, A ARTE DE NEWTON AVELINO: 12/29/15

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    29 de dez de 2015

    PESCARIA DE ARRASTO

                                   
        

                                                       
                                   
                                   PESCARIA ARTESANAL 



           
          É muito comum no nordeste brasileiro, você se deparar com alguma cena diária de pessoas junto com pescadores puxando a rede de arrasto a beira de praias. 


      São redes artesanais que servem para pegar principalmente tainhas. Geralmente o resultado dessas pescarias, ou seja, é dividido entre as pessoas que ali estavam pescando. 


          Vemos também que as vezes o mar não está pra peixe. Tem lances que você dá, que nem sempre é o resultado esperado. Pouco peixe e muita frustração, mas enfim, a brincadeira de estar ajudando uns aos outros, é o que vale. 


         Os pescadores artesanais, são pessoas simples que vivem quase exclusivamente da pesca, de onde tiram o seu sustento e o sustendo de suas famílias. Depois de cada pescaria dessas, eles tiram um pouco de peixes para a sua alimentação, e então negociam o que sobra para cada pescador. 


       A tainha é um peixe que integra uma família muito conhecida como mugilideo. Ela está presente em todo o planeta, a maioria pode ser inserida no gênero Mugil, mas outros gêneros também se enquadram nessa categoria. 


        Ela só é capturada através de malha, ou seja, de redes de arrasto ou de tarrafas feitas com fio nylon ou não. Apesar de ser um peixe muito fácil e muito simples de pegar, esse peixe também é muito saboroso e barato. 


      Mesmo nesse tipo de pescaria, temos que ter um planejamento para o peixe não sumir. Nesse caso aqui, nem tanto, mais considerando que a tainha quando é capturada em grande escala, ou seja, acima de uma tonelada, vemos que tem que existir um controle para que os peixes se reproduzam, e aí os pescadores tenham mais épocas de pescarem tainhas, pois só com o controle, é que as espécies vão se reproduzir. 


        No caso das pescarias artesanais nas praias nordestinas, vemos que cada pescaria diminuir muito o número de peixes, pois mal dá para a partilha dos pescadores que estão ali dependendo daquele alimento para sustentar suas famílias. 


        A pescaria artesanal, talvez sejam a que prejudica menos o meio ambiente, pois os peixes são para o sustento dessas pessoas, um alimento essencial e essas pescarias são de subsistência. 


       E como eu amo degustar uma tainha, vejo que esses peixes e esses maravilhosos pescares que se arriscam para conseguir o alimento do dia a dia através do mar, vejo que essa tradição sempre possa ser preservada, pois a tradição ao lado da conservação do meio ambiente, é uma mistura ideal para que tenhamos um mundo melhor. 


       Sendo assim, eu confesso que gosto de degustar uma tainha junto com cuscuz, arroz de leite e outros pratos maravilhosos da cozinha nordestina. Que essas pescarias artesanais sempre estejam presente no dia a dia desses pescadores que fazem a cultura do nordeste do Brasil.



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    VENDEDOR DE MILHO

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                                   A “MÃO” DE MILHO 


       

         O nordeste é mesmo surpreendente, tanto no cultural, como no econômico e social. Em pleno século XXI ainda vemos que tem algumas coisas que são preservadas e que são praticadas como na época do Brasil colônia. 


          Uma delas é praticada em feiras livres, ou em centros urbanos. Sabemos que a colheita do milho é no mês de junho e, consequentemente, o comércio informal dessa safra começa a movimentar emprego e renda para famílias de baixa renda.



          Vamos falar do vendedor de milho, principalmente na época junina. Na região nordeste, é muito comum em cada esquina você vê-lo vendendo o seu produto para as pessoas que queiram fazer pamonha, milho assado, milho cozido, canjica e outras comidas derivadas. 


         Sabemos também, que depende muito das chuvas ou não, para o preço do milho ser um preço razoável para o consumidor, mesmo nessa época onde o consumo aumenta. 


          Dessa forma, é sempre bom as pessoas pechincharem, pois elas podem ter um bom desconto na hora da compra. Ele é negociado de várias formas, uma delas é a “mão de milho”, a outra é por unidade. 


          A “mão” de milho contém 52 espigas e são negociadas com preços menores ou maiores, depende muito do horário da feira e de vendedor para vendedor, havendo uma variação entre 20, 25 e pode chegar até 35 reais. 


         Sendo assim, todos os dias, toneladas de espigas são comercializadas no local. O que garante a matéria prima para as donas de casa que nunca abrem mão dos pratos típicos e fazendo com que dessa forma o lucro dos comerciantes esteja garantido, desde que saibam negociar.






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