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O DELTA DO PIAUÍ É PURA ARTE E CULTURA E FICA NA ROTA DAS EMOÇÕES ENTRE O ESTADO DO PIAUÍ E O ESTADO DO MARANHÃO MOSTRANDO AS BELEZAS DO NORDESTE BRASILEIRO

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O MAJESTOSO ARQUIPÉLAGO DO DELTA DO PIAUÍ É UMA BELEZA EXUBERANTE QUE MOSTRA SUA CAPACIDADE DE PRODUÇÃO DE ARTE E CULTURA LOCAL DENTRO DO ECO TURISMO




      Em se falando de nordeste brasileiro, tudo na área de turismo é possível, pois, se existe uma região privilegiada por Deus, essa região é a região nordestina. Por exemplo: no Rio Grande do Norte, temos as dunas, em Pernambuco temos a cidade histórica de Olinda com seus casarões coloridos, no Ceará as Jangadas e seus Jangadeiros, na Bahia, o Pelourinho, em Alagoas, a praia de Pajuçara, em Sergipe, as festas Juninas, na Paraíba, seu São João, no Piauí o Delta do Parnaíba, no Maranhão, o tambor de Crioula e por aí vai. 

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      Você misturando o calendário festivo dessa região com as belezas naturais que existem nela, você pode tranquilamente fazer uma miscelânea Cultural, mesmo porque, essa região é um celeiro de arte e cultura. Hoje vamos falar de uma dessas maravilhas deixadas por Deus aqui na terra, precisamente no estado do Piauí. Vamos falar do Delta do Piauí. Ele é considerado uma das mais maravilhosas paisagens do mundo. Fica localizado entre os estados do Maranhão e Piauí, tendo em Parnaíba sua porta de entrada. Ele é um raro fenômeno da natureza que, só existe em três lugares, Brasil, no Rio Nilo, na África, e em Me Kong, no Vietnã. Sua configuração se assemelha a uma mão aberta, onde os dedos representam: barra de Tutoia, Barra do Caju, Barra do Igaraçu, Barra das Canárias e Barra da Melancieira, que se ramificam, formando um grandioso santuário ecológico. É nesse litoral que se localiza o Delta do Parnaíba, o principal rio piauiense. Trata-se do único delta em mar aberto do mundo, que guarda em si as belezas de um manguezal mais do que preservado, rica fauna e praias desertas e belas, perfeitas para a prática de esportes como o kitesurf, o windsurfe e o surf. Passeio pelo Delta: Para conhecer o intrigante Delta do Parnaíba, a melhor pedida é optar pelo passeio de barco pelas águas transparentes e calmas, que formam o Delta. 

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      Leva pelo menos, cerca de seis horas de viagem pelo rio e córregos que nele deságuam. Nesse trajeto, chama a atenção a vegetação aquática do delta, formada primeiro pelos aningas, plantas aquáticas semelhantes ao antúrio que formam um vasto tapete verde sobre as águas, depois pelos carnaubais, palmeira da região de onde se extrai a parafina, a cera e outros derivados, e, por fim, o manguezal. Outro passeio muito interessantes são os de jipe. Existem dois roteiros: um para o oeste e outro para o leste. No primeiro, a partir da Ilha da Pedra do Sal e pela areia, dá para ir às dunas do Urubu e do Gemedor e a algumas lagoas que se formam em meio às dunas. No segundo, por asfalto, vão-se até as praias de Atalaia, em Luís Correia, município vizinho de Parnaíba, e praias do Coqueiro, Carnaubinha, Macapá e Maramar. Esses passeios, tem a duração de quatro horas e custam cerca de R$ 280 para quatro pessoas. O turista pode, dá uma passada até a Lagoa do Portinho, que é excelente para banhos de água doce e tem infraestrutura de alimentação e passeios de lancha, caiaque e banana boat. Nesse mesmo roteiro, o turista pode conhecer a arte e cultura de Parnaíba e a Praia da Pedra do Sal, que tem um farol. E se deliciar nas barracas de praia comendo aquele caranguejo, prato típico regional. O Delta do Parnaíba, junto com Jericoacoara no Ceará e Lençóis Maranhenses, integra a chamada Rota das Emoções, roteiro que une três destinos de preservação ambiental nesse pedaço do Nordeste brasileiro. O delta impressiona pelo seu ecossistema, pelos ribeirinhos que dependem dele, pela grandiosidade de suas dunas, pelo, o encontro das águas com a fauna e flora, e pela sua imensidão que te envolve. Esse lugar parece mais com um grande labirinto de igarapés, que somente os nativos têm condições de sair sozinhos de lá. O ponto de apoio para o Delta é a cidade de Parnaíba, a segunda mais importante do Piauí, com 146 mil habitantes e situada a 330 km da capital, Teresina. Lá estão os melhores hotéis, a melhor infraestrutura de serviços e demais facilidades que podem ser úteis aos turistas. A história desse Delta se inicia com a descoberta, no século XVl, pelo explorador Nicolau de Rezende quando navegava pelo litoral nordestino e sofreu um acidente na divisa do Maranhão com Piauí. 


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      Ele trazia uma grande quantidade de ouro em sua embarcação e acabou perdendo a carga nas águas da região. Ele permaneceu por mais de dezesseis anos no local, mas não conseguiu recuperar seu ouro. Indo ao estado do Piauí, procure conhecer Parnaíba e o Delta do Parnaíba, você vai se surpreender com as belezas desse lugar. Quando falamos em artesanato, o Delta do Parnaíba se destaca pela produção de esculturas, cerâmicas das mais diversas, trançados em palha, móveis, entre outros. Boa parte desse artesanato deriva da palha da carnaúba, árvore típica encontrada nos estados do Maranhão, Piauí, Ceará e Rio Grande do Norte, da fibra de taboa, planta aquática comum nas lagoas da região. São nas cidades de Parnaíba e Ilha Grande, Piauí, que os artesanatos extraídos da palha de carnaúba são confeccionados, como porta-retrato, cestos, bolsas, pratos decorativos, mandalas, acessórios, entre outros. Na região nordeste do Brasil, é onde se concentra arte e cultura brasileira. O nordeste brasileiro é conhecido dentro e fora do Brasil pelo seu artesanato regional.

O TURISMO DE AVENTURA NA CIDADE PARAIBANA DE FAGUNDES FAZ PARTE DA CULTURA E DA ARTE NORDESTINA DENTRO DO CONTEXTO CULTURAL DO NORDESTE BRASILEIRO

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A CIDADE DE FAGUNDES NA PARAÍBA TEM SEUS PONTOS TURÍSTICOS DENTRO DA CAATINGA NORDESTINA ESSA CULTURA NORDESTINA FAZ PARTE DA REGIÃO DO NORDESTE BRASILEIRO




      A pedra de Santo Antônio, é um ponto turístico religioso que fica na Serra do Bodopitá no município de Fagundes, no estado da Paraíba. Essa pedra é formada como tantas outras, por agrupamentos de diversos minerais e que formam as montanhas. São minerais sólidos que formam elas. E essa pedra, é uma como tantas outras que estão espalhadas no sertão e no agreste nordestino que, terminam se tornando pontos turísticos; tanto pelas suas belezas quanto pela fé do homem do Nordeste


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      Na verdade, reza à lenda que, essa pedra, começou a virar ponto de visita desde a época que acharam uma imagem católica de Santo Antônio, dentro de uma das fendas dela, no século XlX. Alguns descendentes de escravos, vindo de Pernambuco, encontraram essa imagem dentro da fenda dessa rocha, e depois de muito tempo, levaram a mesma imagem para uma igreja em Fagundes, só que, misteriosamente, a imagem, tornava a voltar para a rocha, local de origem. Depois do terceiro desaparecimento, a pequena passagem tornou-se de difícil acesso e a imagem nunca mais foi vista. No ano de 1904, foi erguida uma capelinha, no lugar, com uma estátua de Santo Antônio. 


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      Depois disso, começaram as romarias que ocorre até os dias atuais. Hoje em dia, milhares de devotos de Santo Antônio, sobem a pé, quase 2 quilômetros que separam a rocha, da simpática cidade de Fagundes. Essa pequena cidade, fica situada ao pé da serra, e é a principal porta de entrada para os encantos escondidos na pedra. Depois que você chega até à pedra, você tem o trabalho de rastejar por uma fenda de 40 cm, que foi esculpida pelo vento, no pé da grande rocha. Além das belezas naturais, a região transformou-se num dos mais disputados pontos de peregrinação religiosa do Nordeste, e tudo por causa da Pedra de Santo Antônio. A peregrinação, tem início, quando os devotos sobem a serra a pé, cobrindo quase dois quilômetros, para obter curas de enfermidades, fazer pedidos e retribuir graças alcançadas pelos devotos. 


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      Os fiéis, além de obterem curas para as diversas enfermidades, os devotos garantem que, uma vez realizado o sacrifício, no próximo ano ele consegue um casamento. Não é de agora que, Santo Antônio, é conhecido como o santo casamenteiro. Além de muitas festas católicas e de muitas romarias no local, você ainda pode se deliciar com um bom forró pé de serra e com um cardápio tipicamente regional. Fagundes é um pequeno município do compartimento da Borborema, situado a 120 km de João Pessoa, comemora largamente as homenagens de milhares de brasileiros a Santo Antônio. Por lá, você irá encontrar um cenário repleto de trilhas ecológicas e monumentos naturais, o recanto atrai, além dos turistas aventureiros, milhares de fiéis que visitam o lugar para agradecer as graças alcançadas em devoção a Santo Antônio. Apesar de não possuir ainda infraestrutura adequada para receber um número maior de turistas, a Serra do Bodopitá já se destaca como ponto para a prática de Treking(, trilhas pelas matas), assim como, para quem gosta de desafiar o medo através de esportes de aventura, como, por exemplo, o rapel e da escalada em rocha. Nos passeios pela Serra, é possível ter ainda, um contato direto com a fauna local, formada principalmente por répteis e pássaros típicos da região. Quem chega a Campina Grande, vindo de João Pessoa, à capital paraibana, vindo pela BR 230, não pode deixar de se admirar com a imponente cadeia de montanhas, que forma a Serra do Bodopitá. Ali, existem quase 900 metros de altitude em relação ao nível do mar. Se você vier à Paraíba, não deixe de conhecer esse maravilhoso local. Procure um guia autorizado, alguém que conheça o local. Para você chegar a cidade de Fagundes, ponto de partida para um roteiro pela interessante Serra do Bodopitá, é preciso pegar a BR-230, em direção a João Pessoa, para quem vem a partir da cidade de Campina Grande. Da BR para a cidade, são apenas 20 quilômetros aproximadamente em estrada asfaltada e mais 3 km até chegar a Pedra.


TURISMO DE AVENTURA

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   O SEGREDO DE VIAJAR BEM

                                    
     

    Nas andanças pelo Nordeste brasileiro, os turistas nacionais e os estrangeiros se encantam com tantas belezas naturais dessa região. Essa região brasileira é uma das que recebem mais turistas e que consegue através do turismo aquecer a rede hoteleira dessa região. Esse é um ciclo que direta ou indiretamente aquece uma infinidade de setores comerciais, que traz dividendo para as receitas desse estado. O turismo dentro do Nordeste é muito presente; começando pelo litoral e entrando pelas sub-regiões dentro do próprio Nordeste, tais como: o litoral, agreste, sertão e meio norte. 



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      Hoje vamos falar da cidade de Paulo Afonso é um município Baiano, que foi emancipado em 28 de julho de 1958 do município de Glória. Ele tem uma área de 1.574 quilômetros quadrados e sua população gira em torno de mais de 120.000 habitantes. Faz limite, ao norte com o município de Glória, ao sul com o município de Santa Brígida, a leste com o estado de Alagoas, a oeste com o município de Rodelas e a sudoeste com o município de Jeremoabo. Essa região começou a ser habitada por portugueses no início do século XVlll. Chefiados por Garcia D’ávila, subiram o rio São Francisco a atingiram as terras onde hoje está localizado o município. Em 1725, o sesmeiro Paulo Viveiro Afonso, recebeu por alvará uma sesmaria, situada na margem esquerda do rio, que fica do lado alagoano, outro estado brasileiro, que abrangia as terras da cachoeira, até então conhecida como Sumidouro. 


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     Em 1913, Delmiro Gouveia, empresário da época, se encanta com o potencial da região e constrói uma grande Usina hidrelétrica do Nordeste, a partir dessa ideia Delmiro Gouveia e Getúlio Vargas assinam um decreto autorizando a Chesf (Companhia Hidrelétrica do São Francisco) a fazer uma assembleia em 1948, de acionistas. Entorno dessa hidrelétrica nasce a cidade de Paulo Afonso, até então, fazia parte do município de Glória. Em torno de tudo isso a população de Paulo Afonso foi mesclada por pessoas que vieram de vários estados do Brasil, para trabalhar nas construções da Hidrelétrica, desses pioneiros surgiu à nova geração que hoje povoa a cidade. Por ela ser uma cidade bem jovem, ela ainda não tem uma identidade cultural formada, e é por isso que ela tem influências dos estados vizinhos. Ela está desenvolvendo a sua própria cultura, para ver se daqui alguns anos ela possa ter sua própria identidade cultural, por isso os poderes públicos e privados estão investindo em espaços físicos para que a prática cultural possa ser praticada. Paulo Afonso só se tornou município a partir de 1958. Paulo Afonso tem muitos atrativos para os turistas e para nativos. Essa cidade é encantadora. 



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   A queda d’água do Rio São Francisco é uma das características mais marcantes de Paulo Afonso. Na sala dos visitantes, existem grupos especializados, de guias turísticos para acompanhar os visitantes. A Chesf investiu na qualidade de atendimento e conforto aos turistas, e melhorou os acessos, construiu mirantes, fez aquários na ilha do Urubu, trocou o antigo bondinho por um bonde novo, que é Austríaco. A cachoeira de Paulo Afonso é formada por várias quedas d’água, recortada em plataformas assemelhando-se a imensos degraus. A variedade de coisas que fizeram para você conhecer esse local e o conforto que você terá quando estiver visitando o mesmo, faz com que esse espaço dentro do Sertão nordestino, seja um local que você apreciar e se deslumbrar com sua família. Quando vier ao Nordeste do Brasil, procure conhecer o sertão brasileiro e procure conhecer a cidade de Paulo Afonso no estado da Bahia. Você terá uma ótima infraestrutura e uma logística muito boa. O segredo de como viajar bem é: primeiro pesquisar os pacotes de viagens, depois pesquisar os preços, os destinos, infraestrutura e logísticas e por fim, ter um guia turístico credenciado. 




                                 










TURISMO RELIGIOSO

SERRA DO BODOPITÁ | Fonte da imagem: geotrilhas









SERRA DO BODOPITÁ







      A pedra de Santo Antônio, é um ponto turístico religioso que fica na Serra do Bodopitá no município de Fagundes, no estado da Paraíba. Essa pedra é formada como tantas outras, por agrupamentos de diversos minerais e que formam as montanhas. São minerais sólidos que formam elas. E essa é uma como tantas outras que estão espalhadas no sertão e no agreste nordestino que, terminam se tornando pontos turísticos; tanto pelas suas belezas quanto pela fé do homem do Nordeste. 





      Na verdade, reza à lenda que, essa pedra começou virá ponto de visita desde a época que acharam uma imagem católica de Santo Antônio dentro de uma das fendas dessa pedra lá pelo século XlX. Alguns descendentes de escravos vindo de Pernambuco, foi quem encontraram essa imagem dentro da fenda dessa rocha, e depois de muito tempo levaram a mesma imagem para uma igreja em Fagundes, só que misteriosamente a imagem tornava a voltar para a rocha, local de origem. Depois do terceiro desaparecimento, a pequena passagem tornou-se de difícil acesso e a imagem nunca mais foi vista. No ano de 1904, foi erguida uma capelinha no lugar, com uma estátua de Santo Antônio. Depois disso, começaram as romarias que ocorre até os dias atuais. 





      Hoje em dia, milhares de devotos de Santo Antônio sobem a pé os quase 2 quilômetros que separam a rocha da simpática cidade de Fagundes, uma pequena cidade situada no pé da serra e principal porta de entrada para os encantos escondidos na pedra. Depois que você chega até à pedra, você tem o trabalho de rastejar por uma fenda de 40 cm que foi esculpida pelo vento, no pé da grande rocha. Os fiéis além de obterem curas para as diversas enfermidades, os devotos garantem que, uma vez realizado o sacrifício, no próximo ano ele consegue um casamento. Não é de agora que Santo Antônio é conhecido como santo casamenteiro. 





       Além de muitas festas católicas e de muitas romarias no local, você ainda pode se deliciar com um bom forró pé de serra e com um cardápio tipicamente regional. Fagundes é um pequeno município do compartimento da Borborema, situado a 120 km de João Pessoa, comemora largamente as homenagens de milhares de brasileiros a Santo Antônio. Por lá você irá encontrar um cenário repleto de trilhas ecológicos e monumentos naturais, o recanto atrai, além dos turistas aventureiros, milhares de fiéis que visitam o lugar para agradecer as graças alcançadas em devoção a Santo Antônio. 





      Apesar de não possuir ainda infraestrutura adequada para receber um número maior de turistas, a Serra do Bodopitá já se destaca como ponto para a prática de Treking(, trilhas pelas matas), assim como para quem gosta de desafiar o medo através de esportes de aventura, como por exemplo, o rapel e da escalada em rocha. Nos passeios pela Serra e possível ter ainda um contato direto com a fauna local, formada principalmente por répteis e pássaros típicos da região. Quem chega a Campina grande vindo de João Pessoa, à capital paraibana, vindo pela BR 230, não pode deixar de se admirar com a imponente cadeia de montanha que forma a Serra do Bodopitá. Ali, existe quase 900 metros de altitude em relação ao nível do mar. Se você vier à Paraíba, não deixe de conhecer esse maravilhoso local. Procure um guia autorizado, alguém que conheça o local.




      

TEMPLO CULTURAL DO NORDESTE

ATRATIVO TURÍSTICO | Fonte da imagem: Teatrocaetanno's Blog










ATRATIVO TURÍSTICO








      O sertão do Nordeste brasileiro tem vários atrativos turísticos, tanto dentro do seu bioma, a caatinga, como fora dele, ou seja, na maior parte do seu litoral. Em algumas partes do seu bioma, existem vários pontos turísticos criados pela própria mãe natureza. Deus nos deu toda beleza desses locais, o homem apenas entrou com infraestrutura, logística e divulgação desses pontos turísticos. Quando algumas sub-regiões dentro do Nordeste brasileiro não beneficiado pela natureza com pontos turísticos naturais, o homem cria. 





      Ele inventa alguma coisa que gere emprego e renda para aquelas pessoas desses locais, sem falar que movimenta o setor cultural desses lugares. Um exemplo real disso, é a cidade-teatro de Nova Jerusalém, onde acontece desde 1968 o espetáculo da Paixão de Cristo, que acontece na semana santa. Esse teatro aberto fica na cidade de Brejo de Deus que fica a 48 Km de Caruaru e a 190 da capital de Pernambuco, Recife. Ele fica no distrito de Fazenda Nova aonde fica esse teatro. A construção dele, tem 100.000², com uma muralha de 3.500 metros por 9 metros de altura, com 70 torres. 





      No local do teatro existe uma pousada: Pousada da Paixão. O espetáculo da paixão de Cristo é um dos mais importantes para o setor turístico do estado de Pernambuco. Nesse período, as pousadas e hotéis da região chega a lotar mais do que em outras épocas de festejos. Mais de 250.000 pessoas circulam pela cidade, durante a época da semana santa. Umas 90 mil assistindo ao espetáculo da paixão de Cristo, e o restante no entorno da cidade teatro. Também existe feiras de artesanato e de alimentação. Esse local é uma réplica da cidade de Jerusalém, em Israel. Esse teatro é considerado o maior teatro ao ar livre do mundo. A paixão de Cristo de Nova Jerusalém, completa 50 anos de apresentação no maior teatro ao ar livre do mundo, em 2017. 






      Desde que foi inaugurada, a paixão de Cristo, vem sendo encenada por 450 atores e figurantes, todos os anos, envolvendo mais outras centenas de profissionais na sua produção. Visto por cerca de 4 milhões de pessoas ao longo de sua existência, o espetáculo, que em 2016 será realizado de 19 a 26 de março, onde conta a vida de Jesus enfocando alguns dos principais fatos relatados na Bíblia sagrada. Iniciando com o sermão da montanha e terminando com a linda cena da ascensão de Jesus Cristo, aos céus. São nove palcos plateia com uma arrojada cenografia que reproduz lugares, ambientes e prédios de Jerusalém daqueles tempos de Jesus. 






      Como o templo, fórum romano, o palácio de Herodes e o Monte do Calvário. Ainda existe um lindo e rico figurino dos atores, e muito efeito especiais, enriquecendo e deixando ainda mais próximo das cenas reais que aconteceram na época de Jesus Cristo. A ideia de construir esse enorme projeto foi de Plínio Pacheco, que chegou a Fazendo Nova em 1956. Mas o seu plano só veio dá início no ano de 1968, com o primeiro espetáculo na Nova Jerusalém. Sua inspiração foi através de um evento da páscoa semelhante, realizado por habitantes de uma cidade alemã, para criar algo que atraísse turistas e movimentasse o comércio local. 






      Os primeiros espetáculos da pequena vila, começaram com a participação apenas de familiares e amigos. Com o passar dos anos, as encenações começaram a atrair atores e técnicos de teatro do Recife e depois foi ganhando notoriedade em outros estados passando de pequeno espetáculo para grande espetáculo até chegar aos dias atuais. Além de um grande espetáculo cultural e teatral, virou um grande negócio, que gera emprego e renda, direta e indiretamente para o povo dessa região.









UMA CULTURA PRAIANA

MODO SIMPLES DE VIVER | Fonte da imagem: TripAdvisor












MODO SIMPLES DE VIVER








       O litoral do Nordeste brasileiro é realmente um dos lugares mais belos para se passar férias e para ser desbravado. Com águas mornas em umas praias e águas mais frias em outras, esse litoral tem muito atrativo para ser mostrado e ser devidamente conhecido pelos turistas, tanto do Nordeste e do Brasil quanto pelos turistas internacionais. Com sol forte e muito calor, essa região tem um verão de 365 dias do ano, que favorece e muito, para um grande verão, e para que os turistas gostem muito das praias do Nordeste. 





     Esses ingredientes são muito importantes para um verão de sucesso. A região litorânea dessa região, é considerada “o caribe do Brasil”. Dentre muitas cidadezinhas litorâneas, escolhemos uma para destacar uma pousada, pois se tratando de verão, claro que a infraestrutura desses locais tem que ser impecável ou não, vai depender muito da administração desses locais. Jericoacoara é um desses lugares que se coloca o pé na área sem preocupação com nada. 





      A cidade é um charme só, fica localizada a cerca de 300 KM de Fortaleza, a capital do estado do Ceará, é uma antiga vila de pescadores e hoje é uma das praias mais conhecidas por ser um verdadeiro paraíso, com grandes atrativos. Como esse é um lugar que não é tão explorado, comparado com outras cidades da região Nordeste, a chegada até Jericoacoara não é muito fácil, tem que ser através de carros 4x4 ou jardineira, uma espécie de caminhão aberto que tem capacidade para umas 25 pessoas. 





      Mas vamos falar aqui hoje é de uma pousada que está localizada em Jericoacoara e que tem uma arquitetura daquelas de dá água na boca e deixar todos nós estarrecidos com a sua colorida e linda arquitetura de bom gosto. Um verdadeiro colorido tropical. Estamos falando da Pousada Ibiscus, que se parece mais com um Hotel rústico. Ela fica próximo da praia, uns 3 minutos se o turista for a pé. Com suas acomodações a pelo menos uns 250 metros da beira mar, essa pousada de alta qualidade dá para os turistas, todo o conforto de uma pequena cidade praiana que fica no litoral nordestino. 





      Ela tem quartos com ar condicionados e uma decoração bem tropical, um colorido que faz dela uma pousada diferenciada das outras. Seus quartos têm varandas privadas e todos estão equipados com frigobar e cofre, e um serviço de wifi disponível em todas as dependências. Ela oferece um bufe de café da manhã todos os dias, e se você quiser outras refeições você pode ir até o centro, que fica a 200 metros do hotel. Na pousada Ibiscus você pode desfrutar de passeios a cavalo através do Parque Nacional de Jericoacoara. Também pode reservar passeios de buggy nas dunas. 





      O local para esportes náuticos como windsurfe fica apenas a 300 metros da Pousada. Essa pousada é uma das que, pode te dá um dos melhores custos benefício de hospedagem em Jericoacoara. A equipe da pousada, sempre está disponível para atender aos hóspedes, sendo assim, você pode se sentir como se estivesse em casa. Então vemos que, quem vem para o Nordeste brasileiro atrás de boas férias a beira mar, deve primeiro consultar cada pousada daquele lugar que ele quer passar suas férias, para depois, fazer a reserva em alguma pousada. 





      Para chegar a Jericoacoara, no Ceará, indo por Fortaleza, você pode pegar um ônibus e a viagem só dura 6 horas, depois pega uma jardineira até Jeri, mais uma hora. A outra opção é contratar um transporte particular. Para chegar a Jericoacoara tem que ser um carro 4x4. A beleza e o bom trabalho hoteleiro da Pousada Ibiscus podem deixar o turista a vontade como se você estivesse em casa. A beleza do lugar é outro fator que pode te surpreender, pois o colorido desse local é diferenciado e contrasta com atmosfera do ambiente. Antes de fazer sua viagem, o turista tem que entrar em contato com o seu guia turístico para que suas férias não seja um desastre.















TURISMO NO SERTÃO

CÂNION NA CAATINGA | Matraqueando












CÂNION NA CAATINGA







       A região nordestina é simplesmente diversificada de belezas naturais abençoadas por Deus, sendo menos favorecida pelos fenômenos climáticos como por exemplo, invernos regulares. Para isso, alguns estudiosos tem uma explicação: a ocorrência do El Niño, fenômeno de aquecimento das águas do oceano Pacífico que transforma todo o clima global. 





      Por aqui ele enfraquece a brisa do atlântico sul fazendo, assim, que pouca umidade chegue ao sertão Nordestino. Com isso, essa região é toda afetada, tanto economicamente como socialmente, quase sem infraestrutura em algumas sub-regiões, alguns setores procuram suprir a falta de chuvas com iniciativas dentro do próprio bioma do Nordeste.






      Então, dentro da caatinga, alguns setores públicos ou privados, procuram implantar centros turísticos para gerar emprego e renda dentro dessas regiões, e uma dessas iniciativa é que alguns pontos do rio São Francisco são usados como turísticos e um deles fica dentro do Estado de Sergipe, que é o passeio de catamarã. 





      Esse passeio sai da cidade de Canindé que fica a 200 quilômetros de Aracaju. Depois de meia hora de navegação, os turistas chegam ao imponente cânion do Xingó, com direito a mergulho nas águas verdes e cristalinas do rio São Francisco, o maior rio do Nordeste brasileiro. 





      Uma das opções é você pernoitar na cidade de Canindé e, no dia seguinte, conhecer o município de Piranhas. Essa cidade ficou famosa por ser ela uma das que o cangaceiro Lampião e o seu bando gostavam de acampar depois de suas aventuras dentro da caatinga do nordeste brasileiro.  






       O passeio é feito com escuna ou catamarã e envolve contato com a natureza que é a vegetação típica do semiárido, belas formações rochosas de arenito, grutas, cavernas e pinturas rupestres. Tem uma caminhada que envolve grandes dificuldades e momentos de aventuras, claro que existe acompanhamento de profissionais qualificados. 





     A emoção é imensa só em você pensar que está em trilhas que foram os índios que andaram por elas, já que foram os primeiros habitantes do lugar. Esse lugar só foi possível depois das águas represadas do Rio São Francisco para a construção da Usina Hidrelétrica do Xingó, inaugurada em 1994, na divisa entre os Estados de Alagoas e Sergipe.







       A infraestrutura do lugar é boa e os barcos são bem equipados. Tem banheiro e lanchonete, servem espetinhos de carne frango, bebidas e sorvetes. Depois de 30 minutos de navegação pelo Rio São Francisco, começa a aparecer os primeiros cânions como a Pedra do Galvão, o Morro dos Macacos e a Pedra do Japonês. 





      Destino ainda pouco conhecido dos brasileiros, o Cânion do Xingó é uma das maiores maravilhas naturais dentro da caatinga e é considerado o quinto maior do mundo e o maior navegável, ele possui paredões rochosos esculpidos pelo tempo e clima, e tem mais 60 mil anos. Quando vier ao Nordeste do Brasil, procure conhecer esse lugar, pois é uma maravilha dentro do bioma nordestino que você não encontrará em nenhum canto e, lembre-se, procure sempre um guia credenciado.