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08 agosto, 2014

ARTE NORDESTINA

                           
                                           Fonte da imagem: igaruana
                                   
                            UTENSÍLIO NORDESTINO  
      
   Na década de 1970 a cultura do couro no estado piauiense era muito movimentada, entre alguns setores da pecuária do nordeste, a gente via que nesse setor o couro era muito valorizado como até os dias de hoje.
    Por vários motivos óbvios, a gente via uma pecuária crescendo tanto no estado quando na região do nordeste. As transações no comércio agropecuário era frequente entre os criadores. Os pastos eram abundantes e também determinantes para a multiplicação do rebanho no sertão.
   As feiras livres tinham bastantes animais tanto para a troca quanto para a venda. Era tudo muito simples e tudo era feito na hora entre eles. Bom, com esse tipo de negócio é claro que gerava outro tipo de comércio, que era o comércio do couro. Dele o sertanejo fabricava todas as coisas, pois ele é a matéria prima fácil e duradoura.
    Um dos utensílio que mais me chamou atenção foram as cadeiras de couro e os tamboretes. Os sertanejos sempre gostaram de comercializar esse tipo de utensílio tanto nas feiras livres como em alguns armazéns. As residências eram mobiliadas com tamboretes e cadeiras de couro, tanto na cozinha como na sala.
    Até ainda nos dias de hoje, o comércio de couro é bem forte nos armazéns. Bom, esses utensílios. O bom é que o comércio do couro abrange não só o couro bovino mas também o couro caprino. No sertão, vem uma crescente de criadores de caprino, primeiro porque o rebanho caprino é muito mais econômico e todos os termos.
   O caprino dar duas crias para o produtor e é bem mais econômico para o criador. No sertão do nordeste quando você passa pelo semi-árido você nota nitidamente que existe uma proporção muito grande de caprinos.
    O couro desse animal é tão valorizado quanto a sua carne e o seu leite, por isso é muito aceitável a matéria prima por ele produzida. Hoje já não se usa tanto esse artefato domiciliar mas ainda existe nas casas mais humildes dos rincões mais distantes do sertão nordestino nas famílias mais humildes que lá residem.

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