Blog de Arte e Cultura | A ARTE NORDESTINA: arte e cultura popular Outubro 2019A ARTE NORDESTINA | Blog de Arte e Cultura do nordeste brasileiro

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24 outubro, 2019

A ARTE NORDESTINA | Blog de Arte e Cultura do nordeste brasileiro , LOCAL DE COMERCIALIZAÇÃO DE PRODUTOS DE TODOS OS TIPOS E QUE GERA EMPREGO E RENDA PARA O PIAUIENSE , CULTURA POPULAR ,

LOCAL DE COMERCIALIZAÇÃO DE PRODUTOS DE TODOS OS TIPOS E QUE GERA EMPREGO E RENDA PARA O PIAUIENSE

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A FEIRA DO TROCA TROCA JÁ É UM PATRIMÔNIO CULTURAL DO ESTADO DO PIAUÍ QUE FAZ PARTE DA VIDA DO POVO DE TERESINA




      Se existe uma coisa cultural dentro do Nordeste brasileiro, essa coisa se chama, feiras livres. Elas são antigas e muito populares em praticamente todas as cidades de pequeno, médio e grande porte dentro da região nordestina ou não. Podemos chama-la algumas de shoppings populares a céu aberto, como é a feira de Caruaru, Campina Grande e Recife e tantas outras. Dentro dessas feiras populares, vemos de tudo um pouco. De feira de mangai, a todo o tipo de bugiganga. O mais interessante nessas feiras, é a organização dos produtos, eles ficam em setores predeterminados, tais com: setor da farinha, do feijão, da carne, do peixe das roupas do troca-troca de objetos e por aí vai. 


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      É bem comum nessas feiras, as pessoas encontrarem pessoas fazendo refeições com o belo cardápio nordestino, tais como: buchada de bode, panelada, chambaril, bode assado, galinha caipira e tantos outros pratos gostosos da região. Hoje vamos falar de uma dessas feiras que existe dentro do Nordeste, e que pela sua fama, ela é uma das mais frequentadas, tanto pelos piauienses quanto pelos turistas. Vamos falar da feira do troca-troca que é uma feira diferenciada e que já existe há bastante tempo nessa região, já faz parte da cultura local. Ela fica localizada às margens do rio Parnaíba, na divisa do Piauí com o estado do Maranhão do outro lado fica a cidade de Timon no Maranhão. A feira do troca-troca é uma espécie de feira aonde as pessoas comercializam vários tipos de objetos, tais como: eletrodomésticos, ventiladores, geladeiras, bicicletas, celulares, vasos sanitários novos e usados, e todo o tipo de coisas que você possa imaginar. As formas de negociação dos produtos não são apenas trocas, também compras e vendas, no entanto, os produtos têm que terem notas ficais, tanto faz serem novos como seminovos, isso é o que dá segurança e idoneidade dos objetos tanto para compra como para venda e para troca. 


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      O troca-troca trata se de uma feira tradicional de venda e troca de mercadoria, existente desde o século XX, situado às margens do rio Parnaíba, aonde as negociações aconteciam sob o sombreamento de uma figueira. Entre os anos de 1985 e 1987 o Governo Municipal construiu uma cobertura em abóbada de cerâmica armada. O conjunto é composto por oito abóbadas, estruturada em pilares distanciados em seis metros entre si. Influência do engenheiro uruguaio Eladio Dieste, que desenvolveu o sistema construtivo da cerâmica armada. A edificação é um símbolo da paisagem urbana de Teresina, tem uma composição marcada pela leveza, transparência, pureza e pelo uso de materiais regionais.Localizada na avenida Maranhão-Centro, de propriedade da prefeitura municipal, projetado por Júlio Medeiros e Goreth Mendes, fundado em 1987. Ela representa um dos pontos turísticos mais conhecidos do estado. Atualmente ela sofre com problemas de infraestrutura, além da falta de apoio ao local. É uma pena, pois, esse local é parte da história da cidade de Teresina, precisa ser revitalizado para que os comerciantes possam, trabalharem com mais tranquilidade e conforto e para dá mais segurança e conforto para os visitantes. A feira do troca-troca, que surgiu da comercialização de objetos a sombra do pé de uma figueira, foi aonde os camelôs começaram e se organizar e conseguiram juntos a prefeitura municipal, uma boa infraestrutura para trabalharem. Esse local é bem visitado tanto pelos nativos do local quanto pelos viajantes e turistas regionais. Cantada em versos e prosas o troca-troca é uma referência na comercialização de produtos novos e usados. 


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      Teresina tem muitos pontos turísticos, mas esse, fica na região centra da capital piauiense onde o fluxo de veículos e pessoas passam freneticamente próximo a ele. Essa feira fica justamente embrenhada dentro desse cinturão comercial da verde cap. Com um grande estoque de mercadorias novas e seminovas, a feira do troca-troca é um atrativo para os que gostam de consumir mercadorias mais barata e de boa qualidade com procedência legal. Não é de hoje que esse local chama atenção da população em busca de novidades e de preços baixos, fazendo disso, um ótimo passeio junto com a família, para conhecerem mais o centro de comércio da cidade verde. São feiras tradicionais como essa que, mostra o quanto o nordestino é criativo e empreendedor nos momentos bons ou ruins do comércio ambulante do nordeste brasileiro. Eu sempre soube dessa feira e via que nela existia como existe até hoje, um meio das pessoas que vivem dentro do comércio informal, gerarem renda e emprego, para poderem sustentar suas famílias e poder contribuir com o crescimento da cidade como um todo. Mas nos dias de hoje, muitos comerciantes e muitos frequentadores falam que nesse local, era muito bom de trocar os objetos, mas que hoje, fica muito difícil se trocar alguma coisa, porque muita gente quer uma volta em dinheiro, e os trocadores não querem voltar aquela quantia, aí desanima os querem trocar. Mesmo assim, as mercadorias circulam nesse local há cada dia. Os produtos mais procurados no Troca-Troca são as bicicletas, televisores e geladeira, mas, segundo o administrador, os campeões de vendas são os celulares vendidos nas lojas não cadastradas. O Troca-Troca é parte integrante do setor turístico do estado do Piauí. Esse local é parte estratégica para o turismo urbano e que faz parte da arte e da cultura regional. E é fruto da identidade cultural teresinense, com isso ajudando também a gerar renda, através dos empregos informais existentes no local. Quando for a cidade de Teresina, procure conhecer os costumes desse povo tão acolhedor e tão hospitaleiro como é o povo piauiense. Sempre é bom saber que, as feiras livres do sertão ou não, do Nordeste, estão a todo vapor no aquecimento das vendas de varejo. Essa feira fica em outra sub-região nordestina que é o meio norte, e talvez seja uma das maiores do gênero, que está dentro do meio norte, mostrando que sempre existe uma saída quando nos referimos a produtos novos e usados na base de troca ou não, para que gere sempre emprego e renda através desse tipo de comercialização de varejo, para que as pessoas sobrevivam dignamente. A feira sempre foi um sucesso e é cultural, faz parte da história do povo piauiense e da cidade de Teresina.
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18 outubro, 2019

A ARTE NORDESTINA | Blog de Arte e Cultura do nordeste brasileiro , OS SEGREDOS DESSE MANJAR DA CULINÁRIA BAIANA COM INFLUÊNCIAS AFRICANAS QUE FAZ PARTE DA ARTE NORDESTINA DENTRO DA COZINHA BAIANA , CULINÁRIA NORDESTINA ,

OS SEGREDOS DESSE MANJAR DA CULINÁRIA BAIANA COM INFLUÊNCIAS AFRICANAS QUE FAZ PARTE DA ARTE NORDESTINA DENTRO DA COZINHA BAIANA

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VATAPÁ COMIDA EXÓTICA BAIANA COM INFLUÊNCIA AFRICANA E QUE FAZ DESSA IGUARIA UM PRATO DA CULINÁRIA BAIANA QUE TEM TRAÇOS DA ARTE NORDESTINA E DA CULTURA REGIONAL 




   A culinária do Nordeste do Brasil é extremamente exótica, aromática e picante. Essa culinária, se desenvolveu aos longos dos anos, depois de uma grande influência europeia, africana, e asiática. Mas também, tivemos uma grande influência indígena. Tudo isso veio a enriquecer culturalmente falando, a nossa cozinha regional. Depois que nos tornamos independentes, os costumes com o passar dos anos, foram mudando, então começamos a empregar dentro dos nossos próprios costumes, temperos e gostos pelos alimentos consumidos por nós. Essa é uma culinária regional, é muito apreciada não só por nós brasileiros, mas também, pelos povos de outros continentes. 


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       Como o Brasil é um país continental, às variações da culinária desse país, é de região para região, pois, ela é muito diversificada, temos um leque muito grande de variações de cardápios dentro da nossa cozinha e da nossa cultura. Como o Brasil foi descoberto pelo nordeste brasileiro, então estamos falando das influências que recebemos já desde o Brasil império e colônia, e isso começou pelo nordeste e foi se espalhando para as outras capitanias. E dentre tantos pratos saborosos que existem dentro da nossa culinária, eu resolvi falar aqui, de um prato muito apreciado e exótico, apreciado por todos nós e por muitos que gostam de um tempero mais picante. Vamos falar do vatapá. Esse prato é um prato que tem uma influência muito grande da cozinha africana, e que foi herdado por nós, já algum tempo. Graças a Deus, a baianidade dos baianos, soube transformar esse prato num manjar. Apesar de ser uma iguaria muito simples de fazer, também requer um pouco de amor na hora de fazê-lo. 


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      Para quem quer preparar um prato como esse, precisa-se de 2 cebolas, 100 gramas de amendoim, 100 gramas de castanha de caju, água, azeite de dendê, 10 pães, 400 ml de leite de coco, 200 gramas de camarão e sal. Modo de preparo: Coloque as cebolas com um pouco d’água e bata tudo no liquidificador, até virar uma pasta. Retire do recipiente e limpe. Depois triture o amendoim e a castanha de caju no liquidificador, adicione um pouco de água. Umedeça os pães com 1 litro de água. Quando estiverem bem moles, coloque no liquidificador para bater. Depois despeje azeite de dendê numa panela, doure duas colheres de pasta de cebola e frite os camarões, quando eles atingirem a cor branca, é porque chegou no ponto certo. Agregue o pão batido e as castanhas, despeje o leite de coco e misture bem até engrossar. O tempo de preparo desse prato, é mais ou menos uns trinta minutos. Essa é uma iguaria que tem por base, o pão amolecido ou mesmo a farinha de trigo que pode ser acrescentada ao peixe desfiado, camarão fresco ou camarão seco e diversos outros tipos de temperos. Esse prato típico da Bahia, chegou ao Brasil através de africanos que chegaram ao Brasil na época da escravidão. Eram africanos iorubas com nome de ehba-tápa. Também é muito popular no estado do Pará, Amapá e no Amazonas, onde a receita sofre variações com a ausência de amendoim e de outros ingredientes que existem na recita tradicional. 


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      Então vemos que a cozinha nordestina, é simplesmente maravilhosa, e tem uma infinidade de sabores, temperos e aromas, que por si só, já nos deixa com água na boca. Os temperos picantes podem deixar ainda mais, os sabores mais aromatizantes. Hoje esse prato é encontrado em toda a região nordestina, graças aos estudos de chefes de cozinhas e o desejo dos consumidores pedirem esses pratos muito especiais e simples de fazer. O que diferencia a cozinha regional do nordeste do Brasil para outras cozinhas internacionais, é justamente a criação constante e a procura por novos pratos e por novos sabores dessa culinária. O Nordeste brasileiro adaptou na sua cozinha, muitas ervas, muitos temperos e muitos segredos no seu preparo. Então isso resulta em novos pratos e novos sabores. Sendo assim, quando vir ao nordeste brasileiro, aproveite para provar esse manjar da cozinha Nordestina.

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16 outubro, 2019

A ARTE NORDESTINA | Blog de Arte e Cultura do nordeste brasileiro , O AGRESTE NORDESTINO SE DESTACA PELA SUA BACIA LEITEIRA E POR GRANDES CIDADES NORDESTINAS DENTRO DELE, POR SEU ARTESANATO E POR SEUS PRODUTOS TIPO EXPORTAÇÃO. , REGIÃO NORDESTE ,

O AGRESTE NORDESTINO SE DESTACA PELA SUA BACIA LEITEIRA E POR GRANDES CIDADES NORDESTINAS DENTRO DELE, POR SEU ARTESANATO E POR SEUS PRODUTOS TIPO EXPORTAÇÃO.

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DESCUBRA OS SEGREDOS CULTURAIS DO AGRESTE DENTRO DA REGIÃO DO NORDESTE BRASILEIRO. ELE FICA ENTRE A ZONA DA MATA E O SERTÃO, E TEM SUAS QUALIDADES ARTÍSTICAS E CULTURAIS




Sabemos que a região nordeste do Brasil, é muito diversificada entre os seus nove estados; sabemos também que as suas sub-regiões: meio norte, sertão, agreste e zona da mata, para se compreender às suas peculiaridades, é fundamental que possamos analisar as relações sócio cultural estabelecidas na atividade econômica desses locais. Geralmente, quando falamos de nordeste, muita gente associa como sendo um local de pobreza, seca e muitos problemas de ordem socioeconômica. 


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     No entanto, isso é apena uma imaginação do passado, que se torna as vezes preconceituosas, o estudo das sub-regiões, proporciona uma análise mais clara do que essas sub-regiões significa para o Nordeste, em termos de belezas naturais e manifestações culturais de cada sub-região. Hoje vamos falar um pouco, de uma dessas sub-regiões; que é o “Agreste”. Essa área é uma área onde a sua vegetação predomina a caatinga, e se localiza na região do Nordeste. 



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     Ela é muito rica na sua cultura e apesar de o clima seco, é possível encontrar algumas pequenas áreas úmidas. Chamamos de agreste porque essa área fica entre a Zona da Mata e o Sertão, no Nordeste do nosso país. Essa é uma região semiárida e o bioma que predomina neste local, é a caatinga. Em algumas regiões, podemos encontra pequenas áreas úmidas e também  brejos, onde são desenvolvidas áreas agrícolas. Essa área estreita geograficamente, fica paralela à costa do oceano atlântico, que vai do Rio Grande do Norte até a Bahia, passando pelos estados de Pernambuco, Paraíba, Alagoas e Sergipe. O clima se torna mais úmido quando vai se aproximando da Zona da Mata e na medida que se aproxima mais do Sertão o clima vai ficando mais quente e seco com paisagens áridas. 



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      Temos grandes cidades situadas no Agreste, são elas: Garanhuns e Caruaru, no estado de Pernambuco, na Paraíba fica Campina Grande, no estado de  Sergipe, fica Itabaiana, e em Alagoas fica Arapiraca. Essa mesorregião do Nordeste, por se encontrar no Planalto da Borborema, as altitudes no Agreste variam entre 500 m e 800 m, as maiores do Nordeste brasileiro. Por conta disso, as massas de ar carregada com umidades provenientes do Oceano Atlântico, perdem força nessa região, causando intensas chuvas (chamadas orográficas). Também existem secas, em quase toda parte do Agreste e em toda Zona da Mata, além de grandes secas dentro do Sertão. As principais fontes de renda no Agreste, ficam por conta do artesanato, cujos produtos costumam ser negociados em grandes feiras e centros comerciais, localizados nesses grandes centros, como na cidade de Caruaru em Pernambuco, Campina Grande na Paraíba em Feira de Santana na Bahia, em Arapiraca, Alagoas e em Itabaiana no estado de Sergipe. No Agreste, predominam pequenas e médias propriedades rurais onde se desenvolvem a policultura (cultivo de diversos tipos de plantas) e a pecuária leiteira. Os seus produtos abastecem o maior mercado consumidor do Nordeste brasileiro, a Zona da Mata. É no Agreste onde possui os maiores festivais de São João do Mundo: o de Campina Grande e o de Caruaru. São festivais que se centram na figura do milho, que é o único dos grandes cereais nativo da América, e a base alimentar dos incas. Civilização sul-americana







02 outubro, 2019

A ARTE NORDESTINA | Blog de Arte e Cultura do nordeste brasileiro , CONHEÇA OS SEGREDOS DO MUNICÍPIO BRASILEIRO QUE TEM A IGREJA MAIS ANTIGA DO BRASIL NO ESTADO ONDE A CULTURA E A ARTE PREDOMINAM DENTRO DA DOUTRINA CULTURAL E ARTÍSTICA DE CADA UM DOS CIDADÃOS DESSE MUNICÍPIO , PRAIAS DO NORDESTE ,

CONHEÇA OS SEGREDOS DO MUNICÍPIO BRASILEIRO QUE TEM A IGREJA MAIS ANTIGA DO BRASIL NO ESTADO ONDE A CULTURA E A ARTE PREDOMINAM DENTRO DA DOUTRINA CULTURAL E ARTÍSTICA DE CADA UM DOS CIDADÃOS DESSE MUNICÍPIO

<img alt=' cabo de santo agostinho ' src='pernambuco ' title='Recife'/>







LUGAR DE PONTOS TURÍSTICOS E UMA HISTÓRIA CULTURAL MUITO RICA ESSE MUNICÍPIO PERNAMBUCANO FAZ PARTE DA REGIÃO METROPOLITANA DO RECIFE E DO TURISMO NORDESTINO




      Se existe um consenso dentre tantos pontos maravilhosos que a gente pode apontar dentro do Nordeste brasileiro, um deles, não podemos negar; esta região é mesmo uma região privilegiada por Deus. O Nordeste brasileiro além de ter uma boa logística, boa comida, praias lindíssimas uma cultura nordestina rica, e um povo maravilhoso, ainda tem 365 dias do ano, de muito sol e um visual deslumbrante. Seus municípios são belos e atrativos, para turismos de todos os gostos. Hoje vamos falar de um lindo município brasileiro que está situado na região Nordeste do Brasil, e que pertence ao estado de Pernambuco. Santo Augustinho está localizado a 40 Km de Recife. 





<img alt=' cabo de santo agostinho ' src='praias ' title='Recife'/>



      Esse município basicamente vive do turismo, como tantos outros municípios da região litorânea nordestina. Com lindas praias, e muitos coqueirais, esse lugar é ideal para a prática de esportes náuticos como mergulho e pesca, além de atividades mais radicais como o rapel, trekking e parapente. O passeio de buggy também é muito pedido, além de ser o meio mais fácil de visitar as praias, mirantes e a vila de Nazaré, onde estão a parte histórica. Além disso, o turista e os nativos podem tomar banho de argila, famoso pelos benefícios estéticos do material. Essas praias podem ser visitadas a partir de Recife, uma vez que a praia mais distante do roteiro fica a cerca de 100 Km. As melhores praias desse município são Gaibu, Calhetas, Camboa e Pedra do Xaréu. Esse município é conhecido como Costa dos Arrecife devido ao grande número de recifes nessa região. Esse trecho de litoral compreende as praias do sul de Pernambuco no sentido Recife Maceió. O porto de suape fica nessa região. A Praia do Cabo de Santo Agostinho é onde se encontra o ponto de divisão entre o continente africano e sul-americo, um acidente geográfico com mais de 100 milhões de anos. A praia do Cabo de Santo Agostinho é mencionada como o local do descobrimento do Brasil pelo espanhol Vicente Pinzón. Tombada pelo Patrimônio Histórico Nacional, a praia de Calhetas, é a estrela local. Rodeada por uma linda mata nativa, esta pequena baía, oferece aos visitantes, água transparente e mornas o ano todo. Entretanto, o acesso a este belo paraíso não é nada fácil. Para que as pessoas cheguem até lá, é necessário encarar uma estrada de terra esburacada, mas vale apena o esforço. Por ser uma pequena praia, aos fins de semana e feriados, geralmente fica muito lotada. Por isso, recomenda-se as pessoas, visitar esse local no meio de semana e feriado, pois ela é mais tranquila. Nesse local existe um restaurante simples que serve petiscos e bebidas geladas aos visitantes. Nesse lugar o visitante também pode encontrar trilhas, e no ponto mais alto de Santo Agostinho, está a Vila de Nazaré. Esse vilarejo, abriga algumas construções históricas da época do Brasil Colônia. O foco principal é a igreja de Nossa Senhora de Nazaré, construída pelos portugueses no século XVl. Reza a lenda, que esta igreja servia como ponto de referência aos navegadores.  


<img alt=' cabo de santo agostinho ' src='arrecifes no mar ' title='Recife'/>



      Ainda sob o ângulo da História, o município garante que tem a segunda igreja mais antiga do Brasil. Trata-se da Igreja de Nossa Senhora de Nazaré (1597), na Vila de Nazaré. Vizinha à construção está uma área tombada, em ruínas. É o antigo Convento das Carmelitas, ao lado de um pequeno cemitério. A primeira igreja do Brasil, segundo pesquisadores, também fica em Pernambuco: Igreja de Cosme e Damião (1535), em Igarassu. O Cabo é inserido na região turística História e Mar, juntamente com Recife, Olinda, Jaboatão dos Guararapes, Ipojuca e Fernando de Noronha, e poderão receber incentivos do governo federal para projetos e recursos do Ministério do Turismo, abrindo várias oportunidades para os municípios inclusos nas regiões espalhadas pelo país. 


<img alt=' cabo de santo agostinho ' src='praias ' title='Recife'/>



      Cabo de Santo Agostinho possui nove lindas praias. São elas: Praia de Suape, Paraíso, Praia do Cabo de Santo Agostinho, Praia de Calhetas, Praia de Paiva, Praia de Gaibu, Praia de Itapuama, Praia do Xaréu e Enseada dos Corais.  Cabo de Santo Agostinho poderia ser considerada apenas mais uma cidade do Nordeste brasileiro com praias paradisíacas, de águas cristalinas e natureza exuberante. No entanto, quem visita o destino logo percebe que ali, em meio às ruínas e as construções que datam do século 17, há também uma rica fonte de cultura brasileira. A cerca de 40 km de Recife, capital de Pernambuco, Cabo de Santo Agostinho fica no meio do caminho entre Recife e Porto de Galinhas, a menos de 45 minutos da capital.  Cabo é reconhecido como marco geológico mundial por ser o ponto de ruptura do grande continente Gondwana, como era chamado a união da América da Sul e África. Com a ruptura, surgiram dois continentes independentes e o Oceano Atlântico entre eles. A região teria sido descoberta em 1500, por Vicente Yañez Pinzón, mas oficialmente Cabo de Santo Agostinho só foi “descoberta” em 1501. entre os continentes africano e sul-americano. Contornada por recifes e manguezais, a região é a única em todo o país onde existem rochas graníticas de 102 milhões de anos. No total, são nove praias distribuídas em uma área de 445 km². Se você estiver querendo conhecer o Nordeste brasileiro, esse é um bom lugar. Procure um Guia Turístico autorizado para lhe mostrar todas as belezas desse local. De carro por Recife é só seguir pela BR-101 e depois PE-060 até chegar em Gaibu. A cidade faz parte da região metropolitana de Recife e acaba sendo uma boa opção de praias para os recifenses. Um dos destaques é que a região é conhecida como marco geológico mundial. Ali é o ponto exato da ruptura.
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01 outubro, 2019

A ARTE NORDESTINA | Blog de Arte e Cultura do nordeste brasileiro , O PIAUÍ DESENVOLVE O ECOTURISMO DENTRO DA SUA REGIÃO EXPLORANDO AS BELEZAS NATURAIS DO DELTA DO PARNAÍBA ATRAVÉIS DO TURISMO SUSTENTÁVEL. , PRAIAS DO NORDESTE ,

O PIAUÍ DESENVOLVE O ECOTURISMO DENTRO DA SUA REGIÃO EXPLORANDO AS BELEZAS NATURAIS DO DELTA DO PARNAÍBA ATRAVÉIS DO TURISMO SUSTENTÁVEL.

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O DELTA DO PARNAÍBA É A PORTA DE ENTRADA PARA O TURISMO NO ESTADO DO PIAUÍ TRAZENDO MAIS CULTURA MAIS ARTE E DESENVOLVIMENTO DENTRO DO ECO TURISMO DA REGIÃO DO NORDESTE BRASILEIRO




        Em se tratando de nordeste brasileiro, onde à arte nordestina e a cultura do Nordeste tudo na área de turismo é possível, pois, se existe uma região privilegiada por Deus, essa região é a região nordestina. Por exemplo: no Rio Grande do Norte, temos as dunas, em Pernambuco temos a cidade histórica de Olinda com os seus casarões coloridos, no Ceará as Jangadas e os seus Jangadeiros, na Bahia, o Pelourinho, em Alagoas, a praia de Pajuçara, em Sergipe, as festas Juninas, na Paraíba, o seu São João, no Piauí o Delta do Parnaíba, no Maranhão, o tambor de Crioula e por aí vai. 


<img alt='img do delta do piauí do alto ' src='piauí ' title='delta do piauí'/>



      Você misturando o calendário festivo dessa região com as belezas naturais que existe nela, você pode tranquilamente fazer uma miscelânea Cultural. Hoje vamos falar de uma dessas maravilhas deixadas por Deus aqui na terra, precisamente no estado do Piauí. Vamos falar do Delta do Piauí, onde o turismo é constante e onde os artesãos piauienses mostram e destacam sua arte e a cultura do estado através das belezas naturais que lá existe. Ele é considerado uma das mais maravilhosas paisagens do mundo. Fica localizado entre os estados do Maranhão e Piauí, tendo em Parnaíba a sua porta de entrada. Ele é um raro fenômeno da natureza que, só existe em três lugares, Brasil, Rio Parnaíba no Piauí, no Rio Nilo, na África, e em Me Kong, no Vietnã. A sua configuração se assemelha a uma mão aberta, onde os dedos representam: Barra de Tutoia, Barra do Caju, Barra do Igaraçu, Barra das Canárias e Barra da Melancieira, que se ramificam, formando um grandioso santuário ecológico. É nesse litoral que se localiza o Delta do Parnaíba, o principal rio piauiense. Trata-se do único delta em mar aberto do mundo, que guarda em si as belezas de um manguezal mais do que preservado, rica fauna e praias desertas e belas, perfeitas para a prática de esportes como o kitesurf, o windsurfe e o surf. Passeio pelo Delta: Para conhecer o intrigante Delta do Parnaíba, a melhor pedida é optar pelo passeio de barco pelas águas transparentes e calmas, que formam o Delta. Leva pelo menos, cerca de seis horas de viagem pelo rio e córregos que nele deságuam. Nesse trajeto, chama a atenção a vegetação aquática do delta, formada primeiro pelos aningas, plantas aquáticas semelhantes ao antúrio que formam um vasto tapete verde sobre as águas, depois pelos carnaubais, palmeira da região de onde se extrai a parafina, a cera e outros derivados, que contribuem também para a arte nordestina e sua cultura e, por fim, o manguezal. Outro passeio muito interessantes são os de jipe.Existem dois roteiros: um para o oeste e outro para o leste. No primeiro, a partir da Ilha da Pedra do Sal e pela areia, dá para ir às dunas do Urubu e do Gemedor e a algumas lagoas que se formam em meio às dunas. No segundo, por asfalto, vão-se até as praias de Atalaia, em Luís Correia, município vizinho de Parnaíba, e praias do Coqueiro, Carnaubinha, Macapá e Maramar. Esses passeios, tem a duração de quatro horas e custam cerca de R$ 280 para quatro pessoas. O turista pode dá uma passada até a Lagoa do Portinho, que é excelente para banhos de água doce e tem infraestrutura de alimentação e passeios de lancha, caiaque e banana boat. Nesse mesmo roteiro, o turista pode conhecer Parnaíba e a Praia da Pedra do Sal, que tem um farol. E se deliciar nas barracas de praia comendo aquele caranguejo, prato típico regional, apreciar o artesanato, a culinária local, e se deliciar com a cultura nordestina. 


<img alt='lagoas no delta do piauí ' src='piauí ' title='delta do piauí'/>



      O Delta do Parnaíba, junto com Jericoacoara no Ceará e Lençóis Maranhenses, integra a chamada Rota das Emoções, roteiro que une três destinos de preservação ambiental nesse pedaço do Nordeste brasileiro. O delta impressiona pelo seu ecossistema, pelos ribeirinhos que depende dele, pela grandiosidade das suas dunas, pelo, o encontro das águas com a fauna e flora e pela, a imensidão que te envolve. Esse lugar parece mais com um grande labirinto de igarapés, que somente os nativos têm condições de sair sozinhos de lá. 


<img alt='barco no delta do piauí ' src='piauí ' title='delta do piauí'/>



      O ponto de apoio para o Delta é a cidade de Parnaíba, a segunda mais importante do Piauí, com 146 mil habitantes e situada a 330 km da capital, Teresina. Lá estão os melhores hotéis, a melhor infraestrutura de serviços e demais facilidades que podem ser úteis aos turistas. A história desse Delta se inicia com a descoberta, no século XVl, pelo explorador Nicolau de Rezende quando navegava pelo litoral nordestino e sofreu um acidente na divisa do Maranhão com Piauí. Ele trazia uma grande quantidade de ouro na sua embarcação e acabou perdendo a carga nas águas da região. Ele permaneceu por mais de dezesseis anos no local, mas não conseguiu recuperar o seu ouro. Indo ao estado do Piauí, procure conhecer Parnaíba e o Delta do Parnaíba, você vai se surpreender com as belezas desse lugar.
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