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04 junho, 2014

NORDESTE E AS SUAS CULTURAS

                                                                   Fonte da imagem: panomramio
                           
                                 

                             
                             A CULTURA DO SERTANEJO

   


       No sertão do Nordeste Brasileiro é muito comum à caça do preá, um tipo de roedor que gosta de estar a onde tem muitas pedras e que tem o seu alimento. O seu habitat realmente é no alto sertão, no semiárido.
   

      A caça desses roedores pode ser de duas formas: Uma é com um forjo que é uma espécie de armadilha. O fojo nada mais é do que um pedaço de madeira dentro de uma moldura fina de madeira furada no meio e que leva um eixo de arame grosso ou um ferro ligando a parte de dentro com a moldura, e que ela depois de feita fica como se fosse um fundo falso. Cava-se um buraco com pelo menos 50 centímetros de profundidade por uns 10 centímetros de diâmetro.
   

       Feito isso, coloca-se uma espécie de alimento em cima da tábua que se coloca na boca no buraco, que é feito na vereda a onde pessoas e animais passam e os preás deixam as suas fezes. Quando o preá tenta comer a fruta ou outro tipo de comida colocada em cima da tábua, ele cai dentro do buraco.
   

      A outra maneira é caça-lo com arma de folgo. Os preás são difíceis de caça-los porque eles são roedores e na maioria das vezes eles só saem à noite. O perigo é que a onde tem preá tem cobra, que é o seu predador natural.
   

       No sertão e agreste os preás são vistos eles também são chamados de porco da índia no semiárido nordestino. Esse animalzinho até o final do Século XX, eles eram em grande quantidade no sertão e no agreste.
  

        Índios, brancos e negros sempre os caçaram para suprir a sua fome, hoje já não tem tantos porque a caça é indiscriminadamente. Nas minhas andanças pelos os Sertões ainda consegui caçar esses roedores, mas nunca os comi, eu dava para os colegas.
   

        As veredas feitas por gados no semiárido do Sertão Nordestino é a prova mais real que por ali, sempre ou quase sempre passa o preá, só que ele anda à noite como todo roedor.