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23 dezembro, 2015

O POETA DA ROÇA



Fonte da imagem: forroemvinil














 DOUTOR HONORIS CAUSA


   




    Como podemos traduzir um poeta do ponto de vista acadêmico ou popular. Digamos que é quase impossível traduzir alguém que passou sua vida nos dando o prazer de conhecer um pouco da sua arte. 


    O artista popular, na maioria das vezes ele é autodidata, e tem como plataforma de trabalho, a sua intuição e o dom que Deus deu para ele. É daí que ele consegue desenvolver um trabalho simples e ao mesmo tempo rico falando culturalmente na essência da palavra. 


   Ele foi cordelista, cantor, compositor, poeta, improvisador agricultor, e todas essas profissões que ele exerceu, ele fez maravilhosamente bem, pois ele era o que chamamos na essência da palavra, um artista, um mestre. Ele foi um dos maiores nomes da literatura popular brasileira. 


      Estamos falando do mestre Antônio Gonçalves da Silva, o Patativa do Assaré. Nasceu a 5 de março de 1909 na serra de Santana, pequena propriedade rural, que fica no município de Assaré, no sul do Ceará. Ele cresceu ouvindo histórias, ponteios de violas e cordéis. 


      Patativa publicou seus primeiros contos em 1956 e em 1966, já em 1970 seus poemas foram publicados. Como quase todo sertanejo, ele começou a trabalhar duro na enxada desde menino. Só passou seis meses na escola. 


     Mas isso não impediu de ser Doutor Honoris Causa de pelo menos três universidades. Patativa não teve estudo, mas discutia com maestria a arte de versejar. Para ser mais conhecido e para ter um nome artístico ele adotou o nome da cidade a onde nasceu. 


      Ele dedicou a sua vida a produção de cultura popular voltada para uma classe mais marginalizada oprimida do sertão nordestino. A linguagem do seu trabalho é simples, mas poética. Lançou alguns livros dentre eles: inspiração nordestina 1956, cante lá que eu canto cá 1978, cordéis 1993 e outros. 


       Também tem alguns poemas, dentre eles tem: O poeta da roça, vaca estrela e boi fubá, meu protesto e outros. Já com seus 91 anos e com a saúde abalada por queda de memória, Patativa dizia que não escrevia mais, porque ao longo de sua vida, ele já tinha dito tudo o que ele disse em suas obras ao longo da sua vida. Ele passou e deixou uma obra inestimável do ponto de vista cultural para o nordeste e para o Brasil.




Fonte da imagem: forroemvinil














 DOUTOR HONORIS CAUSA


   




    Como podemos traduzir um poeta do ponto de vista acadêmico ou popular. Digamos que é quase impossível traduzir alguém que passou sua vida nos dando o prazer de conhecer um pouco da sua arte. 


    O artista popular, na maioria das vezes ele é autodidata, e tem como plataforma de trabalho, a sua intuição e o dom que Deus deu para ele. É daí que ele consegue desenvolver um trabalho simples e ao mesmo tempo rico falando culturalmente na essência da palavra. 


   Ele foi cordelista, cantor, compositor, poeta, improvisador agricultor, e todas essas profissões que ele exerceu, ele fez maravilhosamente bem, pois ele era o que chamamos na essência da palavra, um artista, um mestre. Ele foi um dos maiores nomes da literatura popular brasileira. 


      Estamos falando do mestre Antônio Gonçalves da Silva, o Patativa do Assaré. Nasceu a 5 de março de 1909 na serra de Santana, pequena propriedade rural, que fica no município de Assaré, no sul do Ceará. Ele cresceu ouvindo histórias, ponteios de violas e cordéis. 


      Patativa publicou seus primeiros contos em 1956 e em 1966, já em 1970 seus poemas foram publicados. Como quase todo sertanejo, ele começou a trabalhar duro na enxada desde menino. Só passou seis meses na escola. 


     Mas isso não impediu de ser Doutor Honoris Causa de pelo menos três universidades. Patativa não teve estudo, mas discutia com maestria a arte de versejar. Para ser mais conhecido e para ter um nome artístico ele adotou o nome da cidade a onde nasceu. 


      Ele dedicou a sua vida a produção de cultura popular voltada para uma classe mais marginalizada oprimida do sertão nordestino. A linguagem do seu trabalho é simples, mas poética. Lançou alguns livros dentre eles: inspiração nordestina 1956, cante lá que eu canto cá 1978, cordéis 1993 e outros. 


       Também tem alguns poemas, dentre eles tem: O poeta da roça, vaca estrela e boi fubá, meu protesto e outros. Já com seus 91 anos e com a saúde abalada por queda de memória, Patativa dizia que não escrevia mais, porque ao longo de sua vida, ele já tinha dito tudo o que ele disse em suas obras ao longo da sua vida. Ele passou e deixou uma obra inestimável do ponto de vista cultural para o nordeste e para o Brasil.


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