e inovador é muito importante porque é isso que faz com que compreendamos o sentido de participação e de tradição no contexto que lhe garante base para seus objetivos, produção e trabalho. É muito importante a conservação das manifestações espontâneas da nossa cultura popular. Principalmente, as do Nordeste, que tem uma riqueza imensa. 


<img alt='xaxado' src='dança nordestina' title='dança dos cangaceiros'/>



      O povo nordestino tem manifestações populares traduzidas em artesanato, messianismo, arte e cultura, artesanato e muito mais. Durante a vida inteira, as sociedades antigas e modernas, já traduz muito isso através das artes, e elas surgem através de novas obras com novas temáticas, novos conceitos (linguagens) que abrange novos conceitos. A forma muda conforme aparecem novas linguagens, mas o conteúdo permanece o mesmo. A busca pelo homem, de sua identidade cultural, é incessante até hoje, ele compreende que, nem os artistas para pela procura, nem à arte pode parar. O que cada sociedade faz para o homem é lhe dá inspiração para mostrar a sua criatividade e talento que Deus lhe dá, para que ele se torne capacitor de imagens e de criatividade para que através disso ele consiga traduzir em arte tudo aquilo que ele captou ao seu redor. No Brasil, todas as linguagens contemporâneas estão em evidência, com nossos artistas expondo inclusive no exterior. A cultura de massa não pergunta se o povo quer, ela impõe. 


<img alt='frevo pernambucano' src='carnaval em recife ' title='carnaval'/>



      A valorização e o fortalecimento de qualquer tipo de cultura e de arte, ele se faz um instrumento indispensável para as entidades de classes porque só é através desse mecanismo é que os povos podem mostrar a força do seu povo, as suas ideias e de toda uma cultura voltada para as causas sociais econômicas e culturais mesmo. É muito importante para a arte ou outro tipo de cultura que, mulheres, homens e crianças estejam engajadas diretamente nesses contextos de artes. A sociedade direta ou indiretamente contribui para o desenvolvimento da arte contextual que está diretamente ligada a muitos afazeres diários do homem dentro dessa sociedade moderna, aonde é o próprio homem que gera motivos seus próprios afazeres, costumes, músicas e danças para que a luz que ilumina os artistas possam ser acesa através dos seus dons e que esses artistas possam refletir através da sua arte e linguagem que cada um usa, a rotina diária do homem nessa sociedade. 


<img alt='artesanato nordestino' src='artesanato de caruaru' title='artesanato'/>



       Sendo assim, vemos que o homem está sempre ligado às artes, seja direta ou indiretamente, o homem sempre tem que está criando e recriando arte. Ela está dentro de cada um de nós, e cada um de nós pode ser um difusor de arte, cultura para novas gerações, isso é que faz com que novos segmentos vão aparecendo e se propagando dentro de muitos conceitos do que é arte, assim sempre teremos uma cultura preservada (mesmo) tendo novos pensamentos. O tradicional pode muito bem andar de braços dados com o moderno, a cultura ela pode ser tradicional, usando novos conceitos sem esquecer

#artenordestina
#artebrasileira
#artemundial
#arte
#cultura
#pintura

LOCAL DE COMERCIALIZAÇÃO DE PRODUTOS DE TODOS OS TIPOS E QUE GERA EMPREGO E RENDA PARA O PIAUIENSE

<img alt=' troca-troca' src='teresina ' title='piauí'/>






A FEIRA DO TROCA TROCA JÁ É UM PATRIMÔNIO CULTURAL DO ESTADO DO PIAUÍ QUE FAZ PARTE DA VIDA DO POVO DE TERESINA




      Se existe uma coisa cultural dentro do Nordeste brasileiro, essa coisa se chama, feiras livres. Elas são antigas e muito populares em praticamente todas as cidades de pequeno, médio e grande porte dentro da região nordestina ou não. Podemos chama-la algumas de shoppings populares a céu aberto, como é a feira de Caruaru, Campina Grande e Recife e tantas outras. Dentro dessas feiras populares, vemos de tudo um pouco. De feira de mangai, a todo o tipo de bugiganga. O mais interessante nessas feiras, é a organização dos produtos, eles ficam em setores predeterminados, tais com: setor da farinha, do feijão, da carne, do peixe das roupas do troca-troca de objetos e por aí vai. 


<img alt=' troca-troca' src='teresina ' title='piauí'/>



      É bem comum nessas feiras, as pessoas encontrarem pessoas fazendo refeições com o belo cardápio nordestino, tais como: buchada de bode, panelada, chambaril, bode assado, galinha caipira e tantos outros pratos gostosos da região. Hoje vamos falar de uma dessas feiras que existe dentro do Nordeste, e que pela sua fama, ela é uma das mais frequentadas, tanto pelos piauienses quanto pelos turistas. Vamos falar da feira do troca-troca que é uma feira diferenciada e que já existe há bastante tempo nessa região, já faz parte da cultura local. Ela fica localizada às margens do rio Parnaíba, na divisa do Piauí com o estado do Maranhão do outro lado fica a cidade de Timon no Maranhão. A feira do troca-troca é uma espécie de feira aonde as pessoas comercializam vários tipos de objetos, tais como: eletrodomésticos, ventiladores, geladeiras, bicicletas, celulares, vasos sanitários novos e usados, e todo o tipo de coisas que você possa imaginar. As formas de negociação dos produtos não são apenas trocas, também compras e vendas, no entanto, os produtos têm que terem notas ficais, tanto faz serem novos como seminovos, isso é o que dá segurança e idoneidade dos objetos tanto para compra como para venda e para troca. 


<img alt=' troca-troca' src='teresina ' title='piauí'/>



      O troca-troca trata se de uma feira tradicional de venda e troca de mercadoria, existente desde o século XX, situado às margens do rio Parnaíba, aonde as negociações aconteciam sob o sombreamento de uma figueira. Entre os anos de 1985 e 1987 o Governo Municipal construiu uma cobertura em abóbada de cerâmica armada. O conjunto é composto por oito abóbadas, estruturada em pilares distanciados em seis metros entre si. Influência do engenheiro uruguaio Eladio Dieste, que desenvolveu o sistema construtivo da cerâmica armada. A edificação é um símbolo da paisagem urbana de Teresina, tem uma composição marcada pela leveza, transparência, pureza e pelo uso de materiais regionais.Localizada na avenida Maranhão-Centro, de propriedade da prefeitura municipal, projetado por Júlio Medeiros e Goreth Mendes, fundado em 1987. Ela representa um dos pontos turísticos mais conhecidos do estado. Atualmente ela sofre com problemas de infraestrutura, além da falta de apoio ao local. É uma pena, pois, esse local é parte da história da cidade de Teresina, precisa ser revitalizado para que os comerciantes possam, trabalharem com mais tranquilidade e conforto e para dá mais segurança e conforto para os visitantes. A feira do troca-troca, que surgiu da comercialização de objetos a sombra do pé de uma figueira, foi aonde os camelôs começaram e se organizar e conseguiram juntos a prefeitura municipal, uma boa infraestrutura para trabalharem. Esse local é bem visitado tanto pelos nativos do local quanto pelos viajantes e turistas regionais. Cantada em versos e prosas o troca-troca é uma referência na comercialização de produtos novos e usados. 


<img alt=' troca-troca' src='teresina ' title='piauí'/>



      Teresina tem muitos pontos turísticos, mas esse, fica na região centra da capital piauiense onde o fluxo de veículos e pessoas passam freneticamente próximo a ele. Essa feira fica justamente embrenhada dentro desse cinturão comercial da verde cap. Com um grande estoque de mercadorias novas e seminovas, a feira do troca-troca é um atrativo para os que gostam de consumir mercadorias mais barata e de boa qualidade com procedência legal. Não é de hoje que esse local chama atenção da população em busca de novidades e de preços baixos, fazendo disso, um ótimo passeio junto com a família, para conhecerem mais o centro de comércio da cidade verde. São feiras tradicionais como essa que, mostra o quanto o nordestino é criativo e empreendedor nos momentos bons ou ruins do comércio ambulante do nordeste brasileiro. Eu sempre soube dessa feira e via que nela existia como existe até hoje, um meio das pessoas que vivem dentro do comércio informal, gerarem renda e emprego, para poderem sustentar suas famílias e poder contribuir com o crescimento da cidade como um todo. Mas nos dias de hoje, muitos comerciantes e muitos frequentadores falam que nesse local, era muito bom de trocar os objetos, mas que hoje, fica muito difícil se trocar alguma coisa, porque muita gente quer uma volta em dinheiro, e os trocadores não querem voltar aquela quantia, aí desanima os querem trocar. Mesmo assim, as mercadorias circulam nesse local há cada dia. Os produtos mais procurados no Troca-Troca são as bicicletas, televisores e geladeira, mas, segundo o administrador, os campeões de vendas são os celulares vendidos nas lojas não cadastradas. O Troca-Troca é parte integrante do setor turístico do estado do Piauí. Esse local é parte estratégica para o turismo urbano e que faz parte da arte e da cultura regional. E é fruto da identidade cultural teresinense, com isso ajudando também a gerar renda, através dos empregos informais existentes no local. Quando for a cidade de Teresina, procure conhecer os costumes desse povo tão acolhedor e tão hospitaleiro como é o povo piauiense. Sempre é bom saber que, as feiras livres do sertão ou não, do Nordeste, estão a todo vapor no aquecimento das vendas de varejo. Essa feira fica em outra sub-região nordestina que é o meio norte, e talvez seja uma das maiores do gênero, que está dentro do meio norte, mostrando que sempre existe uma saída quando nos referimos a produtos novos e usados na base de troca ou não, para que gere sempre emprego e renda através desse tipo de comercialização de varejo, para que as pessoas sobrevivam dignamente. A feira sempre foi um sucesso e é cultural, faz parte da história do povo piauiense e da cidade de Teresina.
#texto



SÃO JOÃO MES DE FESTAS NO NORDESTE DO BRASIL TRADIÇÃO REGIONAL DA CULTURA DO NORDESTE

<img alt='sao-joao-nordestino' src='www.aartedenewtonavelino.com ' title='A ARTE NORDESTINA | Blog de Arte e Cultura: cultura do nordeste brasileiro'/>





FESTEJOS JUNINOS: QUADRILHAS JUNINAS, BRINCADEIRAS JUNINAS, SIMPATIAS JUNINAS, TRADIÇÃO E CULTURA NORDESTINA DENTRO DO SÃO JOÃO BRASILEIRO HOMENAGEANDO OS SANTOS JUNINOS.







      Na época junina, no Nordeste brasileiro, existe muita celebração, animação e muita devoção, nessa região do Brasil.  O mês junino, é celebrado em todas as regiões do Brasil, mas na região nordestina, isso é muito mais celebrado; é uma marca da região. Nesse mês, os santos da igreja católica são festejados, e são reverenciados com muita tradição e muita fé. 



<img alt='os-santos-juninos' src='www.aartedenewtonavelino.com ' title='A ARTE NORDESTINA | Blog de Arte e Cultura: cultura do nordeste brasileiro'/>



     Podemos dizer que, as simpatias feitas pelos sertanejos e por todos os Nordestinos ou quase todos, é uma coisa cultural desdes o Brasil colônia. Essa tradição foi introduzida no Brasil na época do Brasil colônia, pelos padres Jesuítas. O primeiro santo da igreja católica a ser celebrado no mês de junho é, Santo Antônio de Pádua, que é festejado no dia 13 de junho, o segundo é São João Batista, que é celebrado no dia 24 de junho, e o terceiro é São Pedro, no dia 29 de Junho. Muitas histórias relatam que, as pessoas, que fazem simpatia para obterem milagres nos dias celebrados para  cada um dele, dizem que elas são beneficiadas. As lendas existem, e dentro das festas juninas, elas são introduzidas já, há séculos, e o folclore também, sabemos que as festas juninas são a cara do Nordeste do Brasil e que, essa festa, faz parte da cultura nordestina, e da vida da sociedade local. As tradições fazem parte das comemorações. O mês de junho, é marcado pelas fogueiras, que servem como centro para a famosa dança de quadrilhas. 


<img alt='pau-de-sebo' src='www.aartedenewtonavelino.com ' title='A ARTE NORDESTINA | Blog de Arte e Cultura: cultura do nordeste brasileiro'/>



     Os balões também compõem este cenário, embora cada vez mais raros em função das leis que proíbem esta prática, em função dos riscos de incêndio que representam. Podemos dizer que, essa festa, é uma das mais comemoradas pelo o povo do Nordeste do Brasil. A festa junina é um sucesso dentro dessa região. Todos os anos, a tendência é aumentar o número de pessoas que prestigiam essa festa. Sempre é lindo e colorido ver, à noite de São João com seus fogos de artifícios, e bandeirolas tremulando ao ar, as fogueiras queimando no terreiro dessas festas. 



<img alt='bandeirinhas de sao joao' src='www.aartedenewtonavelino.com ' title='A ARTE NORDESTINA | Blog de Arte e Cultura: cultura do nordeste brasileiro'/>


      Você vai encontrar comidas típicas a base de milho: como pamonha, milho cozido, canjica, milho assado, bolo de milho, e muito forró. As quadrilhas juninas, animam o local da festa, ao som de muito forró, e de muita animação. No Nordeste, ainda é muito comum a formação dos grupos festeiros. Estes grupos ficam andando e cantando pelas ruas das cidades. Vão passando pelas casas, onde os moradores deixam nas janelas e portas, uma grande quantidade de comidas e bebidas para serem degustadas pelos festeiros. Nessa época junina, no Nordeste do Brasil, você percebe as barraquinhas espalhadas por todos os estados e por todas as cidades dessa região, com fogos de artifício e com roupas tradicionais para a ocasião, ou seja, roupas feitas para as tradicionais festas juninas. Isso é uma prática em toda cidade nordestina. A cultura do Nordeste, tem dessas coisas, o jeito bom e verdadeiro de fazer cultura de raiz. É muito engraçado os fogos que eram feitos no século passado, mas eram fogos que supriam as necessidades dos brincantes juninos, tais como: cobrinha, traque, chuvinha, traque de massa, vulcão, rojão de 12 e 3 tiros, bomba, foguetinho e outros. O São João é uma época onde as pessoas se confraternizam entre elas e se unem para celebrarem essa época tão festiva no Nordeste brasileiro. A cultura do Nordeste, ela é riquíssima, e mostra para o mundo, que essa região, é o celeiro da cultura brasileira.





TRADIÇÃO DA CULTURA POPULAR DO NORDESTE TEM SEUS SEGREDOS REVELADOS NO SÁBADO DE ALELUIA

A MALHAÇÃO DO JUDAS NA TRADIÇÃO DO NORDESTE BRASILEIRO MOSTRADA NO SÁBADO DE ALELUIA | fonte da imagem: afifedigital






A MALHAÇÃO DO JUDAS NA TRADIÇÃO DO NORDESTE BRASILEIRO MOSTRADA NO SÁBADO DE ALELUIA



      O nordestino, é muito devoto dos santos da igreja católica, pois o Brasil é um país de maioria católica, e parece que, no Nordeste brasileiro, isso se torna mais fervoroso, pois isso já vem de berço, passando de paí para filho. e é por isso mesmo que, nessa região, exista mais festas em co  em comemoração aos santos da igreja católica. 

A MALHAÇÃO DO JUDAS NA TRADIÇÃO DO NORDESTE BRASILEIRO MOSTRADA NO SÁBADO DE ALELUIA | fonte da imagem: clickpb


      Primeiro pela fé e devoção, e depois pela geração de emprego e renda que traz para essas cidades pequenas, onde  são realizadas essas festas do santo padroeiro. Por essas e por outras, é que, a devoção do homem nordestino ninguém duvida. Nessa região, de uns anos para cá, começou a ser explorado  o turismo religioso, justamente porque, pequenas ou médias cidades, tem como fonte de renda, o turismo religioso, ou as festas religiosas;  que são aquelas que comemoram o aniversário dos Santos, tais como, Santo Antônio, São João, São Pedro, mas também tem São Francisco de Assis, Padre Cícero, Nossa Senhora e tantos outros santos da igreja católica como Santo Expedito, São Judas Tedeu.  

A MALHAÇÃO DO JUDAS NA TRADIÇÃO DO NORDESTE BRASILEIRO MOSTRADA NO SÁBADO DE ALELUIA | fonte da imagem: youtube


      Isso faz do Nordeste,  uma região de pessoas de fé. Essas festas, são festas que existem durante o ano inteiro em diversas cidades do interior nordestino ou não. Uma dessas festas, acontece depois de outra festa, que é o carnaval. O carnaval é uma festa pagã cristã, mas que é comemorada por todos, e que só termina na quarta feira de cinzas.  Já na quarta feira de cinzas, é o início da quaresma que tem como período fixado pela igreja católica, seis semanas de tradição cristã, é que, vem uma outra festa depois da Semana Santa, onde nós chamamos a  "Queima do Judas" ou A MALHAÇÃO DO JUDAS. Isso já é no Sábado de Aleluia. Essa tradição vigente em muitas comunidades católicas e ortodoxas que foi introduzida na América Latina pelos espanhóis e portugueses. Ela também é realizada em muitos outros países. O sábado de aleluia, simboliza a morte de Judas Iscariotes. No Brasil, como todos já sabem, as pessoas mais humildes ou não, se inspiram na confecção do Judas, de acordo com os personagens que vem massacrando a sociedade. Nessa comemoração, os idealizadores costumam encher os bonecos de palhas secas ou papel, e veste esses bonecos com aparência de alguns políticos CORRUPTOS ou que não, que não venha fazendo nada para construir uma sociedade mais justa, ou algum outro personagem da sociedade tais como: personagens que não condizem com seu cargo, seu status ou qualquer outro tipo de personagem que eles acham traidores. 

A MALHAÇÃO DO JUDAS NA TRADIÇÃO DO NORDESTE BRASILEIRO MOSTRADA NO SÁBADO DE ALELUIA | fonte da imagem:  mapa.cultura



      O bom disso tudo, é que, quando o Judas está pendurado em algum poste espalhado pela cidade, tem que ter um sentinela vigiando o boneco para que ele não seja roubado, e seja pendurado em outra parte da cidade. Nesse meio tempo entre sexta feira da paixão e o sábado de aleluia dia em que o Judas será queimado e espancado, o povo fica vigiando uns aos outros para que não roube os Judas pendurados pela cidade. E assim a festa pagã começa no sábado de Aleluia com festa e bebida a vontade,  e muito papo entre as pessoas. Essa é a tradicional festa da Queima do Judas no sábado de aleluia no Nordeste brasileiro



TEATRO DE BONECOS

Mamulengos ou Marionetes l Fonte da imagem: saladeartesvirtual








MAMULENGOS OU MARIONETES




A região do Nordeste e a sua cultura no cenário social e econômico nordestino e brasileiro é muito importante. Sabemos que a nossa cultura, tem influências diversas, dentro do cenário cultural popular. Ela está diretamente ligada a sociedade e seus costumes. Quando o Brasil foi colonizado, veio muitas culturas trazidas pelas pessoas de outros continentes. 




Mamulengos ou Marionetes l Fonte da imagem: culturadigital



      Elas vieram da Europa, da África e uma parte do oriente, além da própria cultura indígena que tínhamos aqui. Isso com certeza, foram os primeiros passos para à cultura popular brasileira trilhar nos caminhos das artes. Hoje vamos falar de um dos seguimentos da nossa arte popular que teve a influência lá pras bandas do oriente e que depois com o passar dos tempos foi adaptado aos nossos costumes e gostos e que se tornou genuinamente popular.  Vamos falar do “Mamulengo” que é um tipo de “fantoche” tipo nordeste brasileiro. Os primeiros bonecos, que se tem notícias, no Brasil Colônia são bonecos portugueses e espanhóis. No século XlX, imigrantes germânicos trouxeram o seu teatro de títeres, o Kaspels Theater, que também é de luvas. 




Mamulengos ou Marionetes l Fonte da imagem: avozdacidade




      Os historiadores falam que as primeiras aparições mais antigas de teatro de “marionetes” no Brasil, foram faladas no Rio de Janeiro, isso lá pelo século XVlll, por Luiz Edmundo, livro “O Rio de Janeiro no tempo dos Vice-Reis”. No Nordeste, ele aparece primeiro em Pernambuco e depois começou no restante da região. Ele muda de nome, de estado para estado. O teatro de Bonecos nasceu há muito tempo atrás, no Oriente principalmente na China, Índia, em Java e na Indonésia. Lá ele conquistou um status espiritual e era tratado com muita reverência. Os orientais consideravam estes bonecos como verdadeiros deuses, dotados de recursos mediúnicos e fantásticos. 






Mamulengos ou Marionetes l Fonte da imagem valdeckdegaranhuns




     Eles eram criados com tamanha perfeição que se tornavam idênticos aos seres vivos, muitas vezes inspirados realmente em personagens reais. Suas histórias são tão ancestrais quanto o próprio teatro tradicional. Este tipo de arte se tornou presente entre os primitivas que, deslumbrados com suas silhuetas nas paredes das cavernas, elaboraram o teatro de sombras, visando talvez entreter seus filhos. Daí então, o homem não segurou mais a sua vontade de criação nesse tipo de arte. Suas apresentações eram em praças públicas, nos festejos religiosos, e a temática que é usada em geral tem variações diversas. A magia do teatro de bonecos, dessa arte milenar, encanta adultos e crianças. Depois da China e outros países do oriente, ele entrou na Europa, depois de alguns anos ele entra na América, o surgimento do Teatro de Bonecos aconteceu por volta do século XVl, época dos grandes descobrimentos, o que contribuiu muito para sua divulgação no mundo inteiro. Confeccionado muitas vezes, semelhante à nossa imagem, o boneco se torna um ser misterioso em torno do qual podemos construir um mundo. Eles criam vida através das mãos mágicas dos manipuladores, é a partir dai que, sua expressão se concentra em todo movimento. Ao chegar ao Brasil, o teatro de bonecos tinha várias formas distintas (Engonço, Bonifrate, Tourinha, Preepe e vários outros nomes). Não podemos precisar quando ele chegou por essas bandas, só sabemos que ele se desenvolveu como arte popular recebendo logo diversos nomes e particularidades de acordo com a região, esse é o nosso “Mamulengo”. Os bonecos que encantam as pessoas que prestigiam suas apresentações.










CAPOEIRA E ARTE

Fonte da imagem: farolnews









DANÇA, EXPRESSÃO CORPORAL, ACROBACIA







      A capoeira foi trazida para o Brasil, pelos escravos africanos, mas seu nome é tupi-guarani. Talvez ela seja a única legítima arte marcial brasileira, declarada patrimônio cultural brasileiro pelo instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN), foi criada nos tempos da escravidão, pelos negros do Brasil, como forma de preparação para fugas. A capoeira é uma autêntica expressão cultural brasileira, é uma mescla de luta marcial, dança, esporte e música. Ela surgiu pela necessidade de auto defesa dos negros trazidos para trabalharem nos engenhos e fazendas. 




Fonte da imagem: otabuleiro



      Um capoeirista tinha maior chance de sucesso contra os capitães do mato. Portugal adotou a prática da escravidão ainda no século XV, antes da descoberta do Brasil, que ainda assim, foi o maior receptor de escravos como mão de obra, já que a população local (os índios) não se adaptavam à produção em escala comercial. É possível que na época do Brasil colônia, tenham entrado de 3,5 milhões de africanos trazidos a força para o Brasil, para serem escravos entre o século XVI e XIX. A capoeira caracteriza-se pela musicalidade. As lutas e apresentações são marcadas pelo ritmo do berimbau e dos atabaques, tocados pelos próprios praticantes, o que confere um caráter lúdico à prática. O termo é a junção de duas palavras indígenas Ka’a (mata) e puer (que fora). 



Fonte da imagem: baiabonita




     Eles iam para as matas, muitas vezes integrando-se com aldeias de índios. Também no início da colonização portuguesa, a população negra era majoritária. A falta de armas era o grande triunfo dos europeus, o desconhecimento do território e a discordância entre escravos de nações diferentes, impediu que se formasse uma frente homogênea para reagir aos castigos físicos, que eram verdadeiras torturas, pois a carga excessiva de trabalho era brutal especialmente nas fazendas de cana de açúcar. Então a solução encontrada por eles eram as fugas. Foi por isso que a capoeira surgiu como esperança de liberdade, mais do que é uma técnica de combate. Os escravos desenvolveram a técnica e a luta para superarem o meio hostil e os ataques de capitães do mato. A capoeira possui três estilos que diferenciam nos movimentos e no ritmo musical de acompanhamento. 


Fonte da imagem: trover



       O estilo mais antigo, criado na época da escravidão, é a capoeira angola. As principais características deste estilo são: ritmo musical lento, golpes jogados mais baixos próximos do solo e muita malícia. O estilo regional, criado por mestre Bimba, caracteriza-se pela mistura da malícia da capoeira angola com o jogo rápido de movimentos, ao som do berimbau. Os golpes são mais rápidos e secos, sendo que as sua coreografia não são utilizadas. O terceiro estilo de capoeira é o mais praticado na atualidade. É importante ressaltar que capoeira é uma só, a capoeira de Angola, é considerada a precursora desses outros estilos, mas ela, a capoeira de Angola, é a mais próxima da capoeira jogada pelos africanos.