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22 de set de 2017

UM REINO NA TERRA DO DOCE

ARQUITETURA IMPONENTE NO AGRESTE I Fonte da imagem: Vias percorridas











ARQUITETURA IMPONENTE NO AGRESTE







       O nordestino sempre foi bem criativo e inovador quando ele quer realizar seus sonhos. Costuma-se falar que, nordestino sempre está procurando o que inventar, pois eles são criativos e sempre estão inventando algo novo dentro do seu universo de criação. Pois essa história que vamos contar aqui, ela além de ser um fato real, ainda mostra o quanto a região do Nordeste do Brasil pode surpreender aqueles que não a conhecem, e não conhecem o povo que vive nela. 





       Certa vez pesquisando a internet, vi que nessa região, algumas pessoas gostam de botar em prática seus sonhos, e terminam construindo muitas coisas, inclusive castelos. Essa é uma região que existem vários castelos construídos, e hoje, vamos falar de mais um castelo construído dentro da caatinga nordestina e que fica na cidade de pesqueira. Em alguns outros pontos da região Nordeste, já existem alguns outros castelos, como por exemplo na cidade de Caicó no Rio Grande do Norte, o “castelo de Engady”. 






       Outro castelo que fica no Rio Grande do Norte é o castelo de Bivar, que fica na cidade de Carnaúbas dos Dantas. Ainda existe um outro castelo na cidade de Felipe Guerra no Rn e outro com o nome de “Castelo de Zé dos Montes”. Como nós vemos, essa já uma prática bem comum dentro da região do Nordeste brasileiro. Então vemos que essa é uma prática bem comum entre nordestinos. Mas hoje vamos falar de um outro castelo, que está construído em uma área de 2.000m², e ele tem 8 salas 9 quartos e 12 banheiros e que surpreende muito pela sua altura. 






       Já fazem 20 anos que o proprietário vem desenvolvendo esse projeto e ainda continua inacabado. Esse castelo está construído em uma base de pelo menos 6 andares. Esse é um dos castelos encravados no meio do sertão e que é bem luxuoso. Digamos que sua arquitetura é uma arquitetura mista ou espontânea pois é aquela arquitetura que você vai construindo sem uma regra pré-estabelecida, ou seja, o proprietário vai colocando o que ele acha que deve ser colocado no castelo e com objetos de todas as culturas e de todos os gostos. Essa é uma das construções mais espetaculares encravadas no sertão nordestino. 






       A criação da obra é majestosa, tanto no que se refere ao cultural, como no social da cidade, pois ela se torna muito importante para a cidade de Pesqueira, como ponto turístico e porque não dizer para o sertão pernambucano. Vemos que o imponente castelo, tem uma história de sonhos e de realização por parte do seu proprietário. Sendo assim, essa história de sonho concretizado pelo seu proprietário, é mais uma história de sonho e de realização por parte de um sertanejo com seus desejos, que sempre quis realizar algo durante a sua caminhada de vida. Essa obra começou a ser construída junto de uma antiga casa do proprietário. 







       Não foi criando um projeto, foi somente reconstrução para aumentar a residência anterior e terminou que foi surgindo essa bela obra de arquitetura livre, se assim podemos chamar. Esse castelo está situado na cidade pernambucana de Pesqueira que tem 66 mil habitantes e que se orgulham dessa cidade ser bem pacata. Vemos nisso tudo que, essa obra, é uma realização de um sonho e que apesar de todo os sacrifícios, tanto financeiro como pessoal, o proprietário ver nisso, um movimento cultural que direta ou indiretamente, sua obra pode vir a beneficiar a cidade. Deixando tudo isso de lado, essa é uma incrível história que nos remete aqueles castelos da idade média.






OS ESQUECIDOS










GRANDES VEREDAS DO SERTÃO






       As secas intermitentes dentro do sertão do Nordeste Brasileiro, vem se arrastando desde o século XVl, e de lá para cá, pouco se fez para minimizar a vida do povo sertanejo que mora no bioma nordestino. Sai ano entra ano e os governantes vão só fazendo campanhas preventivas, isso quando eles chegam em algum lugar remoto do sertão. O problema é que, o sertanejo só ouve falar que o país não tem dinheiro e que as políticas de contensão são necessárias para que o país não gaste mais do que pode. Acontece que o país gasta com muitas coisas, mas nem sempre essas coisas são necessariamente a seca nordestina. 






       O pior é que, as pessoas que estão ali, não podem esperar para comerem, porque um homem com fome e vendo a sua família morrendo de fome e sem ter de onde tirar, ele vira bicho. Foi isso que aconteceu em décadas anteriores, muitos sertanejos invadiam armazéns dentro do sertão, para obterem comidas para eles e suas famílias. Então eu acho que essa é uma região que pode ser mais bem assistida, pois quando a seca vem, ela pega os pequenos, médios e grandes agricultores. Acho que os homens públicos deveriam olhar com mais carinho, e resolverem esse problema crônico do Nordeste do Brasil, e aí sim, poder amenizar o sofrimento do homem do campo. 






       O pior é que tem muitos que, só aparecem de 4 em 4 anos, e as pessoas de boa fé, sempre são as mais prejudicadas. Muitos sertanejos, passaram a ocupar o polígono das secas, que fica localizada em quase toda região nordestina, dentre essas regiões estão: Alagoas, Bahia, Ceará, Paraíba, Pernambuco, Piauí, Rio Grande do Norte e Sergipe e uma parte do estado de Minas Gerais, que também faz parte do Polígono das secas. A presença de sertanejo dentro desses territórios foi tão grande que, através de uma carta régia, veio a proibição para criação de gado nessa faixa de dez léguas desde o litoral indo em direção ao sertão. 






       A falta de planejamento fortalece articulações políticas para a liberação de recursos emergenciais alocados em assinaturas que deveriam potencializar a riqueza local para o auto sustento comunitário. Mas na realidade, a lógica parece perversa. Pois na verdade, esse sistema parece mesmo é que não funciona. Ele parece mais calculado para não funcionar nem saúde, nem educação nem moradia e muito menos, segurança. Um outro problema que propaga as secas no sertão é a umidade que vem da mata atlântica e não tem forças para chegar a essa região, pois ela é barrada por obstáculos naturais. Outras massas vindas da Amazônia legal, também não atingem essa região, pois são barradas no oeste do Maranhão. 






       Algumas cisternas de plásticos colocadas em vários lugarejos encravados no sertão nordestino, talvez colocadas por pequenas prefeituras, que não gere quase nada, porque esses municípios são pobres, elas fazem isso para socorrer aquelas famílias de baixa renda, que estão abaixo da linha de pobreza. Eles vêm buscar água, em lombo de jegues equipados com ancoretas, e que as vezes andam muitos quilômetros de distâncias. Existe um segredo guardado entre os sertanejos que habitam no sertão Nordestino, que eles sempre comentam ao pé do ouvido, que há com certeza, uma profecia sertaneja de que há cada cem anos, uma estiagem sem precedente aparece no sertão. 






       As crenças sertanejas e a fé do homem do campo, nunca devem ser deixadas de lado, pois esses profetas sabem o que falam. Então antes de se falar de Nordeste brasileiro, de sertão nordestino ou de secas, fomes e misérias, temos que conhecer os conteúdos de “como”, “deve” e “solução”. Ou seja, como podemos falar sobre um assunto tão complexo dessa região, ao invés de estarmos falando o que não sabemos e nem presenciamos. Como os órgãos públicos responsáveis deve fazer para amenizar a fome, a sede e a miséria dessas sub-regiões do nordeste brasileiro. 






       Como podemos solucionar o problema para melhorar a situação dessas sub-regiões nordestinas. Acho até que, o Nordeste brasileiro prefere programas sociais do que esmolas, pois, essa região já passou muito tempo vivendo de migalhas e de piedade de outras pessoas, essa região, mesmo com todas as dificuldades impostas por fenômenos climáticos, ela ainda espera que as pessoas reconheçam que ela pode ser o celeiro do Brasil, só precisa de água para produzir no seu solo. O resto os sertanejos sabem o que fazer. A região nordeste do Brasil só precisa de seriedade para com o seu povo.

24 de jun de 2017

CULTURA SERGIPANA

ARTEFATO JUNINO DE SERGIPE | Fonte da imagem: blog da professora flor












ARTEFATO JUNINO DE SERGIPE







      O Nordeste brasileiro realmente é um celeiro cultural, social e econômico, disso eu não tenho dúvidas nenhuma. Essa região está sempre se repaginando, criando e até inovando dentro desse contexto que estamos falando aqui. Essa região é muito procurada por turistas, tanto os internos como os externos. Ela sempre está mostrando que é uma região que tem muitos atrativos culturais e que é uma região que sempre tem festas comemorativas. Suas músicas, danças e o seu folclore encantam a todos. 






      Em quase toda essa região, existem vários tipos de festejos diversos, e sua cultura na maioria dos estados nordestinos, desenvolve o mesmo costume regional com algumas diferenças entre um estado e outro, mas no fundo são os mesmos festejos. Tais como o bumba meu boi, o pau de sebo as cirandas e os cocos. Mas hoje vamos falar de uma tradição que é praticada dentro do estado de Sergipe. Na época junina o Nordeste brasileiro é muito procurado por todos os brasileiros, e também os turistas internacionais. 






      No mês junino, as fogueiras são acesas, as bandeirolas tremulam nas noites festivas, as barraquinhas de doces e bolos, estão enfeitadas, e muita comemoração e animação a base de muito forró dentro de arraias matutos, e que quase todos os folclores estão dentro desse contexto. Mas hoje vamos falar do barco de fogo, que é uma espécie de barco artesanal feito à base de fogos de artifícios. Esse artefato é feito pelos fogueteiros, e são eles que são responsáveis por fazer o show. Para se fazer um barco de fogo, é preciso paciência e muita horas de dedicação, para que ele fique pronto. Eles chegam a gastar dois dias de trabalho na fabricação de cada barco. 






      Esse artefato faz um percurso de pelo menos uns 200 metros, deixando um rastro de luz através do cabo de aço esticado de uma extremidade a outra. Toda essa festa é feita em algum espaço aberto. Na fabricação desses artefatos juninos, são usados bambus e muita pólvora, e custa entre 100 a 1.500 reais. Geralmente essas festas dentro de Sergipe, são feitas em pequenas e médias cidades. Essa tradição é basicamente sergipana. Existe uma espécie de disputa entre cada apresentação de cada barco, e os fogueteiros procuram dá o melhor em cada apresentação. Os turistas ficam encantados com tanta beleza. 






      Como essa tradição é muito forte no estado de Sergipe, a cidade de Estância é considerada a capital do Barco de Fogo. O show de luzes e cores que atravessa a noite dessa cidade, encanta muita gente que participa desse evento. O barco de fogo é um bem histórico que é ligado ao ciclo junino. Ele data do início do século XX, criado por Chico Surdo. Esse artefato é feito e passado de pai para filho, é mesmo uma tradição que tem continuidade através dos filhos e dos netos. Para se tornar um fogueteiro profissional, tem que saber fazer tudo relacionado ao fogo. Depois de ser ajudante, ele passar a ser um profissional do ramo. 






      O barco de fogo está ligado diretamente ao Busca Pé, não existem barcos de fogo sem o Busca Pé. Ele está ligado na alma do povo sergipano. Ele foi criado na década de 30, pelo estanciano Francisco da Silva Cardoso. Esses barcos de fogo, continuam ainda sendo uma tradição cultural de Sergipe, e ainda continua atraindo muitas pessoas para assistirem esse espetáculo maravilhoso da cultura popular de Sergipe e do nordeste brasileiro. 






      Todos os anos no período junino, eles atraem muita gente de todo o Brasil, para verem o belíssimo espetáculo de pirotecnia que percorre e, colore e ilumina bairros praças e cidades de Sergipe. Na cidade de Estância, existem até concursos para ver qual o mais belo espetáculo dos barcos de fogo inscritos. Vindo ao estado de Sergipe na época junina, procure vir a cidade de Estância para conhecer o espetáculo belíssimo de pirotecnia que esses barcos fazem nas noites juninas.







13 de jun de 2017

SABOR DO NORDESTE

LÍQUIDO PRECIOSO NO SERTÃO | FONTE DA IMAGEM: Hojemais














LÍQUIDO PRECIOSO NO SERTÃO










       As feiras livres do Nordeste brasileiro, é reconhecidamente um shopping popular, a céu aberto. Com um clima frenético e uma grande circulação de pessoas, a procura de mercadorias expostas ali, para venda. O comércio ambulante das feiras livres, faz gerar emprego e renda para muitos feirantes. A palavra feira, teve origem na palavra latim feira, que significa dia santo ou feriado. As feiras livres do Nordeste brasileiro, foram introduzidas no Brasil no tempo do Brasil colônia. Trazidas por imigrantes europeus, e depois foram tomando uma proporção de grandes negócios e prosperidade para os habitantes locais de cada feira livre que existia dentro do nordeste brasileiro, foi assim então, que essa tradição foi perpetuada, não só pelos Nordestinos, mas também por todos os brasileiros. 






      De acordo com o crescimento econômico, esse tipo de comércio ambulante foi avançando, as feiras livres começaram a se perpetuar até os dias de hoje.  Dizem os historiadores que elas já apareciam 500 anos antes de Cristo. Percebemos que, dentro das feiras livres, que estão situada em cada cidade do Nordeste brasileiro, existem várias tradições, tanto na área gourmet como dentro de várias outras áreas, como por exemplo, o “troca-troca” as cantorias com repentistas, a feira de pássaros e animais, a sulanca, e tantas outras coisas. Mas hoje vamos falar um pouco do caldo de cana com pastel, que é uma tradição secular. 






      O caldo de cana ou garapa é uma bebida extraída diretamente da cana de açúcar através de um processo de moagem relativamente simples, pois antigamente essa moagem era manual, você só usava a força humana, mas com novas tecnologias esse processo de moagem se modernizou, e hoje a moagem da cana para extrair o caldo de cana, é feita na maioria das vezes, em máquinas portátil e gerada a energia elétrica. Primeiro raspa-se a cana para eliminar as sujeiras, depois a cana é prensada e o caldo cai em uma jarra, já pronto ele pode ser consumido e acompanhado de bolo ou pastel. 






      A origem do consumo do caldo de cana, está ligado à própria exploração da cana de açúcar, ao processo da produção da cachaça, que foi aprimorado desde a descoberta do vinho da cana, conhecida como garapa azeda, logo após a chegada da cana de açúcar no Brasil, no século XVl. O caldo de cana é composto basicamente de água e sacarose e conserva todos os nutrientes da cana de açúcar: minerais, ferro, cálcio, potássio, magnésio, cloro, vitaminas B e C, contém glicose, frutose, proteínas, amido, ceras, ácidos graxos, corantes, ácidos fenólicos e flavonoides. 






      O que nos impressiona mais é que, essas duas iguarias, o caldo de cana e o pastel, não são invenções brasileira, mas terminaram fazendo parte da cultura popular do Nordeste e porque não dizer, do Brasil. O pastel é uma invenção chinesa, e o caldo da cana tem influências europeia. A popularização de caldo de cana com pastel começou no início da segunda guerra mundial aqui no Brasil, pois os responsáveis por isso foram os japoneses, que imigraram para o nosso continente nessa época. Durante a segunda guerra mundial, os japoneses abriram pastelarias nos grandes centros brasileiros, para se passarem por chineses. Isso foi necessário, pois eles sofriam preconceitos, já que o Japão tinha se associado à Alemanha e Itália. 






      Com essa popularização, esse costume de se tomar caldo de cana com pastel virou uma febre nas feiras livres de todo o Brasil inclusive do Nordeste, já o Nordeste foi ponto estratégico na 2ª segunda guerra mundial, então deve ter sido por isso que até hoje, vemos uma popularidade ainda bem presente nas feiras livres dessa região. O que é certo é que, a cultura popular de se comer um pastel com um caldo de cana bem geladinho, foi perpetuada dentro do nosso convívio, e hoje, ainda mantemos essa tradição entre nós.










PONTO CULTURAL DE JAMPA

PRAIA DO JACARÉ | Fonte da imagem: Turismo em foco













PRAIA DO JACARÉ








    João Pessoa é uma cidade muito linda de se ver, pois tem uma das avenidas urbanas mais longas que se possa imagina. A avenida Epitácio Pessoa, é uma porta de entrada para essa bela cidade nordestina, que tem como atrativo, a hospitalidade do povo paraibano, que nos recebe sempre de braços abertos. Hoje vamos falar de um lugar maravilhoso que existe em João Pessoa, que está localizado a alguns poucos quilômetros ao norte de João Pessoa, e que fica no município de Cabedelo, a praia fluvial do Jacaré. Esse local recebe diariamente centenas de pessoas para ver o pôr do sol. 






      Apesar da praia ser um local público, quem não paga para ver o momento mais aguardado do dia, termina ficando sem um lugar privilegiado. Sempre nos finais das tardes, nesse local, sempre aparece um profissional do sax, para tocar o seu instrumento de trabalho. Essa área onde Jurandy toca o seu sax, é cercada por bares, que exigem um couvert para entrada. É necessário pagar para as pessoas ficarem em algum bar próximo ao artista. Ele entra em algum daqueles bares todos os dias da semana, para ficar mais próximo do público que está ali prestigiando ele. 






      Esse é um dos passeios mais clássicos para os turistas que ali comparecem, para apreciar o pôr do sol e a apresentação de Jurandy do sax. Essa apresentação que Jurandy faz, ela dura cerca de uns 20 minutos. Esse saxsofonista já é uma celebridade nacional, pois esse roteiro, já é conhecido por todo o Brasil. Já fazem 10 anos que ele faz essa performance nas águas do rio paraíba dentro de um barquinho, tocando o bolero de Ravel e outras músicas. Essa apresentação desse artista é sensacional, é de encher os olhos. O local é internacionalmente conhecido por conta do pôr do sol e pelo show que ele  faz durante a sua apresentação dentro de um barquinho nas águas do rio Paraíba. 






      E não para por aí, antes ou depois de tudo isso, o turista ainda pode aproveitar uma grande estrutura turística que existe no local, como: praça de alimentação, lojas de artesanatos que ficam as margens do rio Paraíba. Também tem um gostoso forró pé de serra nesse local. Esse é um dos programas imperdíveis que os turistas devem fazer na cidade, é só chegar mais cedo e garantir o local para melhor visão do show. Já fazem 16 anos que esse artista é atração turística na Praia do Jacaré, em Cabedelo; região metropolitana de João Pessoa. 






      Ele entrou para o livro dos recordes como a pessoa que mais executou o clássico Bolero de Ravel, no saxofone. José Jurandy Félix, é um sessentão, e esse sessentão  o encanta os turistas com sua performance. São mais de 5,6 apresentações na praia fluvial, que não tem bicho jacaré. Há 23 anos ele tocou o Bolero pela primeira vez na Praia do Jacaré, para divulgar o disco que lhe abriu as portas. Isso fez tanto sucesso, que ele passou a se apresentar diariamente, no mesmo lugar desde o ano 2000. Vindo a João Pessoa, não deixe de conhecer esse ponto turístico dessa cidade maravilhosa. Para chegar a esse lindo local, o acesso é bem simples. 






      De João Pessoa à praia do Jacaré, são 14 km, é só seguir pela BR 230. A praia fluvial do Jacaré está situada no estuário do Rio Paraíba, a oeste de intermares. No início da década de 70, abrigava cabanas de pescadores de caranguejos e siris, e algumas oficinas de bar, quando ali passou a funcionar o Bar do Gringo, com seu famoso filé de agulha entre algumas outras iguarias. Depois foi inaugurado o Bar do Jacaré que abriria apenas durante o verão. Com o sucesso do local e a boa infraestrutura, é claro que o comércio local começou a funcionar diariamente, e está aí o sucesso que é hoje. A praia do Jacaré é um sucesso nacional. Venha conhecer.







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