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30 março, 2020

ARTE E CULTURA | Blog de Arte e Cultura Nordestina , BURITI GRANDE DO PIAUÍ ARTE E CULTURA NA TERRA DAS ÁGUAS MINERAIS E DOS BURITIZEIROS DO SERTÃO NORDESTINO , CIDADE DO NORDESTE ,

BURITI GRANDE DO PIAUÍ ARTE E CULTURA NA TERRA DAS ÁGUAS MINERAIS E DOS BURITIZEIROS DO SERTÃO NORDESTINO

<img alt='culinária nordestina' src='prato regional do piauií ' title='arte e cultura nordestina na cozinha piauiense'/>







TERRA NORDESTINA ONDE CULTURA E ARTE SE MISTURAM COM A CULINÁRIA DA REGIÃO DENTRO DA TERRA DOS BURITIZEIROS




      Como todos nós sabemos, o nordeste brasileiro é uma região de arte e cultura nordestina permanente, é uma daquelas regiões encantadoras, isso, tanto faz se estivermos no litoral como se estivermos dentro de uma das suas quatro sub-regiões tais como: meio norte, sertão, agreste ou na zona da mata. Dentro dessas sub-regiões, existem uma variedade de belezas naturais e junto com elas, vem também a arte e a cultura nordestina. As pequenas cidades e os pequenos povoados dessas regiões ou sub-regiões, são lugares de encher os olhos de quem as visitas ou mesmo, mora por lá. A região Nordeste, é formada por nove estados, são eles: Bahia, Ceará, Pernambuco, Paraíba, Rio Grande do Norte, Piauí, Maranhão, Alagoas e Sergipe. Com distintas características físicas, sociais e econômicas entre seu território de mais de 1,5 milhão de km², o Nordeste se divide em quatro sub-regiões: zona da Mata, Agreste, Sertão e Meio-Norte. O mais impressionante nisso tudo é que, entre uma região e outra, você ver mudança de sotaque, mudança na culinária, mudança no seu linguajar popular, mudança de comportamento e por aí vai. Mas você pode ter certeza, as pessoas dentre esses nove estados da região nordestina, são bem hospitaleiras, educadas e inteligentes. Esses pequenos povoados que nós costumamos ver à beira de estradas e rodagens vicinais, são povoados que tem um potencial enorme na arte e na cultura nordestina; eles têm um charme de cidadezinha de interior, que traz paz e tranquilidade para o corpo e pra mente, a não ser, quando a arte e cultura dessas regiões, estão sendo produzidas a todo vapor, aí, os festejos são grandes e bem movimentados. Hoje vamos falar de um desses municípios que está localizado na região do Piauí, e fica precisamente há uns 28 km de Picos no sertão piauiense. Vamos falar do município de Buriti Grande Pi. O povoado Buriti Grande é um daqueles povoados que faz o tempo passar e agente nem se dar conta que ele passou, porque a tranquilidade está presente no dia a dia dos nativos que moram lá e a tranquilidade do lugar impera. Nessa região, existem várias coisas que estão presente na vida das pessoas: é a água mineral, o buriti, cultivo do caju e a agricultura de subsistência. Esse povoado pertence ao município de Dom Expedito Lopes. A distância que separa a Cidade de Dom Expedito Lopes para o Buriti Grande é mais ou menos uns 2 km de distância. Essa é uma região que eu conheço muito bem, pois, tenho alguns amigos que moram no Buriti Grande, e tive sempre a satisfação de sempre que a minha família podia ir por lá, para visitar amigos, nos de semana, eu estava presente. Posso afirmar com todas as letras, que esse lugar é mágico. 


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      É um povoado que, sempre quem frequenta esse lugar, são pessoas próximas às pessoas que ali moram, porque não é tão agitado e tem um comércio de média proporção que só abastece o próprio lugar. Então, esse lugar, é bom para o descanso nos finais de semanas, para quem gosta de apreciar a natureza e para descanso do movimento da vida agitada do dia a dia. O movimento do comércio local, fica entre as próprias pessoas desse local ou de locais adjacentes. A padroeira deste povoado, é Nossa Senhora de Fátima; a festa local é comemorada do dia 04 a 13 de maio. São realizadas novenas, batizados (confissões) e os católicos participam em massa. 


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      Depois da missa, tem show com os artistas locais. A culinária local, faz parte da arte e da cultura nordestina do lugar, é uma das melhores. Ela se torna rica, porque são pratos saborosos e que leva temperos e ervas da região, dando um sabor e um aroma todo especial a culinária regional. Essa culinária do nordeste é riquíssima. Esses temperos, aromas e sabores, são colocados em pratos tais como: o macarrão que é feito no alho, óleo e pimenta-do-reino, a galinha caipira que é a base de temperos e ervas aromáticas da própria região, do arroz com pequi, do bode assado na brasa com macaxeira frita e tantos outros pratos deliciosos que a gente degusta nesse lugar. Tem bolos maravilhosos, como o "bolo de rosca", tem o bolo frito, o escorredor e tantos outros. Essa culinária piauiense é de dá água na boca, maravilhosa. 


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      Esse povoado talvez tenha tido esse nome, porque nessa região, existe um plantio muito grande de "buritizeiro". Os fundadores desse povoado foram, portugueses que aportaram nessa região e eram em quatro irmãos: Joaquim Lopes, Cecílio, Marcos Brum e Manoel Lopes. Creio eu que, a produção de produtos produzidos nesse lugar, sejam vendidos na grande feira livre da grande região de Picos-pi uma cidade onde eu morei e vi de perto o poder de crescimento do comércio dessa cidade. Como eu morei por lá por uns 18 anos, e sai nos anos 80 de lá, pude observar que há cada dia, o progresso dessa imensa região, nessa década era muito grande, pois, além de ter o segundo entroncamento rodoviário do nordeste brasileiro, ela é a entrada para a transamazônica, o meio norte, e isso faz desse lugar, um lugar de grande potencial no comércio varejista dessa região. Lugar lindo e agradável, até o clima esquenta e aguça nossos pensamentos. Piauí, lindo e maravilhoso, 45° de pura beleza, charme e de pessoas agradáveis, educadas e cultas.




23 março, 2020

ARTE E CULTURA | Blog de Arte e Cultura Nordestina , LAVADEIRAS AS MULHERES DOS RIOS QUE VALORIZAM A ARTE E A CULTURA DENTRO DO CONTEXTO DAS ARTES REGIONAL DO NORDESTE BRASILEIRO , Cultura Nordestina ,

LAVADEIRAS AS MULHERES DOS RIOS QUE VALORIZAM A ARTE E A CULTURA DENTRO DO CONTEXTO DAS ARTES REGIONAL DO NORDESTE BRASILEIRO

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  AS MULHERES QUE LAVAM ROUPAS NOS RIOS E NOS CÓRREGOS, NOS AÇUDES E RIACHOS, NOS BARREIROS E CACIMBAS DO NORDESTE BRASILEIRO




      Era bem fácil, identificar as lavadeiras do sertão nordestino, pois, algumas, na maioria das vezes na totalidade, pegavam suas trouxas de roupas colocavam na cabeça e desciam para o rio, açude ou mesmo para algum barreiro que tivesse mais próximo das suas casas que ficam na caatinga (tipo de vegetação do semi árido nordestino.) Na paisagem sertaneja, era comum, ver essas mulheres, em seu ofício do dia a dia.  


                                     <img alt=as lavadeiras' src='tradição nordestina' title='lavadeiras dos rios'/>

      Acompanhadas dos filhos pequenos, elas tinham um propósito, uma determinação que no final das contas, virava arte e cultura que terminava fazendo parte da cultura regional do nordeste brasileiro. Direta ou indiretamente essas personagens do dia a dia da história do cotidiano local, se tornavam a peça principal desse teatro a céu aberto que é as nossas vidas. Mesmo algumas sem saberem ler ou mesmo que soubessem, elas eram e sempre foram o foco principal de determinado contexto dentro da cultura regional do nordeste brasileiro. Isso com o passar dos anos como em quase todo seguimento, infelizmente foi ficando obsoleto porque a tecnologia vem avançando dentro dos costumes rudes e tradicional dentro da nossa cultura. Pois, bem! 


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      Essas lavadeiras que além de uma história bonita e rica culturalmente, levavam seus filhos para as beiras dos rios, riachos, açudes ou barreiros, onde elas iam trabalhar, e essas crianças ficavam brincando entre elas, mas também, no final das contas elas também ajudavam a mãe, carregando feixe de galhos secos na volta para a casa. Antigamente, também existia a lavadeira urbana, que trabalhavam na cidade em casas de patroas, e que cobravam por peça de roupa, já lavada e engomada a base de ferro a carvão. Tudo isso, fazia parte da cultura popular do nordeste. Hoje, ainda temos esse tipo, trabalhadoras, mas não tão forte, como antes. As cenas das lavadeiras do sertão, em seu habitat natural, lavando as suas trouxas de roupa em pedras ao longo de algum rio ou riacho, ou até mesmo barreiros quando eles ainda têm um pouco de água, tudo isso acompanhado de uma cantoria e quando terminavam, deixavam as roupas estendidas nas pedras do leito do rio ou onde estivesse lavando. A cena fazia parte do cotidiano sertanejo. Enquanto as lavadeiras lavavam as roupas, seus filhos brincavam dentro do rio. Hoje com a modernidade isso vem diminuindo, mas com certeza, essa imagem ficará pra sempre no instinto cultural do nordeste brasileiro. O ofício de lavar roupa à beira do rio, dos açudes, dos barreiros, das cacimbas e dos pequenos açudes, ainda é resguardado por centenas de mulheres sertanejas na região do nordeste brasileiro. 


<img alt=as lavadeiras' src='tradição nordestina' title='lavadeiras dos rios'/>



      Elas acordam cedo, com o raiar do “sol dessa região”, pega o sabão negociado com a patroa e parte com as trouxas de roupa na cabeça para lavarem essas roupas, onde puder ter água, por mais que seja a escassez de água. Juntos com elas mantêm a tradição de “bater a roupa” na pedra e deixá-la “quarar”. O colorido das roupas na pedra quarando ao sol é um cenário que encher aos olhos a beira das águas de rios, açudes, pequenos barreiros e cacimbas, essa é uma tradição secular que passa de mãe para filha nos rincões do Nordeste brasileiro. Essa paisagem vem acompanhada de crianças brincando com outras crianças a beira dessas poucas ou muitas águas que ainda existem nas sub-regiões nordestinas, tais como: meio norte, sertão, agreste e zona da mata. Como o ano foi bem chovido, e que Deus fez chover nesta região, é claro que essas mulheres de fibra por onde estiverem dentro do sertão nordestino, elas estarão fazendo o seu trabalho com fibra, dedicação e amor, porque elas são parte essencial dentro de um contexto rico da cultura nordestina.




08 março, 2020

ARTE E CULTURA | Blog de Arte e Cultura Nordestina , O DELTA DO PIAUÍ É PURA ARTE E CULTURA E FICA NA ROTA DAS EMOÇÕES ENTRE O ESTADO DO PIAUÍ E O ESTADO DO MARANHÃO MOSTRANDO AS BELEZAS DO NORDESTE BRASILEIRO , PRAIAS DO NORDESTE ,

O DELTA DO PIAUÍ É PURA ARTE E CULTURA E FICA NA ROTA DAS EMOÇÕES ENTRE O ESTADO DO PIAUÍ E O ESTADO DO MARANHÃO MOSTRANDO AS BELEZAS DO NORDESTE BRASILEIRO

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O MAJESTOSO ARQUIPÉLAGO DO DELTA DO PIAUÍ É UMA BELEZA EXUBERANTE QUE MOSTRA SUA CAPACIDADE DE PRODUÇÃO DE ARTE E CULTURA LOCAL DENTRO DO ECO TURISMO




      Em se falando de nordeste brasileiro, tudo na área de turismo é possível, pois, se existe uma região privilegiada por Deus, essa região é a região nordestina. Por exemplo: no Rio Grande do Norte, temos as dunas, em Pernambuco temos a cidade histórica de Olinda com seus casarões coloridos, no Ceará as Jangadas e seus Jangadeiros, na Bahia, o Pelourinho, em Alagoas, a praia de Pajuçara, em Sergipe, as festas Juninas, na Paraíba, seu São João, no Piauí o Delta do Parnaíba, no Maranhão, o tambor de Crioula e por aí vai. 

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      Você misturando o calendário festivo dessa região com as belezas naturais que existem nela, você pode tranquilamente fazer uma miscelânea Cultural, mesmo porque, essa região é um celeiro de arte e cultura. Hoje vamos falar de uma dessas maravilhas deixadas por Deus aqui na terra, precisamente no estado do Piauí. Vamos falar do Delta do Piauí. Ele é considerado uma das mais maravilhosas paisagens do mundo. Fica localizado entre os estados do Maranhão e Piauí, tendo em Parnaíba sua porta de entrada. Ele é um raro fenômeno da natureza que, só existe em três lugares, Brasil, no Rio Nilo, na África, e em Me Kong, no Vietnã. Sua configuração se assemelha a uma mão aberta, onde os dedos representam: barra de Tutoia, Barra do Caju, Barra do Igaraçu, Barra das Canárias e Barra da Melancieira, que se ramificam, formando um grandioso santuário ecológico. É nesse litoral que se localiza o Delta do Parnaíba, o principal rio piauiense. Trata-se do único delta em mar aberto do mundo, que guarda em si as belezas de um manguezal mais do que preservado, rica fauna e praias desertas e belas, perfeitas para a prática de esportes como o kitesurf, o windsurfe e o surf. Passeio pelo Delta: Para conhecer o intrigante Delta do Parnaíba, a melhor pedida é optar pelo passeio de barco pelas águas transparentes e calmas, que formam o Delta. 

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      Leva pelo menos, cerca de seis horas de viagem pelo rio e córregos que nele deságuam. Nesse trajeto, chama a atenção a vegetação aquática do delta, formada primeiro pelos aningas, plantas aquáticas semelhantes ao antúrio que formam um vasto tapete verde sobre as águas, depois pelos carnaubais, palmeira da região de onde se extrai a parafina, a cera e outros derivados, e, por fim, o manguezal. Outro passeio muito interessantes são os de jipe. Existem dois roteiros: um para o oeste e outro para o leste. No primeiro, a partir da Ilha da Pedra do Sal e pela areia, dá para ir às dunas do Urubu e do Gemedor e a algumas lagoas que se formam em meio às dunas. No segundo, por asfalto, vão-se até as praias de Atalaia, em Luís Correia, município vizinho de Parnaíba, e praias do Coqueiro, Carnaubinha, Macapá e Maramar. Esses passeios, tem a duração de quatro horas e custam cerca de R$ 280 para quatro pessoas. O turista pode, dá uma passada até a Lagoa do Portinho, que é excelente para banhos de água doce e tem infraestrutura de alimentação e passeios de lancha, caiaque e banana boat. Nesse mesmo roteiro, o turista pode conhecer a arte e cultura de Parnaíba e a Praia da Pedra do Sal, que tem um farol. E se deliciar nas barracas de praia comendo aquele caranguejo, prato típico regional. O Delta do Parnaíba, junto com Jericoacoara no Ceará e Lençóis Maranhenses, integra a chamada Rota das Emoções, roteiro que une três destinos de preservação ambiental nesse pedaço do Nordeste brasileiro. O delta impressiona pelo seu ecossistema, pelos ribeirinhos que dependem dele, pela grandiosidade de suas dunas, pelo, o encontro das águas com a fauna e flora, e pela sua imensidão que te envolve. Esse lugar parece mais com um grande labirinto de igarapés, que somente os nativos têm condições de sair sozinhos de lá. O ponto de apoio para o Delta é a cidade de Parnaíba, a segunda mais importante do Piauí, com 146 mil habitantes e situada a 330 km da capital, Teresina. Lá estão os melhores hotéis, a melhor infraestrutura de serviços e demais facilidades que podem ser úteis aos turistas. A história desse Delta se inicia com a descoberta, no século XVl, pelo explorador Nicolau de Rezende quando navegava pelo litoral nordestino e sofreu um acidente na divisa do Maranhão com Piauí. 


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      Ele trazia uma grande quantidade de ouro em sua embarcação e acabou perdendo a carga nas águas da região. Ele permaneceu por mais de dezesseis anos no local, mas não conseguiu recuperar seu ouro. Indo ao estado do Piauí, procure conhecer Parnaíba e o Delta do Parnaíba, você vai se surpreender com as belezas desse lugar. Quando falamos em artesanato, o Delta do Parnaíba se destaca pela produção de esculturas, cerâmicas das mais diversas, trançados em palha, móveis, entre outros. Boa parte desse artesanato deriva da palha da carnaúba, árvore típica encontrada nos estados do Maranhão, Piauí, Ceará e Rio Grande do Norte, da fibra de taboa, planta aquática comum nas lagoas da região. São nas cidades de Parnaíba e Ilha Grande, Piauí, que os artesanatos extraídos da palha de carnaúba são confeccionados, como porta-retrato, cestos, bolsas, pratos decorativos, mandalas, acessórios, entre outros. Na região nordeste do Brasil, é onde se concentra arte e cultura brasileira. O nordeste brasileiro é conhecido dentro e fora do Brasil pelo seu artesanato regional.

29 fevereiro, 2020

ARTE E CULTURA | Blog de Arte e Cultura Nordestina , A ARTE NORDESTINA EMPREGADA NA CULINÁRIA REGIONAL DO PIAUÍ TRAZ AROMA E SABOR NO PRATO DE MARIA ISABEL DENTRO DA COZINHA PIAUIENSE , CULINÁRIA NORDESTINA ,

A ARTE NORDESTINA EMPREGADA NA CULINÁRIA REGIONAL DO PIAUÍ TRAZ AROMA E SABOR NO PRATO DE MARIA ISABEL DENTRO DA COZINHA PIAUIENSE

<img alt='maria isabel' src='prato regional do piauií ' title='maria isabel: prato da cozinha piauiense'/>








MARIA ISABEL É UM PRATO DA COZINHA PIAUIENSE, QUE TRAZ ARTE E CULTURA  EMPREGADO NO PREPARO DESSE ARROZ E FEIJÃO REGIONAL



      A culinária da região Nordeste do Brasil, é uma das mais apreciadas pelo público, tanto os nativos dessa região, quanto quem vem para conhecer o estado, ou seja, os turistas; pois, seu aroma e seus temperos picantes, fazem dela, uma cozinha regional de sabores atrativos e de fino trato. Geralmente, nessa região, a tendência sempre muda de acordo com a criatividade dos metres ou de cozinheiras e cozinheiros de alto conceito dentro da gastronomia regional. Tanto os nativos, quantos os turistas internacionais, são apaixonados pela gastronomia do Nordeste Brasileiro. Vários pratos tradicionais, são oferecidos nos restaurantes dessa região brasileira, tais como: carne de sol, chambaril, galinha à cabidela, camarão ao molho, peixe no bafo e tantos outros pratos regionais, que existem nessa culinária regional. Cada estado dessa região, tem sua culinária, com alguns nomes diferentes entre os pratos dos estados, mas basicamente é quase a mesma coisa. 


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      Então, Hoje, vamos falar de um prato muito conhecido e muito apreciado no estado do Piauí, lá no meio norte do Nordeste brasileiro. Vamos falar do prato que leva o nome de "Maria Isabel". Esse prato, basicamente é feito em cima de alguma sobra de arroz do almoço passado, e que fica lá no cantinho da geladeira para ser esquentado no (micro-ondas), no outro dia, então é com essa sobra de arroz que você pode começar a fazer esse prato, a carne que vai nele, também pode ser aquela sobra de carne de sol que sobrou do almoço, se não sobrou nada, nem o arroz e, nem a carne, também pode ser feito. Então vamos aos Ingredientes: 600 gramas de carne seca cortada em pedacinhos, 4 xícaras de chá, com arroz, sete xícaras de chá com água, três colheres de sopa com óleo, uma xícara com cebola roxa picada, um pimentão bem picado, uma pimenta-de-cheiro, colorau a gosto, cebolinha e coentro, picados. 


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      Modo de preparo: tempere a carne com os temperos secos de sua preferência: alho, pimenta-do-reino e cominho. Sal a gosto para temperar a carne seca. Coloque em uma panela e leve ao fogo, a carne já temperada com o óleo. Refogue até a carne ficar frita, junte a cebolinha, o colorau e o arroz. Deixe refogar até ficar no ponto. Acrescente água fervente o suficiente para cobrir o arroz. Veja se está bom de sal, ou precisa colocar mais um pouco. Faça um buraquinho no meio do arroz e ponha a pimenta-de-cheiro inteira ou não. Antes de colocar a pimenta, faça mais dois furos na pimenta com um palito ou garfo. Quando o arroz estiver pronto é só retirar a pimenta. Depois regue o arroz que foi cozido com um fio de óleo. Deixe cozinhar em fogo brando, por pelo menos 25 minutos ou até á água secar. Depois mexa o arroz com um garfo e acrescente o coentro picado com a cebolinha. 


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      Esse prato é um manjá. Iguaria sempre presente no cardápio piauiense, o Maria-Isabel consiste em um picadinho de carne-seca misturado com arroz previamente temperado e cozido em panela de barro. Esse é um prato que tem um aroma suave com temperos picantes que fazem dele, um dos pratos mais apreciados dentro do estado do Piauí, mas também ele é encontrado no estado do Maranhão, Goiás e Mato Grosso. O mais interessante nisso tudo, é que, esse prato, como tantos outros, que são feitos nessa região, são feitos com sobras de comidas que ficam na geladeira como o arroz e a carne, e isso, são aproveitados através da criatividade das cozinheiras ou cozinheiros, que inventam tais pratos, e colocam nomes exóticos, neles. No estado do Ceará temos o "sovaco de cobra", "sarapatel" , "buchada" e tantos outros nomes exóticos. Vindo ao Piauí, procure degustar as delícias da cozinha regional desse estado querido.












27 fevereiro, 2020

ARTE E CULTURA | Blog de Arte e Cultura Nordestina , ARTE BRASILEIRA RUPESTRE INTRODUZIDA NO PARQUE NACIONAL DA SERRA DA CAPIVARA NO PIAUÍ , ARTE DO NORDESTE ,

ARTE BRASILEIRA RUPESTRE INTRODUZIDA NO PARQUE NACIONAL DA SERRA DA CAPIVARA NO PIAUÍ

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A ARTE NORDESTINA PRESENTE NO PARQUE SERRA DA CAPIVARA: PATRIMÔNIO DA HUMANIDADE 




      O Estado do Piauí é uma região riquíssima em Biodiversidade, na sua agricultura, na sua, caprino (cultura) e, porque não dizer, na sua culinária que faz parte da cultura brasileira e em tudo que esse estado maravilhoso tem. O estado do Piauí tem dois grandes Parques Nacionais que são eles: Parque Nacional Serra da Capivara e o outro é Parque Nacional Sete Cidades. Hoje vamos falar do Parque Nacional da Serra da Capivara. 


<img alt='arte nordestina cultura brasileira' src='piauí turismo de aventura ' title='parque nacional serra da capivara'/>



      Ele está localizado por quatro municípios do Piauí, esse Parque é um local pouco explorado e conhecidos pelas pessoas. É considerado Patrimônio Cultural da Humanidade pela UNESCO em 1991. O local está sofrendo com sérios problemas desde 2004. Falta proteção, preservação e amparo institucional do Governo, essas são as principais ameaças. Sobre um relevo acidentado, em uma região de clima semiárido, período alternado de chuvas e de secas, que promovem fortes mudanças na paisagem. Em um momento, a vegetação é exuberante e há uma surpreendente diversidade de flores de cores vivas. Em outro, a vegetação seca, perde suas folhas. É quando as formações rochosas se destacam sobre a vegetação desnudada. Além das belas formações rochosas nas chapadas e vales, destacam-se os sítios arqueológicos com pinturas rupestres e grafismos gravados sobres paredões de arenitos. São mais de mil sítios cadastrados, isso já faz parte da cultura nordestina e da cultura brasileira, pois, é onde tem maior concentração conhecida de sítios arqueológicos na América. 


<img alt='arte nordestina cultura brasileira' src='piauí turismo de aventura ' title='parque nacional serra da capivara'/>



      Alguns dos vestígios da presença humana, na região, datam de 48 mil anos, são os mais antigos, conhecidos no continente americano. Esse Parque, foi criado em 5 de junho de 1997, pelo Decreto nº 83.548, visando proteger a flora e a fauna, as belezas naturais e os monumentos arqueológicos numa área de 100 (mil) hectare. Foi ampliado, em 1990, com a criação de áreas de preservação permanentes adjacentes, com 35 mil hectares. Esse lugar convida os visitantes a fazerem uma viagem no tempo, ele conta com mais de 1.200 sítios arqueológicos com pinturas rupestres, agrupando os mais antigos vestígios da ocupação humana da América do Sul. Apesar de tantas riquezas, o Parque está precisando de investimentos, recursos orçamentários para custear a manutenção permanente e investimento público, porém, até aqui nada foi feito, apesar de todos os esforços. 

<img alt='arte nordestina cultura brasileira' src='piauí turismo de aventura ' title='parque nacional serra da capivara'/>




      O Parque Nacional Serra da Capivara está há bastante tempo funcionando de forma precária e dos quase 300 funcionários que o local já teve, hoje esse lugar conta com o quadro de funcionário reduzido. O Parque conta também com Centro de visitantes, mirantes, trilhas ecológicas e o Museu do Homem Americano. A fauna e a Flora são típicas da caatinga. Encontram-se tatus, tamanduás, jacus, jaguatiricas, cotias, veados, porcos-do-mato, macacos-prego e onças. Também existe grande variedade de aves, lagartos e serpentes. O Parque Nacional Serra da Capivara fica situado no sudeste do Piauí e envolve áreas de 4 municípios: São Raimundo Nonato, João Costa, Brejo do Piauí e Coronel José Dias. A sede administrativa do Parque, fica na cidade de São Raimundo Nonato, a 26 km do acesso à guarita do Boqueirão da Pedra Furada e a 19 km do acesso à Guarita da Serra da Vermelha, ambas dentro do Parque. Indo ao Estado do Piauí, procure conhecer esse Parque, você vai poder conhecer um espaço cheio de natureza que pode lhe surpreender bastante com sua biodiversidade.

 

22 fevereiro, 2020

ARTE E CULTURA | Blog de Arte e Cultura Nordestina , ARACAJU, CIDADE PLANEJADA E A MAIS NOVA DENTRE AS CAPITAIS NORDESTINAS MOSTRANDO SEUS SEGREDOS, SUA ARTE, CULTURA E SUA CULINÁRIA REGIONAL , CIDADES DO NORDESTE ,

ARACAJU, CIDADE PLANEJADA E A MAIS NOVA DENTRE AS CAPITAIS NORDESTINAS MOSTRANDO SEUS SEGREDOS, SUA ARTE, CULTURA E SUA CULINÁRIA REGIONAL

<img alt='largo da gente sergipana' src='aracaju capital de sergipe ' title='cidade nordestina'/>









CIDADE DO NORDESTE, PLANEJADA, QUE RESPIRA ARTE E CULTURA POPULAR E QUE FAZ DE ARACAJU UM POLO DE CRIAÇÃO ARTÍSTICA E BELEZAS NATURAIS E DE TURISMO



      As belezas da cidade de Aracaju, são impressionantes, e, porque não dizer, o cenário que existe dentro de todo o Nordeste brasileiro. Essa cidade, é considerada uma das capitais do dessa região, com menor índice de desigualdade social. Ela é a capital do estado de Sergipe, e faz parte dos nove estados do nordeste brasileiro. Está localizada no litoral, sendo cortada por dois rios, como: o rio Sergipe e o Poxim. 


<img alt='aracaju cidade planejada' src='aracaju capital de sergipe ' title='cidade nordestina'/>



      Ela é relativamente, em número de habitantes, uma das poucas que ainda é boa de morar e trabalhar. Pois, a qualidade de vida dessa cidade, é muito boa. Talvez, Aracaju tenha uns 800 mil habitantes; pra mais ou pra menos, mas ela fica no patamar de algumas outras capitais nordestinas. Ela tem um rico patrimônio histórico arquitetônico, povoada por belos edifícios, templos, palácios, museus, universidades e teatros. Sua orla, é uma das mais belas do Brasil, tem uma excelente infraestrutura, com bares, restaurantes e uma vida noturna bem animada. Como toda história do Brasil, mesmo antes do descobrimento, pelos portugueses, essas terras, foi habitada por tribos indígenas, pois, o belo ambiente natural adequado para caça e pesca, fez com que os índios povoassem esse lugar. 


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      Pois, tinha a mata atlântica e o oceano pacífico, a sua frente, e isso era a mistura certa para que esses habitantes, vicem nesse lugar, um local mais que adequado para sua sobrevivência. No começo, Aracaju foi uma pequena vila de pescadores no estado de Sergipe, cuja capital era São Cristóvão. Foi com a construção do porto que, a população começou a crescer, e como esse lugar, era usado também para exportar produtos; os habitantes, foram cada vez mais aumentado. No ano de 1855, quando ela foi elevada a cidade, Aracaju se tornou a capital do estado de Sergipe, motivando um período importante do crescimento a partir do topo do morro de Santo Antônio, origem da população em direção à costa, estendendo-se pelas margens do Rio Sergipe. Com 25 km de praias que se estendem na barra do Rio Sergipe ao norte até a foz do Rio Vaza-barris ao sul, Aracaju significa cajueiros dos papagaios, sendo a fruta o símbolo da cidade. 


<img alt='vista aerea da cidade de aracaju pegando praias e rios' src='aracaju capital de sergipe ' title='cidade nordestina'/>



      A orla urbana dessa cidade é uma coisa impressionante, pois, mistura um misto de beleza e um ar de nostalgia, pois, parece visual de filme de Hollywood. A cultura nordestina tem dessas coisas, pois, a arte e a cultura se misturam com o talento do povo sergipano. Todos "sabemos" que, essa cidade, foi planejada. O projeto, desafiou a capacidade da engenharia da época, face à sua localização, numa área dominada por pântanos e charcos. Uma comissão de engenheiros elaborou um projeto urbanístico que fosse inovador e que fosse viável para a cidade. Esse projeto teve como responsável o engenheiro Sebastião Basílio Pirro. A vanguarda desse projeto, teve como ideia, projetos que fizeram em Camberra, Washington, Buenos Aires e Chicago. Ela é uma cidade tranquila e segura, preparada para o mercado turístico, onde tem atrativos naturais como: rios, praias, manguezais e uma ótima gastronomia, marcada pelo cardápio de frutos-do-mar e peixes. Sua população, dispõe de muitos eventos culturais e de lazer, como: museus, galerias de arte, teatro centro de convenções, parques e casas noturnas, sem falar nos “shows” musicais ao ritmo do forró, um ritmo de música exclusiva da região nordestina. Com o sistema de transporte público integrado, é possível conhecer toda a capital sergipana com apenas um único bilhete de passagem. A rede hoteleira da cidade, é de alta qualidade, com restaurantes e bares. A logística de Aracaju também é muito eficiente, você pode estar em qualquer lugar da cidade rapidamente. Procure conhecer a cidade de Aracaju no estado de Sergipe.do de Sergipe.

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10 fevereiro, 2020

ARTE E CULTURA | Blog de Arte e Cultura Nordestina , VAQUEIRO PERSONAGEM NORDESTINO QUE MOSTRA A CULTURA DO GADO DO COURO E DO LEITE DENTRO DO CONTEXTO GERAL DA PECUÁRIA NORDESTINA , Cultura Nordestina ,

VAQUEIRO PERSONAGEM NORDESTINO QUE MOSTRA A CULTURA DO GADO DO COURO E DO LEITE DENTRO DO CONTEXTO GERAL DA PECUÁRIA NORDESTINA

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<img alt='vaqueiro nordestino' src='cultura nordestina ' title='arte nordestina'/>








O VAQUEIRO É A FIGURA CENTRAL DE UMA FAZENDA ONDE ELE TRABALHA PARA ORGANIZAR E ADMINISTRAR O REBANHO DOS ANIMAIS E OUTROS AFAZERES FAZ PARTE DA ARTE NORDESTINA





     O vaqueiro nordestino, antes de mais nada é um forte, além de ser assa personagem tão cultural que faz parte da história rural e da arte nordestina,  e da própria vida nessa região do Brasil; eles são homens destemidos e pessoas que conhecem o terreno desse (lugar), como ninguém. Eles fazem parte do dia a dia e do trabalho no campo, onde eles são responsáveis por cuidar dos animais dos fazendeiros e de seus próprios trabalhos. Sempre acordam cedo para começar o seu trabalho com o manejo do gado e de outros animais. 

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      Existe sempre, um perigo na carreira profissional, mas faz parte também da sua luta, seu trabalho é sempre uma disputa, quando ele está na dianteira protegendo as pernas. Ele também usa calças e botas de couro, gibão, guarda peito, perneiras e luvas. O maior problema enfrentado pelo vaqueiro é o da água. Às vezes ele tem que conduzir o gado para ser levado para lugares distantes até o bebedouro. Na época de da migração, o vaqueiro tem que conduzir o gado para lugares mais distantes, tanto na ida quanto na volta. 



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      Lidar com o gado na caatinga cheia de galhos espinhosos é muito difícil, por isso o vaqueiro tem que usar as roupas próprias, com condições de enfrentar a labuta e que funcione como uma couraça ou armadura. A vestimenta do vaqueiro é caracterizada pela predominância do couro cru e curtido, geralmente, utilizando-se processos primitivos, o que o (deixa) da cor escura do (ferrugem), flexível e macio. O couro do veado era muito usado na fabricação das vestimentas dos vaqueiros, antigamente, com a extinção desse animal, passou a se usar o mesmo material, só que de bode ou ovelha. Dentro da nossa cultura, esse manejo começou quando o Brasil era colônia de Portugal. Em 1534 chegaram as primeiras cabeças de gado, vindas da ilha de Cabo Verde, África e outros. 


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      Portanto, o vaqueiro é um tipo étnico que vem do contato do colonizador com o índio, durante a penetração do gado nos sertões do Nordeste brasileiro. O vaqueiro é a figura central de uma fazenda. Cabe a ele reunir os animais nos currais e de ferrá-lo, utilizando um ferro em brasa, colocando-o em cada um, a marca do seu dono. Uma das coisas que caracteriza é o aboio, ao conduzir o gado para pastagens ou para o curral. Eles também aboiam, quando precisam orientar um colega que se perde numa serra ou se extravia na caatinga. O vaqueiro usa sempre um par de esporas e nas mãos uma chibata de couro, indicando que, se não está montado poderá fazê-lo a qualquer momento. Seu dia Nacional é comemorado anualmente no dia 20 de julho e é a festa tradicionalmente mais importante para o vaqueiro nordestino é a vaquejada. Em Pernambuco, celebra-se também, no terceiro domingo de junho, a Missa do vaqueiro, é uma homenagem a Raimundo Jacó e primo de Luiz Gonzaga, o rei do Baião, ele foi assassinado por um companheiro no município de Serrita – Pe. em maio de 1954.