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3 de set de 2018

NORDESTE CULTURAL


Como Viver no Sertao | Fonte da imagem: opiniaotriunfodigital








COMO VIVER NO SERTÃO





    Olha só, ninguém gosta de ver miséria, nem sofrimento, nem desespero, nem um irmão nosso sofrendo de fome, de desnutrição, sofrendo por falta de emprego e esquecido pelos órgãos públicos que eram para dá saúde, segurança e educação para estas pessoas. O que acontece é que, não podemos fingir que não vemos estas situações corriqueiras que acontece diariamente dentro do sertão nordestino. O sertão nordestino é implacável com as pessoas que nele moram; principalmente quando está na época de seca, onde sua vegetação fica seca e cinza, tendo o nome de “floresta branca”. As causas destas secas no sertão nordestino são naturais. A região do Nordeste brasileiro está em uma área que as chuvas ocorrem poucas vezes durante o ano. 



Como Viver no Sertão | Fonte da Imagem: opiniaotriunfodigital




    As massas de ar úmidas e frias, vindas do Sul, ocorrem com pouca frequência nessa região. Sendo assim, as massas de ar quente e seco permanece durante muito tempo no Sertão Nordestino, e isso não gera precipitações pluviométricas nessa região. As secas, além de serem um problema climático, é uma situação que gera dificuldade social para as pessoas que habitam nessa região. A falta de água torna-se difícil o desenvolvimento da agricultura e a criações de animais. Então desta forma, a seca provoca falta de recursos econômicos, gerando fome e miséria no sertão Nordestino. 



Como Viver no Sertão | Fonte da Imagem: Sertãoafora




     Muitas vezes, as pessoas precisam andar durante horas, sob sol e o calor forte, para conseguirem água para sua própria sobrevivência e a dos animais. O desemprego nestas sub-regiões não precisa nem falar, pois ali é lugar esquecido pelos políticos e pelos homens públicos que só aparecem de 4 em 4 anos para pedirem votos. É revoltante, mas é a mais pura realidade das políticas públicas do nosso Brasil. Nos últimos 12 ou 15 anos passados de governos anteriores, as políticas públicas eram mais visíveis mesmo com dificuldades e com precariedades, mas víamos que ainda existia o mínimo do mínimo de piedade dos governantes para com a classe mais pobre que reside no chamado “polígono das secas”. Esses sertanejos, andam como nômades de um lado para o outro sem que ninguém venha lhe socorrer e muito ficam sem serem vistos por esses homens públicos que só querem os votos dessa gente ingênua do sertão. Com uma alimentação precária, sem emprego e sem a mínima infraestrutura, esses sertanejos vão sobrevivendo com a piedade de Deus. O desemprego nessa área dos confins do sertão nordestino é muito alto, provocado pelo êxodo rural, isso faz com que as pessoas saiam do interior em direção as cidades, e na maior parte das vezes isto não é a solução. 




Como Viver no Sertão | Fonte da imagem: RedaçãoOline



    Solução seria os políticos, cumprirem com todas as promessas de campanha e procurassem resolver os problemas dos agricultores e de toda a sociedade em torno do “polígono das secas”, e das cidades que ficam nesse cinturão de miséria, fome e sede. Vemos que nas grandes cidades, são poucos os governantes que querem colocar industrias em seus municípios e em seus estados, para gerar mais emprego para absorver a mão de obra qualificada desses trabalhadores. Mas aí é outra história. O certo é que, muitos só aparecem de 4 em 4 anos para pedirem os votos dessas pessoas e para prometerem o que muitas vezes não cumprem. A história do Brasil é mesmo interessante, o Brasil foi descoberto pelo Nordeste e até o hoje essa região é usada em troca de promessas. Eu estou falando aqui é de sertão Nordestino, isso não quer dizer que o Nordeste brasileiro é uma miséria, pelo contrário, essa é uma região que cresceu economicamente nos últimos 12 ou 15 anos, mas infelizmente o problema das secas ainda permanece. O bolsa família foi um dos grandes programas distribuídos entre os pobres e miseráveis, mas parece que este foi reduzido drasticamente, então isso afetou ainda mais os necessitados dentro desse bioma chamado de “caatinga”. Esta sub-regiõe fica na dependência de ações públicas assistencialistas que nem sempre funciona, e mesmo quando funciona, não gera condições para um desenvolvimento sustentável da região. A questão da seca não se resume à falta de água. A rigor, não falta água no Nordeste. Faltam soluções para resolver a sua má distribuição e as dificuldades de seu aproveitamento. Seria importante desmistificar a seca como elemento desestabilizador da economia e da vida social nordestina como fonte de elevadas despesas para União. Se os homens públicos quisessem acabar com a fome e a seca no sertão, já tinha acabado, não é concebível que desde 500 anos de existência de um país, estes problemas não tenham sido resolvidos. É preciso ter mais do que boa vontade para acabar com esta terrível situação de penúria e sofrimento dos que vivem dentro do “polígono das secas”, é preciso atitude, por parte do governo e dos governantes. Vemos que este comércio se tornou um vício e um meio de vida para muitos e um sofrimento de abandono para outros. Está na hora dos homens públicos que tomam conta desse país, levar mais a sério essa situação e tornar isto um caso resolvido e solucionado, pois quem mora dentro desta região, passa fome, é desnutrido, não tem emprego, nem tem educação e muito menos assistência à saúde. Então já passou da hora dos político fazerem a parte deles, que é trabalhar por estes povos, fazendo isto, eles não estão fazendo nada mais do que a obrigação deles, e o povo pobre desse região só votar em quem trabalha por cada região onde eles moram. Só assim eles talvez, aprendam a fazerem a sua parte.  












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