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03 novembro, 2015

VAQUEIRO TRADICIONAL



                       



                    HOMEM QUE LUTA COM GADO NO SERTÃO

 





        A nossa cultura e realmente bela e muito rica. Toda nossa influência além de ter vindo da Europa e África, também tivemos a influência dos índios e dos chineses, e de alguns outros povos. Desde a nossa colonização isso é fato, os povos vieram de outras partes do mundo e se instalaram por aqui, e com isso, ganhamos um leque de oportunidades culturais para podermos seguir alguns costumes trazidos por esses povos, mas também tivemos a capacidade de através dos anos, sabermos adaptar esses ensinamentos e criarmos o nosso próprio folclore, danças e músicas. Soubemos dá nosso próprio toque com o nosso talento as coisas culturais. 

   




      Dentre mil e uma coisa dentro da história do nosso folclore, eu vou falar de uma indumentária que faz parte da história do homem nordestino principalmente aquele é vaqueiro ou mora no sertão do nordeste brasileiro. O chapéu de couro, além de ser um símbolo do povo nordestino também sempre foi um objeto de orgulho do vaqueiro dessa região. Ele foi nos anos vinte talvez a peça mais usada por essas pessoas que viviam e trabalhavam dentro do bioma nordestino. 

     




      Ele apareceu no cenário do cangaço e no comércio do couro, isso já na época das volantes, a onde o comandante era o temido capitão "Virgulino “o Lampião”, e que era o terror desse território, na época. Digamos que quem inspirou os primeiros modelos de chapéu de couro no sertão nordestino foi o cangaceiro Lampião, isso já inspirado no modelo do imperador Napoleão Bonaparte. Esse estilo lançado pelo cangaceiro e sua tropa, era um modelo diferente dos chapéus de couros que vemos hoje. Naquela época eles eram feitos com medalhões de metais. 

     




     Foi feito um modelo exclusivo para Lampião, e que foi elaborado por um parente de Maria Bonita para o cangaceiro. Ele geralmente era quem elaborava suas peças e desfilava no sertão, dentro da caatinga, indo para as cidades circunvizinhas. Digamos que depois dessa época, os chapéus de couro tiveram a influência dos chapéus dos cangaceiros, mas também evoluíram em termos de designer. Os desenhos e as criações desses artesões maravilhosos que temos no sertão, foi modificando e deixou o chapéu com vários modelos e gostos, para todos os tipos de vaqueiros. 

     




     Vou abrir um espaço aqui, para dizer que: ser vaqueiro de Boné e de vaquejada aos dias de domingos é fácil, quero ver é ser Vaqueiro com Chapéu de couro e toda sua indumentária, preservando a sua cultura e os seus costumes, saindo por dentro da caatinga pegando boi, aí é que eu quero ver se o cara é vaqueiro mesmo. Bem, mais voltando ao assunto, eles foram se modificando, evoluíram e ficaram mais charmosos, sem aqueles medalhões e adereços, ficando assim, só com um formato diferenciado e feito só em couro. 

    




      Mas até hoje pode-se encomendar até aquele mesmo modelo de chapéu feito para Lampião, isso vai depender muito da procura. Mesmo assim o mercado de artesanato de couro, a gente ainda ver esse tipo de chapéu, o chamado “meia lua”. Existem vários modelos de chapéus de couro, por isso vemos eles por aí nas cabeças dos nordestinos ou não, mas vemos que essa indumentária sempre fez e fará parte dessa cultura linda chamada de Nordeste. Um dos artistas que gostava de andar usando esse tipo de chapéu, era o nosso rei do Baião, Luiz Lula Gonzaga. O chapéu meia lua de couro e com estrelas, lançado pelo Virgulino, é símbolo até hoje do nordeste brasileiro.







                       



                    HOMEM QUE LUTA COM GADO NO SERTÃO

 





        A nossa cultura e realmente bela e muito rica. Toda nossa influência além de ter vindo da Europa e África, também tivemos a influência dos índios e dos chineses, e de alguns outros povos. Desde a nossa colonização isso é fato, os povos vieram de outras partes do mundo e se instalaram por aqui, e com isso, ganhamos um leque de oportunidades culturais para podermos seguir alguns costumes trazidos por esses povos, mas também tivemos a capacidade de através dos anos, sabermos adaptar esses ensinamentos e criarmos o nosso próprio folclore, danças e músicas. Soubemos dá nosso próprio toque com o nosso talento as coisas culturais. 

   




      Dentre mil e uma coisa dentro da história do nosso folclore, eu vou falar de uma indumentária que faz parte da história do homem nordestino principalmente aquele é vaqueiro ou mora no sertão do nordeste brasileiro. O chapéu de couro, além de ser um símbolo do povo nordestino também sempre foi um objeto de orgulho do vaqueiro dessa região. Ele foi nos anos vinte talvez a peça mais usada por essas pessoas que viviam e trabalhavam dentro do bioma nordestino. 

     




      Ele apareceu no cenário do cangaço e no comércio do couro, isso já na época das volantes, a onde o comandante era o temido capitão "Virgulino “o Lampião”, e que era o terror desse território, na época. Digamos que quem inspirou os primeiros modelos de chapéu de couro no sertão nordestino foi o cangaceiro Lampião, isso já inspirado no modelo do imperador Napoleão Bonaparte. Esse estilo lançado pelo cangaceiro e sua tropa, era um modelo diferente dos chapéus de couros que vemos hoje. Naquela época eles eram feitos com medalhões de metais. 

     




     Foi feito um modelo exclusivo para Lampião, e que foi elaborado por um parente de Maria Bonita para o cangaceiro. Ele geralmente era quem elaborava suas peças e desfilava no sertão, dentro da caatinga, indo para as cidades circunvizinhas. Digamos que depois dessa época, os chapéus de couro tiveram a influência dos chapéus dos cangaceiros, mas também evoluíram em termos de designer. Os desenhos e as criações desses artesões maravilhosos que temos no sertão, foi modificando e deixou o chapéu com vários modelos e gostos, para todos os tipos de vaqueiros. 

     




     Vou abrir um espaço aqui, para dizer que: ser vaqueiro de Boné e de vaquejada aos dias de domingos é fácil, quero ver é ser Vaqueiro com Chapéu de couro e toda sua indumentária, preservando a sua cultura e os seus costumes, saindo por dentro da caatinga pegando boi, aí é que eu quero ver se o cara é vaqueiro mesmo. Bem, mais voltando ao assunto, eles foram se modificando, evoluíram e ficaram mais charmosos, sem aqueles medalhões e adereços, ficando assim, só com um formato diferenciado e feito só em couro. 

    




      Mas até hoje pode-se encomendar até aquele mesmo modelo de chapéu feito para Lampião, isso vai depender muito da procura. Mesmo assim o mercado de artesanato de couro, a gente ainda ver esse tipo de chapéu, o chamado “meia lua”. Existem vários modelos de chapéus de couro, por isso vemos eles por aí nas cabeças dos nordestinos ou não, mas vemos que essa indumentária sempre fez e fará parte dessa cultura linda chamada de Nordeste. Um dos artistas que gostava de andar usando esse tipo de chapéu, era o nosso rei do Baião, Luiz Lula Gonzaga. O chapéu meia lua de couro e com estrelas, lançado pelo Virgulino, é símbolo até hoje do nordeste brasileiro.





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