CARNAVAL EM PERNAMBUCO – A ARTE NORDESTINA | Blog de Arte e Cultura do nordeste brasileiro A ARTE NORDESTINA | Blog de Arte e Cultura do nordeste brasileiro: CARNAVAL EM PERNAMBUCOBlog de Arte e Cultura A ARTE NORDESTINA | Blog de Arte e Cultura do nordeste brasileiro: CARNAVAL EM PERNAMBUCO A ARTE NORDESTINA | Blog de Arte e Cultura do nordeste brasileiro: CARNAVAL EM PERNAMBUCOBlog de Arte e Cultura A ARTE NORDESTINA | Blog de Arte e Cultura do nordeste brasileiro: CARNAVAL EM PERNAMBUCOBlog de Arte e Cultura

SEGUIDORES

Página Inicial Biografia Produtos Galeria O que dizem Jornalista Links Entrevistas Contato

15 outubro, 2015

CARNAVAL EM PERNAMBUCO

                 
                           



                      AMBIENTE CARNAVALESCO

   


     A cidade do Recife, a nossa Veneza brasileira, respira carnaval o ano todo, não existe carnaval sem o frevo. O frevo está para Recife como o forró está para a Região Nordeste do Brasil. Esse estilo de dança e ritmo musical surgiu na capital pernambucana, Recife, entre o final do século XIX e início do Século XX. 

     

      Esse ritmo carnavalesco nasceu das marchinhas de carnaval, com influência da polca russa, de alguns passos de ballet clássico e de outras danças afro-brasileiras populares, como a capoeira e o maxixe. A palavra frevo foi originada a partir de ferver ou fervura que significa agitação. Mas quem usou o nome frevo foi um jornal de Pernambuco, do Recife mesmo, chamado Pequeno. 

     


      Isso aconteceu em 1907, mas aí é outra história. A gente sabe que essa dança é uma manifestação da cultura corporal tipicamente pernambucana. Tem o frevo de bloco que é aquele que surgiu a partir das serenatas, e o frevo canção, aquele que é cantado diferente do estilo, tem o frevo de rua que é exclusivamente instrumental. 

     


      Um dos blocos que é mais conhecido, é o galo da madrugada, mas também tem o homem da meia noite, pitombeira dos quatro quantos, elefante de Olinda e por aí vai. O Galo da Madrugada, esse arrasta quase um milhão de foliões pelas ruas do Recife, mais outros blocos também arrasta multidões de foliões. 

   


       Então embora pareça muito simples, o frevo é marcado pela sua complexidade com o uso de malabarismo, gingados, rodopios e passos curtos. Com ritmo frenético junto com as bandinhas que puxa o frevo, esse ar de carnaval pernambucano, contagia os participantes e a plateia que está participando e agitando o ambiente carnavalesco. 

   


       Esse é o frevo que contagia a todos. Um dos frevos mais lindos que eu já ouvi contagiar essa terra maravilhosa, chama-se “Paisagens de Pernambuco” de Alventino Cavalcante. Não há folião nenhum que resista o toque dos metais quando a banda passa tocando esse frevo. 

   


        Então por essas e outras vejo que não existe Carnaval em Pernambuco sem frevo, o Frevo está no sangue dessas pessoas maravilhosas que contagia o carnaval pernambucano. Isso é a nossa cultura isso é nordeste isso é Pernambuco, isso é Brasil.








  •  

Nenhum comentário: