, A ARTE DE NEWTON AVELINO

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    8 de dez de 2016

    PARAÍSO PERNAMBUCANO

    PORTO RICO | Fonte da imagem: viajantesaprendizes












    PORTO RICO 







           O litoral do Nordeste brasileiro, é um dos, mais atraentes dentro do território nacional. Com isso não queremos dizer aqui, que, só nessa região brasileira é que tem praias belas, isso não, mas realmente é um lugar maravilhoso e reconhecido por todos, como o caribe brasileiro. O Nordeste é tudo isso e um pouco mais. Essa é uma das regiões mais apreciadas pelos turistas, tantos os nacionais quanto os internacionais.






            Primeiro ponto, é que nessa região, além de ter uma logística ótima, também tem outro ponto que fica a seu favor, que é a temperatura dessa região. O Nordeste brasileiro tem temperaturas que ficam, entre 25º C e 35º C durante o ano todo. O litoral da região do Nordeste brasileiro, é daquele que tem atrativos tanto naturais, como os de natureza humana. Falar de Turismo dentro do Brasil, é falar de Nordeste. 






           Essa região tem lugares maravilhosos. As praias nordestinas, são praias de águas mornas ou frias, depende muito de uma praia para outra. O visual deslumbra qualquer turista, pois os coqueirais desses cartões postais que existem aqui, são de encher os olhos de qualquer visitante. Alguma dessas praias ainda são virgens, ou quase virgens. As praias urbanas e outras mais afastadas dos centros urbanos são belíssimas também, e tem uma infraestrutura melhor, mas existem praias mais afastadas dos centros, que também são belíssimas e que tem uma infraestrutura razoável. 






         Algumas dessas praias, são próprias para esportes náuticos e que tem cenários paradisíacos, o cardápio e a infraestrutura de alguns desses locais, são a base de mariscos, e que tem bons hotéis, pousadas e albergues dependendo da praia em que você deseja escolher. 






           Então vemos que as praias nordestinas têm todos os atrativos que o turista quer e pode ver. Hoje vamos falar de uma linda praia nordestina, que fica no estado de Pernambuco. Vamos falar de Porte de Galinhas. Ela fica localizada no município de Ipojuca. 






            A região possui muitas piscinas naturais de águas claras e mornas formadas entre corais, além de estuários, mangues, areia branca e coqueirais. Porto de Galinhas antigamente tinha o nome de Porto Rico por causa da extração de Pau Brasil. Escravos chegavam ao local, escondidos, já que vinham contrabandeados para serem vendidos. Eles vinham embaixo de engradados de galinhas de Angola. Quando eles chegavam perto da areia, anunciavam: “tem galinha nova no Porto”. Foi dessa maneira que surgiu o nome atual da localidade. 






           Embora a praia de Porto de Galinhas seja a mais famosa do município de Ipojuca, à região têm muitas opções que agradam aos turistas, seja ele que venha em busca de sossego e contemplação, ou os apreciadores de esportes náuticos e da natureza selvagem que existe nesse local maravilhoso feito por Deus. São 18 KM de praia, de Camboa ao Pontal de Maracaípe, com areias brancas, coqueirais e mar de água cristalinas e mornas, com uma temperatura que beira aos 28º C. 






        Isso encanta o turista que procura praias lindas e calmas que tenham uma boa infraestrutura. Esse lugar antigamente era habitado pelos índios Caetés. Essa praia está localizada a 60 KM do Recife. Para chegar a Porto de Galinhas, saindo do Recife a capital do estado de Pernambuco, você pega a BR – 101 depois pega a PE - 60 depois a PE - 38 e depois a PE - 09, pronto, você estará em Porto de Galinhas, litoral sul de Pernambuco. Indo a Recife, procure conhecer essa linda praia, e procure um guia de turismo autorizado, ele poderá te ajudar nas escolhas de suas férias.


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    ATIVIDADE EXTRATIVISTA

    MULHERES DO BABAÇU | Fonte da imagem: Overmundo












    MULHERES DO BABAÇU









           O estado do Maranhão é um dos estados do Nordeste brasileiro que tem um potencial econômico muito grande. Nesse estado, foram desenvolvidos grandes projetos, nas quais alavancou a economia maranhense. Esses projetos geraram muitos empregos e renda, e transformou esse estado em um grande exportador. São projetos de criação de gado, plantação de arroz e soja e também a produção de ferro que vem de Carajás no estado do Norte, o Pará. 






           Hoje a economia forte do estado do Maranhão é a agricultura. Como existe a nossa mata atlântica, que fica no litoral nordestino, também existe a “mata de cocais”, que é uma zona de transição entre as florestas úmidas da bacia amazônica e as terras semiáridas do Nordeste. O babaçu é uma das mais importantes palmeiras brasileiras. Ela pode chegar até 20 metros de altura, tem uma folha com 8 m de comprimento, tem flores creme-amareladas em longos cachos. 






           Os frutos dessa palmeira são ovais alongados, que tem coloração castanha. Eles surgem de agosto a janeiro. No estado maranhense, o babaçu ainda é uma grande fonte de emprego e renda para as famílias de classe baixa. O principal produto extraído do coco babaçu, são as amêndoas, que possui o maior valor industrial, elas estão dentro do seu fruto. A extração das amêndoas é manual, em sistema caseiro e tradicional de subsistência. 






           Um dia de trabalho das quebradeiras de coco babaçu, lhe dá um valor muito baixo, quase irrisório. Esse trabalho é um trabalho muito cansativo e que tem uma remuneração muito baixa. Sem falar que, nos dias de hoje, devido as constantes queimadas e derrubadas dessa palmeira nativa, elas se tornaram vítimas desse tipo de procedimento na agricultura e na pecuária dessa região. As quebradeiras se mobilizaram e iniciaram uma luta para terem o babaçu livre, pois muitos desses pecuaristas, construíram cercas em torno das áreas de incidência dessa palmeira, impedindo assim que, a coleta desse coco fosse feita. 






          Sendo assim, eles usariam essa forma como um meio de impedir a livre circulação das quebradeiras em suas terras. As mulheres que quebram o coco babaçu, tem como fonte de renda a extração dos caroços de coco, pois eles servem para fazer sabão, leite, azeite e carvão, e da casca ainda é retirada um pó que é feito uma espécie de farinha nutricional, que serve para fazer mingau para crianças desnutridas. Na verdade, o babaçu é conhecido como o ouro maranhense. 






            O projeto de lei nº 001/2012 tem por fim reverter o atual quadro de devastação dessa palmeira, e instituir uma política de proteção e preservação dos babaçuais e das famílias que dele dependem. Esse projeto também proibi a derrubada dessas árvores, e garantir o livre acesso das quebradeiras de coco, assim estimular a cadeia produtiva do babaçu. 






            Todos que participaram dessa atitude de preservação e da continuidade dessa cultura tão antiga, na região dos cocais de babaçus do estado do maranhão, estão de parabéns, pois com isso, eles preservam a cultura popular dessas pessoas, e ainda fazem com que elas, gerem emprego e renda para as suas famílias. As quebradeiras de coco babaçu, constituem em um conjunto de mulheres, identificadas por uma forma de trabalho comum a coleta do coco babaçu e atividades correlatas de beneficiamento do fruto. Essas pessoas são trabalhadores rurais nativos do estado do Maranhão.





    7 de dez de 2016

    COMIDA DE SERTANEJO

    SABOR DO SERTÃO | Fonte da imagem: piaui.pi













    SABOR DO SERTÃO









           Se existe um negócio que é bem cultural dentro da região nordeste, esse negócio é a fabricação de beiju. Ele é uma espécie de tapioca feito de uma goma mais grossa e que é preparado em casas de farinhas ou dentro de alguma propriedade familiar, ou dentro de cozinhas com fogões artesanais. Geralmente os sertanejos colhem a mandioca, depois fazem o beneficiamento da mesma até o estágio final de levar a goma para a frigideira ou forno aquecido. Geralmente quem ver não imagina o trabalho que dá para fazer essas iguarias. 






           Esse preparo é um processo ou ritual que os sertanejos fazem quando estão fazendo o “Beju”. Primeiro colhem a mandioca na roça, depois descasca a raiz e rala. Depois lavam a mandioca, da qual se obtém a goma na parte líquida, e a massa na parte sólida. O líquido é decantado e tem a água retirada, obtendo-se o amido, que chamamos de goma, depois é colocada ao sol para secar. A parte sólida, a massa, pode ir ao forno para torrar e virar farinha, ou ser misturada a goma, dando assim, origem ao beiju a ser levado ao fogo. 






            O beiju é feito apenas de goma, é o que se conhece como tapioca. Mas na verdade o beiju em muitas partes da região nordestina, é diferente da tapioca, ou seja, ele tem uma textura mais grossa e é bem maior do que a própria tapioca. Essa cultura foi deixada pelos índios para todos nós que temos influências diversas. Com a modernidade, as criações diversas nos beijus ou nas tapiocas, foram se diversificando, como por exemplo, os sabores doce ou salgado, frio ou quente, com recheio ou sem recheio. 






             O beiju ou a tapioca tradicional, são as primeiras que apareceram dentro da nossa cultura, eu sou daqueles que acho que o tradicional ainda pode andar com o moderno, e de mãos dadas. Essa tradição que existe dentro da cultura do Nordeste brasileiro, é bem comum ainda, tanto dentro dos pequenos, médios e grandes centros, mas sabemos que o tradicional ainda continua existindo dentro das casas de farinhas espalhadas por esse Nordeste de meu Deus. 






            As famílias sertanejas, tem essa tradição passada de pais para filhos, e como a região Nordestina é muito comum vermos plantios e mais plantios de mandioca, vemos que as casas de farinhas ainda predominam nessa região, mesmo que ainda seja de forma artesanal, o que mostra que essa tradição de farinhada e de fazerem beijus, ainda continua a todo vapor. Esse alimento é muito presente na mesa dos nordestinos, seja com ou sem acompanhamento. 






           O beiju é degustado com acompanhamento de carne seca, carne de bode, com manteiga, com ovo frito ou simplesmente sem acompanhamento. Essa iguaria é tão presente na mesa dos nordestinos que até com um cafezinho preto ou misturado, ele é bem degustado. Quando o beiju passa de um dia para o outro, ele fica com um aspecto mais duro e crocante, mais não perde o seu sabor, ele mantém o gosto da goma do mesmo jeito de quando foi feito. Ele é uma espécie de identidade cultural nordestina, marcante pelo paladar. Essa iguaria segue fazendo sucesso já há muito tempo, mesmo que seja em versões que não seja a tradicional, ou seja, acompanhado de outros pratos, essa iguaria sempre fará sucesso dentro e fora do Nordeste brasileiro.





    1 de dez de 2016

    POETAS CANCIONEIROS

    IMPROVISOS E RIMAS | Fontes da imagem: blogdovanguarda













    IMPROVISOS E RIMAS









           Muito interessante o que acontece com os artistas populares da região nordeste do Brasil. Sabemos que, a arte dessa região nordestina, é muito forte dentro dessa região, e indispensável fora dela. Sabemos que eles se tornam artistas, desde o berço. São artista que nunca frequentaram uma universidade, ou seja, não tem curso acadêmico, eles são autodidatas, e por isso mesmo, fazem tudo de improviso, são predestinados a contribuírem para o sucesso das artes e dessa região tão linda. 






          O artista regional, sempre nasce artista, ele vem para esta vida com o dom que Deus lhe presenteia, e aí, eles vão lapidando todo o seu talento com a vida. Os artistas populares sempre estão em feiras livres, semáforos ou mesmo nas esquinas dos guetos de alguma cidade espalhadas pelo Brasil e porque não dizer do mundo. Podemos citar alguns desses artistas tais como: os artistas circenses, ou artistas de teatros popular, cantores e instrumentistas e tantos outros. 






           Mas aqui eu vou falar de uma figura muito folclórica no sertão do Nordeste, e em toda essa região linda do meu Brasil, que é o Nordeste. Vamos falar do violeiro. Antigamente os folcloristas, os pesquisadores de manifestações culturais brasileiras, falavam que o repente nasceu no início do século XlX, no sertão da Paraíba, mas que se espalhou pelo Nordeste do Brasil, e hoje em qualquer interior de sub-regiões nordestina, vai ter sempre um cantador improvisando qualquer tema, para dá a rima em suas cantorias. 






           Um dos primeiros cantadores que apareceu nos anos de 1797 a 1852, foi o cantador Agostinho Nunes da Costa. Na fase profissional de cantoria também apareceu o cantador Silvio Piraguá Lima e por aí vai. Sabemos que essa figura tão nordestina, talvez seja a figura mais popular do Nordeste brasileiro. 






           O improviso desses artistas, é muito interessante, eles pegam uma linha de raciocínio e pegam um tema, improvisa tudo e sai uma rima seja do que for. Violeiros nordestinos, geralmente cantam em duplas, mas podemos encontrar um só violeiro fazendo as suas rimas e os seus versos e trovas em diversos cantos do sertão ou das cidades a onde eles estão. 






           Vemos que eles cantam em feiras livres, festas folclórica, nas praias e vaquejadas ou em fazendas de gado, quando o fazendeiro faz suas festas privadas, isso antigamente, hoje nem tanto, acontece com menos frequência. Eles tiram os seus sustentos, através de improviso de seus talentos. 






           O repentista ou violeiro, já herdaram isso dos seus pais e de antigos violeiros. Hoje os jovens poetas e declamadores, são mais ou menos parecidos com os poetas mais antigos. Eles fazem isso porque querem perpetuar a herança deixada por aqueles poetas que já passaram pela cultura popular nordestina. 






           Como toda a nossa cultura, a cantoria de viola também teve influência dos europeus na nossa cultura. Ela apareceu no período colonial, e veio alcançar o auge no sertão paraibano como eu falei logo acima na postagem. Do sul da França no século XI, através dos trovadores Regreis e Jograis. Na Espanha a poesia floresceu através dos palacianos, aedos que cantavam e encantavam e versos e trovas ao som da lira. 






           Na Grécia foi a Homero, maior dos rapsodos, cantando as façanhas de Ulises diante de Circe e do gigante Polifemo. A fusão da poesia portuguesa com a poesia dos Trovadores Jograis de Provença, fez surgir novas formas poéticas. No Brasil, coube o privilégio do aparecimento dos cantadores de viola, que fizeram e fazem até hoje, a mais singela e autêntica poesia e cantos poéticos tocados por eles, genuinamente nosso.






    28 de nov de 2016

    O PREÇO DO DESCASO

    FOME SEDE E MISÉRIA | Fonte da imagem: Amaude Matos








    FOME SEDE E MISÉRIA








           Não é mole e nem muito fácil falar de “sertão”, essa região tão árida e causticante dentro do ecossistema nordestino, que chamamos de “caatinga. Primeiro quando a gente fala de “sertão do nordeste brasileiro”, vemos toda a fragilidade das pessoas que moram dentro dessa sub-região brasileira, pois são pessoas que tem o sofrimento estampado no rosto, isso é em consequência das intermitentes secas que assolam esse local, e segundo, porque essas pessoas são esquecidas pelos poderes públicos. 






           Falar de sertão nordestino na época de secas, é cortar o coração da gente, pois vemos o sofrimento e a privação que esses sertanejos passam, por não poderem dá um pão seco aos seus filhos, e depois, por não terem trabalho para que esses trabalhadores tenham dignidade. Essa sub-região chamada de “sertão”, e que fica no centro do Nordeste brasileiro, é uma sub-região localizada entre o Agreste e o Meio Norte. 






           É a maior das mesorregiões do Nordeste, e fazendo parte de quase todos os estados dessa região brasileira. Tem um clima predominante que é o semiárido, caracterizado pelos longos períodos de seca. Os cursos d’água do sertão são, geralmente, formados por rios temporários, (chamados de intermitentes), com exceção do maior rio do Nordeste, o São Francisco. A vegetação predominante é a Caatinga. Apesar do clima seco e da ausência de cursos d’água em algumas regiões durante alguns períodos do ano, tem no sertão, algumas áreas de terreno úmido, que chamamos de “brejos”. Essas áreas são aproveitadas para agricultura da região. 






           Eles plantam milho e feijão principalmente, mas também existem plantações de cana de açúcar. O problema todo, é que, as secas estão sendo intermitentes, fazendo com que as águas evaporem e sequem os açudes e barreiros dessa região, pois o calor é insuportável, devido à baixa umidade do ar, isso acontece sempre, a temperatura dessa região chega aos 40º com a sensação térmica de pelo menos uns 50º. Então hoje, dentro do sertão Nordestino, a seca está sendo “ avassaladora”, a natureza está sendo implacável com a ação do homem em nosso planeta. Sem água nos reservatórios, tanto para uso animal como uso humano, a tendência dessa água é aumentar os preços nessa sofrida região do sertão, pois vem de caminhão pipa, e aí, quem paga a conta? 






           O pobre sertanejo, já não tem emprego, as vezes vivem de pequenos trabalhos, não ganha o suficiente para sustentar a sua família, e precisa dessa água para poder beber e para o uso doméstico, quem vem socorrer essas pessoas? Pois é, então criticar programas sociais para socorrer essas famílias que estão abaixo da linha de pobreza ou não, é muito fácil, difícil é estar no lugar de cada uma delas, para ver como é duro morar em uma zona árida, sem perspectiva de vida, sem emprego, passando fome, sede e vivendo na miséria. Pois esse é o sertão de hoje aonde vive essas pessoas, que muitas vezes tem que comer até ratos para poderem sobreviver dentro da caatinga causticante, tomando água imprópria para o consumo humano.






            Esse Brasil muitas vezes as pessoas viram as costas para não participarem do problema. Essa região está pedindo socorro, pois de 5 anos para cá, a seca castigou esses sertanejos, e não adianta nenhum meteorologista vir dizer que o próximo ano vai ser chuvoso, vai ter muita água no sertão, vai acabar com a miséria, quisera a Deus que isso  fosse verdade, pois nesses tipos de previsões, as vezes os homens erram, o problema é mais complexo do que imaginamos, não existe infra estrutura dentro do “sertão”, a linha de pobreza dentro das terras semiáridas do Nordeste brasileiro, é um “fato”, isso desde muito tempo, alguns governantes, tentam minimizar com algumas frentes de trabalhos, mas a solução do problema dessa sub-região nordestina, está longe de ser solucionada. 






           Acho até que, para que o sofrimento dessas pessoas venha acabar ou pelo menos amenizar, seria preciso de pelo menos uns 3 invernos bons, para que os reservatórios viessem a encher, para poder solucionar uma parte do problema dessa região. Agora eu pergunto: quem se habilita a solucionar o problema desse povo? Ou será que vai ficar como antes? Quero dizer, como sempre foi. Essa região só é mesmo lembrada de 4 em 4 anos, e esquecida por uma parte da camada mais alta, da nossa própria sociedade. Como disse certa vez um grande comandante: “o litoral deu as costas para o sertão”. De lá até hoje, acho que não mudou nada nessa ideologia. 






           Então Açudes secos, barreiros secos e o povo sertanejo e nordestinos entregues a piedade de Deus. As secas fazem vítimas todos os dias, mas ninguém está nem aí para socorrer essas pessoas. Não obstante, essa região do país vem sofrendo inúmeras dificuldades e prejuízos oriundos de várias grandes seca, dentre as quais destacamos: Pobreza, Miséria, Fome, desnutrição, desemprego e muito mais. Nordestino não quer esmolas, nordestino quer é dignidade, ter trabalho, comida na mesa e estudo para seus filhos.  Hoje andar pelo sertão nordestino é de cortar o coração, em algumas sub-regiões do Nordeste, vemos muitas famílias abaixo da linha de pobreza, e a seca contribui e muito para esse quadro “TENEBROSO” que o homem pode viver. 






           Acho que ninguém pode estar feliz, ou ficar feliz vendo um irmão seu, em uma situação como essa que vemos todos os dias em alguns jornais, mostrando a situação do Nordeste e a seca que assola em seu território. E aí vem a pergunta: A quem se pode recorrer nesses momentos? É cultural? Acho que sim, mas já poderíamos ter a solução. Quando se tem um prato de comida na mesa e estamos alimentados, é bem mais fácil opinar contra os que recebiam o bolsa família, mas quando estamos com fome e com sede, é bem mais complicado falar sobre a “fome dos outros”.  






           O problema é que, a fome não espera, e quando uma criança ou um adulto está sem comer o dia todo, e que vemos o quanto um prato de comida por dia, vale a pena e a vida de um ser humano. A fome mata, a sede mata, o desespero por falta de perspectiva também mata. Muitas pessoas abaixo da linha de pobreza dentro dessa região brasileira, agora não tem o que comer e nem o que beber, pois essas são as consequências que as secas intermitentes, deixam dentro do sertão do Nordeste brasileiro.

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