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11 agosto, 2019

VAQUEIRO NORDESTINO É A FIGURA CENTRAL DE UMA FAZENDA QUE USA INDUMENTÁRIA PARA O TRABALHO NO CAMPO E QUE FAZ PARTE DA CULTURA NORDESTINA

<img src=“ vaqueiros” title=“nordeste-brasileiro” alt=“A ARTE NORDESTINA | Blog de Arte e Cultura: cultura do nordeste brasileiro ”>






VAQUEIROS SÃO POETAS NORDESTINOS E ABOIADORES QUE FAZEM DOS SEUS CANTOS UMA POESIA PARA CHAMAREM O GADO QUE ELES VÃO LEVANDO




Hoje, vamos falar de uma das profissões mais antigas no Brasil, vamos falar do vaqueiro nordestino. Ele começa a surgir no Nordeste brasileiro com o desenvolvimento da criação de gado no Brasil. Para cuidar e conduzir os rebanhos, os vaqueiros do sertão Nordestino, se submetiam a longas jornadas de trabalho, para levar os animais de um ponto para outro, isso dentro do bioma nordestino, "a caatinga", em busca de alguns animais perdidos. Nesse período, não existia leis trabalhistas nem muito menos um salário, e dentro desse contexto, eles eram explorados constantemente pelos patrões, pois esse serviço é insalubre e constantemente esses heróis nordestinos, estavam próximo ao perigo, tanto pelo trato com o gado como por ser mordido por algum animal  peçonhento, ou até mesmo, sofrer um acidente de trabalho. 


<img src=“ pega-de-bois” title=“vaqueiro-nordestino” alt=“A ARTE NORDESTINA | Blog de Arte e Cultura: cultura do nordeste brasileiro ”>


Os vaqueiros,  usam uma indumentária para não se ferirem dentro do bioma, ou seja, "a caatinga", pois ela tem uma vegetação muito densa e espinhosa, e com a movimentação desses vaqueiros dentro dela, atrás de animais perdidos, eles podem se ferirem sem sua indumentária. Essa vestimenta que eles usam vem do próprio gado, como: o gibão, que é o tipo de uma jaqueta de couro, o pára peito, que protege o peitoral, a peneira é uma perna de uma calça em couro, que cobre dos pés até a virilha, as peneiras ficam presas na cintura são duas pernas de calças soltas, deixando o corpo livre para cavalgar. Nos pés, as alpercatas simples ou complicadas como as dos cangaceiros. Na cabeça, o vaqueiro tradicional Nordestino usa chapéu de couro, que protege o vaqueiro do sol. Essa arte nordestina em couro que os vaqueiros levam quando vão para a labuta do dia a dia, ela faz parte da A ARTE NORDESTINA, da cultura do nordeste brasileiro.  Eles continuam sendo explorados, mesmo depois da criação da lei que regulamenta a profissão, em 2013. Ainda hoje, alguns donos de grandes rebanhos bovinos, insistem em desrespeitar os vaqueiros da caatinga. Essa profissão de vaqueiro é uma profissão muito árdua de sol a sol, e faz parte da cultura da região do Nordeste do Brasil, pois ela existe desde o período colonial. O gado que aqui chegou foi no governo de Tomé de Souza, o primeiro governador geral da nação. Até o século XVll o gado era criado dentro dos próprios engenhos de cana de açúcar. Os currais eram feitos perto da casa grande, senzala e moenda, onde os bichos eram cuidados. Ainda hoje, no Brasil, os costumes continuam até os dias atuais, desenvolvendo a pecuária extensiva. A diária desses trabalhadores do campo é muito baixa, eles ganham entre 30 e 40 reais, mais ou menos uns 10 dólares, por dia. Muito diferente de se trabalhar na América, pois lá o dinheiro é valorizado, a mão de obra é valorizada, o poder de comprar do trabalhador é alto, e os produtos no comércio no varejo,  tem preços acessíveis, essa é a diferença entre o Brasil e os Estados Unidos na economia. Aqui no Brasil, o trabalhador brasileiro é explorado, o poder de compra dele é baixo, o dinheiro não é valorizado e os produtos aqui que são vendidos são altíssimo, por essas e outras é que esse país não cresce, porque os impostos são altíssimos e massacra os empresários, e toda população em geral. 

<img src=“ vaqueiro-do-nordeste-brasileiro” title=“vaqueiro na caatinga” alt=“A ARTE NORDESTINA | Blog de Arte e Cultura: cultura do nordeste brasileiro ”>


      Então, quando você trabalha como os trabalhadores mais simples desse país, eles são explorados e não conseguem pagas suas contas. Essa é a mais pura realidade desse país em se tratando de trabalhadores humildes, e pior o governo ainda quer tirar todos os seus direitos conquistados durante uma vida de trabalho forçado, como por exemplo à aposentadoria dessas pessoas. Imagine um trabalhador do campo trabalhando durante oitenta anos, para puxar boi, para tirar leite, para limpar todo o curral, para dá comidas aos animais, para cortar capim e dá rações aos animais dentro de um curral. Então vemos que, esse tipo de trabalho é um tipo de trabalho que força muito as pessoas que estão diretamente ligados a eles, e com esse tipo de trabalho puxado, o trabalhador não consegue trabalhar até uma idade avançada. O maior problema enfrentado pelo vaqueiro é o da água. Às vezes o gado tem que ser levado por dezenas de quilômetros até os bebedouros. 


<img src=“ vaqueiro-com-jibao” title=“vaqueiro-nordestino” alt=“A ARTE NORDESTINA | Blog de Arte e Cultura: cultura do nordeste brasileiro ”>



     Na época da migração ele tem que conduzir o gado para lugares distantes, na ida e na volta.  O vaqueiro é a figura central de uma fazenda e operador, pois o patrão geralmente é ou foi um vaqueiro. Seu trabalho é árduo e contínuo. Passa grande parte do tempo montado em um cavalo percorrendo a fazenda, fiscalizando as:  pastagens, ás cercas e às águas, fontes, rios, lagoas ou qualquer manancial existente numa propriedade agrícola. Os empregados não vaqueiros, conduzem os veículos para o transporte. Todo esse trabalho tradicional dessa personagem que chamamos de "vaqueiros", que nos U.S.A, são chamados de "cowboys", eles são as figuras centrais quando a gente fala de cultura nordestina, de sertão, de gado, de fazenda, de vaquejadas. Então são eles que, fazem  parte da cultura tradicional do Nordeste brasileiro, pena que, seus trabalhos, não seja valorizados à altura do que eles fazem, porque é um trabalho árduo e puxado. Mas eles já estão na história e na cultura do sertão do Nordeste do Brasil.




<img src=“ vaqueiros” title=“nordeste-brasileiro” alt=“A ARTE NORDESTINA | Blog de Arte e Cultura: cultura do nordeste brasileiro ”>






VAQUEIROS SÃO POETAS NORDESTINOS E ABOIADORES QUE FAZEM DOS SEUS CANTOS UMA POESIA PARA CHAMAREM O GADO QUE ELES VÃO LEVANDO




Hoje, vamos falar de uma das profissões mais antigas no Brasil, vamos falar do vaqueiro nordestino. Ele começa a surgir no Nordeste brasileiro com o desenvolvimento da criação de gado no Brasil. Para cuidar e conduzir os rebanhos, os vaqueiros do sertão Nordestino, se submetiam a longas jornadas de trabalho, para levar os animais de um ponto para outro, isso dentro do bioma nordestino, "a caatinga", em busca de alguns animais perdidos. Nesse período, não existia leis trabalhistas nem muito menos um salário, e dentro desse contexto, eles eram explorados constantemente pelos patrões, pois esse serviço é insalubre e constantemente esses heróis nordestinos, estavam próximo ao perigo, tanto pelo trato com o gado como por ser mordido por algum animal  peçonhento, ou até mesmo, sofrer um acidente de trabalho. 


<img src=“ pega-de-bois” title=“vaqueiro-nordestino” alt=“A ARTE NORDESTINA | Blog de Arte e Cultura: cultura do nordeste brasileiro ”>


Os vaqueiros,  usam uma indumentária para não se ferirem dentro do bioma, ou seja, "a caatinga", pois ela tem uma vegetação muito densa e espinhosa, e com a movimentação desses vaqueiros dentro dela, atrás de animais perdidos, eles podem se ferirem sem sua indumentária. Essa vestimenta que eles usam vem do próprio gado, como: o gibão, que é o tipo de uma jaqueta de couro, o pára peito, que protege o peitoral, a peneira é uma perna de uma calça em couro, que cobre dos pés até a virilha, as peneiras ficam presas na cintura são duas pernas de calças soltas, deixando o corpo livre para cavalgar. Nos pés, as alpercatas simples ou complicadas como as dos cangaceiros. Na cabeça, o vaqueiro tradicional Nordestino usa chapéu de couro, que protege o vaqueiro do sol. Essa arte nordestina em couro que os vaqueiros levam quando vão para a labuta do dia a dia, ela faz parte da A ARTE NORDESTINA, da cultura do nordeste brasileiro.  Eles continuam sendo explorados, mesmo depois da criação da lei que regulamenta a profissão, em 2013. Ainda hoje, alguns donos de grandes rebanhos bovinos, insistem em desrespeitar os vaqueiros da caatinga. Essa profissão de vaqueiro é uma profissão muito árdua de sol a sol, e faz parte da cultura da região do Nordeste do Brasil, pois ela existe desde o período colonial. O gado que aqui chegou foi no governo de Tomé de Souza, o primeiro governador geral da nação. Até o século XVll o gado era criado dentro dos próprios engenhos de cana de açúcar. Os currais eram feitos perto da casa grande, senzala e moenda, onde os bichos eram cuidados. Ainda hoje, no Brasil, os costumes continuam até os dias atuais, desenvolvendo a pecuária extensiva. A diária desses trabalhadores do campo é muito baixa, eles ganham entre 30 e 40 reais, mais ou menos uns 10 dólares, por dia. Muito diferente de se trabalhar na América, pois lá o dinheiro é valorizado, a mão de obra é valorizada, o poder de comprar do trabalhador é alto, e os produtos no comércio no varejo,  tem preços acessíveis, essa é a diferença entre o Brasil e os Estados Unidos na economia. Aqui no Brasil, o trabalhador brasileiro é explorado, o poder de compra dele é baixo, o dinheiro não é valorizado e os produtos aqui que são vendidos são altíssimo, por essas e outras é que esse país não cresce, porque os impostos são altíssimos e massacra os empresários, e toda população em geral. 

<img src=“ vaqueiro-do-nordeste-brasileiro” title=“vaqueiro na caatinga” alt=“A ARTE NORDESTINA | Blog de Arte e Cultura: cultura do nordeste brasileiro ”>


      Então, quando você trabalha como os trabalhadores mais simples desse país, eles são explorados e não conseguem pagas suas contas. Essa é a mais pura realidade desse país em se tratando de trabalhadores humildes, e pior o governo ainda quer tirar todos os seus direitos conquistados durante uma vida de trabalho forçado, como por exemplo à aposentadoria dessas pessoas. Imagine um trabalhador do campo trabalhando durante oitenta anos, para puxar boi, para tirar leite, para limpar todo o curral, para dá comidas aos animais, para cortar capim e dá rações aos animais dentro de um curral. Então vemos que, esse tipo de trabalho é um tipo de trabalho que força muito as pessoas que estão diretamente ligados a eles, e com esse tipo de trabalho puxado, o trabalhador não consegue trabalhar até uma idade avançada. O maior problema enfrentado pelo vaqueiro é o da água. Às vezes o gado tem que ser levado por dezenas de quilômetros até os bebedouros. 


<img src=“ vaqueiro-com-jibao” title=“vaqueiro-nordestino” alt=“A ARTE NORDESTINA | Blog de Arte e Cultura: cultura do nordeste brasileiro ”>



     Na época da migração ele tem que conduzir o gado para lugares distantes, na ida e na volta.  O vaqueiro é a figura central de uma fazenda e operador, pois o patrão geralmente é ou foi um vaqueiro. Seu trabalho é árduo e contínuo. Passa grande parte do tempo montado em um cavalo percorrendo a fazenda, fiscalizando as:  pastagens, ás cercas e às águas, fontes, rios, lagoas ou qualquer manancial existente numa propriedade agrícola. Os empregados não vaqueiros, conduzem os veículos para o transporte. Todo esse trabalho tradicional dessa personagem que chamamos de "vaqueiros", que nos U.S.A, são chamados de "cowboys", eles são as figuras centrais quando a gente fala de cultura nordestina, de sertão, de gado, de fazenda, de vaquejadas. Então são eles que, fazem  parte da cultura tradicional do Nordeste brasileiro, pena que, seus trabalhos, não seja valorizados à altura do que eles fazem, porque é um trabalho árduo e puxado. Mas eles já estão na história e na cultura do sertão do Nordeste do Brasil.




05 agosto, 2019

A CIDADE CEARENSE DE GUARAMIRANGA É CONSIDERADA O MENOR MUNICÍPIO DO ESTADO DO CEARÁ E CHAMADA DE CIDADE DAS FLORES

<img src=“ guaramiranga-ceara” title=“cidade-das-flores” alt=“A ARTE NORDESTINA | Blog de Arte e Cultura: cultura do nordeste brasileiro ”>









CIDADE SERRANA DO MACIÇO DO BATURITÉ É A CIDADE DOS FESTIVAIS: DE BLUES E JAZZ DE LETRAS FLORES E VINHOS E PROMOVE ARTE E CULTURA




      A região Nordeste do Brasil, é uma região que tem muitas peculiaridades culturais, tem uma história de guerras e batalhas, sangue suor e lágrias, e tem um povo forte e aguerrido por si, só. A história dessa região, é uma história que traz muito trabalho, muita dedicação ao próximo, muita educação e muitas vitórias. Dentro dessa terra sagrada, já deu muitos menestréis, coronéis, caboclos, índios, lutadores, senhores, cantores, trovadores, pintores, atores, poetas e muitos artistas para o mundo. 



<img src=“ cidade-serrana-de-guaramiranga” title=“ cidade-das-flores ” alt=“A ARTE NORDESTINA | Blog de Arte e Cultura: cultura do nordeste brasileiro ”>



      Mas também podemos admirar uma arquitetura regional, de encher os olhos de quem a conhece. No interior do Nordeste desse Brasil, existe uma sub-região que chamamos de sertão, e por lá, podemos encontrar coisas belíssimas de se ver, de degustar, de tocar e porque não dizer de apreciar essas belezas naturais que Deus nos Deus. Tudo isso, combinando com a criação humana dentro da sociedade moderna. Quando se percorre o interior #nordestino, se ver grandes paisagens da mata branca, o bioma único no mundo, que é a caatinga, e pequenas cidades de grande riqueza cultural que tem esse lugar. Nessa região, somos surpreendidos por pequenas cidades que ficam encravadas nos longínquos grotões do Nordeste Brasileiro. Cada uma dessas cidades, tem seus costumes sociais e culturais que diferenciam as vezes, de uma outra cidade nordestina, mas que as vezes tem o mesmo sentido cultural da história desse lugar. Dentre tantas pequenas cidade dessa região brasileira, vamos falar de uma dessas cidades que fica no estado do Ceará. 


<img src=“ igreja-nossa-senhora-do-carmo” title=“cidade-de-guaramiranga” alt=“a-arte-de-newton-avelino”>



      Guaramiranga é o menor município do estado cearense. Esse município se destaca por ser um município turístico pelo clima frio e agradável durante todo ano. Ele tem uma média anual de baixas temperaturas do Nordeste Brasileiro. O polo da Serra de Guaramiranga faz desse município um dos mais agradáveis desse estado. Suas principais fontes de água fazem parte da bacia metropolitana, sendo elas: os rios Pacoti e os riachos Candeias e Sinimbú, todos afluentes do rio Aracoiaba. Uma das fonte de emprego e renda dessa região, é o turismo, gerado pelas belezas naturais e pelo clima frio que predomina durante o ano todo em Guaramiranga. No período carnavalesco, essa destino é muito disputado pelos cearenses e por pessoas vindos de outras cidades, pois é uma forma das pessoas ficarem longe das grandes cidades. O festival de Jazz e Blues, é apresentado nesse mesmo período carnavalesco, com participação de grandes nomes nacional e internacional do blue e do Jazz. Digamos que essa cidade faz uma grande e maravilhosa miscelânea cultural e que de qualquer modo, tem shows para todos os gostos e pessoas que gostam de qualquer vertente cultural, afinal de contas, pode ser forró, blues, Jazz, samba, xaxado, baião, frevo ou axé music, o importante é se valorizar a arte e a cultura, pois é dessa maneira que os seres humanos, cresce espiritual, intelectual e artisticamente. Guaramiranga tem um clima que varia entre 10° e 20° C. Tem um relevo 1. 115 metros e é considerado o segundo maior culminante do estado e o terceiro da região Nordeste do Brasil. Guaramiranga é também conhecida como "cidades das flores". Esse título reside na tradição do cultivo de rosas no Maciço de Baturité. Essa é uma região que também oferece turismo de aventura e que é o máximo para os amantes do turismo de aventura, pois a Cachoeira do Perigo, fica logo em Baturité. 


<img src=“cidade-serrana-de-guaramiranga” title=“cidade-das-flores” alt=“a-arte-de-newton-avelino”>



      Você também encontrará uma grande vegetação de mata atlântica. A cidade, também é conhecida pelos seus festivais, como os já ditos aqui, que são os festivais de blues e Jazz, o Festival Nordestino de Teatro e o festival de Letras, Flores e Vinhos. Essa cidade se destaca na região, pela diversidade de seus pratos regionais. Você encontra alguns cantinhos especiais com delícias caseiras como geleias, cachaças, castanhas, frutas secas, mel e saborosos biscoitos gostos. Outro destaque, é para a culinária alemã, que oferece fondues e grande variedades de vinhos, que agrada ao público mais exigente. Na cozinha regional, o Carneiro ao molho servido na serra tem outro sabor. Então quando vier ao Ceará, procure conhecer essa aconchegante cidade cearense. Como chegar a Guaramiranga Ce; por Fortaleza, pela CE 060 passando pelas cidades de Pacatuba, Guaiuba, Acarape, Redenção, Aracoiaba e Baturité até chegar em Guaramiranga. (distância total de 110 km) e pela CE 065 passando pelas cidades de Maranguape, Palmácia, Pacoti até chegar em Guaramiranga (distância total de 92km).




<img src=“ guaramiranga-ceara” title=“cidade-das-flores” alt=“A ARTE NORDESTINA | Blog de Arte e Cultura: cultura do nordeste brasileiro ”>









CIDADE SERRANA DO MACIÇO DO BATURITÉ É A CIDADE DOS FESTIVAIS: DE BLUES E JAZZ DE LETRAS FLORES E VINHOS E PROMOVE ARTE E CULTURA




      A região Nordeste do Brasil, é uma região que tem muitas peculiaridades culturais, tem uma história de guerras e batalhas, sangue suor e lágrias, e tem um povo forte e aguerrido por si, só. A história dessa região, é uma história que traz muito trabalho, muita dedicação ao próximo, muita educação e muitas vitórias. Dentro dessa terra sagrada, já deu muitos menestréis, coronéis, caboclos, índios, lutadores, senhores, cantores, trovadores, pintores, atores, poetas e muitos artistas para o mundo. 



<img src=“ cidade-serrana-de-guaramiranga” title=“ cidade-das-flores ” alt=“A ARTE NORDESTINA | Blog de Arte e Cultura: cultura do nordeste brasileiro ”>



      Mas também podemos admirar uma arquitetura regional, de encher os olhos de quem a conhece. No interior do Nordeste desse Brasil, existe uma sub-região que chamamos de sertão, e por lá, podemos encontrar coisas belíssimas de se ver, de degustar, de tocar e porque não dizer de apreciar essas belezas naturais que Deus nos Deus. Tudo isso, combinando com a criação humana dentro da sociedade moderna. Quando se percorre o interior #nordestino, se ver grandes paisagens da mata branca, o bioma único no mundo, que é a caatinga, e pequenas cidades de grande riqueza cultural que tem esse lugar. Nessa região, somos surpreendidos por pequenas cidades que ficam encravadas nos longínquos grotões do Nordeste Brasileiro. Cada uma dessas cidades, tem seus costumes sociais e culturais que diferenciam as vezes, de uma outra cidade nordestina, mas que as vezes tem o mesmo sentido cultural da história desse lugar. Dentre tantas pequenas cidade dessa região brasileira, vamos falar de uma dessas cidades que fica no estado do Ceará. 


<img src=“ igreja-nossa-senhora-do-carmo” title=“cidade-de-guaramiranga” alt=“a-arte-de-newton-avelino”>



      Guaramiranga é o menor município do estado cearense. Esse município se destaca por ser um município turístico pelo clima frio e agradável durante todo ano. Ele tem uma média anual de baixas temperaturas do Nordeste Brasileiro. O polo da Serra de Guaramiranga faz desse município um dos mais agradáveis desse estado. Suas principais fontes de água fazem parte da bacia metropolitana, sendo elas: os rios Pacoti e os riachos Candeias e Sinimbú, todos afluentes do rio Aracoiaba. Uma das fonte de emprego e renda dessa região, é o turismo, gerado pelas belezas naturais e pelo clima frio que predomina durante o ano todo em Guaramiranga. No período carnavalesco, essa destino é muito disputado pelos cearenses e por pessoas vindos de outras cidades, pois é uma forma das pessoas ficarem longe das grandes cidades. O festival de Jazz e Blues, é apresentado nesse mesmo período carnavalesco, com participação de grandes nomes nacional e internacional do blue e do Jazz. Digamos que essa cidade faz uma grande e maravilhosa miscelânea cultural e que de qualquer modo, tem shows para todos os gostos e pessoas que gostam de qualquer vertente cultural, afinal de contas, pode ser forró, blues, Jazz, samba, xaxado, baião, frevo ou axé music, o importante é se valorizar a arte e a cultura, pois é dessa maneira que os seres humanos, cresce espiritual, intelectual e artisticamente. Guaramiranga tem um clima que varia entre 10° e 20° C. Tem um relevo 1. 115 metros e é considerado o segundo maior culminante do estado e o terceiro da região Nordeste do Brasil. Guaramiranga é também conhecida como "cidades das flores". Esse título reside na tradição do cultivo de rosas no Maciço de Baturité. Essa é uma região que também oferece turismo de aventura e que é o máximo para os amantes do turismo de aventura, pois a Cachoeira do Perigo, fica logo em Baturité. 


<img src=“cidade-serrana-de-guaramiranga” title=“cidade-das-flores” alt=“a-arte-de-newton-avelino”>



      Você também encontrará uma grande vegetação de mata atlântica. A cidade, também é conhecida pelos seus festivais, como os já ditos aqui, que são os festivais de blues e Jazz, o Festival Nordestino de Teatro e o festival de Letras, Flores e Vinhos. Essa cidade se destaca na região, pela diversidade de seus pratos regionais. Você encontra alguns cantinhos especiais com delícias caseiras como geleias, cachaças, castanhas, frutas secas, mel e saborosos biscoitos gostos. Outro destaque, é para a culinária alemã, que oferece fondues e grande variedades de vinhos, que agrada ao público mais exigente. Na cozinha regional, o Carneiro ao molho servido na serra tem outro sabor. Então quando vier ao Ceará, procure conhecer essa aconchegante cidade cearense. Como chegar a Guaramiranga Ce; por Fortaleza, pela CE 060 passando pelas cidades de Pacatuba, Guaiuba, Acarape, Redenção, Aracoiaba e Baturité até chegar em Guaramiranga. (distância total de 110 km) e pela CE 065 passando pelas cidades de Maranguape, Palmácia, Pacoti até chegar em Guaramiranga (distância total de 92km).




26 julho, 2019

FOLGUEDO CÊNICO BRASILEIRO - É UM FESTEJO QUE INTEGRA O AUTO NATALINO TÍPICO DA ZONA DA MATA SETENTRIONAL DE PERNAMBUCO O CAVALO MARINHO FAZ PARTE DA CULTURA PERNAMBUCANA

<img src=“folguedo-cavalo-marinho” title=“folclore-pernambucano” alt=“a-arte-de-newton-avelino”>







O CAVALO MARINHO É UMA BRINCADEIRA POPULAR  QUE MISTURA ARTE DANÇA E POESIA UMA TRADIÇÃO FOLCLÓRICA DO INTERIOR PERNAMBUCANO




      O Nordeste brasileiro é uma das regiões brasileiras mais ricas, culturalmente falando. É composta por nove estados, dentre todos, as tradições culturais são extremamente parecidas,  e algumas delas,  com nomes diferentes. A introdução das artes europeias dentro do continente brasileiro, foi através do Nordeste brasileiro, talvez seja por isso que, essa região tenha uma tradição muito forte dentro da cultura brasileira.  







<img src=“cavalo-marinho” title=“arte-música-poesia” alt=“a-arte-de-newton-avelino”>




      Ela movimenta durante o ano inteiro arte e cultura regional, e isso é o que movimenta empregos diretos e indiretos, gerando renda para família de baixa renda, dentro de muitas cidades nordestinas. Vamos falar que, dentro dessa cultura regional, a cidade do Recife, capital do estado de pernambuco é considerada a capital da cultura regional do Nordeste. Isso não quer dizer que outras cidades e outros estados nordestinos, não tenha sua cultura forte ou que faça menos cultura, de que o estado de pernambuco, mas é porque no contexto geral, Recife produz Cultura e Arte o ano todo, e é por isso que essa cidade e esse estado, tem um grande destaque dentro do Nordeste e dentro do Brasil. 



<img src=“BRINCADEIRA POPULAR  ” title=“cavalo-marinho-folclore-pernambucano” alt=“a-arte-de-newton-avelino”>




     Pernambuco produz frevo, maracatu, caboclinhos, coco de roda, forró, xaxado, carnaval, bumba meu boi e tantos outras formas de arte e cultura. Hoje vamos falar de um folguedo cênico brasileiro, típico da Zona da Mata de Pernambuco, Paraíba e Alagoa. Ele se chama "Cavalo Marinho". É um festejo que integra o auto festejos natalinos, e presta homenagem aos Reis Magos. Ele é apresentado ao som  da orquestra conhecida como banca, composta de Rabeca, ganzás, pandeiros e zabumbas. O folguedo se desenvolve em torno de 70 atos, durante toda uma noite de festas, possui muitas personagens dentre humanos, animais e seres fantásticos. No decorrer de toda apresentação, os brincantes assumem diferentes papéis, mediante a troca de roupas e de máscaras, com exceção dos negros Bastião e Mateus, que ficam os mesmos, durante toda apresentação. O auto reúne encenações, performances circenses, coreografias exuberantes, muito improvisos, toadas, poesias, ritmos folclóricos, e muitos estilos de danças tradicionais, como: a dança de São Gonçalo, o mergulhão e o coco. Esse espetáculo é narrado através da linguagem falada, da declaração de toadas e dos loas, como são conhecidas as estrofes poéticas que integram o enredo. 




<img src=“auto-natalino” title=“cavalo-marinho-folclore-regional” alt=“a-arte-de-newton-avelino”>




      O público interage com as personagens de modo em geral, principalmente Bastião e Mateus, que são constantes em todo o ato. Os brincantes desse folguedo, dão viva a Deus, a Jesus, à Virgem Maria, a São Gonçalo e aos Santos de devoção do dono da casa, onde está acontecendo à apresentação. Ele tem uma semelhança com o reisado, bumba meu boi e outros folguedos brasileiros. Então são por essas e outras que sabemos que essa região Nordestina se concentra uma cultura brasileira bem forte, e por mais que se estude o folclore brasileiro, vamos sempre esbarrar dentro da cultura nordestina, pois foi aqui, que tudo começou. A introdução da cultura europeia dentro do Brasil, foi feita através do Nordeste brasileiro desde a época do Brasil império, e foi por aqui que, absolvemos e fizemos uma cultura popular genuinamente nordestina e brasileira, porque ela foi feita com o passar dos  anos, em cima dos costumes, gostos e dos afazeres do dia a dia de cada brasileiro. 




<img src=“folguedo-cavalo-marinho” title=“folclore-pernambucano” alt=“a-arte-de-newton-avelino”>







O CAVALO MARINHO É UMA BRINCADEIRA POPULAR  QUE MISTURA ARTE DANÇA E POESIA UMA TRADIÇÃO FOLCLÓRICA DO INTERIOR PERNAMBUCANO




      O Nordeste brasileiro é uma das regiões brasileiras mais ricas, culturalmente falando. É composta por nove estados, dentre todos, as tradições culturais são extremamente parecidas,  e algumas delas,  com nomes diferentes. A introdução das artes europeias dentro do continente brasileiro, foi através do Nordeste brasileiro, talvez seja por isso que, essa região tenha uma tradição muito forte dentro da cultura brasileira.  







<img src=“cavalo-marinho” title=“arte-música-poesia” alt=“a-arte-de-newton-avelino”>




      Ela movimenta durante o ano inteiro arte e cultura regional, e isso é o que movimenta empregos diretos e indiretos, gerando renda para família de baixa renda, dentro de muitas cidades nordestinas. Vamos falar que, dentro dessa cultura regional, a cidade do Recife, capital do estado de pernambuco é considerada a capital da cultura regional do Nordeste. Isso não quer dizer que outras cidades e outros estados nordestinos, não tenha sua cultura forte ou que faça menos cultura, de que o estado de pernambuco, mas é porque no contexto geral, Recife produz Cultura e Arte o ano todo, e é por isso que essa cidade e esse estado, tem um grande destaque dentro do Nordeste e dentro do Brasil. 



<img src=“BRINCADEIRA POPULAR  ” title=“cavalo-marinho-folclore-pernambucano” alt=“a-arte-de-newton-avelino”>




     Pernambuco produz frevo, maracatu, caboclinhos, coco de roda, forró, xaxado, carnaval, bumba meu boi e tantos outras formas de arte e cultura. Hoje vamos falar de um folguedo cênico brasileiro, típico da Zona da Mata de Pernambuco, Paraíba e Alagoa. Ele se chama "Cavalo Marinho". É um festejo que integra o auto festejos natalinos, e presta homenagem aos Reis Magos. Ele é apresentado ao som  da orquestra conhecida como banca, composta de Rabeca, ganzás, pandeiros e zabumbas. O folguedo se desenvolve em torno de 70 atos, durante toda uma noite de festas, possui muitas personagens dentre humanos, animais e seres fantásticos. No decorrer de toda apresentação, os brincantes assumem diferentes papéis, mediante a troca de roupas e de máscaras, com exceção dos negros Bastião e Mateus, que ficam os mesmos, durante toda apresentação. O auto reúne encenações, performances circenses, coreografias exuberantes, muito improvisos, toadas, poesias, ritmos folclóricos, e muitos estilos de danças tradicionais, como: a dança de São Gonçalo, o mergulhão e o coco. Esse espetáculo é narrado através da linguagem falada, da declaração de toadas e dos loas, como são conhecidas as estrofes poéticas que integram o enredo. 




<img src=“auto-natalino” title=“cavalo-marinho-folclore-regional” alt=“a-arte-de-newton-avelino”>




      O público interage com as personagens de modo em geral, principalmente Bastião e Mateus, que são constantes em todo o ato. Os brincantes desse folguedo, dão viva a Deus, a Jesus, à Virgem Maria, a São Gonçalo e aos Santos de devoção do dono da casa, onde está acontecendo à apresentação. Ele tem uma semelhança com o reisado, bumba meu boi e outros folguedos brasileiros. Então são por essas e outras que sabemos que essa região Nordestina se concentra uma cultura brasileira bem forte, e por mais que se estude o folclore brasileiro, vamos sempre esbarrar dentro da cultura nordestina, pois foi aqui, que tudo começou. A introdução da cultura europeia dentro do Brasil, foi feita através do Nordeste brasileiro desde a época do Brasil império, e foi por aqui que, absolvemos e fizemos uma cultura popular genuinamente nordestina e brasileira, porque ela foi feita com o passar dos  anos, em cima dos costumes, gostos e dos afazeres do dia a dia de cada brasileiro. 




25 julho, 2019

AS GRANDES SECAS NO NORDESTE DO BRASIL DEIXAM UM RASTRO DE MISÉRIA FOME MORTE E GRANDES PREJUÍZOS - AS GRANDES ESTRATÉGICAS PARA ACABAR COM AS SECAS NO NORDESTE BRASILEIRO

<img src=“secas-no-sertão” title=“sertão-nordestino” alt=“a-arte-de-newton-avelino”>








SERTÃO NORDESTINO REGIÃO DO POLÍGONO DAS SECAS MAPA DA FOME MISÉRIA E ESQUECIMENTO PELOS PODERES PÚBLICOS





O  Brasil é um maravilhoso país, colossal e muito aconchegante, mas como em todo país, de terceiro mundo, tem seus problemas sociais, econômicos, e culturais, e para essa situação, muitos fatores imperam; um deles, é a ausência do estado nessas áreas mais fragilizadas. Outro fator, é que não existe distribuição de renda mais justa, outro fator, é a falta de infraestrutura e de emprego e renda para as pessoas poderem se qualificar e poderem produzir para o país. Eu costumo dizer que, o Brasil tem dois Brazis; um dos ricos e outro dos pobres e miseráveis. Na região Nordeste do Brasil é a mesma coisa; temos dois Nordestes, um Nordeste do Litoral, onde também encontramos riqueza e pobreza, e no sertão, ricos, pobres e miseráveis. Não é concebível que, um país como o Brasil, um país continental, alguns políticos não liguem para a pobreza do país. 


<img src=“homem-nordestino” title=“polígono-das-secas” alt=“a-arte-de-newton-avelino”>



      Isso é inadmissível, pois todos precisam de todos, se quiserem sobreviver socialmente, economicamente e culturalmente. O Brasil, passa por uma turbulência enorme social, e porque não dizer culturalmente e econômica. Esse país já foi uma nação  ordeira e pacata, mais de uns tempos para cá, alguns políticos começaram a não levar muito a sério esse negócio de projetos sociais e de introdução de geração de emprego e renda para a classe mais pobre dessas áreas no sertão brasileiro e dentro das sub-regiões nordestinas. O que a gente pode ver, nas áreas mais pobres desses lugares, é um paliativo que eles procuram fazer para maquiar o imaquiavel, como por exemplo a questão de carros pipas, eles são bem vindos para aquelas pessoas que estão dentro do sertão, mas isso não resolve os problemas de secas que ali existem. Essas pessoas, precisam infraestrutura, de perfuração de poços artesianos em suas propriedades, de mais açudes de pequeno, médio e grande porte, nessas regiões com mais dificuldades de água, crédito mais acessível com juros menores, para que elas comecem a trabalhar e produzir riqueza para a região e para o Brasil, pois o pequeno e médio agricultor, que são aqueles que fazem parte da agricultura familiar, são elas que alavanca a subsistência de alimentos na messa da população desse país. 


<img src=“grandes-secas-no-sertão” title=“estiagem-no-nordeste” alt=“a-arte-de-newton-avelino”>



      Acontece que, nas áreas pobres do sertão nordestino, ninguém costuma  investir em infraestrutura para poder gerar emprego e renda para os sertanejos, ou não. Na verdade nessas áreas, alguns políticos  só aparecem de 4 em 4 anos para pedirem votos. Pois bem, alguma vez ou outra, você pode ver alguma cidade pequena do interior nordestino, com um crescimento econômico admirável, mas isso é, uma ou outra, no contexto geral. Se não tiver o dinheiro circulando na mão dos pobres, para gerar emprego e renda para essa região, o país pára, quebra o varejo, quebra a indústria e quebra o Brasil, pois isso é uma corrente, se não tiver pra quem vender,  não se fabrica, se não se fabrica, a indústria fecha, isso é matemática, e da básica. Então, milhares dessas cidades, costumam passar por grandes apertos econômicos, pois o orçamento é limitado e para os Prefeitos administra-las, é um sacrifício. Acontece que o Nordeste do Brasil, é um celeiro econômico, cultural e social desse país. Apesar de muitos brasileiros não saberem da história do Nordeste, essa região tem suas sub-regiões onde se tem a riqueza como um conjunto de prosperidade de poucos, nessa região, mas que, em certas sub-regiões como o sertão e até no próprio agreste, que fica próximo a região litorânea, podemos encontrar pessoas sem emprego e passando muita dificuldade, justamente porque não se gera emprego algum. Hoje, essa região, apesar de ser uma região onde encontramos muitas pessoas abaixo da linha de pobre, mas ela é uma região próspera economicamente e socialmente, o que falta para melhorar essas estatísticas é a uma distribuição de renda mais justa. O Nordeste, vem mostrando para o Brasil, que é exportador de cultura e de artistas para o Brasil e para o mundo. Foi na Região Nordeste do Brasil, onde o Brasil foi descoberto, em segundo lugar, o polo canavieiro, açucareiro, e da  pecuária,  começaram pelo Nordeste. Durante três séculos, a região Nordestina concentrou a maior parte da população e riqueza do  Brasil. Então, sempre é bom, quando forem falar do Nordeste, terem um mínimo de  embasamento cultural sobre o que está falando dessa região,  para que as pessoas não passem por ridículas. Essa região, foi construída com lutas, sangue, suor e lágrimas. As lutas e rebeliões que tiveram nesse solo sagrado, não foram em vão, elas fazem parte da história de um povo bravo, guerreiro e valente. Por outro lado, o povo nordestino é um povo que não gosta de injustiça, respeita o próximo, tem amor a o que faz e diz, e que  valoriza sua terra. 



<img src=“carros-pipas-no-sertão” title=“açudes-do-nordeste-secos” alt=“a-arte-de-newton-avelino”>




O Nordestino, também pede respeito para também poder respeitar.  As batalhas que aconteceram nessa região brasileira foram: a batalha dos Guararapes, batalha do Jenipapo, tomada de cabedelo dos franceses, levantes dos tupiniquins, levante dos marimbondos e tantas outras. Então, essa região, tem uma rica histórias que contribuiu e muito, para a história do Brasil. O problema todo, é que, hoje, o Brasil politicamente está em frangalhos, temos um governo que não é a provado por todos, e que ainda quer mexer nos direitos do povo. Isso quer dizer que, o sistema financeiro internacional quer se apropriar de muitas riquezas brasileiras. O problema é que, em contra partida, os brasileiros não se beneficiaram com isso. Sendo assim, o Brasil, o Nordeste e outras regiões, tem que, mostrar sua autoridade para que não percam financeiramente a verba que vem para essas regiões. Isso afetaria a todos, e principalmente os mais pobres dessa região e de outras regiões. Essa região do Brasil, não pede nada mais, nem nada a menos do que: infraestrutura, desenvolvimento, emprego e renda e uma logística para escoamento da safra do: pequeno, médio e grandes produtores, porque são eles que, trazem dividendos para essa região e para o país. O sertão nordestino é uma das regiões brasileiras que sente mais as estiagens do inverno, pois tem ano que tem inverno, e tem anos que não tem inverno, e as vezes, passa por longas estiagens. E nos anos de secas, é onde entra o comércio dos carros pipas, onde isso só ameniza o problema da seca, mas não resolve o problema. As principais causas da seca do Nordeste, são: região localizada numa área em que as chuvas ocorrem poucas vezes durante o ano, esta área recebe pouca influência de massas de ar úmida e fria, vindas do sul. Logo permanece, durante muito tempo no sertão nordestino, uma massa de ar quente e seca, não gera precipitações pluviométricas; chuvas. Então como vemos, por essas e outras coisas, é que, as pessoas que moram nessa região, são muitas vezes  abandonadas por muitos gestores públicos, elas sofrem com falta de tudo, a começar por um emprego, por infraestrutura, por comida, por água, por escola, hospitais e por muitas outros fatores. Não é fácil viver na sub-região nordestina, "o sertão", até o godo morre de sede, quando a estiagem é longa e cruel. O Nordeste brasileiro é uma região de gente brava e destemida que constrói seus próprios passos e que enriquece sua terra com sua cultura, seu trabalho e suas histórias. Nordeste brasileiro, uma nação nordestina. Essa região merece respeito.


<img src=“secas-no-sertão” title=“sertão-nordestino” alt=“a-arte-de-newton-avelino”>








SERTÃO NORDESTINO REGIÃO DO POLÍGONO DAS SECAS MAPA DA FOME MISÉRIA E ESQUECIMENTO PELOS PODERES PÚBLICOS





O  Brasil é um maravilhoso país, colossal e muito aconchegante, mas como em todo país, de terceiro mundo, tem seus problemas sociais, econômicos, e culturais, e para essa situação, muitos fatores imperam; um deles, é a ausência do estado nessas áreas mais fragilizadas. Outro fator, é que não existe distribuição de renda mais justa, outro fator, é a falta de infraestrutura e de emprego e renda para as pessoas poderem se qualificar e poderem produzir para o país. Eu costumo dizer que, o Brasil tem dois Brazis; um dos ricos e outro dos pobres e miseráveis. Na região Nordeste do Brasil é a mesma coisa; temos dois Nordestes, um Nordeste do Litoral, onde também encontramos riqueza e pobreza, e no sertão, ricos, pobres e miseráveis. Não é concebível que, um país como o Brasil, um país continental, alguns políticos não liguem para a pobreza do país. 


<img src=“homem-nordestino” title=“polígono-das-secas” alt=“a-arte-de-newton-avelino”>



      Isso é inadmissível, pois todos precisam de todos, se quiserem sobreviver socialmente, economicamente e culturalmente. O Brasil, passa por uma turbulência enorme social, e porque não dizer culturalmente e econômica. Esse país já foi uma nação  ordeira e pacata, mais de uns tempos para cá, alguns políticos começaram a não levar muito a sério esse negócio de projetos sociais e de introdução de geração de emprego e renda para a classe mais pobre dessas áreas no sertão brasileiro e dentro das sub-regiões nordestinas. O que a gente pode ver, nas áreas mais pobres desses lugares, é um paliativo que eles procuram fazer para maquiar o imaquiavel, como por exemplo a questão de carros pipas, eles são bem vindos para aquelas pessoas que estão dentro do sertão, mas isso não resolve os problemas de secas que ali existem. Essas pessoas, precisam infraestrutura, de perfuração de poços artesianos em suas propriedades, de mais açudes de pequeno, médio e grande porte, nessas regiões com mais dificuldades de água, crédito mais acessível com juros menores, para que elas comecem a trabalhar e produzir riqueza para a região e para o Brasil, pois o pequeno e médio agricultor, que são aqueles que fazem parte da agricultura familiar, são elas que alavanca a subsistência de alimentos na messa da população desse país. 


<img src=“grandes-secas-no-sertão” title=“estiagem-no-nordeste” alt=“a-arte-de-newton-avelino”>



      Acontece que, nas áreas pobres do sertão nordestino, ninguém costuma  investir em infraestrutura para poder gerar emprego e renda para os sertanejos, ou não. Na verdade nessas áreas, alguns políticos  só aparecem de 4 em 4 anos para pedirem votos. Pois bem, alguma vez ou outra, você pode ver alguma cidade pequena do interior nordestino, com um crescimento econômico admirável, mas isso é, uma ou outra, no contexto geral. Se não tiver o dinheiro circulando na mão dos pobres, para gerar emprego e renda para essa região, o país pára, quebra o varejo, quebra a indústria e quebra o Brasil, pois isso é uma corrente, se não tiver pra quem vender,  não se fabrica, se não se fabrica, a indústria fecha, isso é matemática, e da básica. Então, milhares dessas cidades, costumam passar por grandes apertos econômicos, pois o orçamento é limitado e para os Prefeitos administra-las, é um sacrifício. Acontece que o Nordeste do Brasil, é um celeiro econômico, cultural e social desse país. Apesar de muitos brasileiros não saberem da história do Nordeste, essa região tem suas sub-regiões onde se tem a riqueza como um conjunto de prosperidade de poucos, nessa região, mas que, em certas sub-regiões como o sertão e até no próprio agreste, que fica próximo a região litorânea, podemos encontrar pessoas sem emprego e passando muita dificuldade, justamente porque não se gera emprego algum. Hoje, essa região, apesar de ser uma região onde encontramos muitas pessoas abaixo da linha de pobre, mas ela é uma região próspera economicamente e socialmente, o que falta para melhorar essas estatísticas é a uma distribuição de renda mais justa. O Nordeste, vem mostrando para o Brasil, que é exportador de cultura e de artistas para o Brasil e para o mundo. Foi na Região Nordeste do Brasil, onde o Brasil foi descoberto, em segundo lugar, o polo canavieiro, açucareiro, e da  pecuária,  começaram pelo Nordeste. Durante três séculos, a região Nordestina concentrou a maior parte da população e riqueza do  Brasil. Então, sempre é bom, quando forem falar do Nordeste, terem um mínimo de  embasamento cultural sobre o que está falando dessa região,  para que as pessoas não passem por ridículas. Essa região, foi construída com lutas, sangue, suor e lágrimas. As lutas e rebeliões que tiveram nesse solo sagrado, não foram em vão, elas fazem parte da história de um povo bravo, guerreiro e valente. Por outro lado, o povo nordestino é um povo que não gosta de injustiça, respeita o próximo, tem amor a o que faz e diz, e que  valoriza sua terra. 



<img src=“carros-pipas-no-sertão” title=“açudes-do-nordeste-secos” alt=“a-arte-de-newton-avelino”>




O Nordestino, também pede respeito para também poder respeitar.  As batalhas que aconteceram nessa região brasileira foram: a batalha dos Guararapes, batalha do Jenipapo, tomada de cabedelo dos franceses, levantes dos tupiniquins, levante dos marimbondos e tantas outras. Então, essa região, tem uma rica histórias que contribuiu e muito, para a história do Brasil. O problema todo, é que, hoje, o Brasil politicamente está em frangalhos, temos um governo que não é a provado por todos, e que ainda quer mexer nos direitos do povo. Isso quer dizer que, o sistema financeiro internacional quer se apropriar de muitas riquezas brasileiras. O problema é que, em contra partida, os brasileiros não se beneficiaram com isso. Sendo assim, o Brasil, o Nordeste e outras regiões, tem que, mostrar sua autoridade para que não percam financeiramente a verba que vem para essas regiões. Isso afetaria a todos, e principalmente os mais pobres dessa região e de outras regiões. Essa região do Brasil, não pede nada mais, nem nada a menos do que: infraestrutura, desenvolvimento, emprego e renda e uma logística para escoamento da safra do: pequeno, médio e grandes produtores, porque são eles que, trazem dividendos para essa região e para o país. O sertão nordestino é uma das regiões brasileiras que sente mais as estiagens do inverno, pois tem ano que tem inverno, e tem anos que não tem inverno, e as vezes, passa por longas estiagens. E nos anos de secas, é onde entra o comércio dos carros pipas, onde isso só ameniza o problema da seca, mas não resolve o problema. As principais causas da seca do Nordeste, são: região localizada numa área em que as chuvas ocorrem poucas vezes durante o ano, esta área recebe pouca influência de massas de ar úmida e fria, vindas do sul. Logo permanece, durante muito tempo no sertão nordestino, uma massa de ar quente e seca, não gera precipitações pluviométricas; chuvas. Então como vemos, por essas e outras coisas, é que, as pessoas que moram nessa região, são muitas vezes  abandonadas por muitos gestores públicos, elas sofrem com falta de tudo, a começar por um emprego, por infraestrutura, por comida, por água, por escola, hospitais e por muitas outros fatores. Não é fácil viver na sub-região nordestina, "o sertão", até o godo morre de sede, quando a estiagem é longa e cruel. O Nordeste brasileiro é uma região de gente brava e destemida que constrói seus próprios passos e que enriquece sua terra com sua cultura, seu trabalho e suas histórias. Nordeste brasileiro, uma nação nordestina. Essa região merece respeito.


16 julho, 2019

FEIRAS LIVRES COMÉRCIO INFORMAL DENTRO DA CULTURA NORDESTINA E SEUS SEGREDOS SOCIAIS E ECONÔMICOS

<img src=“feiras livres” title=“trabalho infantil” alt=“a-arte-de-newton-avelino”>







A SULANCA DENTRO DA CULTURA SOCIAL E ECONÔMICA DA REGIÃO NORDESTINA E SUAS CARACTERÍSTICAS DE CADA SUB-REGIÃO NORDESTINA




As feiras livres da região Nordeste do Brasil, são mesmo de encher os olhos das pessoas que são frequentadoras assíduas desses locais populares. Elas chamam atenção, tanto pelo colorido das coisas lá estão expostas para vender, como também, pelo frenesi dos feirantes e das pessoas que vão lá para comprarem seus mantimentos ou qualquer outro item de consumo. Não é de hoje que elas foram introduzidas na vida social dos homens.  Elas são, um meio do homem colocar à venda, toda sua produção agrícola, pecuária, industrial e artesanal. Elas, na idade média, tinham o objetivo de promover trocas de mercadorias entre as pessoas de diferentes lugares e com diferente itens. 




<img src=“carros de madeiras” title=“feiras livres no nordeste” alt=“a-arte-de-newton-avelino”>



    Com a queda do feudalismo e o surgimento do capitalismo, esse modo de comércio ganhou força e importância econômica. Elas foram impulsionadas pelas cruzadas, uma vez que naquela época, as atividades comerciais, deveriam atender as necessidades dos viajantes e com o tempo, as necessidades foram aumentando e as feiras foram crescendo e dai em diante ela passaram a promover a comunicação entre os povos. Mas o mas importante nisso tudo é que, dentro dessas feiras, existem pessoas que fazem dela, seu ganha pão e seu sustento, trabalhando com serviço braçal. Elas são, tipo shopping populares a céu aberto. 


<img src=“carro de mao” title=“feiras livres” alt=“a-arte-de-newton-avelino”>



     Os feirantes ganham através da comercialização das suas mercadorias, a sociedade compra essas mercadorias,  que estão à venda, as pessoas geram emprego e renda para outras pessoas através da comercialização dos produtos ali expostos,  e isso se torna uma engrenagem que faz desse tipo de comércio informal, um seguimento informal muito forte na geração de renda para outras família. Dentro dessa engrenagem comercial, temos que destacar aquelas pessoas que ganham a vida em transportar as compras das pessoas que vão à feira, para fazerem suas comprar. É uma prática muito antiga e ainda muito cultural, nas feiras livres do Nordeste brasileiro. Você ver pessoas carregando as compras, feitas por donas de casa, em carrinhos de mão, mas nem sempre foi assim. Nos anos setenta e oitenta, você podia se deparar com carros artesanais feitos de madeira, com rodas de madeiras enrolada com uma borracha de pneu de caminhão, e que possuía um volante de carro, para se manobrar o dito carrinho. Geralmente esses carros rústicos eram vistos nas feiras livres do Nordeste, e eles eram usados para todos os fins de carreto, dentro e fora das feiras, pois eram grandes e tinham capacidade para levar uns duzentos quilos de mercadorias, seja sacos com feijão, arroz ou outra mercadoria, como bebidas e sulanca em geral. E eles viviam circulando com seus donos, empurrando esses mesmos carrinhos feira a baixo, feira acima.  Esses carros eram chamados de Mistos, e eram manuseados por adultos, você não via criança usando um carro desses na feira, primeiro porque eram pesados demais, e a sua fabricação era muito cara, mesmo eles sendo feitos no quintal das casas. Então, as feiras tinham um ar de retrô, de saudosismo. Esses carro eram encontrados com facilidade, dentro dessas feiras livres. Os anos foram passando e esse artefato artesanal, foi sumindo das feiras livres do Nordeste, eles foram sendo trocados por outros tipos de carroças e pelo próprio carrinho de mão. Hoje, nós vemos uma quantidade enorme de carrinhos de mão, dentro das feiras livres sendo manuseado por meninos de 12, 13, 15 anos. Ele usam esses carros de mão, como forma de trabalho, para ganharem dinheiro e sustentarem suas famílias. 


<img src=“corro misto” title=“ feiras do nordeste” alt=“a-arte-de-newton-avelino”>



      A cultura dos carretos com carros "Misto", já não é tão frequente, pois além deles serem pesados demais e muito difíceis de serem manuseados dentro das feiras livres, já que elas aumentaram, e a circulação de pessoas aumentou dentro delas e o espaço dentro dessas feiras não dava mas para eles circularem. Tudo isso fez com que esses carros de madeiras, desaparecessem da vida cotidiana dos feirantes do Nordeste brasileiro.  Hoje, você ainda pode encontrar algum desses "Mistos" entre uma feira e outra, mas podem ter certeza, será uma raridade. Essa cultura, já não existe mais. Eles não estão mas tão presente na vida cotidiana dos feirantes e das pessoas que frequenta as feiras. 



<img src=“feiras livres” title=“trabalho infantil” alt=“a-arte-de-newton-avelino”>







A SULANCA DENTRO DA CULTURA SOCIAL E ECONÔMICA DA REGIÃO NORDESTINA E SUAS CARACTERÍSTICAS DE CADA SUB-REGIÃO NORDESTINA




As feiras livres da região Nordeste do Brasil, são mesmo de encher os olhos das pessoas que são frequentadoras assíduas desses locais populares. Elas chamam atenção, tanto pelo colorido das coisas lá estão expostas para vender, como também, pelo frenesi dos feirantes e das pessoas que vão lá para comprarem seus mantimentos ou qualquer outro item de consumo. Não é de hoje que elas foram introduzidas na vida social dos homens.  Elas são, um meio do homem colocar à venda, toda sua produção agrícola, pecuária, industrial e artesanal. Elas, na idade média, tinham o objetivo de promover trocas de mercadorias entre as pessoas de diferentes lugares e com diferente itens. 




<img src=“carros de madeiras” title=“feiras livres no nordeste” alt=“a-arte-de-newton-avelino”>



    Com a queda do feudalismo e o surgimento do capitalismo, esse modo de comércio ganhou força e importância econômica. Elas foram impulsionadas pelas cruzadas, uma vez que naquela época, as atividades comerciais, deveriam atender as necessidades dos viajantes e com o tempo, as necessidades foram aumentando e as feiras foram crescendo e dai em diante ela passaram a promover a comunicação entre os povos. Mas o mas importante nisso tudo é que, dentro dessas feiras, existem pessoas que fazem dela, seu ganha pão e seu sustento, trabalhando com serviço braçal. Elas são, tipo shopping populares a céu aberto. 


<img src=“carro de mao” title=“feiras livres” alt=“a-arte-de-newton-avelino”>



     Os feirantes ganham através da comercialização das suas mercadorias, a sociedade compra essas mercadorias,  que estão à venda, as pessoas geram emprego e renda para outras pessoas através da comercialização dos produtos ali expostos,  e isso se torna uma engrenagem que faz desse tipo de comércio informal, um seguimento informal muito forte na geração de renda para outras família. Dentro dessa engrenagem comercial, temos que destacar aquelas pessoas que ganham a vida em transportar as compras das pessoas que vão à feira, para fazerem suas comprar. É uma prática muito antiga e ainda muito cultural, nas feiras livres do Nordeste brasileiro. Você ver pessoas carregando as compras, feitas por donas de casa, em carrinhos de mão, mas nem sempre foi assim. Nos anos setenta e oitenta, você podia se deparar com carros artesanais feitos de madeira, com rodas de madeiras enrolada com uma borracha de pneu de caminhão, e que possuía um volante de carro, para se manobrar o dito carrinho. Geralmente esses carros rústicos eram vistos nas feiras livres do Nordeste, e eles eram usados para todos os fins de carreto, dentro e fora das feiras, pois eram grandes e tinham capacidade para levar uns duzentos quilos de mercadorias, seja sacos com feijão, arroz ou outra mercadoria, como bebidas e sulanca em geral. E eles viviam circulando com seus donos, empurrando esses mesmos carrinhos feira a baixo, feira acima.  Esses carros eram chamados de Mistos, e eram manuseados por adultos, você não via criança usando um carro desses na feira, primeiro porque eram pesados demais, e a sua fabricação era muito cara, mesmo eles sendo feitos no quintal das casas. Então, as feiras tinham um ar de retrô, de saudosismo. Esses carro eram encontrados com facilidade, dentro dessas feiras livres. Os anos foram passando e esse artefato artesanal, foi sumindo das feiras livres do Nordeste, eles foram sendo trocados por outros tipos de carroças e pelo próprio carrinho de mão. Hoje, nós vemos uma quantidade enorme de carrinhos de mão, dentro das feiras livres sendo manuseado por meninos de 12, 13, 15 anos. Ele usam esses carros de mão, como forma de trabalho, para ganharem dinheiro e sustentarem suas famílias. 


<img src=“corro misto” title=“ feiras do nordeste” alt=“a-arte-de-newton-avelino”>



      A cultura dos carretos com carros "Misto", já não é tão frequente, pois além deles serem pesados demais e muito difíceis de serem manuseados dentro das feiras livres, já que elas aumentaram, e a circulação de pessoas aumentou dentro delas e o espaço dentro dessas feiras não dava mas para eles circularem. Tudo isso fez com que esses carros de madeiras, desaparecessem da vida cotidiana dos feirantes do Nordeste brasileiro.  Hoje, você ainda pode encontrar algum desses "Mistos" entre uma feira e outra, mas podem ter certeza, será uma raridade. Essa cultura, já não existe mais. Eles não estão mas tão presente na vida cotidiana dos feirantes e das pessoas que frequenta as feiras. 



30 junho, 2019

CONHEÇA OS SEGREDOS DAS ESPADAS DE CRUZ DAS ALMAS QUE FAZEM PARTE DA CULTURA NORDESTINA NAS FESTAS JUNINAS NO RECÔNCAVO BAIANO

<img alt='festa-de- sao-joao' src='guerra-de-espadas ' title='A ARTE NORDESTINA | Blog de Arte e Cultura: cultura do nordeste brasileiro'/>



ARTEFATO JUNINO QUE FAZ PARTE DA CULTURA NORDESTINA E QUE FAZ PARTE DAS BRINCADEIRAS DE SÃO JOÃO NA CIDADE DE CRUZ DAS ALMAS NO ESTADO DA BAHIA





No São João Nordestino, existem muitas cidades que tem suas tradições e seus costumes locais, e dentro desse contexto cultural, vemos que isso enriquece a própria cultura, e que essa tradição, passa de geração para geração,  e essa é uma das formas que faz com que a cultura se perpetue e continue viva presente  na vida das pessoas. Sempre é perigoso, as brincadeiras que tenham fogos de artificio, mas que, tudo com atenção e responsabilidade, as vezes se torna menos perigoso, mesmo assim a atenção tem que ser redobrada por parte dos brincantes. 



<img alt='festa-de- sao-joao' src='guerra-de-espadas-de-fogo ' title='A ARTE NORDESTINA | Blog de Arte e Cultura: cultura do nordeste brasileiro'/>



      A queima de fogos de artifícios é bem tradicional nessa região, na época das festas juninas. Nessa época, existem muitos acidentes com queimaduras no corpo das pessoas, pois, além dos acidentes normais, ainda pode ter a fatalidade de um dos fogos de artifícios vir a estourar antes da hora e atingir seriamente os brincantes ou as pessoas que estão manuseando esse tipo de artefato. Então, antes que isso aconteça, sempre é bom ter muito cuidado quando for manusear fogos, na época junina. Hoje, vamos falar de uma tradição na cidade de Cruz das Almas na Bahia. Elas são fabricadas, e muito manuseadas como uma forma de brincadeira junina, nessa cidade. Estamos falando das espadas de fogo.  elas são construídas, com vários produtos, dentre muitos desses produtos, estão alguns: salitre, enxofre, pólvora, barro, bambu maduro cozido e seco, cordão de sisal, encerado com breu, parafina e cera de abelha. 



<img alt='festa-de-sao-joao' src='cruz-das-almas ' title='A ARTE NORDESTINA | Blog de Arte e Cultura: cultura do nordeste brasileiro'/>




       Elas são artefatos culturais dentro da cultura regional baiana e, particularmente, na  cidade de Cruz das Almas, e isso faz parte da história do mês junino desse lugar. A tradicional " Guerra de espadas" é um espetáculo de coragem, cores e luzes, apresentado em algumas ruas reservadas da cidade para esse espetáculo. Um número grande de guerreiro, conhecidos como, "espadeiros", usam roupas e proteção especiais, como uma espécie de armadura, para soltar espadas e brincar com elas, exibindo suas habilidades com o artefato; um verdadeiro show de habilidade, cores e luzes. Mesmo sendo um hábito tradicional da cultura local, essa prática é considerada uma prática ilegal pela justiça. Hoje, essa prática cultural, está proibida. No caso das espadas de fogo, no estado da Bahia, poderia se chagar a um entendimento entre os órgãos públicos e a justiça, para encontrarem um termo que ninguém saísse prejudicado, para que essa brincadeira junina não viesse desaparecer dentro da cultura nordestina. Ou seja, as prefeituras deveriam construir algum local para a queima dessas espadas, tendo assim, lugares apropriados, e que não levasse perigo a população nem prejuízo econômico para muitas famílias de baixa renda na época junina. Um projeto bem elaborado para uma área apropriada para esse tipo de evento seria a melhor saída para todos. Ela é reconhecida como atributo cultural do São João de Cruz das Almas, há décadas, atraindo vários turistas, de todos o quantos do Brasil. Muita gente, vem no mês junino para conhecer e prestigiar a tradição. Infelizmente com a proibição, essa prática vira uma prática ilegal perante a lei. 




<img alt='festa-junina' src='espadas-de-fogo ' title='A ARTE NORDESTINA | Blog de Arte e Cultura: cultura do nordeste brasileiro'/>



      E aí, os brincante podem responderem por desobedecerem à justiça. Apesar de ser proibida, a guerra não foi extinta, nem os brincantes deixaram de praticar, eles mesmos, com a proibição, ainda participam da festa. Durante a Festa de São João, houve guerras de espadas em varias ruas do centro de Cruz das Almas. As guerras de espadas, é um evento que faz parte da cultura dos baianos e também dos sergipanos. Essa tradição é comum na Bahia e em Sergipe.  Sempre é necessário, ter o máximo de cuidado,  quando se vai manusear fogos de artifício, sempre é bom ter o máximo de cuidado, para não ser mutilado pelos fogos, pois antes de mais nada, a saúde e segurança das pessoas, devem está em primeiro lugar. A cultura nordestina, é muito rica e diversifica, dentre todos os nove estados nordestinos, você sempre vai encontrar seguimentos iguais, mas com linguagens diferentes entre um estado e outra. 














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ARTEFATO JUNINO QUE FAZ PARTE DA CULTURA NORDESTINA E QUE FAZ PARTE DAS BRINCADEIRAS DE SÃO JOÃO NA CIDADE DE CRUZ DAS ALMAS NO ESTADO DA BAHIA





No São João Nordestino, existem muitas cidades que tem suas tradições e seus costumes locais, e dentro desse contexto cultural, vemos que isso enriquece a própria cultura, e que essa tradição, passa de geração para geração,  e essa é uma das formas que faz com que a cultura se perpetue e continue viva presente  na vida das pessoas. Sempre é perigoso, as brincadeiras que tenham fogos de artificio, mas que, tudo com atenção e responsabilidade, as vezes se torna menos perigoso, mesmo assim a atenção tem que ser redobrada por parte dos brincantes. 



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      A queima de fogos de artifícios é bem tradicional nessa região, na época das festas juninas. Nessa época, existem muitos acidentes com queimaduras no corpo das pessoas, pois, além dos acidentes normais, ainda pode ter a fatalidade de um dos fogos de artifícios vir a estourar antes da hora e atingir seriamente os brincantes ou as pessoas que estão manuseando esse tipo de artefato. Então, antes que isso aconteça, sempre é bom ter muito cuidado quando for manusear fogos, na época junina. Hoje, vamos falar de uma tradição na cidade de Cruz das Almas na Bahia. Elas são fabricadas, e muito manuseadas como uma forma de brincadeira junina, nessa cidade. Estamos falando das espadas de fogo.  elas são construídas, com vários produtos, dentre muitos desses produtos, estão alguns: salitre, enxofre, pólvora, barro, bambu maduro cozido e seco, cordão de sisal, encerado com breu, parafina e cera de abelha. 



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       Elas são artefatos culturais dentro da cultura regional baiana e, particularmente, na  cidade de Cruz das Almas, e isso faz parte da história do mês junino desse lugar. A tradicional " Guerra de espadas" é um espetáculo de coragem, cores e luzes, apresentado em algumas ruas reservadas da cidade para esse espetáculo. Um número grande de guerreiro, conhecidos como, "espadeiros", usam roupas e proteção especiais, como uma espécie de armadura, para soltar espadas e brincar com elas, exibindo suas habilidades com o artefato; um verdadeiro show de habilidade, cores e luzes. Mesmo sendo um hábito tradicional da cultura local, essa prática é considerada uma prática ilegal pela justiça. Hoje, essa prática cultural, está proibida. No caso das espadas de fogo, no estado da Bahia, poderia se chagar a um entendimento entre os órgãos públicos e a justiça, para encontrarem um termo que ninguém saísse prejudicado, para que essa brincadeira junina não viesse desaparecer dentro da cultura nordestina. Ou seja, as prefeituras deveriam construir algum local para a queima dessas espadas, tendo assim, lugares apropriados, e que não levasse perigo a população nem prejuízo econômico para muitas famílias de baixa renda na época junina. Um projeto bem elaborado para uma área apropriada para esse tipo de evento seria a melhor saída para todos. Ela é reconhecida como atributo cultural do São João de Cruz das Almas, há décadas, atraindo vários turistas, de todos o quantos do Brasil. Muita gente, vem no mês junino para conhecer e prestigiar a tradição. Infelizmente com a proibição, essa prática vira uma prática ilegal perante a lei. 




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      E aí, os brincante podem responderem por desobedecerem à justiça. Apesar de ser proibida, a guerra não foi extinta, nem os brincantes deixaram de praticar, eles mesmos, com a proibição, ainda participam da festa. Durante a Festa de São João, houve guerras de espadas em varias ruas do centro de Cruz das Almas. As guerras de espadas, é um evento que faz parte da cultura dos baianos e também dos sergipanos. Essa tradição é comum na Bahia e em Sergipe.  Sempre é necessário, ter o máximo de cuidado,  quando se vai manusear fogos de artifício, sempre é bom ter o máximo de cuidado, para não ser mutilado pelos fogos, pois antes de mais nada, a saúde e segurança das pessoas, devem está em primeiro lugar. A cultura nordestina, é muito rica e diversifica, dentre todos os nove estados nordestinos, você sempre vai encontrar seguimentos iguais, mas com linguagens diferentes entre um estado e outra. 














23 junho, 2019

SÃO JOÃO MES DE FESTAS NO NORDESTE DO BRASIL TRADIÇÃO REGIONAL DA CULTURA DO NORDESTE

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FESTEJOS JUNINOS: QUADRILHAS JUNINAS, BRINCADEIRAS JUNINAS, SIMPATIAS JUNINAS, TRADIÇÃO E CULTURA NORDESTINA DENTRO DO SÃO JOÃO BRASILEIRO HOMENAGEANDO OS SANTOS JUNINOS.







      Na época junina, no Nordeste brasileiro, existe muita celebração, animação e muita devoção, nessa região do Brasil.  O mês junino, é celebrado em todas as regiões do Brasil, mas na região nordestina, isso é muito mais celebrado; é uma marca da região. Nesse mês, os santos da igreja católica são festejados, e são reverenciados com muita tradição e muita fé. 



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     Podemos dizer que, as simpatias feitas pelos sertanejos e por todos os Nordestinos ou quase todos, é uma coisa cultural desdes o Brasil colônia. Essa tradição foi introduzida no Brasil na época do Brasil colônia, pelos padres Jesuítas. O primeiro santo da igreja católica a ser celebrado no mês de junho é, Santo Antônio de Pádua, que é festejado no dia 13 de junho, o segundo é São João Batista, que é celebrado no dia 24 de junho, e o terceiro é São Pedro, no dia 29 de Junho. Muitas histórias relatam que, as pessoas, que fazem simpatia para obterem milagres nos dias celebrados para  cada um dele, dizem que elas são beneficiadas. As lendas existem, e dentro das festas juninas, elas são introduzidas já, há séculos, e o folclore também, sabemos que as festas juninas são a cara do Nordeste do Brasil e que, essa festa, faz parte da cultura nordestina, e da vida da sociedade local. As tradições fazem parte das comemorações. O mês de junho, é marcado pelas fogueiras, que servem como centro para a famosa dança de quadrilhas. 


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     Os balões também compõem este cenário, embora cada vez mais raros em função das leis que proíbem esta prática, em função dos riscos de incêndio que representam. Podemos dizer que, essa festa, é uma das mais comemoradas pelo o povo do Nordeste do Brasil. A festa junina é um sucesso dentro dessa região. Todos os anos, a tendência é aumentar o número de pessoas que prestigiam essa festa. Sempre é lindo e colorido ver, à noite de São João com seus fogos de artifícios, e bandeirolas tremulando ao ar, as fogueiras queimando no terreiro dessas festas. 



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      Você vai encontrar comidas típicas a base de milho: como pamonha, milho cozido, canjica, milho assado, bolo de milho, e muito forró. As quadrilhas juninas, animam o local da festa, ao som de muito forró, e de muita animação. No Nordeste, ainda é muito comum a formação dos grupos festeiros. Estes grupos ficam andando e cantando pelas ruas das cidades. Vão passando pelas casas, onde os moradores deixam nas janelas e portas, uma grande quantidade de comidas e bebidas para serem degustadas pelos festeiros. Nessa época junina, no Nordeste do Brasil, você percebe as barraquinhas espalhadas por todos os estados e por todas as cidades dessa região, com fogos de artifício e com roupas tradicionais para a ocasião, ou seja, roupas feitas para as tradicionais festas juninas. Isso é uma prática em toda cidade nordestina. A cultura do Nordeste, tem dessas coisas, o jeito bom e verdadeiro de fazer cultura de raiz. É muito engraçado os fogos que eram feitos no século passado, mas eram fogos que supriam as necessidades dos brincantes juninos, tais como: cobrinha, traque, chuvinha, traque de massa, vulcão, rojão de 12 e 3 tiros, bomba, foguetinho e outros. O São João é uma época onde as pessoas se confraternizam entre elas e se unem para celebrarem essa época tão festiva no Nordeste brasileiro. A cultura do Nordeste, ela é riquíssima, e mostra para o mundo, que essa região, é o celeiro da cultura brasileira.





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FESTEJOS JUNINOS: QUADRILHAS JUNINAS, BRINCADEIRAS JUNINAS, SIMPATIAS JUNINAS, TRADIÇÃO E CULTURA NORDESTINA DENTRO DO SÃO JOÃO BRASILEIRO HOMENAGEANDO OS SANTOS JUNINOS.







      Na época junina, no Nordeste brasileiro, existe muita celebração, animação e muita devoção, nessa região do Brasil.  O mês junino, é celebrado em todas as regiões do Brasil, mas na região nordestina, isso é muito mais celebrado; é uma marca da região. Nesse mês, os santos da igreja católica são festejados, e são reverenciados com muita tradição e muita fé. 



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     Podemos dizer que, as simpatias feitas pelos sertanejos e por todos os Nordestinos ou quase todos, é uma coisa cultural desdes o Brasil colônia. Essa tradição foi introduzida no Brasil na época do Brasil colônia, pelos padres Jesuítas. O primeiro santo da igreja católica a ser celebrado no mês de junho é, Santo Antônio de Pádua, que é festejado no dia 13 de junho, o segundo é São João Batista, que é celebrado no dia 24 de junho, e o terceiro é São Pedro, no dia 29 de Junho. Muitas histórias relatam que, as pessoas, que fazem simpatia para obterem milagres nos dias celebrados para  cada um dele, dizem que elas são beneficiadas. As lendas existem, e dentro das festas juninas, elas são introduzidas já, há séculos, e o folclore também, sabemos que as festas juninas são a cara do Nordeste do Brasil e que, essa festa, faz parte da cultura nordestina, e da vida da sociedade local. As tradições fazem parte das comemorações. O mês de junho, é marcado pelas fogueiras, que servem como centro para a famosa dança de quadrilhas. 


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     Os balões também compõem este cenário, embora cada vez mais raros em função das leis que proíbem esta prática, em função dos riscos de incêndio que representam. Podemos dizer que, essa festa, é uma das mais comemoradas pelo o povo do Nordeste do Brasil. A festa junina é um sucesso dentro dessa região. Todos os anos, a tendência é aumentar o número de pessoas que prestigiam essa festa. Sempre é lindo e colorido ver, à noite de São João com seus fogos de artifícios, e bandeirolas tremulando ao ar, as fogueiras queimando no terreiro dessas festas. 



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      Você vai encontrar comidas típicas a base de milho: como pamonha, milho cozido, canjica, milho assado, bolo de milho, e muito forró. As quadrilhas juninas, animam o local da festa, ao som de muito forró, e de muita animação. No Nordeste, ainda é muito comum a formação dos grupos festeiros. Estes grupos ficam andando e cantando pelas ruas das cidades. Vão passando pelas casas, onde os moradores deixam nas janelas e portas, uma grande quantidade de comidas e bebidas para serem degustadas pelos festeiros. Nessa época junina, no Nordeste do Brasil, você percebe as barraquinhas espalhadas por todos os estados e por todas as cidades dessa região, com fogos de artifício e com roupas tradicionais para a ocasião, ou seja, roupas feitas para as tradicionais festas juninas. Isso é uma prática em toda cidade nordestina. A cultura do Nordeste, tem dessas coisas, o jeito bom e verdadeiro de fazer cultura de raiz. É muito engraçado os fogos que eram feitos no século passado, mas eram fogos que supriam as necessidades dos brincantes juninos, tais como: cobrinha, traque, chuvinha, traque de massa, vulcão, rojão de 12 e 3 tiros, bomba, foguetinho e outros. O São João é uma época onde as pessoas se confraternizam entre elas e se unem para celebrarem essa época tão festiva no Nordeste brasileiro. A cultura do Nordeste, ela é riquíssima, e mostra para o mundo, que essa região, é o celeiro da cultura brasileira.