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NEWTON AVELINO

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10 fevereiro, 2020

ARTE E CULTURA | Blog de Arte e Cultura Nordestina , VAQUEIRO PERSONAGEM NORDESTINO QUE MOSTRA A CULTURA DO GADO DO COURO E DO LEITE DENTRO DO CONTEXTO GERAL DA PECUÁRIA NORDESTINA , Cultura Nordestina ,

VAQUEIRO PERSONAGEM NORDESTINO QUE MOSTRA A CULTURA DO GADO DO COURO E DO LEITE DENTRO DO CONTEXTO GERAL DA PECUÁRIA NORDESTINA

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O VAQUEIRO É A FIGURA CENTRAL DE UMA FAZENDA ONDE ELE TRABALHA PARA ORGANIZAR E ADMINISTRAR O REBANHO DOS ANIMAIS E OUTROS AFAZERES FAZ PARTE DA ARTE NORDESTINA





     O vaqueiro nordestino, antes de mais nada é um forte, além de ser assa personagem tão cultural que faz parte da história rural e da arte nordestina,  e da própria vida nessa região do Brasil; eles são homens destemidos e pessoas que conhecem o terreno desse (lugar), como ninguém. Eles fazem parte do dia a dia e do trabalho no campo, onde eles são responsáveis por cuidar dos animais dos fazendeiros e de seus próprios trabalhos. Sempre acordam cedo para começar o seu trabalho com o manejo do gado e de outros animais. 

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      Existe sempre, um perigo na carreira profissional, mas faz parte também da sua luta, seu trabalho é sempre uma disputa, quando ele está na dianteira protegendo as pernas. Ele também usa calças e botas de couro, gibão, guarda peito, perneiras e luvas. O maior problema enfrentado pelo vaqueiro é o da água. Às vezes ele tem que conduzir o gado para ser levado para lugares distantes até o bebedouro. Na época de da migração, o vaqueiro tem que conduzir o gado para lugares mais distantes, tanto na ida quanto na volta. 



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      Lidar com o gado na caatinga cheia de galhos espinhosos é muito difícil, por isso o vaqueiro tem que usar as roupas próprias, com condições de enfrentar a labuta e que funcione como uma couraça ou armadura. A vestimenta do vaqueiro é caracterizada pela predominância do couro cru e curtido, geralmente, utilizando-se processos primitivos, o que o (deixa) da cor escura do (ferrugem), flexível e macio. O couro do veado era muito usado na fabricação das vestimentas dos vaqueiros, antigamente, com a extinção desse animal, passou a se usar o mesmo material, só que de bode ou ovelha. Dentro da nossa cultura, esse manejo começou quando o Brasil era colônia de Portugal. Em 1534 chegaram as primeiras cabeças de gado, vindas da ilha de Cabo Verde, África e outros. 


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      Portanto, o vaqueiro é um tipo étnico que vem do contato do colonizador com o índio, durante a penetração do gado nos sertões do Nordeste brasileiro. O vaqueiro é a figura central de uma fazenda. Cabe a ele reunir os animais nos currais e de ferrá-lo, utilizando um ferro em brasa, colocando-o em cada um, a marca do seu dono. Uma das coisas que caracteriza é o aboio, ao conduzir o gado para pastagens ou para o curral. Eles também aboiam, quando precisam orientar um colega que se perde numa serra ou se extravia na caatinga. O vaqueiro usa sempre um par de esporas e nas mãos uma chibata de couro, indicando que, se não está montado poderá fazê-lo a qualquer momento. Seu dia Nacional é comemorado anualmente no dia 20 de julho e é a festa tradicionalmente mais importante para o vaqueiro nordestino é a vaquejada. Em Pernambuco, celebra-se também, no terceiro domingo de junho, a Missa do vaqueiro, é uma homenagem a Raimundo Jacó e primo de Luiz Gonzaga, o rei do Baião, ele foi assassinado por um companheiro no município de Serrita – Pe. em maio de 1954.