, A ARTE DE NEWTON AVELINO: 05/28/14

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    28 de mai de 2014

    TURISMO NO NORDESTE DO BRASIL

                              
                                          Fonte da imagem: brazilecovip
                                                 
                                                    CARTÃO POSTAL DO BRASIL
         Uma das mais belas ilhas brasileiras fica no Nordeste no estado de Pernambuco. Ela hoje é um distrito estadual conduzido por um administrador nomeado pelo governador de Pernambuco. Desde a sua descoberta, aos dias atuais, o arquipélago teve vários domínios e o seu patrimônio natural foi devastado pela ação das pessoas que tomavam conta dessa ilha na época do seu descobrimento.
        A data oficial do seu descobrimento é 10 de agosto de 1503, foi a partir dos registros documentais existentes do navegador e escritor Florentino Américo Vespúcio. Ele era quem comandava uma embarcação da frota de seis navios da expedição.
        Essa ilha já foi invadida por holandeses e franceses e por fim os portugueses expulsaram todos eles desse arquipélago. É bom frisar que ela só foi ocupada por franceses e holandeses, porque o fidalgo português Fernão Loronha nunca ocupou as terras.
        Então elas ficavam sempre sujeita a invasões. Noronha foi a primeira Capitania Hereditária do Brasil. O fidalgo português recebeu a ilha de presente por ter financiado a expedição, e a ilha também recebeu esse nome em homenagem ao seu ele.
        Tudo isso em 1504. Mas ele nunca quis ficar por lá. Isso é outra história. Fernando de Noronha já foi uma base militar, isso foi há décadas a trás. Nos dias atuais os resquícios do passado ainda existem e servem como parte turística da ilha.
         Essa ilha também serviu como presídio para o governo Brasileiro. Por vários anos a população de Fernando de Noronha era formada por presos comuns. No século XX isso mudou. Logo no início do Estado Novo em 1937 a 1945, o presidente Getúlio Vargas determinou que os presos políticos fossem para Noronha. Somente após a Constituição de 88, o arquipélago foi reintegrado como Distrito Estadual a Pernambuco.
         Depois disso Fernando de Noronha passou a ser considerada Área de Proteção Ambiental. Essa ilha Nordestina e Brasileira tem como pontos turísticos o Mirante do Boldró, Buraco da Raquel, Forte Nossa Senhora dos Remédios, Museu do Tubarão, Projeto Tamar, e Vila dos Remédios.
         As pessoas que não conhece esse arquipélago pensam que os pontos turísticos da ilha é só praias. Doce engano. Você também tem que conhecer a Praia do Leão, Morro Dois irmão, Baía do Sancho, Baía dos Porcos, Baía dos Golfinhos,  e várias paisagens.
         A gastronomia da ilha é basicamente peixes e frutos do mar. Interessante é que Noronha fica a 380 km da cidade de NATAL - RN em linha reta. Do Recife para Fernando de Noronha são 545 km. Essa ilha que pertence os Brasil e a Pernambuco é um cartão postal e um misto de beleza e paz. Um paraíso no Brasil, para as pessoas que gostam de apreciar a Natureza, e de contemplar a beleza que Deus deixou para nós. Noronha cartão postal do Nordeste.





    PRODUTOS TEXTEIS

                                      Fonte da imagem: Fotolog

                                                       


                                           OURO BRANCO

      



        O Nordeste do Brasil já foi uma região a onde se podia dizer e constatar que ali era uma região que produzia mais Algodão no Brasil. Essa cultura fica entre as principais culturas agrícolas mais cultivadas mundialmente. O algodoeiro é uma planta cultivada em pequenas e grandes propriedades rurais.

        


         No Nordeste os pequenos agricultores são os que mais plantam o algodão, sendo que no centro oeste se concentram os maiores. Na época áurea o algodão era chamado de "Ouro Branco". Os estados nordestinos que eram os maiores produtores desse cultivo era Paraíba, Pernambuco e o Ceará.

        


         Depois que o "inseto bicudo" entrou nas plantações da região, a produção entrou em declínio. A cultura do Algodão já estava abalada financeiramente por causa das importações de algodão do exterior, e por causa da expansão desse cultivo no cerrado do Brasil. Hoje o algodão do Nordeste é cultivado em pequenas propriedades rurais tanto na agricultura familiar como também em pequenos empreendimentos agrícolas.

        


        Acho que se o agricultor tivesse uma política mais voltada para combater a praga do inseto que prejudica essa planta, e se tivesse mais incentivos, o Nordeste sem dúvida nenhuma seria mais um dos grandes a exportar algodão. O problema também são os preços muito baixo que o Brasil tem que enfrentar lá fora.

         


         Fica quase inviável fazer política de mercado desse jeito. Por outro lado, a realidade é que se o agricultor não tiver incentivo nenhum naquela plantação a onde ele está cultivando, ele prefere ir para outro manjo. Essa planta é conhecida há mais de 4.500 anos. Várias civilizações já utilizavam o algodão.

         


         Em continentes como a Ásia já utilizavam ele como produto de primeira necessidade. Somente a partir do segundo século da Era Cristã, o algodão ficou mais conhecido na Europa, sendo trazido pelos árabes. Os próprios árabes foram os primeiros a fabricarem tecidos e papeis com essa fibra.

         


         Nos Estados Unidos, ele se tornou comercial nos estados da Carolina do Sul e da Geórgia. No Brasil pouco se sabe, No início do século XVl, Jean de Levy já dizia que os índios utilizavam para fiar e tecer o algodão.

         


          Em 1576, Gandayo já falava que as camas dos índios eram redes de fios de algodão. Só sabemos que o Nordeste já foi o celeiro do mundo, no que se refere à plantação do algodão. A história por si só já conta que pequenos e grandes agricultores nordestinos mesmo os pecuaristas ou não, eles utilizavam uma parte das suas terras para esse cultivo. O Nordeste poderá a vir a ser um celeiro de arte, cultura e de alimentos para o Brasil, mas também temos que mudarmos as velhas manias.






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